PCPR prende três pessoas em flagrante em operação contra o tráfico em Pato Branco

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três pessoas em flagrante durante uma operação de combate ao tráfico de drogas.

As capturas aconteceram na manhã desta terça-feira (8) em Pato Branco, no Sudoeste do Estado. Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas residências de pessoas investigadas pela prática criminosa.

Um homem, de 18 anos, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Outro homem, de 28, por posse de arma e munições de uso permitido, e um terceiro homem, de 44, por posse de arma de fogo e munições de uso restrito. Uma mulher, de 23, foi conduzida à delegacia por posse de drogas para consumo pessoal. Ela assinou um Termo Circunstanciado de Infração Penal. 

De acordo com o delegado Eder Alves, as diligências tiveram início após o registro de diversos boletins de ocorrência circunstanciados apontando a presença de adolescentes em atos análogos ao crime de tráfico de drogas. A equipe de investigação empreendeu diversas diligências e obteve êxito em comprovar que os jovens agiam em nome de um grupo criminoso.

“No curso das investigações foi evidenciado que o grupo captava adolescentes para controlar pontos de venda de drogas, cujos valores ilícitos obtidos eram distribuídos e repassados, por meio de seus familiares, ao líder da organização e seus comparsas”, explica o delegado.

Durante o cumprimento dos mandados de buscas e apreensões foram apreendidas porções de substâncias análogas à cocaína, maconha e crack. Também foi apreendido dinheiro, armas e aparelhos celulares.

DENÚNCIAS – A população pode contribuir com o trabalho da PCPR no combate ao tráfico de drogas. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR, 181, do Disque-Denúncia ou (46) 3220-0228, diretamente à equipe de investigação. Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

 

 

 

 

 

 

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 Indústria paranaense cresceu 5,3% em 12 meses, mais do que o dobro da média nacional

As indústrias instaladas no Paraná cresceram 5,3% entre agosto de 2023 e agosto de 2024, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho da produção do setor nos últimos 12 meses no Estado foi mais do que o dobro da média nacional, cuja variação foi de 2,4% no mesmo período.

O bom momento da indústria paranaense ao longo do último ano também foi o melhor do Sul do Brasil, empatado com Santa Catarina, cujo segmento também cresceu 5,3%. No Rio Grande do Sul, houve queda de 2% no período ainda afetado pelas fortes chuvas que assolaram a maior parte do estado gaúcho no início de 2024, impactando também a produção industrial.

O desempenho do Paraná também superou outros estados que representam parcela relevante da indústria nacional. São Paulo teve alta acumulada de 2,5% em 12 meses, enquanto no Rio de Janeiro a indústria subiu 4,7%. Em Minas Gerais, a variação foi de 2,3%, e na Bahia, de 2,5%

Quando o comparativo é feito especificamente entre o desempenho mensal de agosto de 2024 com o mesmo mês do ano passado, a produção industrial paranaense foi 3,7% superior neste ano. Novamente, trata-se do melhor resultado da região Sul, com variações de 3,3% e de -5,2% em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, respectivamente, enquanto a média nacional é de 2,2% neste recorte.

No acumulado de 12 meses, o segmento que mais contribuiu para o crescimento industrial estadual foi o ligado à fabricação de coque (combustível sólido) e outros produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, com alta de 19,6%. As outras variações mais relevantes foram registradas na fabricação de máquinas e aparelhos elétricos (16,4%), produtos de madeira (15,7%), bebidas (13,5%) e móveis (8,4%).

Na variação comparativa entre os meses de agosto deste ano com 2023, os crescimentos mais expressivos ocorreram na fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, com 31% de crescimento, seguido pela fabricação de bebidas (24,9%), máquinas e aparelhos elétricos (11,5%) e produtos de metal (10%).

PESQUISA – A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE é um levantamento estatístico que mede o desempenho da indústria brasileira em termos de produção física. Ela coleta dados de empresas representativas do setor industrial em todo o país, abrangendo diferentes segmentos como bens de consumo, intermediários e de capital, avaliando a variação no volume de produção para traçar um panorama da evolução da atividade industrial.

