A vacina contra a Covid-19 já está em solo paranaense. O avião da Latam número 3439, que trouxe as primeiras 120 mil doses em 50 caixas do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, pousou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 18h53 desta segunda dia (18). A conquista acontece 314 dias depois dos primeiros seis casos da doença, no dia 12 de março de 2020.
Ainda nesta segunda mais dois voos comerciais, um da Azul e outro da Gol, chegarão ao Paraná com o restante das doses. Serão 265.600 unidades nessa primeira fase da vacinação no Estado.
Os imunizantes serão aplicados ainda nesta noite em oito profissionais da área de saúde e da gestão hospitalar no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, também como homenagem aos 74 anos da instituição. Serão sete mulheres e um homem: duas técnicas de enfermagem, uma enfermeira, um médico, uma fisioterapeuta, uma nutricionista, uma fonoaudióloga e uma encarregada da higienização.
“Esta é uma data histórica. As vacinas estão chegando ao Paraná. Viva o SUS, viva o Paraná! Vamos vacinar os profissionais de saúde e vamos em frente”, afirmou o secretário estadual da saúde, Beto Preto, no aeroporto.
DISTRIBUIÇÃO – As doses serão distribuídas para a Capital e os demais municípios a partir desta terça-feira (19). Até lá, ficarão armazenadas em câmaras frias no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), que fará o trabalho de separação para as regionais de Saúde.
Das 265.600 doses, 22.720 estão reservadas para a população indígena e 242.880 para profissionais de saúde que atuam diretamente na pandemia, idosos que vivem em asilos e seus cuidadores e pessoas com deficiência severa. Elas serão aplicadas em 126 mil pessoas, sendo a maior parte profissionais da saúde: 102.959.
Serão distribuídas 132.540 doses na primeira etapa no Paraná – são duas doses por pessoa. As demais ficarão armazenadas no Cemepar até o intervalo ideal da Coronavac, de três semanas (21 dias), para garantir a segurança e o controle de temperatura.
A distribuição será feita com três aviões e helicópteros, que foram incorporados à frota aérea, além de caminhões com baús refrigerados e veículos menores, englobando todo o Estado. Serão, a princípio, seis rotas aéreas. O Paraná tem 1.850 salas de vacinação.
A estrutura paranaense para a reserva dos imunizantes conta com 21 câmaras frias, freezers para produção de gelo, equipamentos de ar-condicionado, contêineres refrigerados de 40 pés e caminhões refrigerados.
A Secretaria Estadual da Saúde já distribuiu aos municípios 1,7 milhão de insumos. Foram seringas 25 x 0,6, seringas 25 x 0,7, máscaras descartáveis, face shields, aventais e carteirinhas de vacinação.
HOSPITAL DO TRABALHADOR – O Hospital do Trabalhador completou 74 anos nesta segunda-feira (18) como principal referência em saúde pública e atendimento contra a Covid-19 em Curitiba. São 74 leitos de UTI e 45 de enfermaria no Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), que engloba, também, o Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Labiopalatal (Caif), o Centro de Reabilitação do Paraná - Ana Carolina Moura Xavier (CHR), o Centro Regional de Especialidades (CRE Kennedy) e o Oswaldo Cruz.
Confira a previsão das doses que serão entregues para as regionais de Saúde:
1ª - Paranaguá - 2.240
2ª - Metropolitana - 39.240
3ª - Ponta Grossa - 6.000
4ª - Irati - 1.520
5ª - Guarapuava - 5.920
6ª - União Da Vitória - 1.540
7ª - Pato Branco - 4.840
8ª - Francisco Beltrão - 2.680
9ª - Foz do Iguaçu - 5.160
10ª - Cascavel - 8.240
11ª - Campo Mourão - 3.440
12ª - Umuarama - 3.120
13ª - Cianorte - 1.240
14ª - Paranavaí - 3.040
15ª - Maringá - 9.360
16ª - Apucarana - 4.000
17ª - Londrina - 13.960
18ª - Cornélio Procópio - 3.600
19ª - Jacarezinho - 3.400
20ª - Toledo - 5.360
21ª - Telêmaco Borba - 1.880
22ª - Ivaiporã - 2.760
PARANÁ - 132.540.
A enfermeira Lucimar Josiane de Oliveira, de 44 anos, foi a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19 no Paraná. Junto com outros sete colegas que desde o início da pandemia atuam na linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, às 21h48 desta segunda dia (18), a parnanguara recebeu a primeira dose do imunizante, em evento na capela do Hospital do Trabalhador, em Curitiba.
