O governador Carlos Massa Ratinho Junior apresentou nesta quarta dia 28, em São Paulo, durante a conferência Infraestrutura, PPPs e Concessões, as oportunidades para investimentos de grupos privados no Paraná. Ele fez também um balanço da situação econômica do Estado e ressaltou a importância de parcerias para alavancar a retomada após a crise causada pela pandemia do novo coronavírus
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O encontro, voltado para empresários ligados ao setor de infraestrutura, é organizado pela Hiria, especializada em solução de conteúdo educacional, em parceria com o jornal O Estado de São Paulo. Ratinho Junior participou de um painel ao lado dos governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Daniela Reinehr (interina de Santa Catarina), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul), Mauro Mendes (Mato Grosso) e Renato Casagrande (Espírito Santo).
“Apesar do momento difícil, o Paraná tem uma boa saúde fiscal, segurança jurídica e capacidade de endividamento. O que nos permite investir e atrair investidores. Além disso, o Estado busca ser parceiro do setor privado e não atrapalhar quem quer abrir o seu negócio no Estado”, destacou ele.
Ratinho Junior reforçou o cenário atrativo que faz do Paraná um dos principais atores da economia nacional. O Estado, afirmou, oferece todas as condições para quem quer empreender e gerar emprego e renda. “O momento é fruto da modernização da máquina pública, com destaque para a independência da nossa agência reguladora, a Agepar, e as reformas administrativas e previdenciária”, disse.
CONCESSÕES - Entre as oportunidades de negócios, o governador lembrou que o Paraná vai integrar o maior programa de concessões de rodovias no leilão que está sendo preparado em parceria com o governo federal, previsto para ocorrer em 2021. Serão 3,8 mil quilômetros, entre rodovias federais e estaduais, colocados à disposição da iniciativa privada, com a garantia da realização de obras como duplicações, terceiras faixas e a construção de viadutos e trincheiras.
As empresas vencedoras do leilão assumem as rodovias a partir de novembro de 2021, quando os atuais contratos de pedágio chegam ao fim. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o novo pacote de concessões rodoviárias do Paraná deve receber R$ 100 bilhões em investimentos ao longo do prazo de contrato. “Vai significar mais obras de infraestrutura logística para transformar o Paraná no hub logístico da América do Sul”, disse.
Além disso, reforçou Ratinho Junior, o Estado terá quatro importantes aeroportos no programa federal de concessões – Afonso Pena, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina – , com foco na melhoria da estrutura aeroviária e também no incremento turístico.
Citou, ainda, o novo traçado do Corredor Oeste de Exportação, ramal ferroviário que vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá. A projeção é que a linha vá para concessão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) em novembro de 2021. “Será a grande artéria de exportação do agronegócio do País”, ressaltou o governador.
TELECOM – Ratinho Junior destacou que a primeira grande privatização da gestão vai ocorrer no próximo dia 9 de novembro, quando a empresa Copel Telecom irá à leilão na Bolsa de Valores de São Paulo.
Mencionou também outras possibilidades abertas para investidores. Segundo ele, a criação do novo marco regulatório do gás permitirá a venda da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), possibilitando que a empresa ganhe maior robustez dentro do Estado.
“Há ainda os pátios do Detran, administração de parques turísticos e o estudo de Parcerias Público Privadas voltadas para hospitais e presídios. Sempre com segurança jurídica para quem quer investir, já que o Paraná tem a legislação mais moderna do País sobre o tema”, afirmou. (Com AEN)
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) dará início à zero hora de sexta dia (30) à Operação Finados 2020 no Paraná. A operação terá a duração de quatro dias, terminando às 23h59 de segunda dia (2).
Nesse período, a PRF promove o monitoramento dos indicadores de criminalidade e acidentalidade, bem como o direcionamento de efetivo no policiamento ostensivo preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. Para garantir aos usuários das rodovias federais segurança, conforto e fluidez do trânsito.
Entre os focos da fiscalização das equipes da PRF estão a embriaguez ao volante, as ultrapassagens proibidas e o controle de velocidade. O uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção para crianças, além do trânsito de motocicletas, também serão alvo de fiscalizações específicas da PRF.
Previsão de movimento
Os horários de maior movimento devem se concentrar no final da tarde e início da noite de sexta-feira (30), na manhã de sábado (31) e durante a tarde e a noite de segunda (2).
Restrição de tráfego
Veículos de carga com dimensões ou pesos excedentes estarão impedidos de transitar em trechos de pista simples das 16 horas às 22 horas de sexta-feira, na manhã de sábado, das 6 horas às 12 horas e na tarde de segunda-feira, das 16 horas às 22 horas.