As informações mais recentes da PIM sobre o Paraná, Brasil e de outros estados estão disponíveis no Sidra, o banco de dados do IBGE.

 

 

 

 

 

 

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 Dia das Crianças: Ipem orienta sobre cuidados na hora da compra dos brinquedos

Com a chegada do Dia das Crianças no próximo sábado (12), pais, parentes e responsáveis devem redobrar a atenção na hora de comprar brinquedos. Para que a diversão dos pequenos não se transforme em preocupação para toda a família, o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) alerta para alguns cuidados que devem ser tomados.

Em geral, pais e responsáveis devem buscar brinquedos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro é o que atesta que o produto foi testado e aprovado para uso das crianças.

Eles também devem ficar atentos às classificações por faixa etária de cada produto. Os brinquedos devem ser escolhidos levando em conta o desenvolvimento de cada faixa de idade, considerando o tamanho das peças e o material de cada brinquedo.

“A certificação do Inmetro não é apenas uma formalidade, mas sim uma garantia de segurança para os consumidores. Os pais devem sempre conferir se o produto tem o selo, pois ele assegura que o brinquedo passou por testes rigorosos e asseguro para a faixa etária indicada”, disse o diretor de metrologia e qualidade do Ipem-PR, Gabriel Perazza.

SELO – O Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro garante que aquele brinquedo passou por diferentes testes e segue regras importantes para a segurança das brincadeiras.

Uma das diretrizes, por exemplo, diz respeito à resistência dos produtos. “Os brinquedos devem conseguir suportar quedas, puxões, torções e outras ações comuns que uma criança pode realizar durante o uso, sem sofrer danos estruturais que comprometam a segurança”, afirmou o gerente de fiscalização do Ipem-PR, Adriano Carvalho.

O selo também garante que o brinquedo não tem substâncias perigosas à saúde, como elementos tóxicos ou radioativos, por exemplo, e não representam riscos de incêndio ou danos mecânicos.

A certificação também atesta que os brinquedos são fabricados com um nível de pressão sonora dentro dos limites aceitáveis, que evitam danos à audição das crianças. O regulamento do Inmetro ainda tem como diretriz que brinquedos não tenham partes salientes, cordas ou cabos que possam causar cortes ou lesões.

“Essas exigências ajudam a criar um ambiente mais seguro para as crianças, garantindo que os brinquedos sejam adequados e seguros para o uso infantil”, explicou o gerente de fiscalização do Ipem-PR.

FAIXA ETÁRIA – As embalagens dos brinquedos também mostram a idade indicada para cada produto. Elas consideram o desenvolvimento motor de cada faixa etária, suas habilidades e comportamentos frequentes.

Os brinquedos para a faixa de zero a três anos, por exemplo, não contêm partes pequenas que possam ser engolidas ou inaladas. “Essa é uma fase em que as crianças costumam levar objetos à boca e o risco de asfixia é elevado”, explicou Adriano Carvalho.

Para faixa de até 5 anos, não são permitidos brinquedos que utilizam vidro na composição, pois as crianças nesta idade ainda não têm o controle motor adequado para manusear materiais frágeis, o que aumenta o risco de acidentes e lesões.

Para a faixa de idade de até 8 anos, não são recomendados brinquedos que envolvam jogos químicos ou materiais com reagentes perigosos. Esta é uma idade em que as crianças não têm a compreensão necessária para manusear substâncias químicas com segurança.

BRINQUEDOS – Alguns itens que acabam sendo usados para a brincadeira das crianças não contêm os selos do Inmetro por se enquadrarem em classificações diferentes dos brinquedos tradicionais, o que pode causar confusão em alguns pais.

As bolas, por exemplo, podem variar, dependendo da finalidade em que ela será usada. As bolas para crianças devem conter o selo do Inmetro certificando sua indicação para uso. Já as bolas esportivas oficiais ou as bolas terapêuticas, não precisam, pois não são consideradas brinquedos.

