A partir desta quinta-feira (21), aquela geladeira que está puxando o valor da conta de luz para cima poderá ser trocada a um custo menor por clientes atendidos pela Copel. O projeto “Trocou, Economizou” está de volta para incentivar o uso eficiente da energia elétrica e a economia das famílias no Paraná.
Promovida pelo Programa de Eficiência Energética da Copel em parceria com a rede varejista Colombo, a iniciativa coloca à disposição dos consumidores 20 mil refrigeradores, de uma e duas portas, com descontos que variam de acordo com o modelo escolhido. O desconto é um bônus custeado pela Copel sob a condição de entrega do equipamento antigo, a fim de retirar de circulação eletrodomésticos que consomem mais energia elétrica do que os modelos atuais.
De acordo com o presidente da Companhia, Daniel Slaviero, ao dar a oportunidade de modernização dos eletrodomésticos em um número expressivo de lares, toda a sociedade é beneficiada. “Estas famílias terão um equipamento mais eficiente, gerando economia na conta de luz. Para além deste resultado direto, ainda garantimos que não haja desperdício da energia elétrica, um ativo essencial para toda a comunidade”, explica.
O consumo médio das residências paranaenses, nos últimos 12 meses, foi de 191kWh. Estima-se que o consumo das geladeiras responda por 8% até 31% deste montante, dependendo da configuração de eletrodomésticos presentes no domicílio.
COMO PARTICIPAR – Clientes da Copel interessados em aproveitar o incentivo para a troca da geladeira poderão se informar sobre as regras do projeto e pontos de venda por meio da página https://www.copel.com/site/trocou-economizou/. A compra deverá ser feita presencialmente em uma unidade das Lojas Colombo no Paraná, ou pelo televendas 0800 642 4242.
O projeto trabalha com estoque de 20 mil geladeiras, e as entregas são realizadas em até 90 dias após a compra. Cada cliente poderá comprar apenas uma geladeira; para participar, é preciso ser titular da unidade consumidora de energia e estar com as contas de luz em dia.
A geladeira a ser trocada deverá ter ao menos 5 anos de uso e precisa estar em funcionamento. Ela deverá ser entregue no ato do recebimento da nova geladeira adquirida. Além disso, toda compra de eletrodoméstico deve ser acompanhada pela entrega de quatro lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, que serão trocadas por lâmpadas de led, mais eficientes e econômicas. Todo o material recolhido será destinado ao descarte ambientalmente correto, em um processo de logística reversa que permite o aproveitamento dos resíduos.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA – A ação é realizada pelo Programa de Eficiência Energética da Copel, que atua sob regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no combate ao desperdício de energia, através do financiamento para a renovação de equipamentos em prédios públicos, entidades beneficentes, comércio e indústrias, além da promoção de atividades educativas e de conscientização da população. No último mês de julho, a lei que instituiu o programa (9.991/2000) completou 25 anos.
Por - AEN
O Paraná é o estado brasileiro que proporcionalmente mais aplica recursos na educação, segundo o , publicado nesta quarta-feira (20) pelo Tesouro Nacional. Os dados, referentes ao primeiro semestre de 2025, apontam que 24% de todas as despesas líquidas do Estado foram para esta área.
Os estados do Acre e do Amapá dividem a liderança com o Paraná, com a diferença que o estado paranaense tem uma aplicação absoluta de recursos muito maior do que os outros dois estados. Ao todo, o Paraná destinou R$ 7,78 bilhões para a educação nos seis primeiros meses de 2025, enquanto no Acre o gasto foi de R$ 1,23 bilhão e no Amapá foi de R$ 990 milhões.
Na sequência, estão Distrito Federal (19%), São Paulo (19%), Pará (18%), Amazonas (17%), Maranhão (17%), Mato Grosso do Sul (17%), Paraíba (17%), Roraima (17%) e Rio Grande do Sul (17%).
A média nacional de despesas proporcionais estaduais com educação é de 16,3%, segundo o relatório, com R$ 4,1 bilhões em média gastos com a pasta. No caso do Paraná, o investimento proporcional é 47% superior à média. Já em números absolutos, o aporte na educação ficou 89,8% acima da média dos estados.