Resultados
A divulgação do balanço de acidentes registrados durante a Operação Finados 2020 está previsto para a terça-feira (3), não havendo a divulgação de parciais durante o feriado. Não haverá comparativo com o ano de 2019, pois não houve operação.
Orientações para uma viagem segura
Respeitar os limites de velocidade, manter distância de segurança em relação aos demais veículos, ultrapassar apenas quando houver plenas condições de segurança e não desviar a atenção do trânsito. Estas são algumas das principais orientações da Polícia Rodoviária Federal para reduzir o risco de acidentes.
A PRF também orienta os usuários de rodovias, mesmo antes de viagens curtas, a fazer uma revisão preventiva do veículo, o que inclui a checagem dos pneus, do sistema de iluminação, dos equipamentos obrigatórios, do nível do óleo e do radiador, entre outros itens.
Também é fundamental planejar a viagem, buscando evitar, na medida do possível, os horários de pico. Dirigir cansado ou com sono aumenta o risco de o motorista cometer erros. A cada três ou quatro horas de viagem, é recomendável uma pausa para descanso ou revezar a direção do veículo.
Eventuais paradas no acostamento devem ser feitas apenas em caso de emergência, com pisca-alerta ligado e triângulo a pelo menos 30 metros do veículo.
O uso do cinto de segurança e da cadeirinha para crianças é imprescindível - esses equipamentos podem fazer a diferença em caso de acidente.
Em caso de restrição de visibilidade em razão de condições climáticas desfavoráveis, a orientação é diminuir a velocidade, sem freadas bruscas; manter o farol baixo ligado (nunca usar farol alto); manter sempre uma distância segura em relação ao veículo que está à frente; sinalizar qualquer mudança de direção; não parar no acostamento (mas se precisar, procurar fazer o mais afastado possível da pista) e após imobilizado, ligar o pisca-alerta; atravessar a cortina de fumaça/neblina somente em caso de visibilidade suficiente e sempre que visualizar focos de incêndios às margens das rodovias federais, disque 191. (Com PRF).
O Governo do Paraná destina neste ano R$ 30 milhões em conservação dos parques estaduais. As ações são do Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.
O montante de recursos foi destinado à contratação de Planos de Manejo para 16 Unidades de Conservação, regularização fundiária, compra de equipamentos de prevenção e combate a incêndio em áreas de preservação, além de adequação de infraestrutura e um convênio com o Batalhão da Polícia Ambiental – Força Verde e o Corpo de Bombeiros.
O investimento segue a linha de medidas compensatórias para empreendimentos realizados em áreas de preservação natural que geram impacto ambiental significativo. Este é um recurso acumulado por cinco anos, que o IAT utiliza para executar as ações de compensação ambiental.
AÇÕES FUTURAS – Além do investimento, nesta semana foi finalizado o diagnóstico das 71 Unidades de Conservação, documento que se constitui em um plano de ações futuras para as unidades.
O diagnóstico levantou as particularidades acerca de recursos naturais e humanos, infraestrutura, equipamentos, uso público, plano de manejo, gestão e, por fim, o inventário patrimonial de cada unidade.
O documento é uma base de dados para subsidiar as políticas públicas na área de conservação ambiental. "A elaboração deste documento é um acontecimento histórico para o Paraná. Isso reforça que é um Estado preocupado com meio ambiente e com o futuro da biodiversidade”, afirma o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.
De acordo com o diretor de Política Ambiental da Secretaria, Rasca Rodrigues, o diagnóstico dos parques foi baseado em fundamentos técnicos. “O documento é bem fundamentado por técnicos do IAT e acadêmicos, para que os trabalhos sigam além do desejado. Estamos vivendo um momento de planejamento de estratégias para o futuro”, disse ele.
UNIDADES – As 71 Unidades de Conservação Estaduais são gerenciadas pelo IAT. Destas, 55 são áreas de proteção integral e 16 são classificadas como áreas de uso sustentável, totalizando mais de 1 milhão e 200 mil hectares
“Temos Unidades de Conservação que têm prioridades diferentes em relação a necessidades ambientais, sociais e econômicas. Desta forma, com a ferramenta do diagnóstico, é possível manejar recursos de maneira mais eficiente para cada uma delas”, explica o diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto. (Com AEN)
O Governo do Estado iniciou nesta terça dia 27, em diversos municípios, o plantio de mais de 46 mil mudas de araucária, árvore símbolo do Paraná. Mais de 367 hectares estão sendo reflorestados, espaço equivalente a 367 campos de futebol.