“Estou lisonjeada por ser a primeira a tomar a vacina no Paraná, uma mulher negra e mãe de dois filhos”, afirmou Lucimar. “Foram tempos difíceis, com um pouco de medo e ansiedade do que viria no futuro. Mas hoje me sinto bem, feliz, esperançosa com a vacina e muito orgulhosa com o trabalho que o HT vem fazendo junto aos pacientes e o apoio aos funcionários”, completou.
A etapa inicial da campanha de imunização foi acompanhada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que pela manhã foi a São Paulo para receber as primeiras doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. O Paraná recebeu, para a primeira etapa da vacinação, 265.600 doses do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
Ratinho Junior destacou o papel dos profissionais da saúde ao longo de toda a pandemia e também elogiou os laboratórios públicos que vão produzir as vacinas contra a Covid: o Instituto Butantã e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
“É um dia histórico para o Paraná e para o Brasil. Depois de tanto desencontro, temos agora um encontro com a ciência, com a medicina e um encontro com a esperança de retomar a vida novamente”, disse.
“Ainda não vencemos a pandemia, estamos vencendo uma parte dessa guerra contra o coronavírus. E começamos por aqueles que mais trabalharam durante a pandemia e que colocaram as suas vidas à disposição para cuidar de outras vidas”, afirmou. “Nossos profissionais da saúde estão há dez meses trabalhando ininterruptamente para cuidar das nossas famílias e daqueles que se infectaram. Nada mais justo que eles recebessem um mínimo de defesa para enfrentar essa guerra”, completou o governador.
Na manhã de terça dia (19), as doses começarão a ser enviadas aos municípios, que serão responsáveis pela estratégia de vacinação. De acordo com o Plano Estadual de Imunização, os primeiros grupos vacinados serão os profissionais de saúde, indígenas, idosos com 60 anos ou mais institucionalizados (que vivem em asilos ou casas de repouso) e pessoas com deficiência severa.
"Passamos por momentos duros, em que fomos colocados à prova. O fato é que a ciência é fundamental, depois de dez meses chegamos em várias vacinas e agora esta dedicação de diferentes profissionais se materializa. Desde o início o Paraná foi um defensor do Programa Nacional de Imunização, para que todos os municípios tenham acesso à vacina”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
EMBLEMÁTICA — A data não poderia ser mais emblemática. Nesta segunda-feira, o Complexo Hospitalar do Trabalhador completa 74 anos. Em março, as seis unidades que formam o complexo se tornaram referência em Curitiba para o atendimento dos pacientes contaminados com o novo coronavírus, com quase 150 leitos destinados exclusivamente para a doença.
Emblemática também é a história de Lucimar, que atua há 22 anos na área da saúde, mas se tornou oficialmente enfermeira em 2020. O ano que foi desafiante para todos, especialmente para quem esteve na linha de frente no combate à pandemia, privou Lucimar de comemorar seu recém-conquistado diploma.
Antes disso, porém, ela trilhou um longo caminho dentro de hospitais e serviços de saúde. Começou como auxiliar de serviços gerais e passou a se especializar: fez curso de auxiliar de enfermagem, técnico de enfermagem, socorrista e, por fim, o curso de Enfermagem da Universidade de Marília, em São Paulo.
No Hospital do Trabalhador, foi contratada inicialmente como bolsista, em um dos primeiros reforços preparados pelo Governo do Estado para fazer frente à pandemia, ainda em março. Em novembro, foi contratada em definitivo como enfermeira.
Desde que iniciou a pandemia está trabalhando só em pronto-socorro de Covid. Trabalha no HT e na UTI Geral do Hospital Municipal de Araucária.
“A gente começa a ver a vida com outros olhos. Está sendo uma experiência de aprendizado. Não é fácil ter que dar notícia para um familiar, estamos aprendendo a ser mais empático com o próximo. Mas me considero feliz e grata”, conta.
PROFISSIONAIS — Além de Lucimar, também foram vacinados o médico Diego Schuster Paes, 30; as técnicas de enfermagem Patrícia Moreira, 33, e Denise Dias Brito, 38; a nutricionista Caroline Benvenutti, 33; a fonoaudióloga Suellen Meduna, 38; a encarregada de higienização Neura Cordeiro Barbosa, 46; e fisioterapeuta Larissa Mello Dias, de 34 anos.
As primeiras doses foram aplicadas pelas enfermeiras Roberta Serra Pereira e Viviane Pavanelo, do núcleo de Infecção Hospitalar do Hospital do Trabalhador.
Formado há cinco anos, Diego trabalha desde então na unidade, mas nunca teve uma experiência tão complexa quanto com a pandemia. “É sempre um turbilhão de sentimentos. Tem momentos que a gente tá mais calmo e de repente você vê aquele paciente que você encaminhou pra a enfermaria, que acaba piorando e precisa ser entubado e levado pra UTI”, conta.