“O relatório mostra o quanto Paraná coloca a educação no topo das prioridades. Estamos investindo mais do que a média dos estados para modernizar a infraestrutura das escolas, apoiar o trabalho de professores e criar ambientes mais acolhedores para os nossos alunos. Não são apenas obras, mas um investimento no futuro que garantem oportunidades reais de aprendizado e desenvolvimento para cada estudante da nossa rede pública”, disse o secretário de Educação, Roni Miranda.
INVESTIMENTOS – O Paraná tem feito investimentos recordes na educação, desde melhorias nas estruturas físicas das escolas até programas multidisciplinares que capacitam os alunos paranaenses.
De janeiro a junho de 2025, o Paraná já investiu mais de R$ 1 bilhão em infraestrutura escolar, com recorde histórico na rede estadual. Entre as ações, estão a entrega de sete novas escolas, além de outras sete em construção para entrega ainda neste ano.
Além disso, o Estado investiu R$ 116 milhões na compra de quase 10 mil aparelhos de ar-condicionado e R$ 150 milhões na adequação elétrica das escolas, com a meta de climatizar todas as salas de aula até março de 2026. Atualmente, mais de 300 obras estão em execução nas escolas estaduais do Paraná.
O Estado também destinou para todo o ano R$ 132 milhões para reformas emergenciais nas escolas pelo programa Escola Mais Bonita. Os recursos que já foram aplicados ajudaram a reformar 1.600 colégios em todo o Estado, o que equivale a 70% do total de serviços a serem concluídos por intermédio do programa.
Para capacitar tecnologicamente os colégios, a Secretaria de Educação já instalou antenas Starlink em 159 escolas indígenas e quilombolas, e ampliou a capacidade de rede, que passou de 25 Gbps para Gbps no primeiro semestre. Ao longo do ano, o Estado também vai entregar 25 mil tablets, 32 mil chromebooks, 15 mil desktops e mais de 180 mil fones de ouvido.
Além disso, o Paraná também investe no maior programa de intercâmbio estudantil do Brasil voltado às redes estaduais de ensino. Desde 2022, mais de 2,5 mil estudantes, professores e diretores já viajaram para o Exterior, com investimentos de mais de R$ 500 milhões.
RESULTADOS – O aumento nos investimentos na área ao longo dos últimos anos tem como resultado o melhor desempenho do Brasil no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). No ensino médio, o Estado lidera o ranking nacional com nota 4,9. Nos anos finais do ensino fundamental, o Paraná tem nota 5,5, empatado com Ceará e Goiás.
Já nos anos iniciais, liderados pelos municípios e com apoio da Secretaria de Estado da Educação, por meio do programa Educa Juntos, o Paraná também está no topo do ranking com nota 6,7.
Por - AEN
A nova alíquota do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 1,9% anunciada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quarta-feira (20) coloca o Paraná como o estado com a menor tarifa entre todo o Brasil. Com isso, o valor se torna inferior aos 2% praticados por Santa Catarina, Espírito Santo, Acre e Tocantins.
O Paraná praticava IPVA de 3,5% do valor venal do veículo desde 2014 e a redução será de 45%. As tabelas mais caras são de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Confira a alíquota do IPVA em cada estado brasileiro:
PR - 1,9%
SC - 2%
ES - 2%
TO - 2%
AC - 2%
PE - 2,4%
PB - 2,5%
PA - 2,5%
BA - 2,5%
MA - 2% a 3%
MT - 2% a 3%
PI - 2,5% a 3%
SE - 2,5% a 3%
CE - 2,5% a 3,5%
AL - 2,75% a 3,25%
RR - 3%
RO - 3%
RS - 3%
RN - 3%
MS - 3%
AP - 3%
GO - 3% a 3,75%
AM - 3% a 4%
DF - 3,5%
RJ - 4%
MG - 4%
SP - 4%
Ao todo, a redução do IPVA do Paraná vai beneficiar mais de 3,4 milhões de proprietários em todo Estado. O projeto de lei será encaminhado em breve para a Assembleia Legislativa.