A ação faz parte do programa Paraná Mais Verde, desenvolvido pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e Turismo. A meta do programa é plantar cerca de 3 milhões de mudas nativas de todas as espécies até o final deste ano e 10 milhões de mudas ao longo dos próximos anos. As mudas são produzidas nos 19 viveiros do Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria
O secretário Márcio Nunes participou do plantio de 100 mudas na Casa da Cultura da Água, Área de Preservação Ambiental (APA) da Sanepar, em Piraquara (RMC), e fez um apelo à população em favor da preservação do meio ambiente como forma de minimizar os impactos provocados pelo desequilíbrio.
“A preservação é imprescindível para que tenhamos uma vida melhor. Estamos vivendo a maior crise climática dos últimos 100 anos, com falta de água em grandes centros e na agropecuária. Portanto, precisamos equilibrar a natureza com o plantio de árvores, a preservação dos rios e da vida humana”, disse Nunes.
A Casa da Cultura da Água, da Sanepar, é um espaço onde a Companhia desenvolve ações de preservação para a prática de pesquisa, monitoramento e educação ambiental.
O diretor de meio ambiente da Sanepar Julio Gonchorosky, destacou a relação direta entre a floresta, a água e as pessoas. “Se não tiver floresta, não tem água e sem água não se pode ter boa qualidade de vida. Ações de reflorestamento são essenciais para manter as represas e os mananciais, a fim de garantir água para o futuro”, disse.
VIVEIROS – Os 19 viveiros do Instituto Água e Terra produzem, por ano, cerca de 3 milhões de mudas de 80 espécies nativas e 150 mil mudas de Araucária – espécie ameaçada de extinção atualmente.
“Temos centenas de pessoas trabalhando no preparo dessas mudas. Quanto mais preparada ela estiver para ser recebida pelo solo, maior são as chances de ela se desenvolver e atingir a maturidade com capacidade para dar frutos e servir de alimento para a população e os animais”, destacou o diretor presidente do IAT, Everton Souza.
O trabalho nos viveiros começa na busca da semente da árvore nativa, que passa por tratamento, para ser distribuída para o plantio. É possível solicitar mudas através do link www.sga.pr.gov.br.
ARAUCÁRIA – A Araucaria angustifolia, também conhecida como araucária e pinheiro-do-paraná, é a árvore símbolo do Paraná. Seu nome vem do latim e significa folha pontuda.
O diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, lembra que são árvores que vivem por muito tempo, chegando até a 250 anos da idade.
“Além de ser o símbolo da história do Paraná, a Araucária representa a biodiversidade do Estado. Ela é o indicador de que temos áreas bem conservadas, com biodiversidade rica, garantindo, inclusive, alimentos para a fauna”, disse.
O diretor de Políticas Ambientais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Rasca Rodrigues, ressaltou que o plantio de mudas nativas acontece rotineiramente em todo o Estado. “O IAT protege, conserva e produz Araucária porque além de ser símbolo do Estado, é importante para a alimentação de muitos animais como o tucano e a cutia”, destacou.
Sua semente, o pinhão, serve de alimento também para a gralha-amarela, a gralha-azul e outras aves.
O pinhão é bastante apreciado na culinária estadual e a madeira da Araucária é resistente - já foi muito explorada para a construção de casas e móveis.
A árvore ocorre na Floresta com Araucária, também conhecida como Floresta Ombrófila Mista, que se encontra na região centro-sul do Paraná.
PLANTIO – As 46 mil mudas de araucária serão plantadas em 12 regiões do Estado. Em comemoração ao Dia da Árvore, no dia 21 de setembro de 2020, foram distribuídas 11.380 mudas da árvore símbolo do Paraná, em uma ação que promoveu o plantio de mais de 550 mil mudas de espécies nativas. (Com AEN).
O Governo do Estado divulgou as startups selecionadas para a segunda fase do Pitch Paraná (veja lista abaixo), criado para identificar ideias inovadoras e tecnologias inclusivas que possam ser adotadas no Paraná nas áreas de Agronegócio, Saúde, Governo, Transformação Digital e Empreendedorismo Social.
O projeto foi idealizado pela Superintendência Geral de Inovação, vinculada à Casa Civil, com o apoio da Celepar e da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a parceria da Assespro-PR, do Sebrae e da Federação dos Indústrias do Paraná (Fiep).
Os projetos escolhidos serão apresentados em uma live no Youtube. A primeira apresentação será nesta quarta-feira (28), às 20 horas, e vai mostrar novas propostas para o agronegócio.
APRESENTAÇÕES - A cada semana, cinco novas startups de cada área temática farão um pitch (apresentação de até três minutos) a uma banca de composta por especialistas, mentores e investidores.
As apresentações serão abertas e estão agendadas para os dias 28/10 (Agronegócio/Agro Tech); 04/11 (Saúde e Biotecnologia/HealthTech); 11/11 (Governo e Cidades Inteligentes/GovTech-Smart Cities), 18/11 (Transformação Digital e Indústria 4.0); e 25/11 (Empreendedorismo Social).
