O Paraná tem o maior índice de esclarecimento de homicídios das regiões Sul e Sudeste do País, com 72%, segundo a mais recente edição da pesquisa Onde Mora a Impunidade, do Instituto Sou da Paz, publicada nesta segunda-feira (6).
Os dados são de 2023 e apontam um crescimento de 12 pontos percentuais em relação a 2022, o que colocou o Estado na faixa de alto desempenho. Os dados foram levantados a partir de denúncias dos Ministérios Públicos, consultadas via Lei de Acesso à Informação.
O desempenho do Paraná nessa edição da pesquisa demonstra a alta qualidade das investigações. O estado figura entre as três unidades da Federação que mais esclarecem homicídios, ficando atrás somente do Distrito Federal e Rondônia. Dez estados nem foram mapeados por apresentarem dados incompletos. A média nacional é de apenas 36%, metade da paranaense.
Os dados também apontam evolução constante do Paraná. Em 2018, segundo o instituto, o Estado solucionou 12% dos homicídios, em 2019 o índice saltou para 49% e nos dois anos seguintes a taxa ficou na faixa de 70%, a mesma do indicador mais recente.
Os dados colocam o sistema de segurança pública estadual em destaque novamente, acompanhando tendência observada nos últimos anos. Além desse indicador, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) tem um trabalho que supera a taxa apontada pela pesquisa, pois esclareceu 84% dos homicídios em 2023 e 97% dos homicídios em 2024, taxas comparáveis a países desenvolvidos. Nessa análise é levada em consideração a elucidação com o apontamento de autoria no inquérito policial.
A metodologia da PCPR incorpora as regras do Uniform Crime Reporting (UCR), estabelecidas pelo FBI (Federal Bureau of Investigation). Essas diretrizes são o padrão nacional dos Estados Unidos, referência mundial em estatísticas policiais. O cálculo é feito da seguinte maneira: número total de crimes resolvidos em um período, dividido pelo número total de casos ocorridos naquele período temporal. Ou seja, os casos resolvidos podem ser do período atual ou de anos anteriores. Em 2023, dos 1.868 crimes, 1.571 foram solucionados. Em 2024, dos 1.701, 1.652 foram esclarecidos e oferecidos ao MPPR.
"Nosso trabalho de integração entre as polícias e busca para soluções de criminalidade com tecnologia são fruto do resultado dessa pesquisa, que nos mostra que estamos no caminho certo para levar ainda mais segurança à sociedade. Chegamos em 2024 aos menos indicadores de homicídios e estamos mantendo a excelente performance de esclarecimentos", afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach, a evolução no índice acompanha uma série de investimentos e medidas que foram tomadas pelo Governo do Estado a partir de um Plano Estratégico elaborado em 2019 para capacitar, modernizar e melhorar a governança da instituição, com objetivo de torná-la uma referência nacional. Outro diferencial foi a criação da Polícia Penal com a retirada de todos os presos das delegacias.
“A atual gestão não tem medido esforços para melhorar as condições de trabalho dos nossos policiais, investimento no que existe de mais moderno no mundo para nos tornarmos referência em segurança pública”, afirma "Também realizamos a maior convocação da história da PCPR, com quadros reforçados em todas as comarcas".
Por - AEN
Neste mês, a Defesa Civil do Paraná celebra o Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres (13 de outubro) com ações descentralizadas em todo o Estado e um calendário com iniciativas alinhadas à data, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) – o objetivo é fortalecer a cultura de prevenção e ampliar o conhecimento sobre riscos e desastres. Para envolver a população paranaense, o órgão preparou dois cursos abertos a todos os públicos.
Os cursos ofertados são “Defesa Civil do Paraná: estrutura e conceitos básicos” (inscrições AQUI) e o Curso de Sistema de Comando de Incidentes (inscrições neste LINK), ambos iniciados a partir do dia 13.
Paralelamente, a instituição oferecerá cursos internos destinados a servidores, entre eles, Conhecimentos Fundamentais para Gestores Municipais de Proteção e Defesa Civil (Turma 2 — 2025), Riscos e Desastres: Conhecimentos Fundamentais (Turma 2025) e o Curso Introdutório de Aeronaves Remotamente Pilotadas (Turma III — 2025). Todos os cursos são online.
"Para construir um Estado mais resiliente, é necessário que diversos setores atuem de forma integrada, com o mesmo objetivo, e que a sociedade participe ativamente desse processo. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado do Paraná e da Defesa Civil Estadual em fortalecer a cultura de prevenção e ampliar o conhecimento sobre riscos e desastres em todo o território paranaense", destaca o porta-voz da Defesa Civil, capitão Marcos Vidal. Confira a programação completa.