Atualmente, a frota tributada do Paraná é de 4,1 milhões de veículos, sendo que 3,4 milhões deles serão beneficiados com a redução – ou seja, quase 83% do total. Fazem parte desse grupo automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores.
Os donos de automóveis serão quem mais vão aproveitar a redução. São mais de 2,5 milhões de carros tributados em todo o Paraná e que terão o IPVA reduzido a partir de 2026. Em seguida, aparecem as motocicletas (268,7 mil), caminhonetes (244,7 mil) e camionetas (225,1 mil).
A medida não altera a alíquota de veículos com valores diferenciados. Assim, ônibus, caminhões, veículos de aluguel, utilitários de carga ou movidos a gás natural veicular (GNV) seguem tributados em 1%.
COMPARATIVO – De acordo com levantamento da Receita Estadual, a maior parte da frota tributada paranaense é composta de veículos avaliados em até R$ 50 mil. São 2,3 milhões dentro dessa faixa, o que corresponde a 68,3% dos automotores registrados no Estado.
Pela alíquota atual, de 3,5%, um veículo desse valor seria tributado em R$ 1.750. A partir de 2026, com a nova tributação de 1,9%, essa cobrança cai quase pela metade – R$ 950. Em Santa Catarina, onde o IPVA é de 2%, o imposto ficaria em R$ 1.000, enquanto o carro emplacado em São Paulo teria de arcar R$ 2.000 por causa da alíquota de 4%.
Como destacado pelo governador durante o anúncio desta quarta-feira, a expectativa é que muitos paranaenses que registraram seus veículos em Santa Catarina ou outros estados por causa da menor carga tributária façam o caminho de volta, trazendo-os de volta ao Paraná. "É mais uma medida dentro do nosso compromisso com redução de impostos e da máquina pública. É uma redução de 45%, deixando a alíquota do Paraná como a menor o Brasil", disse Ratinho Junior.
Para o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, essa repatriação dos veículos vai ajudar a equilibrar a redução da alíquota e garantir a saúde fiscal do Estado. “Além de trazer de volta esses veículos que pagavam seus tributos a outros estados, o fato de o Paraná ter o menor IPVA do Brasil deve diminuir a inadimplência, servindo de incentivo para que o contribuinte permaneça em dia com o fisco”, explicou.
Por - AEN
O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) concluiu a etapa de visitas domiciliares da Pesquisa por Amostra de Domicílios do Paraná (PAD-PR). Foram visitadas 73 mil residências, urbanas e rurais, distribuídas nos 361 municípios das 29 regiões geográficas.
O questionário coletou informações referentes à infraestrutura domiciliar, nível de escolaridade, perfil dos moradores e hábitos e condições alimentares. Os dados estão sendo compilados pelas equipes técnicas, com aplicação da modelagem estatística para ponderação e expansão da amostra, e devem ser divulgados ainda em 2025 em um painel interativo.
Maior levantamento já conduzido por um governo estadual no País, a PAD-PR será mais ampla e detalhada em relação à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), coordenada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que faz 20 mil entrevistas no Paraná. A pesquisa é financiada com recursos do Fundo Paraná, gerido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), e que conta com 2% da receita tributária anual do Governo do Estado.
O diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, destacou que a pesquisa fará com que o Estado tenha uma gama maior de informações e indicadores socioeconômicos. “O Ipardes terminou a fase de coleta de campo, nas áreas rurais e urbanas, e fomos muito bem recebidos. Agora estamos na fase interna, com modelagem matemática e estatística, para interpretação dos dados”, afirmou.
Segundo ele, os dados vão ajudar inclusive na elaboração de orçamento do Governo do Paraná e prefeituras. “Os números divulgados pelo IBGE dão uma direção de como o Estado está evoluindo, mas com o PAD-PR teremos um recorte mais específico e regionalizado sobre a situação atual e as perspectivas do futuro do Paraná. Com isso, identificaremos regiões com dificuldades e trabalharemos para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Paraná”, comentou.
Por - AEN
O Paraná terá o menor Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de todo o Brasil a partir de 2026. O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quarta-feira (20) uma redução de 45% na alíquota, de 3,5% para 1,9% sobre o valor venal. A medida vai beneficiar 3,4 milhões de proprietários em todo Estado. O projeto de lei será encaminhado em breve para a Assembleia Legislativa.