“Da mesma forma tem aquele paciente que chega e nos faz pensar que não vai escapar. Aí 30, 40 dias depois ele sai daqui andando, isso é fenomenal, uma alegria muito grande, no meio desse turbilhão de muita tristeza, de muita angústia. Mas ainda bem que tem esses momentos de alegria também”, diz.
Para ele, a vacina é a luz do fim do túnel, uma vitória da ciência contra o negacionismo. “É importante lembrar que a vacina nãos nos exime da responsabilidade de manter o uso da máscara e de tomar todos os cuidados de higiene para nos proteger do vírus”, ressalva.
Para encarar os desafios que vieram na esteira da Covid-19, a técnica de enfermagem Denise se desloca de Rio Branco do Sul para cobrir o seu turno no Hospital de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, que integra o complexo hospitalar.
“A questão da pressão, o contato com o risco, tudo que é desconhecido é desafiador. Tivemos que reaprender muita coisa, mas as equipes foram bem treinadas”, afirma. “Me sinto muito honrada e feliz por ser chamada a fazer parte deste momento, da vitória da saúde e da ciência”, completa. (Com AEN).
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda dia (18) 1.152 novos casos confirmados e 10 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 499.777 casos confirmados e 8.982 mortos em decorrência da doença.
Os casos divulgados nesta segunda dia (18) são de janeiro de 2021 (1.133) e dos seguintes meses de 2020: junho (2), julho (1), setembro (1), outubro (1), novembro (5) e dezembro (9).
INTERNADOS – 1.526 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.209 pacientes em leitos SUS (590 em UTI e 619 em leitos clínicos/enfermaria) e 317 em leitos da rede particular (130 em UTI e 187 em leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 1.308 pacientes internados, 511 em leitos UTI e 797 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.
MORTES – A secretaria estadual informa a morte de mais 10 pacientes. São 2 mulheres e 8 homens, com idades que variam de 57 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 29 de dezembro de 2020 a 18 de janeiro de 2021.
Os pacientes que morreram residiam em Foz do Iguaçu (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Guarapuava, Marialva, Matelândia, Palmital, Paranavaí, Pérola, Santa Terezinha de Itaipu e São Miguel do Iguaçu.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 3.935 casos de residentes de fora, 72 pessoas morreram. (Com SESA/AEN).
O volume de cargas importadas e exportadas em contêineres em 2020, pelo Porto de Paranaguá, aumentou 6% em relação a 2019. Foram 8.541.091 toneladas, 508.664 toneladas a mais que no ano anterior. Os produtos em contêineres representam 14,9% da movimentação geral dos portos do Paraná.
“A movimentação do Paraná foi na contramão de portos do mundo inteiro. Mesmo com os efeitos da pandemia, que prejudicou o fluxo de transporte por contêineres na Ásia e Europa, o Porto de Paranaguá registrou alta, tanto em volume quanto em unidades de contêineres”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Em unidades específicas de contêineres, equivalentes a um contentor de 20 pés (TEUs), o aumento registrado foi em 5%. Em 2020 foram 906.504 TEUs. Em 2019, 867.185 TEUs.
Segundo Garcia, a forte demanda por alimentos, no mundo, contribuiu para a alta verificada entre as cargas de contêineres, já que o Porto de Paranaguá segue sendo o maior exportador de frango do Brasil. Em 2020, foram exportadas 1.805.011 toneladas de carne de aves. O produto congelado é o mais movimentado em contêineres pelo terminal paranaense.
PRODUTOS – Estão também entre os principais produtos que chegam ou saem pelo terminal de contêineres do Porto de Paranaguá, a madeira, o papel, a celulose e a carne bovina, na exportação; e os fertilizantes na importação.
De madeira, foram exportadas 905.294 toneladas, em 2020. O volume representa alta de 3,67% em relação às 873.227 toneladas registradas em 2019.
O papel exportado em contêiner somou 407.290 toneladas. A alta foi de 15,78%, comparado às 351.792 toneladas do ano anterior. O aumento observado nas exportações de celulose foi ainda maior na comparação dos dois últimos anos: 30,4%. Em 2020, 373.981 toneladas; em 2019, 286.720 toneladas.
As exportações de carne bovina congelada, em 2020, somaram 348.356 toneladas. Comparado às 280.276 toneladas de 2019, o aumento registrado foi de 24,29%.
IMPORTAÇÃO – Entre as importações, o principal destaque é o volume de fertilizantes importados em contêineres pelo Porto de Paranaguá. Foram 526.085 toneladas importadas em 2020 - 34,63% a mais que em 2019 - com 390.769 toneladas.