LIVES PARA CONSTRUIR RESILIÊNCIA – Além dos cursos, a população também poderá conhecer mais sobre o trabalho da Defesa Civil por meio de lives que tratam sobre temas variados como: a organização da defesa civil; como é feito o monitoramento e o alerta que chega no celular; novidades no programa de voluntariado; a resiliência, os ODS e a emergência climática; entre outros assuntos.
A primeira live acontecerá nesta quarta-feira (08) e abordará como funciona a Defesa Civil no Paraná, quem trabalha nela e como são os processos para auxiliar as pessoas atingidas por desastres. Os participantes poderão receber certificado. Basta se inscrever neste LINK.
Por - AEN
Com a chegada da primavera e a elevação das temperaturas, rios e represas se tornam destinos ainda mais procurados para atividades de lazer.
Nessas áreas, próximas a barragens de usinas hidrelétricas, a Copel reforça a importância de respeitar os cuidados e restrições de segurança. As orientações incluem evitar a navegação e a pesca em áreas sinalizadas por placas, boias ou cordões de isolamento. O acesso a esses locais é restrito às equipes da companhia, justamente para prevenir acidentes e preservar a operação das usinas.
Segundo o gerente Fabio Rogério Carreira, da Usina Governador Ney Braga, localizada em Mangueirinha, no Sudoeste do Estado, no Rio Iguaçu a variação na geração de energia pode alterar rapidamente as condições da água tanto no reservatório quanto rio abaixo. “As usinas produzem energia conforme a demanda do Sistema Interligado Nacional, então sempre há variação na entrada e na saída de água das máquinas. Quando partimos uma unidade geradora, a vazão pode sair de zero a 300 mil litros por segundo, por exemplo”, explica.
Além das mudanças provocadas pelo funcionamento das turbinas, em períodos de cheia pode ser necessário abrir as comportas dos vertedouros para manter os reservatórios em níveis seguros. Essa operação também aumenta o risco para banhistas e embarcações que não respeitarem os limites de segurança. “A orientação fundamental é sempre respeitar a sinalização e manter distância das barragens, onde a correnteza é mais forte e o perigo de acidentes é maior”, reforça o gerente.
PESCA E USO DAS REPRESAS – As represas do Paraná sob gestão da Copel têm normas específicas para pesca e navegação, fiscalizadas pelo Batalhão de Polícia Ambiental (BPMA) da Polícia Militar do Paraná.
Existem duas categorias de pescadores: os profissionais e os amadores. Os primeiros têm autorização para utilizar redes e espinhéis, sem limite de peso para o pescado. Já os amadores podem usar somente equipamentos comuns, como varas e molinetes, respeitando o limite de cinco quilos de peixe por pessoa.
Para garantir a segurança, a pesca e a navegação são proibidas em um raio de até mil metros das barragens. O descumprimento da norma é considerado crime, com pena prevista de um a três anos de detenção, além de multa.
Segundo o tenente Victor Conrado, do BPMA, a fiscalização ocorre de forma permanente, assegurando que todas as normativas específicas de cada reservatório sejam rigorosamente cumpridas. “É um trabalho que visa principalmente a preservação ambiental e a segurança das pessoas, garantindo o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, a proteção da fauna e da flora locais, além de reforçar a segurança das atividades desenvolvidas nesses espaços, sejam elas de lazer ou de caráter produtivo”, explica.
As margens dos reservatórios também exigem atenção. As matas ciliares são Áreas de Preservação Permanente (APPs), onde é proibido usar fogo, cortar vegetação ou instalar acampamentos fixos. O acesso aos reservatórios é gerido pela Copel, sendo vedada a abertura de trilhas ou caminhos por particulares.
No caso de pesqueiros, é obrigatório seguir a legislação ambiental e municipal, além de obter autorização da Copel. Quando houver plataformas flutuantes, estas devem ser licenciadas junto aos órgãos ambientais e marítimos competentes.
Por - AEN
O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) mantém aberta, até 11 de outubro, uma Consulta Pública referente à atualização de normas e legislações relacionadas à prevenção e combate a incêndios e a desastres. O objetivo é permitir que cidadãos, profissionais, entidades e associações contribuam com sugestões e aprimoramentos técnicos nas regulamentações que norteiam a segurança contra incêndios no Estado.
Entre os temas que estão sendo debatidos, o destaque vai para a inclusão de medidas de segurança específicas para atacarejos, estabelecimentos que combinam atacado e varejo, e para a ampliação da área de compartimentação de depósitos com alta carga de incêndio. Essas mudanças visam atualizar o código estadual à realidade nacional, tornando as exigências mais equilibradas e adequadas aos diferentes tipos de empreendimentos.
“O Paraná era um dos estados que ainda mantinha critérios mais rigorosos em relação a depósitos com alta carga de incêndio. Após estudos comparativos com outros estados, verificamos a necessidade de ajustar essas exigências, mantendo a segurança, mas com soluções técnicas mais eficientes e proporcionais”, explica o capitão Gustavo Zanella, responsável pela condução da consulta pública.
