Andreia Miranda dos Santos - 27 anos
Antonio Carlos Teixeira Lima - 41 anos
Carlos Henrique Da Silva Teixeira - 14 anos
Dailson Ferreira Pimentel - 32 anos
Emanuele Cristina Martins Miranda - 26 anos
Gabrielly Pinto Favacho - 21 anos
Geovanna Cristina Pacheco Pinheiro - 20 anos
Iracelma de Carvalho e Souza - 47 anos
Iranilda Carvalho de Souza - 54 anos
João Paulo Ferreira Santos - 19 anos
José Renan da Silva Souza - 18 anos
Juliane de Jesus Botelho Garcia - 23 anos
Roni Cristian Pinheiro de Almeida - 21 anos
Valdenilson Gurjão de Souza - 22 anos (Com Polícia Civil).
O Paraná recebeu nesta segunda dia (25) um novo lote de vacinas contra a Covid-19 com 39.600 doses. É o terceiro lote de vacinas que chega ao Estado em uma semana. O imunizante é o Coronavac e será usado prioritariamente na proteção dos trabalhadores que estão na linha de frente do combate à pandemia, já que a Secretaria de Estado da Saúde confirmou que finalizou o processo de vacinação de dois importantes setores dentro do grupo prioritário que compõe essa primeira etapa.
De acordo com a Saúde, todos os 12.224 idosos com 60 anos ou mais residentes em instituições de longa permanência para idosos (ILPI) e os 10.565 índios que residem em terras demarcadas receberam a primeira dose da proteção. Após revisão por parte do Ministério da Saúde, a secretaria estima em 303 mil pessoas os profissionais da saúde no Paraná. A distribuição deste novo lote para as 22 Regionais de Saúde vai começar nesta terça-feira (26).
“Insistimos com os municípios para que priorizem essas pessoas, que precisamos vacinar logo. Temos de fazer com que todas as doses cheguem aos profissionais envolvidos. Gente que trabalha em hospitais, no Siate e no Samu e estão diretamente no atendimento da doença. Essas doses de agora vão ajudar a fazer andar um pouco mais essa fila”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A nova remessa desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, por volta das 13h30. É a parte que cabe ao Paraná de um lote de 910 mil imunizantes divididos pelo Governo Federal entre todos os estados e o Distrito Federal. O lote integra as 4,8 milhões de doses emergenciais autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na sexta-feira (22). A Coronavac é produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.
O secretário Beto Preto reforçou que até o fim de janeiro o Ministério da Saúde deve disponibilizar mais um grupo de imunizantes, também da Coronavac. As 3,89 milhões de doses que faltam para completar o grupo de 4,8 milhões. “É uma parte porque se trata do que o Butantan tem em estoque neste momento. Conforme forem envasando mais doses, outras chegarão ao Paraná”, disse o secretário.
Ainda segundo ele, a estimativa é que o Paraná fique novamente com 5% da divisão, quantitativo equivalente ao tamanho da população. Confirmando a conta, seriam mais 194.500 vacinas. “Aí sim, serviria para imunizar todos esses profissionais que estão há mais de dez meses guerreando com o vírus”, destacou.
TOTAL – Essa é a terceira remessa de vacinas contra o coronavírus que chega ao Paraná. Na segunda-feira (18), o Estado recebeu 265.600 doses da Coronavac. No sábado (23), outras 86.500 doses, desta vez do produto desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca. Com as 39.600 desta segunda, o Paraná chega a 391.700 doses.
A quantidade, porém, não significa o mesmo número de pessoas imunizadas. Como há uma taxa de descarte de 5%, cerca de 19.500 doses não serão aproveitadas. Outro ponto é a particularidades de cada vacina.
A diferença entre a CoronaVac e a AstraZeneca, explicou Beto Preto, se dá em relação ao prazo de aplicação entre uma dose e outra, pois ambas preveem duas imunizações.
Enquanto a Coronavac necessita de três semanas, a vacina de Oxford pede espaço de quatro meses. Assim, os lotes formados pelo imunizante da Sinovac foram divididos em duas partes iguais, garantindo as duas doses para quem for receber.