"É mais uma medida dentro do nosso compromisso com redução de impostos e da máquina pública. Cortamos mordomias, incrementamos os investimentos públicos e agora chegamos no momento desse grande anúncio que vai beneficiar todos os paranaenses. É uma redução de 45%, deixando a alíquota do Paraná como a menor o Brasil", disse Ratinho Junior.
Com a nova base de cálculo, por exemplo, um dono de um automóvel de R$ 50 mil que pagava R$ 1.750 de imposto passará a pagar apenas R$ 950 em 2026. De acordo com a Receita Estadual, mais de 68% dos veículos paranaenses estão dentro dessa faixa.
Atualmente, a frota tributada do Paraná é de 4,1 milhões de veículos, sendo que 3,4 milhões deles serão beneficiados com a redução – ou seja, quase 83% do total. Fazem parte desse grupo automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores.
Os donos de automóveis serão quem mais vão aproveitar a redução. São mais de 2,5 milhões de carros tributados em todo o Paraná e que terão o IPVA reduzido a partir de 2026. Em seguida, aparecem as motocicletas (268,7 mil), caminhonetes (244,7 mil) e camionetas (225,1 mil).
“Com o menor IPVA do Brasil, o paranaense vai ter mais dinheiro para fazer compras, viajar de férias com a família e investir. É dinheiro no bolso que impulsiona o consumo e movimenta a economia como um todo”, explicou o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara. “Tivemos uma experiência bastante positiva no ano passado, com a isenção do IPVA de motocicletas, que trouxe mais qualidade de vida para os paranaenses sem impactar a arrecadação do Estado”.
A medida não altera a alíquota de veículos com valores diferenciados. Assim, ônibus, caminhões, veículos de aluguel, utilitários de carga ou movidos a gás natural veicular (GNV) seguem tributados em 1%.
A alíquota incide sobre o valor venal dos veículos, que é estabelecido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir de uma análise regional dos preços praticados no estado. A divulgação desses dados é feita sempre no final do ano.
EQUILÍBRIO – Para equilibrar a redução da alíquota e garantir a saúde fiscal do Estado, o Governo do Paraná fará algumas alterações no IPVA 2026 – como o aumento da multa por atraso do pagamento do imposto, que passará de 10% para 20%.
A regra de cobrança de juros de mora e multa diária (0,33% ao dia, acrescida de juros da taxa Selic) será mantida, com a multa fixa de 20% sendo aplicada após 30 dias de atraso.
Além disso, o Estado espera aumentar a repatriação de veículos que hoje são emplacados em outras localidades, como Santa Catarina, em que a alíquota é de 2%. Com isso, o tamanho da frota tributada no Paraná deve aumentar, colaborando para esse equilíbrio.
SEGUNDA GRANDE MUDANÇA – Esse é o segundo grande anúncio de mudança do IPVA de Ratinho Junior. No ano passado o Governo do Paraná isentou do imposto veicular donos de motocicletas de até 170 cilindradas, o que beneficiou mais de 732 mil pessoas, principalmente motoboys e entregadores.
Exemplos:
Valor do veículo - valor do imposto (de 3,5% para 1,9%)
R$ 35 mil - de R$ 1.225 para R$ 665
R$ 40 mil - de R$ 1.400 para R$ 760
R$ 45 mil - de R$ 1.575 para R$ 855
R$ 48 mil - de R$ 1.680 para R$ 912
R$ 50 mil - de R$ 1.750 para R$ 950
R$ 60 mil - de R$ 2.100 para R$ 1.140
R$ 80 mil - de R$ 2.800 para R$ 1.520
R$ 100 mil - de R$ 3.500 para R$ 1.900
Por - AEN
A Secretaria da Segurança Pública do Paraná apreendeu R$ 89,6 milhões em drogas por meio dos helicópteros e drones do Projeto Falcão desde 2023, quando o governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou o investimento com aeronaves hipertecnológicas.