NAVIOS – Segundo o registro DataLiner, o número de escalas de navios contêineres no terminal paranaense também está maior, na comparação entre os dois últimos anos: passou de 771 (2019) para 796 (2020). A alta é de 3%. O Porto de Paranaguá está entre os únicos cinco do Brasil a registrar crescimento nas atracações do segmento. (Com AEN)
De acordo com o Plano Estadual de Vacinação, feito a partir do Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação da Covid-19, feito pelo Ministério da Educação, em 2021, o Paraná pretende vacinar o total de 4.019.115 pessoas, considerando os grupos prioritários (ver tabela abaixo). Esta vacinação ocorrerá de acordo com o recebimento dos imunizantes, de forma gradual e escalonada.
De acordo com o governo estadual, a intenção é expandir a vacinação dentro dos 11.516.840 de habitantes, a longo prazo, para pessoas acima de 18 anos, que perfaz um total de 8.736.014 pessoas.
Neste cenário, considerando as duas doses para completar o esquema vacinal (intervalo de 2 a 4 semanas entre elas) e o percentual de perda operacional de 5%, estima-se vacinar nesta primeira etapa cerca de 2,8 milhões de pessoas, priorizando os grupos que seguem nesta primeira fase:
❖ Trabalhadores da saúde (ver estrato populacional abaixo)
❖ Pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas);
❖ Pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência, residentes em Residências
Inclusivas (institucionalizadas);
❖ População indígena vivendo em terras indígenas.
Diante das doses disponíveis para distribuição inicial às UF e a estimativa populacional dos trabalhadores de saúde, será necessária uma ordem de priorização desse estrato populacional. Assim, recomenda-se a seguinte ordem para vacinação dos trabalhadores da saúde conforme disponibilidade de doses, sendo facultado a Estados e Municípios a possibilidade de adequar a priorização conforme a realidade local:
❖ Equipes de vacinação que estiverem inicialmente envolvidas na vacinação dos grupos elencados para as 6 milhões de doses;
❖ Trabalhadores das Instituições de Longa Permanência de Idosos e de Residências Inclusivas (Serviço de Acolhimento Institucional em Residência Inclusiva para jovens e adultos com
deficiência);
❖ Trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19;
❖ Demais trabalhadores de saúde
A meta do Plano Nacional de Vacinação é vacinar pelo menos 90% da população alvo de cada grupo, uma vez que é de se esperar que uma pequena parcela da população apresente contraindicações à vacinação.
Serão duas doses da vacina no intervalo entre 14 dias e 28 dias.
Plano para vacinar 4 milhões de paranaenses:

Salas de vacinação
O Paraná tem 1.850 salas de vacinação nos 399 municípios. A quantidade de locais varia em cada cidade de acordo com o tamanho da população. Os municípios são responsáveis pela gestão dos profissionais para aplicação das doses da vacina, assim como pelas estratégias de vacinação chamada extramuros, ou seja, fora das salas de vacinação. Um exemplo de desse formato é a vacinação em terminais de ônibus ou drive-thru. (Com Banda B)
Vinte das 22 regionais de saúde do Paraná já receberam os insumos que serão utilizados na vacinação contra a Covid-19. Os quatro caminhões carregados com 2,2 milhões de insumos saíram de Curitiba no sábado dia (16) e já finalizaram as entregas, que abastecerão as 1.850 salas de vacinas do Paraná.
Apenas as Regionais Metropolitana/Curitiba e de Paranaguá receberão os insumos na segunda-feira (18).
“Realizamos com sucesso esta operação que abrange o Estado de ponta a ponta; confirmando assim que estamos preparados para, logo mais, enviarmos ainda mais insumos e as tão esperadas doses da vacina”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
ROTEIRO – O envio da remessa começou no sábado (16)e percorreu as Regionais de Saúde de Ponta Grossa, Maringá, Telêmaco Borba, Pato Branco, Ivaiporã, Francisco Beltrão, Paranavaí e Jacarezinho.
Neste domingo (17) os caminhões levando os insumos estiveram nas regionais de Guarapuava, Cascavel, Cianorte, Toledo, Cornélio Procópio, Londrina, Umuarama, Irati, Foz do Iguaçu, Apucarana, Campo Mourão e União da Vitória.
“A operação transcorreu com tranquilidade e segurança e foi acompanhada em tempo real pela Secretaria Estadual da Segurança Pública”, relatou o tenente-coronel Adriano Mello, coordenador executivo da Defesa Civil do Paraná. (Com AEN).

