As bicicletas também podem ter selos diferentes de acordo com o tamanho. As bicicletas com selim de até 43,5 centímetros de altura são consideradas brinquedos e devem ter o Selo de Identificação de Conformidade do Inmetro de Segurança de Brinquedos. Já as bicicletas com selim de altura entre 43,5 centímetros e 63,5 centímetros são classificadas como bicicletas infantis e devem ter um selo de identificação próprio.

Os drones de até 250 gramas também são considerados brinquedos e devem ter todos os selos do Inmetro. Já os aparelhos com mais de 250 gramas respondem a outras normas e estão sujeitos às regulamentações e requisitos estabelecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

FISCALIZAÇÂO – Para garantir que os brinquedos e itens estão sendo comercializados dentro das regras, o Ipem-PR faz ações de fiscalização que verificam a presença dos selos do Inmetro e a autenticidade dos registros dos objetos.

O instituto também conduz fiscalizações técnicas com ensaios de campo para verificar se as diretrizes do Inmetro estão sendo cumpridas e se chegam ao consumidor final atendendo a todos os requisitos técnicos.

 

 

 

 

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 Dispensa de licenças: 19,4 mil empresas foram beneficiadas pelo Decreto de Baixo Risco

De janeiro a setembro deste ano, 19.438 empresas foram beneficiadas com o Decreto Estadual nº 3.434 de 2023, mais conhecido por Decreto do Baixo Risco, que regulamenta a Lei da Liberdade Econômica no Paraná.

Desse total, 11.326 conseguiram abrir um CNPJ com a dispensa de licenciamentos, outras 8.112 fizeram alguma alteração no empreendimento e obtiveram a mesma redução na burocracia.

O montante corresponde a 20,03% das empresas abertas no Estado no período. O total de empresas abertas no período (31 de janeiro a setembro de 2024) é de 56.549, considerando matrizes e filiais. Os dados não incluem a categoria microempreendedor individual (MEI), que já é dispensada de alvarás.

O Decreto dispensa a emissão de alvarás e licenciamentos para o funcionamento de 771 atividades econômicas. Com a dispensa, o empresário não precisa solicitar licenciamentos e alvarás do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Meio Ambiente e Defesa Agropecuária, agilizando o tempo de abertura da empresa.

De acordo com relatório da Junta Comercial do Paraná (Jucepar), divulgado nesta segunda-feira (07), em setembro Curitiba foi o município mais beneficiado com o Selo do Baixo Risco, representando 33,1% do volume de protocolos, seguido por Maringá (10%), Londrina (6%), São José dos Pinhais (3,6%) e Cascavel (3,2%). Na Capital, 4.088 empresas foram abertas e 2.357 foram alteradas sob o selo do baixo risco no período.

Segundo o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni, o fato de 20,03% das empresas abertas em 2024 terem sido beneficiadas pelo Selo de Baixo Risco destaca a relevância dessa iniciativa para o ambiente de negócios no Paraná. “Estamos confiantes de que, com essas medidas, o Paraná continuará avançando como um dos principais polos de inovação e empreendedorismo no país”, afirma.

Desde 31 de janeiro o acesso dos empresários ao Selo só vem crescendo. Em fevereiro foram 1.713 selos expedidos. Em setembro o número subiu para 2.893 empresas beneficiadas.

ABERTURAS DE EMPRESAS - O Paraná obteve um saldo positivo de 104.878 empresas entre janeiro e setembro deste ano, sendo 12.551 só no mês passado. O saldo leva em consideração a diferença de aberturas e baixas ocorridas em 2024. Em relação ao mesmo período no ano anterior o aumento foi de 2,72% no saldo. Hoje, o Estado está com o total de 1,7 milhão de empresas ativas. Os dados foram divulgados pela Junta Comercial do Paraná.

Nos nove meses do ano analisados, em sete o crescimento de 2024 foi maior que o mesmo período de 2023, considerando o número de aberturas de empresas (sem contar as baixas). A maior quantidade de novos CNPJs continua sendo de MEI (73,5%), seguido de Sociedade Limitada (24,4%) e Empresário (1,7%).