No caso da AstraZeneca será usada todas as vacinas para pessoas diferentes, pois estão previstas a chegada de novas remessas ao Paraná neste intervalo de 120 dias. Ou seja, a quantia será suficiente para proteger aproximadamente 265 mil paranaenses.
O armazenamento de todos os imunizantes está sendo feito no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, que conta com ampla estrutura de freezers e câmaras frias, além de questões de segurança.
FIOCRUZ – Diretor-geral da Secretaria da Saúde, Nestor Werner Junior, disse nesta segunda-feira (25) que uma comitiva da Fiocruz vai viajar nesta semana para a Índia em busca de um novo lote de vacinas produzidas pelo País. É lá que está instalado o Instituto Serum, um dos centros da AstraZeneca para a produção de imunizantes.
Foi essa parceria que garantiu ao Paraná pouco mais de 86 mil doses dos 2 milhões de imunizantes que chegaram ao País no sábado. “Temos conversado bastante com o pessoal da Fiocruz. Eles vão tentar antecipar doses, pois a produção por parte da Fiocruz depende dos insumos que precisam chegar da China”, explicou.
PLANO – Segundo o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, que segue a mesma linha do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, na primeira etapa da vacinação são imunizados profissionais da saúde que atuam na linha de frente de atendimento aos doentes, os que aplicam as vacinas, pessoas com mais de 60 anos que residem em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os profissionais que atuam nos locais, população indígena, pessoas com deficiência severa e trabalhadores que atuam em unidades de saúde que atendem pacientes com suspeita ou confirmação da infecção pelo novo coronavírus.
A definição de grupos prioritários seguiu critérios do Ministério da Saúde, como tempo de contato (ou exposição) com os pacientes infectados pela Covid-19 e pessoas com maior risco de complicações pela infecção causada pelo Sars-CoV-2.
Na sequência, o Estado planeja vacinar pessoas com 80 anos ou acima desta idade, pessoas entre 75 e 79 anos e assim sucessivamente, até aqueles que têm idade variando entre 60 e 64 anos. Com a quantidade de doses disponibilizadas, seguindo a ordenação por grupos prioritários, a previsão é vacinar o total de 4.019.115 pessoas até maio de 2021. A vacinação ocorrerá de acordo com o recebimento dos imunizantes, de forma gradual e escalonada.
O Paraná tem 1.850 salas de vacinação nos 399 municípios. A quantidade de locais varia em cada cidade de acordo com o tamanho da população. Os municípios são responsáveis pela gestão dos profissionais para aplicação das doses da vacina. (Com AEN).
Um comboio de viaturas da Polícia Militar tomou conta da BR-277 com destino a Guarapuava nesta segunda dia (25). Em seguida, por volta das 12h, algumas estacionaram em um restaurante no Centro da cidade também chamando a atenção de populares.
De acordo com o comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar, Major Cristiano Cubas, trata-se de uma operação de “grande envergadura”. Assim, a ‘Pronta Resposta 2’ vai combater o tráfico de armas e narcotráfico.
Para isso haverá fiscalização, intensificação de abordagens em rotas terrestres e aquáticas, coibindo ainda o contrabando, descaminho, roubos e furtos.
Conforme o Major Cubas, 40 viaturas estarão sendo utilizadas na operação. O lançamento ocorreu às 17h desta segunda (26), no Parque do Lago, em Guarapuava.
O efetivo é composto por integrantes de Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) e de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE) e 16º BPM. Além de equipes táticas para fazer frente às ações do crime organizado.
OPERAÇÃO COMEÇOU EM DEZEMBRO NO PR:
Para organizar a logística, a cúpula da PM no Estado encontra-se em Guarapuava desde as primeiras horas de hoje. Conforme informou o Major Cubas, as reuniões ocorrerão no quartel da PM e nas sedes das polícias Ambiental e Rodoviária Estadual. “O subcomandante-geral Hudson Leôncio Teixeira está aqui e almoçou conosco”, disse Cubas.
