A Direção da APP-Sindicato, junto com Professores(as), Funcionários(as) de Escola e estudantes ocuparam a Secretaria de Estado de Educação (Seed) durante a manhã desta sexta dia (30). A mobilização ocorreu após o governo publicar o edital alterando os critérios para a contratação de professores(as) pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS), sem dialogar com a os(as) principais atingidos(as). Outros temas como a terceirização do trabalhos dos funcionários e funcionárias de escolas e o modelo de votação para instituir as escolas cívico-militares em 215 unidades do Estado também foram denunciados.
De acordo com a direção estadual da APP-Sindicato, os(as) profissionais participaram de um ato em frente à Seed para cobrar uma reunião com o secretário da Educação, Renato Feder. Sem qualquer resposta e com a negativa da secretaria em receber os(as) trabalhadores(as), os(as) presentes ocuparam o prédio exigindo uma reunião com a gestão. Após a ocupação, com indicativo de saída apenas após uma reunião com a Seed, o diretor-geral recebeu uma comissão no começo da tarde.
“Cobramos sobre a publicação do edital sem qualquer debate e fizemos a argumentação de todos os temas que temos levantados, razões pelas quais reforçamos nossa contrariedade a essa prova e a alterações de critérios que estão sendo adotados. Solicitamos para que o diretor geral suspenda o edital, porém ele alegou que não tem autoridade para suspender o documento, pois o mesmo está em efeito”, explica o Presidente da APP-Sindicato, Professor Hermes Leão.
Ainda na reunião, a APP-Sindicato reforçou a necessidade da reunião na próxima quarta-feira (4) entre os(as) trabalhadores(as), o Secretário Renato Feder e a Casa Civil. O Professor Hermes Leão destaca ainda que é preciso que a categoria se mantenha mobilizada nas redes sociais durante o final de semana e que compareçam no ato que será realizado na próxima semana, em frente ao Palácio Iguaçu. “Continuem a mobilização neste período de recesso e na quarta-feira vamos para o Centro Cívico. A reunião com o governo está prevista para às 17h”.
A direção estadual do Sindicato aponta ainda que neste sábado (31), dirigentes dos 29 Núcleos Sindicais participaram de uma reunião do Comando de Greve para preparar a mobilização da próxima semana. “Amanhã no comando de greve definiremos os horários, protocolos de segurança e todos os preparativos. Vamos debater e decidir coletivamente”, finaliza Hermes Leão. (Com APP Sindicato).
A partir deste sábado dia (31), nenhum candidato poderá ser detido ou preso, salvo em flagrante delito (Código Eleitoral, art. 236, § 1°). A regra vale até 48 horas depois do término da votação em 15 de novembro.
No dia das eleições, constituem crimes:
– A utilização de alto-falantes, amplificadores de som e a promoção de comícios, passeatas ou carreatas (artigo 39, §5°, I, Lei 9.504/97);
– Arregimentação de eleitores e realização de propaganda de boca de urna, seja abordando os eleitores, seja distribuindo santinhos e outros materiais (artigo 39, §5°, II, Lei 9.504/97);
– Divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos e seus candidatos (artigo 39, §5°, III, Lei 9.504/97);
– Publicar novos conteúdos ou impulsionar qualquer conteúdo nas aplicações de internet (artigo 39, §5°, IV, Lei 9.504/97).
A partir de 10 de novembro, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto (Código Eleitoral, art. 236, caput ). Esse prazo encerra-se às 17 horas de 17 de novembro, 48 horas após o primeiro turno das eleições.
Segundo turno:
Já o candidato que concorrer ao segundo turno para prefeito ou vice-prefeito não poderá ser detido ou preso, respeitada a exceção prevista em lei, a partir de 16 de novembro. Os eleitores não podem ser presos, conforme as mesmas regras do primeiro turno, de 24 de novembro a 1° de dezembro.
O Calendário Eleitoral foi definido pela Resolução TSE n° 23.627/2020. (Fonte: TRE/PR).
Produtores paranaenses de ovinos têm relevado os baixos preços recebidos e a concorrência com países mais tradicionais para apostar cada vez mais na qualidade genética e profissionalização da produção. A análise sobre a ovinocultura está no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
O documento referente à semana de 25 a 30 de outubro informa que, em 2019, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o Brasil contabilizou 20 milhões de cabeças ovinas. O Paraná, com um rebanho de 589 mil cabeças, participou com 3%, colocando-se em 8.º lugar na produção nacional.
Ainda que enfrentem desigualdade na concorrência, em relação ao preço e não no que se refere à qualidade, com países tradicionais na produção, como o Uruguai, os ovinocultores brasileiros têm procurado aumentar cada vez mais a eficiência produtiva. Entre elas, está a opção por rebanhos de cordeiros precoces, que apresentam carne superior em qualidade, sabor, textura e maciez, reduzindo a produção de carneiros.