Marcos Rigoni afirma que os resultados reforçam o crescimento contínuo do ambiente empresarial no Paraná. “De janeiro a setembro deste ano, registramos a abertura de 236.540 novas empresas, um aumento de 8,14% em relação ao mesmo período de 2023. Esse resultado é um reflexo direto das políticas de desburocratização e estímulo ao empreendedorismo, como a regulamentação da Lei da Liberdade Econômica”.

Ele acredita ainda que o saldo positivo de 104.878 empresas demonstra que o Paraná segue como um dos estados mais atrativos para novos negócios. “Cerca de 73,5% das empresas abertas são de microempreendedores individuais (MEIs), reforçando a importância desse modelo para a economia estadual”, acrescenta.

 

 

 

 

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 Semana do Jogo Responsável da Lottopar debate regulamentação do setor

Iniciou nesta segunda-feira (7) no Canal da Música, em Curitiba, a 1ª Semana do Jogo Responsável com discussões e debates para a conscientização e educação no ambiente das apostas esportivas.

O encontro reuniu diversos especialistas do setor e a mensagem principal é que a regulamentação trouxe normas para um mercado que operava sem regras visando a promoção de ações que fomentem um jogo seguro e responsável no ambiente das apostas com proteção ao apostador.

As palestras continuam nesta terça-feira (8) e vão sexta-feira (11), de forma online e serão transmitidas no canal do Yotube da Lottopar.

Na abertura oficial do evento, o superintendente-geral de Governança de Serviços e Dados do Governo do Paraná, Elisandro Frigo, destacou que o processo regulatório das apostas no Paraná teve o papel de criar normas para um mercado que operava sem regras. “Com a regulamentação, criou-se regras, o dinheiro que antes ficava fora do brasil agora é aplicado no Estado em programas do Governo do Paraná e também para promoção do jogo responsável”, argumentou.

O diretor-presidente da Lottopar também destacou a importância sobre promover a conscientização para promoção do jogo responsável. “No Paraná não discutimos ideologia e sim metodologia. Por isso a Lottopar buscou se associar nas maiores instituições de jogo responsável e integridade esportiva do mundo, como a União de Loterias para Integridade nos Esportes (ULIS), Associação Mundial de Loterias (WLA), CIbelae como forma de garantir aos paranaenses um ambiente lotérico saudável e seguro”, disse.

Na programação da 1ª Semana do Jogo Responsável, o jornalista Marc Sousa mediou a mesa-redonda “Jogo Responsável pelo Viés Jurídico”, com a participação dos advogados especialistas do setor de apostas, Fernando Prigol (Prigol Advogados e Associados), Rodrigo Castor de Mattos (Delivar Mattos & Castor), Camila Fernandes (Nelson Wilians Advogados) e Roberto Brasil (Brasil Fernandes Advogados), que destacaram a importância da regulamentação como forma de oferecer mecanismos de proteção aos apostadores.

"A legislação federal prevê que os estados podem explorar as modalidades lotéricas e elas são consideradas um serviço público e por isso junto com a regulamentação devem assegurar mecanismos que protejam os apostadores e com a integridade nos esportes. A regulamentação trouxe essa segurança e essa integridade”, explicou Roberto Brasil, um dos maiores especialistas do Brasil na legislação lotérica e de apostas.

A participação das mulheres no mercado lotérico e de apostas também foi tema de palestra na 1ª Semana do Jogo Responsável. A palestrante e fundadora da Associação de Mulheres da Indústria do Gaming (AMIG), Ana Bárbara Costa Teixeira, abordou esse assunto no painel “Mulheres no Igaming contribuindo para um jogo responsável”, em que apresentou o papel da associação como indutora da participação da mulher nesse mercado.

“Queremos tornar a indústria de jogos e apostas um espaço onde as mulheres tenham igualdade de oportunidades, reconhecimento e liderança em todos os níveis, com valorização da diversidade, a igualdade e o respeito mútuo”, disse.

Já o advogado, fundador do Jogo Positivo e membro do Comitê de Integridade e Apostas da Siga Latin America apresentou o painel “Educação para um entretenimento responsável” e garantiu que o caminho para consolidar a regulamentação do mercado é educar e conscientizar. “O jogo responsável é o caminho para fortalecer o mercado e se faz com três pilares: a academia, que são as universidades, o governo e a iniciativa privada. As apostas são entretenimento e não uma forma de enriquecer”, destacou.