Os pitchs serão julgados pela banca e também pelo público, que poderá votar por meio de formulário ao fim das apresentações. O resultado de cada rodada será divulgado na semana seguinte.
O melhor pitch de cada temática será classificado para a grande final, marcada para 2 de dezembro. Além da banca, serão convidados para acompanhar as apresentações investidores interessados em projetos nessas áreas.
O QUE É – Pitch é uma apresentação rápida e direta dirigida a possível mentor ou investidor. Em poucos minutos, o empreendedor tem que dizer quem é e o que faz, explicar o problema que motivou sua ideia e apresentar a solução que criou para resolvê-lo.
É importante incluir dados de mercado, o que diferencia sua solução de outras e porque sua ideia merece ser desenvolvida e/ou financiada.
Participantes selecionados para a segunda fase do Pitch Paraná
Área temática: Agronegócio - AgroTech
IrrigaTech
DTO
Osalim
TermoPlex
Usina Biológica
Área temática: Saúde - Health Tech e Biotecnologia
aFarma
Check: Acesso facil
Dedetizadora Brio Limp LTDA
Diagnosi
Voit
Área temática: Governo - Gov Tech / Cidades Inteligentes - Smart Cities
4You Beneficios
Chavi Fechaduras Digitais LTDA
Guia 66
Inova Clevelandia
Profissão 4.0
Área temática: Transformação Digital / Industria 4.0
Aula em Foco
Getter
Inpakta
Mapperideia
Urban Smart Lightning
Área temática: Empreendedorismo Social
b2b Facilidades para a Hotelaria
Civilizar
IVI Soluções Imobiliárias
Olha o Peixe
See Color - Linguagem Tátil das Cores (Com AEN)
O presente e o futuro da vitivinicultura no Paraná serão discutidos em mesa redonda online nesta quinta-feira, das 9 às 11 horas. É o primeiro de uma série de eventos a serem promovidos com o intuito de revigorar a produção de uvas e seus derivados no Paraná.
“O evento inaugura um novo ciclo do Programa Revitis Paraná, que terá duas ações contínuas: um plano de capacitação online e presencial para técnicos e produtores e eventos mensais transmitidos pela internet sobre temas ligados à viticultura e produção de derivados da uva”, disse o coordenador do programa no Estado, Ronei Luiz Andretta.
Na abertura dos trabalhos desta quinta-feira, o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, apresentará um panorama sobre a viticultura paranaense.
A mesa redonda terá o presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, que falará sobre o papel da extensão rural e da pesquisa no futuro da cultura e as perspectivas do programa. Também está prevista a presença do presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl.
Ainda participam o professor da UFPR Luiz Antonio Biasi para falar sobre como a rede de pesquisa integrada pode melhorar a viticultura no Estado, e a superintendente do Senar, Debora Grimm, abordando a capacitação de técnicos e produtores.
O diretor da Vinopar, Renato Adur, e o produtor José Luiz Marcon Filho comentarão as perspectivas das agroindústrias ligadas aos derivados da uva e sobre a comercialização. Os participantes do evento poderão apresentar questionamentos por meio do chat.
REVITIS - O Programa Revitis foi lançado em novembro de 2019, apoiado nos eixos de incentivo para a produção, reorganização da comercialização, desenvolvimento do turismo e apoio à agroindústria.
Desde então, foi realizado um diagnóstico com mais de 300 produtores que apresentaram os maiores problemas da cadeia produtiva. A partir disso, produzido um documento descrevendo as ações a serem desenvolvidas nos eixos pesquisa e produção, agroindústria, comércio e turismo.
A previsão é que sejam instaladas 42 unidades de referência como base de eventos de capacitação de agricultores e técnicos, tanto por meio virtual quanto presencial. Também está em processo de implantação um viveiro em Santa Tereza do Oeste, para produzir material genético de qualidade. A capacidade é para 150 mil estacas por ano.
O programa propiciou, ainda, que se começasse a montar uma rede com mais de 15 centros de pesquisa, com auxílio do IDR-Paraná. Neste ano, foram executados alguns projetos piloto, com aquisição de mudas sadias e insumos para agricultores de Bituruna, Mato Rico, Boa Ventura de São Roque e Pitanga.
No eixo turístico, está prevista a formatação de 20 roteiros de turismo rural ligado à vitivinicultura, promoção de sete eventos regionais de enoturismo, além de cursos técnicos de guias turísticos, bem como capacitação de agricultores e técnicos na criação, gestão e divulgação de roteiros turísticos. (Com AEN)








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