As exportações nacionais de carne ovina não são tão expressivas, sobretudo porque o mercado interno, que tem crescido, absorve a produção. Mas, ainda que baixo, o volume vendido ao Exterior também cresce. De 9 toneladas, em 2018, subiu para 53 toneladas em 2019, com a receita saltando de US$ 83,4 mil para US$ 515,6 mil. Este ano, já foram exportadas 45 toneladas com receita de US$ 417,4 mil.
Em importações, o volume, ainda que superior ao das exportações, tem caído. Entre 2018 e 2019, a queda foi de 24% em receita, passando de US$ 56,4 milhões para US$ 43,1 milhões.
Em volume, veio de 8.524 toneladas para 6.393 toneladas (menos 25%). Em 2020, até setembro, o volume importado foi de 3.110 toneladas, gerando receita de US$ 22,2 milhões.
CAFÉ E FEIJÃO – O boletim também retoma a informação sobre a produção, da safra 2019/20, de 56.571 toneladas de café, volume 1,1% maior que o colhido no ciclo anterior. A nova safra foi favorecida com chuvas mais regulares a partir de meados de outubro, o que contribuiu para abertura de floradas.
O plantio de feijão atingiu aproximadamente 92% da área estimada, ficando no mesmo nível deste período em 2019. Em relação às condições, 88% das lavouras estão boas e 12%, medianas. Em relação ao preço, os produtores têm recebido, em média, 5% a mais que em setembro.
MILHO E SOJA – O plantio de milho também atingiu 92% da área estimada de 360 mil hectares, com 82% em condições boas de desenvolvimento. A situação climática tem ajudado e a expectativa é que nos próximos dias toda a área esteja semeada. A comercialização da safra já atinge 14% da produção esperada.
O documento do Deral registra que 3,4 milhões de hectares já receberam sementes de soja. O volume representa 61% dos 5,5 milhões de hectares previstos para a safra. A situação atual é um pouco inferior aos 3,56 milhões de hectares plantados, em média, nas três últimas safras. A produção deve alcançar 20,50 milhões de toneladas.
OUTROS PRODUTOS – O boletim analisa, ainda, a cultura da melancia, segunda fruta mais produzida no mundo. A China é a maior produtora e o Brasil está na quinta colocação. O Paraná é o nono produtor nacional.
Também há informações sobre o trigo, mandioca, batata, cebola e tomate. Em relação à pecuária, o documento trata da suinocultura, da produção de leite e do mercado para frango de corte e ovos. (Com AEN)
O Paraná se prepara para voltar a ser destaque na vitivinicultura. O tema foi o tema debatido nesta quinta dia 29, por representantes do setor durante uma webconferência. O evento faz parte das ações do programa Revitis, do Governo do Estado, lançado em novembro de 2019 para revitalizar a produção de uvas e seus derivados por meio do fomento à produção, agroindústria, pesquisa, comércio e turismo.
Neste novo ciclo, o Revitis inicia a capacitação de técnicos e produtores, que deve envolver também parcerias com o Senar e universidades, e vai promover uma série de eventos online.
O presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná), Natalino Avance de Souza, disse que o Estado acompanha com preocupação a redução da área e da produção de uva nos últimos anos, e trabalha para reverter esse quadro. “O programa representa a criação de oportunidades no campo, para devolver ao Paraná a sua competência nessa área, fazer essa curva voltar a ser ascendente. Queremos que os produtores saibam que o Estado está com eles nesse momento de retomada”, diz.
Segundo o coordenador do Revitis no Estado, Ronei Luiz Andretta, além das 43 unidades de referência que serão instaladas, está previsto para 2021 o desenvolvimento de 40 projetos de fomento. A partir desta quinta-feira (29), está disponível no site da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento um espaço para cadastro de produtores e outros profissionais do setor.
“O objetivo é formar uma rede de comunicação e divulgar capacitações, eventos, dias de campo, resultados de pesquisa e informações de mercado”, diz Andretta. O próximo evento do Revitis acontece em 26 de novembro, também online, e vai debater a deriva de herbicidas na viticultura.
PRODUÇÃO E CONSUMO- O ano de 2020 é decisivo para os produtores. Durante a pandemia do novo coronavírus, que paralisou os setores de eventos, bares e restaurantes, o Brasil registrou aumento no consumo de vinho. De janeiro a agosto, foram comercializados 313,3 milhões de litros, 37% a mais que no mesmo período do ano passado, segundo levantamento do Ideal Consulting.
Em virtude da alta do dólar, a expectativa é que haja valorização do produto nacional em detrimento do vinho de países como Chile, Argentina e Portugal. “O desafio para técnicos, produtores e gestão pública é fidelizar esse novo consumidor, que refinou o paladar e passará a cobrar mais qualidade”, diz o engenheiro agrônomo do Departamento de Economia Rural (Deral), Paulo Andrade.
