A Defesa Civil do Paraná emitiu alerta de temporal na tarde desta quarta-feira (14) nas regiões Oeste e Sudoeste do Estado. Previsão é de chuvas intensas, raios, vendaval e granizo.
O alerta tem vigência de 6h.
A orientação é que a população proteja-se em locais seguros e em caso de emergência ligue 193, Corpo de Bombeiro, e 199, Defesa Civil. (Com Agência Brasil)
A ocorrência de chuvas no final de setembro possibilitou que produtores paranaenses de feijão da safra das águas acelerassem o plantio nesta semana. Esse é um dos assuntos abordados pelo Boletim da Conjuntura Agropecuária nesta semana de 4 a 9 de outubro. O documento, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, também analisa a situação de outras culturas do Estado.
Depois de um longo período de forte estiagem em todo o Paraná, as chuvas retornaram nos últimos dias de setembro e possibilitaram que os produtores de feijão dessem continuidade ao plantio da safra das águas. Com condições mais favoráveis no solo, a área semeada, que era de 35% até setembro, teve aumento significativo nesta primeira semana de outubro, alcançando 55%.
A estimativa é que o Estado tenha área produtiva de 148,9 mil hectares na safra, o que significa uma redução de 2% em relação ao ciclo anterior. Isso deve se refletir também na produção, estimada em torno de 300,6 mil toneladas, representando 5% a menos que no ano passado.
Para o produtor, no entanto, o preço é favorável. Em setembro, o valor médio recebido foi de R$ 252,88 a saca de 60 quilos de feijão classe cores, um aumento de 31% em relação ao mês anterior. O feijão classe preto, por sua vez, rendeu 7% a mais para o agricultor, em comparação com agosto, chegando a R$ 240,13 a saca.
MILHO, SOJA E ARROZ - Para o milho, as condições climáticas ainda não são as ideais, por isso o plantio da primeira safra 2020/21 está lento e esta semana fechou com 65% de uma área total de 360 mil hectares. Para a segunda safra, que tem previsão de início de semeadura em janeiro, há muita incerteza, em razão do atraso no plantio da soja provocado pela estiagem e, consequentemente, de sua colheita.
O boletim desta semana também fala da produção de arroz no mundo, que gira em torno de 745 milhões de toneladas, e no Brasil, onde se produz 11,1 milhões de toneladas. O Paraná tem uma produção modesta de cerca de 150 mil toneladas. A liderança brasileira é do Rio Grande do Sul, com estimados 7,9 milhões de toneladas.
PERA E BATATA - Na fruticultura, o documento preparado pelos técnicos do Deral destaca a produção da pera, undécima fruta mais produzida no mundo. No Brasil, é cultivada em 1,3 mil hectares e foi a 21.ª fruta em volume colhido, com 19,8 mil toneladas, segundo dados de 2018. O Paraná é o terceiro maior produtor, com destaque para Araucária e Lapa.
Também é dedicado um espaço para análise da cultura da batata, produzida por 157 países. O Brasil é tradicional produtor, ocupando o 21.º lugar no ranking mundial, com 3,6 milhões de toneladas em 2018. O Paraná é o segundo produtor, atrás de Minas Gerais, com 748 mil toneladas.
PECUÁRIA – Ao falar da pecuária de corte, o boletim analisa o acréscimo na exportação brasileira de carne bovina. Entre janeiro e agosto, foram vendidos 11% a mais que no mesmo período do ano passado, com as receitas aumentando 23%. A oscilação no preço de ovos também é assunto abordado pelo Deral.
O documento traz, ainda, informações sobre a produção e o mercado de mel, particularmente o paranaense. Também há dados relativos à cultura da mandioca. Devido à estiagem, a colheita foi dificultada e houve redução do produto, provocando acirrada disputa entre indústrias de fécula e de farinha, com consequente reação nos preços. (Com AEN).
Na manhã desta quarta dia 14, a Polícia Civil do Paraná resgatou cinco cachorros em situação de maus-tratos no Morro dos Papagaios, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.
Os animais estavam acorrentados, sem comida e água e ainda alguns em locais com curto espaço para movimentação e em meio muita sujeira.
O flagrante foi realizado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, com auxílio do Delegado Matheus Araújo Laiola.