Assim, como na ‘Pronta Resposta 1’, a aplicação será feita conforme planejamento estratégico da PM, com base em informações obtidas pelo setor de Inteligência da Corporação, de forma que se acontecer alguma ação crítica, esses policiais militares podem fazer bloqueios, barreiras, em todo o Paraná, para prender os criminosos. Além disso, estarão desenvolvendo ações de combate ao tráfico de drogas e outros crimes, além de reforçar as equipes que já atuam na Região.
De acordo coma PM, a primeira atingiu a região da fronteira com o Paraguai, a região Norte e o Litoral do Paraná. Lançada em 15 de dezembro de 2020 a operação segue até 21 de fevereiro deste ano. (Com RSN).
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda dia (25) 1.874 novos casos confirmados e 112 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 521.823 casos confirmados e 9.433 mortos em decorrência da doença.
Os casos divulgados nesta segunda-feira são de janeiro de 2021 (1.674) e, dos seguintes meses de 2020: março (1), abril (3), maio (10), junho (26), julho (37), agosto (34), setembro (17), outubro (12), novembro (11), dezembro (49).
INTERNADOS - 1.270 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.048 pacientes em leitos SUS (558 em UTI e 490 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 1.410 pacientes internados, 547 em leitos UTI e 863 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS - A secretaria estadual informa a morte de mais 112 pacientes. São 44 mulheres e 68 homens, com idades que variam de zero a 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 30 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021.
Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (10), Foz do Iguaçu (9), Cascavel (7), Umuarama (5), Campo Mourão (3), Guarapuava (3), Jacarezinho (3), Londrina (3), Toledo (3), Cornélio Procópio (2), Itaperuçu (2), Morretes (2), Paiçandu (2), Pinhais (2), Ponta Grossa (2), Rolândia (2), União da Vitória (2), Xambrê (2).
A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Ampere, Arapongas, Arapoti, Araucária, Assis Chateaubriand, Bela Vista do Paraíso, Braganey, Cambé, Campo Largo, Cantagalo, Colombo, Corbélia, Curiúva, Engenheiro Beltrão, Esperança Nova, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Florestópolis, Francisco Beltrão, Guaratuba, Iretama, Jaguapitã, Jataizinho, Jesuítas, Lapa, Mandaguari, Maringá, Mariópolis, Matelândia, Medianeira, Palotina, Paranaguá, Paranavaí, Pérola, Piraí do Sul, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha, Realeza, Rio Branco do Sul, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Terezinha de Itaipu, São Carlos do Ivaí, São José dos Pinhais, Sulina, Três Barras do Paraná e Ventania.
FORA DO PARANÁ - O monitoramento da Sesa 4.037 registra casos de residentes de fora, 74 pessoas foram a óbito. (Com SESA).
Um acidente com um ônibus na BR-376, no litoral do Paraná, deixou 21 mortos na manhã desta segunda dia (25), de acordo com o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).
Segundo a polícia, 33 pessoas foram socorridas feridas, sendo sete delas em estado grave e seis com ferimentos moderados.
O acidente aconteceu na altura do km 668, no trecho conhecido como Curva da Santa, por volta das 8h30, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
De acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul, que administra o trecho, a pista está bloqueada para atendimento do caso. Às 12h20, a fila de veículos era de 16 quilômetros.
A PRF informou que ônibus, com placa de Belém, no Pará, descia a Serra do Mar em direção ao litoral catarinense quando bateu na mureta de contenção, saiu da pista e tombou às margens da rodovia.
De acordo com a PRF, o ônibus saiu de Ananindeua (PA) e tinha como destino Balneário Camboriú (SC).
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros Ícaro Grenert, que participou dos resgates, as informações preliminares dão conta que o ônibus saiu sozinho da pista, sem se chocar em outro veículo.
"A gente não tem como falar se foi uma falha mecânica ou o que aconteceu. Ele caiu na ribanceira. Felizmente ele não caiu rio abaixo, que dá pelo menos 50 metros, então esse número de óbitos seria bem mais significativos", disse o socorrista.
Resgate:
Ambulâncias e helicópteros dos bombeiros do Paraná e de Santa Catarina socorreram os feridos moderados e graves e encaminharam as vítimas para Curitiba e Joinville.