A iniciativa integra o conjunto de ações de transparência e participação social estabelecidas pela Lei Estadual nº 19.449/2018 e pelo Decreto nº 11.868/2018, que regulam o exercício do poder de polícia administrativa do CBMPR. As atualizações envolvem o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (CSCIP) e duas Normas de Procedimento Técnico — a NPT 008, que trata da resistência ao fogo dos elementos de construção, e a NPT 009, que aborda a compartimentação horizontal e vertical de edificações.
Segundo Zanella, o processo reforça o compromisso do CBMPR com o diálogo e o aprimoramento técnico das suas normativas. “O objetivo é permitir a participação da sociedade no processo de alteração ou proposição de normas do Corpo de Bombeiros. Isso melhora a qualidade técnica, amplia a legitimidade e garante transparência às decisões”, ressalta.
As contribuições recebidas serão avaliadas pelo Corpo Técnico Normativo do CBMPR, colegiado formado por bombeiros especialistas da área e designado pelo comandante-geral da Corporação, coronel Antonio Geraldo Hiller Lino. Esse grupo é responsável por analisar as sugestões, elaborar relatórios técnicos e encaminhar as propostas consolidadas para homologação.
O processo pode incluir etapas complementares, como designação de comissões específicas para temas mais complexos. Após a homologação, as normas revisadas são publicadas com um prazo de vigência de 30 dias a 6 meses, conforme a complexidade das alterações.
“A consulta pública é um instrumento essencial para aprimorar nossas normas e fortalecer o vínculo com a sociedade. Quando abrimos esse diálogo, recebemos contribuições valiosas de profissionais e entidades especializadas, o que eleva o padrão técnico das normas e evita impactos negativos futuros”, complementa o capitão Zanella.
As contribuições devem ser enviadas por e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Mais informações podem ser acessadas neste link.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Comando de Missões Especiais (CME), encerrou a quarta edição da Operação Diakopí. Realizada entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro, a operação teve seu lançamento em Foz do Iguaçu e se estendeu por toda a região Oeste do Estado, com foco no combate a ilícitos.
A atuação da PMPR na Operação Diakopí IV foi abrangente, incluindo bloqueios policiais e fiscalizações de trânsito. As equipes realizaram abordagens a pessoas e veículos, além de intensificar o patrulhamento em áreas urbanas, rurais e comerciais. O foco principal da operação foi o combate direto a diversos crimes, como tráfico de drogas, porte ilegal de armas, furtos, roubos e receptação.
Após os cinco dias de operação, as ações ostensivas resultaram na prisão de 15 pessoas e na apreensão de 8 veículos. As equipes realizaram 2,3 mil abordagens a pessoas e fiscalizaram 534 veículos, dos quais 184 foram autuados. Além disso, 62 locais foram vistoriados.
Adicionalmente, foi apreendida 1,1 tonelada de maconha, bem como pequena porções de crack e cocaína. Também foram apreendidas quatro armas de fogo e quatro simulacros.
O combate ao contrabando e descaminho registrou 17 ocorrências dessas naturezas. Foram retirados de circulação uma grande quantidade de produtos ilegais, incluindo 30,9 mil pacotes de cigarros, 795 celulares, 49 caixas de perfume, 129 relógios e 8 drones.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu sete pessoas em flagrante, sendo quatro delas pelo crime de furto qualificado e três pelo crime de receptação, durante uma operação policial. A ação aconteceu no sábado (4), em Cascavel, no Oeste do Estado.
A ação é resultado da rápida atuação investigativa da equipe da PCPR, que, a partir de um furto qualificado ocorrido na madrugada do dia 3 para o dia 4 de outubro, identificou e localizou os suspeitos.
Segundo o delegado Ian Leão, o crime foi cometido mediante arrombamento e destruição de obstáculo, com concurso de pessoas, tendo os autores subtraído diversos objetos de valor de um estabelecimento comercial.
“Durante as diligências, três indivíduos foram flagrados ocultando e armazenando parte dos produtos furtados, motivo pelo qual também foram conduzidos à Delegacia e autuados por receptação”, explica.
O delegado ainda ressalta que a atuação tem por finalidade coibir a prática de furtos e receptações que vêm causando graves prejuízos a comerciantes e à população local, especialmente nas regiões centrais e comerciais da cidade. “A intensificação das ações de inteligência e de campo busca reduzir a reincidência desses delitos e seus reflexos negativos na segurança pública urbana”, completa. Todos os capturados foram encaminhados ao sistema penitenciário.
DENÚNCIAS – A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia. Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.
Por - AEN








-PortalCantu-21-03-2026_large.png)
-PortalCantu-21-03-2026_large.png)
-PortalCantu-21-03-2026_large.png)



-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-22-03-2026_large.png)
-PortalCantu-21-03-2026_large.png)


_large.jpg)
_large.jpg)