No Paraná, a produção de uva está disseminada na maior parte das regiões, mas tanto a área quanto o volume vêm reduzindo nos últimos anos. Atualmente, o Estado tem 3.584 hectares destinados à cultura, que somam uma produção de 53,1 mil toneladas, segundo dados do Deral. O município de Marialva, que já chegou a ter 1,6 mil hectares, hoje lidera o ranking estadual com uma área de 473 hectares (13% do total) e produção de 11,7 mil toneladas. Outros destaques são Rosário do Ivaí, Mallet, Cerro Azul e Bandeirantes.
EXPECTATIVA - O produtor José Zanchetta, da Cantina Zanchetta, em São José dos Pinhais, espera que o Paraná seja referência no setor. “Nós, que trabalhamos com o turismo, vemos com bons olhos essa oportunidade para os pequenos produtores receberem assistência”, diz.
O agricultor Vanderlei Marcos Reina, de Jesuítas, tem trocado cada vez mais a olericultura pela fruticultura em busca de maior rentabilidade. “Com apoio dos profissionais do IDR-Paraná, pretendo reduzir a área de hortas e aumentar a de uvas. Assim, meu filho, que é engenheiro agrônomo, poderá ficar na propriedade e melhorar a produção”, conta.
MERCADO – Em um levantamento recente da Paraná Turismo, 72,4% dos entrevistados revelou o desejo de viajar e participar de atividades de turismo rural. “As vinícolas precisam estar preparadas para receber turistas e desenvolver o setor”, diz o presidente da entidade, João Jacob Mehl. O diretor da Vinopar, Renato Adur, disse que o programa representa um novo marco da vitivinicultura paranaense. “Sem dúvidas, essas medidas vão efetivamente motivar o setor”.
PROGRAMA - O Revitis tem quatro eixos: o incentivo à produção, a reorganização da comercialização, o desenvolvimento do turismo e apoio à agroindústria. Além das unidades de referência, está em processo de implantação um viveiro em Santa Tereza do Oeste, para produzir material genético de qualidade.
O programa propiciou, ainda, a criação de uma rede de mais de 15 centros de pesquisa, com auxílio do IDR-Paraná. Neste ano, foram executados alguns projetos-piloto, com aquisição de mudas sadias e insumos para agricultores de Bituruna, Mato Rico, Boa Ventura de São Roque e Pitanga.
Também está prevista a formatação de 20 roteiros de turismo rural ligado à vitivinicultura, promoção de eventos regionais de enoturismo, cursos técnicos de guias turísticos, bem como capacitação de agricultores e técnicos na criação, gestão e divulgação de roteiros. (Com AEN)
A partir da meia-noite de domingo (1º de novembro) estará disponível ao contribuinte a opção de fazer a transferência de créditos do Programa Nota Paraná para o pagamento de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) referente ao ano de 2021. A transferência pode ser feita até o dia 30 de novembro, sem limite mínimo de valor.
O montante transferido pode ser utilizado para pagar o IPVA em sua integralidade ou em parte, caso os créditos não sejam suficientes para cobrir o valor total. O crédito somente pode ser utilizado nos veículos automotores em propriedade do contribuinte cadastrado (não é possível pagar o imposto para terceiros).
O sistema é totalmente interligado com o Detran/PR, portanto não é necessário preencher número de placa e nem Renavam. Caso o veículo não seja listado no aplicativo ou no site do Nota Paraná, entre contato com o 0800-041-1528.
Para efetuar a transferência, é só acessar a página do Nota Paraná www.notaparana.pr.gov.br fazer o login com CPF e senha, clicar na aba “Minha Conta Corrente” e selecionar “Transferir crédito para pagamento de IPVA”.
O sistema de transferência de IPVA fica aberto apenas no mês de novembro, do dia 1º ao dia 30. “É muito importante ficar atento para não perder o prazo”, alerta a coordenadora do programa da Secretaria da Fazenda do Paraná, a auditora fiscal Marta Gambini.
Ainda sobre prazos, Marta reforça que os créditos do programa são automaticamente cancelados após 12 meses (e os créditos referentes a novembro de 2019 expiram no dia 11/11/2020).
Desde 2016, quando foi lançado, o Nota Paraná já liberou mais de R$ 50 milhões em créditos para IPVA. Só no ano de 2019 foram mais de R$ 15 milhões, com 126.968 mil veículos cadastrados.
COMO SE CADASTRAR – Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço de e-mail para criação da senha pessoal. Para participar dos sorteios é preciso fazer adesão no site.
Para participar, basta se cadastrar no site e aderir ao regulamento. Ao solicitar seu CPF na nota você ganhará um bilhete eletrônico pela primeira compra do mês. Depois, a cada R$ 200,00 em notas fiscais dá o direito a um bilhete para o sorteio de seu respectivo período de adesão. Os prêmios do sorteio poderão ser utilizados para abater do IPVA ou creditados na conta bancária do premiado. (Com AEN)








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