“Cooperar é Ganhar” da Cresol já distribuiu mais de R$ 2,8 milhões em prêmios para cooperados

Quase 10% das empresas optantes do Simples Nacional no Paraná podem ser excluídas do regime em 2026 por causa de dívidas com a Receita Estadual. São mais de 28 mil contribuintes com pendências que precisam regularizar sua situação para não serem retiradas do regime tributário simplificado.

O Simples Nacional é um regime tributário criado pela Lei Complementar n.123/2006 voltado para micro e pequenas empresas e que conta com um sistema favorecido e simplificado de recolhimento de tributos. Das cerca de 300 mil empresas paranaenses optantes pelo Simples Nacional, 28.834 foram notificadas pela Receita Estadual por causa de débitos tributários.

O número é mais do que o dobro do registrado no ano passado, quando pouco mais de 14 mil contribuintes foram notificados.

Essas notificações são originadas por dívidas pendentes em impostos estaduais, como IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), TA (Termo de Acordo de Parcelamento) e a Dívida Ativa.

Somadas, as pendências somam quase R$ 129 milhões. O regulamento do Simples Nacional exige que estejam em dia tanto com os impostos federais quanto os estaduais.

"É muito comum empresas ficarem em vias de serem excluídas do regime por se esquecerem de pagar o IPVA, por exemplo, já que não é um imposto decorrente da sua atividade empresarial”, explica a diretora da Receita Estadual, Suzane Gambetta. “Ainda assim, é fundamental estar em dia com o fisco para evitar dores de cabeça”.

REGULARIZAÇÃO – Segundo a Receita Estadual, as empresas notificadas têm 90 dias a partir da ciência do termo para acertar as contas, ou serão excluídas desse regime a partir de 1º janeiro de 2026.

A regularização pode ser feita por meio de pagamento integral do débito, via parcelamento ou por meio de outras medidas previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional (CTN) que suspendam a exigibilidade dos débitos.

A consulta aos termos de exclusão está disponível aos contribuintes e a seus representantes contábeis na área restrita do Portal do Simples Nacional, na opção "Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional".

Após a regularização dos débitos dentro do prazo, não há a necessidade de acionar a Receita Estadual. Como a verificação é efetuada de forma eletrônica, a regularização é feita automaticamente.

Para o caso de apresentar impugnação à exclusão, o pedido deverá ser protocolado no Sistema de Protocolo Integrado (eProtocolo) ou na repartição fiscal do domicílio tributário do contribuinte dentro do prazo de 90 dias da ciência do termo.

 

 

 

 

Por - Assessoria

 Secretaria da Fazenda alerta empresas do Simples Nacional sobre regularização

Quase 10% das empresas optantes do Simples Nacional no Paraná podem ser excluídas do regime em 2026 por causa de dívidas com a Receita Estadual. São mais de 28 mil contribuintes com pendências que precisam regularizar sua situação para não serem retiradas do regime tributário simplificado.

O Simples Nacional é um regime tributário criado pela Lei Complementar n.123/2006 voltado para micro e pequenas empresas e que conta com um sistema favorecido e simplificado de recolhimento de tributos. Das cerca de 300 mil empresas paranaenses optantes pelo Simples Nacional, 28.834 foram notificadas pela Receita Estadual por causa de débitos tributários.

O número é mais do que o dobro do registrado no ano passado, quando pouco mais de 14 mil contribuintes foram notificados.

Essas notificações são originadas por dívidas pendentes em impostos estaduais, como IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), TA (Termo de Acordo de Parcelamento) e a Dívida Ativa.

Somadas, as pendências somam quase R$ 129 milhões. O regulamento do Simples Nacional exige que estejam em dia tanto com os impostos federais quanto os estaduais.

"É muito comum empresas ficarem em vias de serem excluídas do regime por se esquecerem de pagar o IPVA, por exemplo, já que não é um imposto decorrente da sua atividade empresarial”, explica a diretora da Receita Estadual, Suzane Gambetta. “Ainda assim, é fundamental estar em dia com o fisco para evitar dores de cabeça”.

REGULARIZAÇÃO – Segundo a Receita Estadual, as empresas notificadas têm 90 dias a partir da ciência do termo para acertar as contas, ou serão excluídas desse regime a partir de 1º janeiro de 2026.

A regularização pode ser feita por meio de pagamento integral do débito, via parcelamento ou por meio de outras medidas previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional (CTN) que suspendam a exigibilidade dos débitos.

A consulta aos termos de exclusão está disponível aos contribuintes e a seus representantes contábeis na área restrita do Portal do Simples Nacional, na opção "Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional".

Após a regularização dos débitos dentro do prazo, não há a necessidade de acionar a Receita Estadual. Como a verificação é efetuada de forma eletrônica, a regularização é feita automaticamente.

Para o caso de apresentar impugnação à exclusão, o pedido deverá ser protocolado no Sistema de Protocolo Integrado (eProtocolo) ou na repartição fiscal do domicílio tributário do contribuinte dentro do prazo de 90 dias da ciência do termo.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Indústria na frente: Agências do Trabalhador do Paraná têm 23,7 mil vagas de emprego abertas

O Paraná abre a semana com 23.714 vagas de emprego disponíveis nas Agências do Trabalhador e postos avançados de atendimento em todo o Estado. As oportunidades contemplam desde funções operacionais até cargos técnicos e de nível superior.

Entre as ocupações com maior número de vagas, estão alimentador de linha de produção (6.992 vagas), abatedor (1.119), operador de caixa (877) e magarefe – cortador de carne (840).