Em vídeos, é possível ver a situação encontrada no local, sendo que os cães estavam em condições muito precárias, com lesões no pescoço em razão do contato direto com a corrente.
Após o flagrante, os animais foram recolhidos por ONGs que prestam apoio à Polícia Civil e encaminhados para tratamento médico veterinário. Após os cuidados, eles serão colocados para adoção.
Os responsáveis pelo crime de maus-tratos deverão ser identificados e receberão as punições cabíveis, conforme prevê a lei. (Com CGN)
A Secretaria de Estado da Saúde chama a atenção de pais, responsáveis, cuidadores e professores para a prevenção ao envenenamento infantil, perigo que fica ainda maior durante a pandemia, com as crianças mais tempo em casa. As intoxicações na infância representam 18% do total de casos registrados no Paraná.
Além de envenenamento por ingestão de medicamentos, muitas crianças experimentam como materiais de limpeza, inseticidas, raticidas e cosméticos.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reforça a necessidade de atenção para evitar esse tipo de acidente. “Os medicamentos têm cores e formas que se assemelham aos doces e isso é um risco potencial para a intoxicação infantil. O cuidado nesse momento de reclusão em casa é ainda mais importante”.
Os acidentes com as crianças de zero e quatro anos correspondem ao maior número de intoxicações infantis, representando 77% dos casos. O local mais frequente para a exposição ao produto tóxico é a própria residência, com 90% dos acidentes, o que indica que os agentes causadores ficam em locais acessíveis às crianças dentro de suas próprias casas. A contaminação ou exposição acidental representa 79% das intoxicações infantis notificadas.
Ambientes de convivência coletiva, como escolas ou creches, merecem atenção especial. Assim como em casa, o estabelecimento deve garantir que todas as substâncias que trazem risco de intoxicação devem ser armazenadas em locais seguros aos quais apenas pessoas autorizadas tenham acesso.
PRODUTOS - Os medicamentos são os maiores causadores de intoxicações infantis, com 45,5% das notificações. A apresentação (tamanho, forma e cor) dos medicamentos, associada ao acesso fácil das crianças em casa, corrobora para o grande número de ocorrências deste tipo de intoxicação. Eles têm aspecto atrativo e muitos são semelhantes a balas e doces, além de apresentarem um sabor agradável.
Em seguida, os produtos de uso domiciliar para limpeza são causadores de 16% dos casos. Da mesma forma, o acesso e a apresentação despertam a curiosidade infantil. Alguns são clandestinamente comercializados em garrafas PET, o que pode associá-los a sucos e refrigerantes.
Produtos químicos, raticidas, agrotóxicos, plantas tóxicas e cosméticos também aparecem como causadores de intoxicação.
EMERGÊNCIA - Em caso de acidente com qualquer produto ou agente tóxico é preciso procurar imediatamente atendimento médico. Se possível, levar foto, nome ou embalagem do produto ou agente tóxico causador de acidente. É importante ter o contato do centro de informações toxicológicas de sua região em local visível e fácil. (Centro de Controle de Envenenamentos do Paraná: 0800 410148) - Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações.
Em outubro, acontece anualmente a campanha de Prevenção ao Envenenamento Infantil, próxima à data em que se comemora o Dia das Crianças, para sensibilizar pais, responsáveis, cuidadores e professores.
Confira medidas que devem ser adotadas para evitar esse tipo de acidente
- Medicamentos, produtos de limpeza, raticidas, inseticidas, cosméticos e outros produtos perigosos que podem causar intoxicação devem ser guardados longe do alcance de crianças, em armários trancados.
- Nunca dizer às crianças que medicamento é doce, faz crescer ou deixa forte.
- Medicamentos devem ser ministrados somente com prescrição médica, na dose e horários corretos.
- Guardar os alimentos separados dos produtos de limpeza;
- Nunca reutilize embalagens para armazenar produtos perigosos, como garrafas de refrigerantes, potes, frascos vazios.
- As embalagens de produtos perigosos nunca devem ser reutilizadas.
- Não deixar cosméticos ao alcance das crianças.
- Inseticidas e raticidas devem ser usados com muito cuidado, pois são venenosos também para os seres humanos.
- Somente empresas credenciadas pela Vigilância Sanitária estão autorizadas a realizar desratização ou desinsetização.
- Crianças devem sempre ser supervisionadas por adultos.