O programa ampliou a cobertura do policiamento aéreo no Estado, que já era realizado por outros dois helicópteros do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), principalmente para a região de fronteira. Foram 2,3 mil missões realizadas pelas aeronaves Falcão 12 e Falcão 13 desde quando os helicópteros começaram a auxiliar na prevenção de crimes em operações policiais.
Entre os materiais apreendidos com apoio das aeronaves estão 4,1 toneladas de maconha, 458 quilos de cocaína, 45 mil pacotes de cigarros, 6,5 mil produtos eletrônicos e 104 mil cigarros eletrônicos. Além disso, 96 carros, 10 armas de fogo e um helicóptero foram apreendidos.
O Projeto Falcão conta com dois helicópteros Robinson R66, conhecidos como Falcão 12 e Falcão 13, equipados com muita tecnologia. Entre os recursos estão a adaptação do painel da aeronave para utilização com óculos de visão noturna (OVN), Sistema Imageador com câmeras infravermelhas em HD, zoom óptico de alto desempenho (alcance de até 15 km, dependendo das condições), marcador laser, sobreposição de imagem, mapeamento de área, sistema de missões para gerenciamento e planejamento de da operação, farol de busca, alto-falante externo, rádio digital e transmissão de imagens em tempo real direto da aeronave para o comando de missão, entre outras tecnologias aeropoliciais.
"O trabalho integrado das aeronaves Falcão com as unidades em solo proporciona o combate ao crime organizado com tecnologia de última geração", afirmou o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Leôncio Teixeira. "Elas estão auxiliando muito as nossas operações, principalmente para orientar as equipes de terra e descobrir fugitivos nas regiões de mata mais fechada".
OPERAÇÕES – No dia 17 de junho, o helicóptero Falcão 13, do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), resgatou uma mulher que estava desaparecida desde o dia anterior na área rural de Guaíra. Ela foi encontrada com a ajuda de um sensor infravermelho em uma área de mata, após ter saído para colher milho. A operação teve o apoio do Corpo de Bombeiros e do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron).
Já no dia 13 de junho, durante a Operação Sinergia, em uma ação conjunta entre o BPMOA, o BPFron e o 6º Batalhão de Polícia Militar, a PMPR apreendeu aproximadamente 700 quilos de maconha e prendeu um homem em Céu Azul, no Oeste do Paraná. A droga foi encontrada em uma picape.
No ano passado, as aeronaves ajudaram a Polícia Federal em uma perseguição a um helicóptero carregado de drogas. A abordagem final e apreensão foram feitas em Jaguapitã, na região Norte. A aeronave estava carregada com aproximadamente 243 quilos de cocaína.
A operação começou na região de Guaíra, no Oeste, após o setor de inteligência da Polícia Federal receber a informação de que uma aeronave passaria no local, vinda de Amambai (MS), onde foi visualizada pela primeira vez. A PF começou a utilizar o helicóptero Caçador 06 para monitoramento e recebeu apoio da Polícia Militar com as aeronaves Falcão 01 (Base Norte/BPMOA) e Falcão 13 (Base Oeste/BPMOA).
"É um projeto destinado a simplificar a atuação dos policiais militares. O trabalho integrado com as unidades em solo, principalmente em regiões com acesso mais complexo, proporciona que o crime seja combatido com modernização de última geração", declarou o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR), coronel Jefferson Silva.
MAIS TECNOLOGIA – Além das aeronaves, o projeto inclui também drones (RPAS) com autonomia de voo de cerca de 40 minutos, câmeras termográficas de alta definição, zoom óptico de 30×, zoom digital de 200×, farol de busca, alto-falante e gerador para operações em locais sem energia elétrica. O projeto continua em expansão com a meta de aquisição de novos equipamentos e aeronaves.
Por -AEN











-PortalCantu-04-02-2026_large.png)






-1-PortalCantu-04-02-2026_large.png)
-1-PortalCantu-04-02-2026_large.png)
-PortalCantu-04-02-2026_large.png)
-PortalCantu-04-02-2026_large.png)




-PortalCantu-30-01-2026_large.png)
-1-PortalCantu-27-01-2026_large.png)
_large.jpg)
_large.jpg)