A Região Metropolitana de Curitiba concentra 3.804 oportunidades, com destaque para alimentador de linha de produção, faxineiro e auxiliar nos serviços de alimentação. Outras cidades-polo, como Cascavel (5.970 vagas), Campo Mourão (2.837) e Londrina (2.642), também lideram a oferta de postos de trabalho.

Além das vagas gerais, há 53 oportunidades no Master Job de Curitiba para funções que exigem cursos técnicos ou superiores, como engenheiro civil, técnico em segurança do trabalho, farmacêutico e professor de educação infantil.

Em outras regiões também há grandes oportunidades. A região de Maringá tem 1.106 vagas, com liderança para alimentador de linha de produção. Em Pato Branco, são 79 vagas para trabalhador da avicultura. Em Umuarama, há 92 vagas abertas para auxiliar de escritório em geral, e em Guarapuava um dos destaques é a busca por vendedor de comércio varejista.

“O Paraná mantém um ritmo consistente de geração de emprego e renda, com oportunidades para todas as regiões e perfis profissionais. O objetivo é ampliar ainda mais o acesso ao trabalho e qualificação, fortalecendo a economia e melhorando a vida dos paranaenses”, afirma o secretário de Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo.

MUTIRÃO – O bairro Fazendinha, em Curitiba, recebe nesta quarta-feira (20) o Mutirão Emprega Mais Fazendinha, das 9h às 16h, na Rua da Cidadania (Rua Carlos Klemtz, 1700). A ação vai reunir mais de 3 mil vagas de trabalho em diversos setores, aproximando trabalhadores e empresas de forma ágil e fortalecendo a empregabilidade local.

Mais de 50 empresas participarão realizando entrevistas no local e encaminhando candidatos para contratação imediata. Há oportunidades para profissionais com ou sem experiência, e as senhas para atendimento serão distribuídas até as 13h, por ordem de chegada. Além das vagas, o evento contará com serviços de intermediação de mão de obra, atualização cadastral e encaminhamento para cursos de qualificação. Para participar, é necessário apresentar documento com foto e CPF e, preferencialmente, currículo atualizado.

 

 

 

 

Por -AEN

 Paraná inicia implementação de teste inovador para rastrear câncer do colo do útero

O Paraná está entre os 12 estados selecionados pelo Ministério da Saúde para iniciar a implementação do teste de biologia molecular DNA-HPV no Sistema Único de Saúde (SUS).

O método inovador foi lançado no Estado por representantes do MS nesta sexta-feira (15) e integra o novo modelo nacional de rastreamento organizado do câncer do colo do útero, identificando a presença do vírus causador da doença mais precocemente. Foi iniciado o projeto-piloto em Rio Branco do Sul e Curitiba.

A tecnologia é 100% nacional e foi desenvolvida pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O teste detecta 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV), identificando a presença do vírus no organismo antes do surgimento de lesões ou do câncer em estágios iniciais, inclusive em mulheres assintomáticas. Isso aumenta as chances de cura por meio do tratamento precoce e contribui para reduzir o tempo de espera por atendimento especializado no SUS.

Tradicionalmente, o rastreamento da doença é feito pelo exame citopatológico, o Papanicolaou, que mostra alterações celulares causadas pelo vírus. O teste de DNA-HPV, no entanto, detecta diretamente a presença do HPV, permitindo identificar a infecção antes das alterações celulares. Essa característica garante maior sensibilidade diagnóstica, intervalos maiores entre os exames (que passaram de três para a cada cinco anos) quando o resultado é negativo e evita intervenções desnecessárias.

“O teste desenvolvido pelo IBMP permite identificar o vírus antes mesmo que ele cause alterações celulares no colo do útero, garantindo mais prevenção e cuidado às mulheres paranaenses. Hoje, iniciamos o piloto em Rio Branco do Sul e Curitiba com os primeiros 300 kits, e essa fase nos deixa confiantes e esperançosos para implantar essa iniciativa em todo o Paraná”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

TERCEIRA MAIS FREQUENTE – O câncer do colo do útero é a terceira neoplasia mais frequente em mulheres brasileiras e a quarta causa de morte por câncer entre elas. O HPV é o principal fator de risco, responsável por 17 mil novos casos estimados ao ano no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que aponta uma taxa de 15 casos para cada 100 mil mulheres. Segundo o Inca, a estimativa é de 790 novos casos desta doença para os anos de 2024 a 2026 no Estado.

O diretor-geral da Sesa, César Neves, acompanhou o lançamento da nova iniciativa do governo federal em Curitiba e Rio Branco do Sul, nesta sexta-feira (15). “O Paraná mais uma vez sai na frente, sendo escolhido como um dos estados que vai participar desta organização tão importante, na introdução de uma nova testagem com maior detecção”, disse.

Os dois municípios paranaenses receberam 300 kits de coleta de exames iniciais e devem receber mais 3,2 mil nas próximas semanas. O início da testagem com o novo método depende da disponibilidade de treinamentos que serão ofertados pelo Ministério da Saúde.

Além do Paraná, foram escolhidos para o projeto-piloto os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Bahia, Pará, Recife, Rondônia, Goiás e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. A expectativa é que o novo método seja implementado em todo o Brasil até o final de 2026.

PRESENÇAS – Participaram do lançamento da iniciativa em Curitiba e Rio Branco do Sul a representante da Superintendência do Ministério da Saúde no Paraná, Vanessa Vernizi Garcia; o presidente da Fiocruz, Mário Moreira; o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa; a deputada estadual Márcia Huçulak; a prefeita de Rio Branco do Sul, Karime Fayad; a secretária de Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak, representando o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Paraná; a secretária da Saúde de Fazenda Rio Grande, Monique Costa Budk; servidores e técnicos da Sesa e das secretarias municipais de saúde das duas cidades.

 

 

 

 

 

Por - AEN

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