Governo regionaliza a Invest Paraná como estratégia para atrair mais investimentos

O Governo do Estado deu início a parcerias institucionais com prefeituras para espalhar e regionalizar o atendimento da Invest Paraná. A estratégia visa ampliar a atração de investimentos privados. A intenção é ativar 24 representações em cidades polo até o fim de 2022, metade delas ainda neste ano.

 

As representações de Maringá (Noroeste) e Ponta Grossa (Campos Gerais) já estão atendendo. Nesta semana terão início os trabalhos em Londrina, na Região Norte, Cascavel e Foz do Iguaçu, ambos no Oeste.

 

O objetivo, explicou o governador Carlos Massa Ratinho Junior, é otimizar o atendimento a potenciais empresários por meio de ações integradas na captação de investimentos. “O Estado precisa ser ágil e menos burocrático para facilitar a vida de quem quer investir no Paraná. Essa ação busca uma aproximação maior, unificando a linguagem com os municípios. O foco tem de ser sempre a criação de emprego e renda”, afirmou.

 

Diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin destacou que com a medida o Governo conseguirá dar respostas mais rápidas e completas a possíveis interessados em se instalar no Estado. O tempo, lembrou, é essencial para vencer a concorrência de outros estados na briga pela instalação de empresas. “Hoje, além dos benefícios fiscais, o empresariado quer agilidade. E esse é exatamente o conceito do governador Ratinho Junior: criar um ambiente de negócios favorável, com estabilidade política para gerar emprego e renda para os paranaenses”, disse.

 

Bekin ressaltou, também, que a iniciativa atende a um pedido da Casa Civil pela intensificação das atividades no Interior. Um representante da prefeitura será qualificado e treinado para atuar como ponto focal. “Os municípios maiores, como ponto focais, vão auxiliar cidades vizinhas, fazendo com que a região possa se desenvolver de maneira mais uniforme. Tudo isso eleva a capilaridade da Invest Paraná, estabelecendo uma porta de entrada única e rápida de empresários no Estado”, explicou.

 

INVESTIMENTOS – De acordo com Bekin, o Paraná fechou 2020 com investimentos estimados em mais de R$ 7 bilhões. Segundo os últimos dados consolidados, de janeiro de 2019 a outubro de 2020 a agência contribuiu com a atração de 164 empreendimentos, que se instalaram no Paraná com apoio do programa de incentivos fiscais do Governo do Estado.

 

Os investimentos, que somam quase R$ 20 bilhões no período de quase dois anos, foram feitos em diversos setores, como o de papel e celulose, automotivo, de produtos alimentícios, bebidas, biocombustíveis, farmoquímicos e farmacêuticos, comércio varejista e diversos outros.

 

Eles ajudaram o Paraná a abrir 52,6 mil postos de trabalho em 2020, o segundo melhor índice do País, mesmo em um ano marcado pela crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus.

 

“O Paraná é um dos principais motores da retomada dos empregos no País. A ideia é ampliar esse ritmo em 2021 com o avanço da imunização contra a Covid-19”, destacou Ratinho Junior.

 

AGÊNCIA – A Invest Paraná é a porta de entrada oficial para as empresas interessadas em se instalar no Estado. E o programa de incentivo para atração de investimentos é um dos principais atrativos. Ele foi criado para reinserir o Paraná na agenda dos investimentos locais, nacionais e internacionais e contempla uma série de medidas, como a dilação de prazos para recolhimento do ICMS, incentivos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e de capacitação profissional, com objetivo de tornar o Estado mais atrativo para novos empreendimentos.

 

Os incentivos pleiteados pelas empresas são avaliados de forma técnica pela agência a partir de um relatório que leva em conta as prioridades do Estado, como tipo do investimento, setor econômico, número de empregos gerados, impactos econômicos, sociais e de meio ambiente, adensamento da cadeia produtiva e grau de inovação.

 

Após a avaliação técnica o processo passa para análise da Secretaria da Fazenda, onde é decidida a concessão ou não dos incentivos, bem como prazo e carência. Cenário que será facilitado com a regionalização da estratégia. “Estaremos mais próximos dos municípios e dos empresários. Será um atendimento mais qualificado nas tratativas com as prefeituras”, afirmou Bekin. (Com AEN)

 

 

 

IDR-Paraná lança manual atualizado para produção de uvas

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná) está lançando o livro Viticultura Tropical: o sistema de produção de uvas de mesa do Paraná.