As pessoas com ferimentos leves foram levadas para Garuva.
De acordo com o BPMOA, há crianças entre as vítimas.
Segundo a PM, 54 passageiros e dois motoristas estavam no ônibus no momento do acidente. (Com G1-PR).
No dia 11 de janeiro, o estudante de Administração da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Joares Alves, assumiu a presidência do Conselho Tutelar de Mangueirinha, no Sudoeste paranaense. Natural da Tribo Kaingang, ele é o primeiro indígena eleito conselheiro tutelar no Paraná.
Joares atribui a conquista ao ingresso na Universidade e reconhece a importância dos órgãos governamentais, que atuam em prol de políticas afirmativas, para assegurar a permanência dos povos indígenas no sistema público de ensino superior. “Ao longo da graduação, fui adquirindo conhecimento e experiência, e isso me habilitou a concorrer tanto para a vaga de conselheiro tutelar quanto para a função de presidente do colegiado”, afirma.
A gestão do Conselho Tutelar tem período de um ano, sendo que o processo de seleção ocorre por meio de votação secreta entre os conselheiros. Para tanto, são considerados requisitos como liderança, habilidade de articulação e relacionamento, além do conhecimento de legislações importantes, a exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da Constituição Federal, no que se refere à família.
Segundo Joares, o presidente de um conselho tutelar desempenha papel representativo, abrangendo atividades de coordenação, com autonomia para empreender ações mais direcionadas à garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. “Minha atenção está voltada ao município como um todo, mas como conheço bem os desafios da reserva indígena, pretendo implementar parcerias estratégicas com outras instituições, contemplando projetos para essa comunidade”, destaca.
Para o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo do Estado do Paraná, Aldo Nelson Bona, é fundamental que os povos indígenas ocupem, cada vez mais, espaços na sociedade. “O ingresso de jovens indígenas em cursos de graduação contribui para ampliar a diversidade na comunidade universitária e no meio acadêmico, assegurando a efetivação de direitos de cidadania para esses povos”, enfatiza.
No Paraná, a Comissão Universidade para os Índios (Cuia) foi instituída por decreto, em caráter permanente, com a finalidade de viabilizar o acesso, a permanência e a conclusão de cursos de graduação para estudantes indígenas nas universidades públicas. Anualmente, as sete universidades estaduais e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) promovem o Concurso de Vestibular Específico Interinstitucional dos Povos Indígenas.
MUNICÍPIO – Localizada no Sudoeste do Paraná, Mangueirinha tem pouco mais de 17 mil habitantes, segundo o censo mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2021, a cidade vai completar 75 anos. O índice médio de mortalidade infantil entre os mangueirinhenses é de 7,91 para cada mil crianças nascidas vivas.
A taxa de escolaridade das crianças com idade até 14 anos é de 97,6%, percentual idêntico ao da capital do Estado, Curitiba. No que se refere à qualidade do ensino nas escolas públicas, em uma escala de zero a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) soma 5,5 e 4,4 pontos, respectivamente, nos anos iniciais e nos anos finais do Ensino Fundamental.
O Conselho Tutelar de Mangueirinha atua há quase 30 anos no município, assegurando os direitos infantis, e atendendo e aconselhando pais e responsáveis por crianças e adolescentes.
KAINGANG – Os povos Kaingang habitam, há séculos, o Sul do Brasil. Com uma população de, aproximadamente, 25 mil pessoas, eles residem em cerca de 30 áreas indígenas diferentes (a maioria demarcada), nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de São Paulo.
Desde a promulgação da Constituição Federal, em 1988, os Kaingang passaram a participar ativamente de políticas públicas de Saúde e de Educação, valorizando sempre o uso da língua materna como elemento importante para afirmar a legitimidade das conquistas indígenas.
No Paraná, além dos Kaingang, há atualmente outras duas etnias indígenas: Guarani e Xetá. A grande maioria vive nos 17 territórios demarcados pelo Governo Federal, onde recebem assistência médica, odontológica e educação diferenciada bilíngue. (Com AEN).

