- Manter as plantas tóxicas fora do alcance de crianças.
- Orientar as crianças para não colocar plantas ou parte delas na boca, explicando o que isso pode causar;
- Procurar identificar as plantas que possui em casa, na escola, em espaços utilizados por crianças, obtendo informações básicas sobre elas. (Com AEN)
O Governo do Paraná vai aumentar a transparência nos gastos e, assim, fomentar o controle social, direito do cidadão. O governador Carlos Massa Ratinho Júnior assinou o decreto estadual número 5.880/20, que determina que todos os órgãos da administração pública estadual devem usar o mesmo sistema para gerenciar compras, obras e serviços. A padronização do procedimento dará mais agilidade à disponibilidade das informações no Portal da Transparência do Estado.
A iniciativa partiu da Controladoria-Geral do Estado (CGE), responsável pelas ações de transparência, de controle social e de controle interno. “A preocupação do Governo é padronizar a entrada de dados, para que as informações estejam disponíveis em tempo real no Portal da Transparência e possam ser acessadas por órgãos de controle”, explicou o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira.
A administração estadual tem disponível o GMS – sistema de Gestão de Materiais, Obras e Serviços, que permite registar e acompanhar licitações, processos de inexigibilidade e dispensa, contratos e suas alterações, garantias contratuais, ocorrências de fornecedores, bem como demonstrativos financeiros. Porém, apesar de o sistema existir há algum tempo, muitos órgãos não o utilizam para todas as operações ou alimentam esse sistema depois de ter registrado a operação em outro, o que atrasa a disponibilidade da informação.
ANTICORRUPÇÃO – Para o controlador-geral, outro grande benefício do uso massivo do GMS é o aprimoramento da eficiência nas compras públicas. “Além de coibir fraudes, erros e ilicitudes nos procedimentos licitatórios, possibilita outros benefícios com a integração do armazenamento das informações”, completou Siqueira. “Todas as iniciativas da CGE têm como objetivo final o combate à corrupção, para que o Estado possa atender o cidadão na plenitude dos recursos disponíveis”.
O decreto obriga todos os órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Estado a registrar e manter atualizados todos os dados e informações de suas compras e contratações no GMS. O descumprimento do decreto sujeita o servidor responsável a procedimento administrativo disciplinar, para apuração da infração.
A mesma penalidade pode ser aplicada às sociedades de economia mista e empresas públicas, sujeitas a legislação específica. Elas devem usar preferencialmente o GMS, mas podem manter o sistema próprio de registro. Contudo, devem registrar as operações e atualizar as informações no sistema padrão do Estado.(Com AEN)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, às 23h59 de segunda (12), a Operação Nossa Senhora de Aparecida 2020 no Paraná. Neste ano, durante os quatro dias de operação, que teve início na sexta (9), agentes da PRF flagraram 21 motoristas dirigindo bêbados; 9 foram presos. 284 condutores ou passageiros estavam sem o cinto de segurança, além de 30 ocasiões em que crianças não utilizavam adequadamente um dispositivo de retenção, como a cadeirinha.
Ainda, foram registradas 571 ultrapassagens irregulares durante o feriado, representando quase seis flagrantes por hora de operação. Esse tipo de ultrapassagem é responsável pela maioria dos acidentes do tipo colisão frontal, onde o motorista não consegue efetuar em tempo a manobra de ultrapassagem ou força a ultrapassagem, colidindo frontalmente com o veículo que está trafegando no sentido contrário.
A PRF registrou 124 acidentes, com 143 pessoas feridas e sete mortes nas rodovias federais do Paraná, de sexta à segunda. Em 2019, não houve operação, portanto, não há comparativo. Os dados são preliminares e podem sofrer alterações.
Foram fiscalizadas 10.730 pessoas e 12.697 veículos. 3.193 infrações foram registradas pelos policiais, nos cerca de quatro mil quilômetros de rodovias federais da circunscrição da PRF no Paraná. 224 veículos foram recolhidos aos pátios por diversas irregularidades e 7 foram recuperados.
Também, foram apreendidos 304 quilos de maconha durante a operação. (Com Agência PRF).








-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-1-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-24-01-2026_large.png)


-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-1-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-25-01-2026_large.png)
-PortalCantu-24-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)




_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)