 

Partindo de um detalhado panorama da produção e do mercado da fruta, o livro aborda do planejamento da propriedade e do empreendimento, escolha do terreno e de cultivares, a necessidade de observar os fatores climáticos, boas práticas agronômicas na condução de parreirais e colheita até os cuidados na comercialização.

 

“É um verdadeiro passo a passo para o sucesso na produção de uvas de mesa, este livro é uma valiosa contribuição da pesquisa pública à viticultura paranaense”, afirma Vania Moda Cirino, diretora de Pesquisa do IDR-Paraná.

 

A obra que agora chega ao público é uma edição revisada, atualizada e (muito) ampliada do título Viticultura Tropical: o sistema de produção do Paraná, publicado em 2007 pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), atual IDR-Paraná, concebida e iniciada pelo pesquisador Antonio Yoshio Kishino, considerado um dos maiores especialistas em viticultura que o Estado já teve.

 

Kishino tinha os originais bastante avançados quando faleceu precocemente. Os pesquisadores Sergio Luiz Colucci de Carvalho, também do Iapar, e Sergio Ruffo Roberto, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), abraçaram então a tarefa de coordenar sua finalização. Para isso, envolveram mais de 30 especialistas em agricultura de várias universidades do Estado e do antigo Iapar. 

 

Desde então, a obra tem sido referência para pesquisadores, profissionais de assistência técnica e extensão rural, professores, estudantes e todos os interessados no cultivo da uva. Agora, passados quase 14 anos do primeiro lançamento, Carvalho e Roberto coordenaram a reedição.

 

“A procura pela viticultura para a diversificação das atividades agrícolas e promoção do desenvolvimento no campo incentivou a atualização deste livro”, explica Carvalho. “E, mais uma vez presta uma homenagem a seu idealizador, Dr. Kishino, que durante toda a sua vida profissional se dedicou a estudar o tema”.

 

No trabalho de reedição, Roberto destaca a preocupação de, preservando o rigor técnico, entregar um conteúdo abrangente, de linguagem acessível e fartamente ilustrado - são quase 700 páginas e mais de 500 imagens. 

 

“Foram tantas as alterações e inserções que é um novo livro, podemos dizer”, assinala o professor.

 

AQUISIÇÃO – Destinado a técnicos, produtores e estudantes de ciências agrárias, o livro Viticultura Tropical: o sistema de produção de uvas de mesa do Paraná custa R$ 150, mais o custo de envio. Para adquiri-lo, o interessado deve enviar uma mensagem para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

SERVIÇO

 

Livro Viticultura Tropical: o sistema de produção de uvas de mesa do Paraná.

 

Editores: Antonio Yoshio Kishino (in memorian), Sergio Luiz Colucci de Carvalho e Sergio Ruffo Roberto. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

Paraná tem mais 2.643 casos novos e 18 mortes pela Covid

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda dia 1, 2.643 novos casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 547.827 casos confirmados e 9.971 mortos em decorrência da doença. 

 

Os casos deste informe referem-se a pacientes que estiveram ou estão com a doença entre dois de junho a 1º de fevereiro de 2021. Os casos por data de confirmação do diagnóstico, ou encerramento (fechamento) do caso no sistema, estão distribuídos nos meses:  fevereiro de 2021 são 43 e janeiro de 2021 mais 2.273. Os demais são referentes ao ano de 2020 nos meses de junho 1, agosto 1, setembro 2, outubro 7, novembro 59 e dezembro 257. O detalhamento completo está no arquivo CSV.

 

INTERNADOS – 1.342 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.120 pacientes em leitos SUS (588 em UTI e 532 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

 

Há outros 1.236 pacientes internados, 487 em leitos UTI e 749 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

MORTES – A secretaria informa a morte de mais 18 pacientes. São 8 mulheres e 10 homens, com idades que variam de 48 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 17 de dezembro de 2020 a 1º de fevereiro de 2021. 

 

Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (3), Londrina (3), São José dos Pinhais (2).  A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que morava em cada um dos seguintes municípios: Apucarana, Arapoti, Cascavel, Foz do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, Piçandu, Peabiru, Presidente Castelo Brando, Toledo, Vera Cruz do Oeste.

 

FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 4.158 casos de residentes de fora, 77 pessoas morreram. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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