INTEGRIDADE ESPORTIVA – Uma mesa-redonda que reuniu o presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), ​​​Hélio Cury Filho, o diretor de Relações Institucionais do Athletico Paranaense, Mauro Holzmann, o coordenador do Departamento de Saúde e Performance do Paraná Clube, Rafael Morais Gonçalves, e que foi medida pelo diretor Administrativo Financeiro da Lottopar, Rogerio Nogueira, destacou o que os clubes e a Federação estão fazendo para coibir os casos de manipulação esportiva.

Todos os participantes concordaram que o caminho é a educação e conscientização dos atletas e eventos como a Semana do Jogo Responsável contribuem para esse caminho.

“Palestras são importantes, educação é o caminho e aliado a tudo isso a Federação também contratou uma ferramenta de monitoramento esportivo com uma plataforma de vídeos e treinamentos em que vamos obrigar aos atletas principalmente as categorias de base, a passarem por esse treinamento e com o devido certificado esses atletas podem continuar nas competições da Federação”, destacou ​​​Hélio Cury Filho.

PUBLICIDADE RESPONSÁVEL – A publicidade foi o tema foi trazido pela ​vice-presidente executiva do Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária (Conar), Juliana Albuquerque, que mostrou os avanços das regras publicitárias no âmbito das apostas por meio do Anexo X do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que traz regras para garantir que os anúncios de apostas sejam responsáveis, com particular atenção à necessidade de proteger crianças, adolescentes e outras pessoas em situação de vulnerabilidade.

As propagandas não devem levar ao entendimento de que o jogo é para enriquecer,. Os jogos licenciados e autorizados pela Lottopar são entretenimento e não uma forma de recuperar perdas. As publicidades não podem, de maneira explícita ou implícita, passar informações enganosas ou irrealistas sobre a probabilidade de ganhos em apostas, sobre a isenção ou nível de risco envolvido, induzir ao entendimento de que a participação poderá levar ao enriquecimento ou que constitui forma de investimento ou de renda.

REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL E FEDERAL – Encerrando o evento presencial, o secretário de Prêmios e Apostas (SPA) do governo federal, Regis Dudena, a subsecretária de Ação Sancionadora também da SPA, Raiana Falcão, o diretor-presidente da Lottopar, Daniel Romanowski e o superintendente de Governança de Serviços e Dados do Governo do Paraná, Elisandro Frigo, participaram da mesa-redonda “A regulação e o Jogo Responsável”, mediada pelo diretor de operações da Lottopar, Fabio Veiga.

Os participantes trouxeram as ações que foram desenvolvidas no processo de regulamentação e que estão proporcionando um ambiente mais seguro para os apostadores.

“Aqui buscamos as melhores práticas, daquilo que já funciona em outros locais do Brasil e do mundo. A plataforma de gestão e meios de pagamentos é um exemplo disso, em que em único ambiente conseguimos monitorar as ações do apostador, impedindo por exemplo as apostas feitas por menores de idade, possibilitando também que as pessoas com problema de vícios em jogos possa bloquear o acesso aos sites de apostas”, afirmou o diretor-presidente da Lottopar, Daniel Romanowski.

Regis Dudena encerrou a mesa afirmando a importância da regulamentação. “É o estado chancelando uma atividade criando regras para proteger o apostador em um conjunto de ações chamado jogo responsável. As apostas são entretenimento e se as pessoas entenderem que isso pode entreter elas, que seja uma forma de entretenimento onde o apostador esteja protegido”, disse.

INTERPOL E POLÍCIA FEDERAL BELGA – Autoridades em segurança também vão marcar presença no evento promovido pela Lottopar. Elas vão contar a experiência no combate aos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas e como as forças de segurança podem contribuir para um ambiente seguro dentro das apostas.

As palestras online começam nesta terça-feira (8), sempre às 14 horas. O cronograma completo com todas as palestras pode ser acessado aqui.

 

 

 

 

 

 

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