De olho na qualidade de vida dos estudantes, o Programa Saúde na Escola (PSE) já contemplou 2.983.901 participações de crianças e adolescentes nas atividades desenvolvidas somente nos primeiros sete meses deste ano.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) atua em parceria com os municípios para a realização das ações, ampliando o acesso dos alunos a serviços essenciais e informações de promoção da saúde. Essas ações são realizadas pelas Equipes de Saúde da Família (ESF), em conjunto com a comunidade escolar.
De janeiro a julho foram registradas 48.613 atividades coletivas, desenvolvidas em 366 municípios participantes. Essas atividades abordam 14 temas relacionados à saúde que auxiliam na formação de hábitos saudáveis, contribuindo para a qualidade de vida das crianças e jovens.
O programa é pautado em estratégias para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde para estudantes de toda a rede pública de educação básica de ensino, desde a educação infantil até ao ensino médio, e Educação para Jovens e Adultos (EJA).
“O programa reforça a importância de ações que incentivam hábitos saudáveis e previnem doenças, garantindo um futuro melhor para nossas crianças e adolescentes. É um trabalho que gera benefícios imediatos e que também se reflete positivamente no futuro”, destacou o secretário de Estado de Estado da Saúde, Beto Preto.
As áreas mais trabalhadas com os estudantes durante os encontros foram relacionadas à saúde bucal (95.993), alimentação saudável e prevenção da obesidade (3.875), verificação da situação vacinal (2.264), promoção da atividade física (1.126) e saúde ambiental (1.091).
Neste ciclo (2025/2026), o Paraná possui 5.149 escolas pactuadas, representando 70% das escolas federais, estaduais e municipais públicas e ativas no Estado, segundo o Censo Escolas 2023. De acordo com o Grupo de Trabalho Estadual do Programa Saúde na Escola, as atividades realizadas de forma conjunta entre saúde e educação contribuem para a formação integral dos estudantes e possuem alto potencial de gerar impactos expressivos na qualidade de vida atual e futura.
ADESÃO HISTÓRICA – Em março deste ano, o Governo do Paraná, por meio das Secretarias de Estado da Saúde e Educação (Seed), concluiu a adesão dos 399 municípios para este ciclo. Foi a primeira vez que o programa alcançou 100% dos municípios desde o seu lançamento em 2007. Os 33 municípios que ainda não registraram as ações têm até o fim do ano para realizarem as ações do programa.
As ações desenvolvidas no programa são: promoção da atividade física, alimentação saudável e prevenção da obesidade, saúde ambiental; promoção da cultura de paz e direitos humanos, prevenção das violências e dos acidentes, prevenção de doenças negligenciadas e Covid-19, saúde mental, bucal, auditiva e ocular, verificação da situação vacinal, saúde sexual e reprodutiva; prevenção ao uso de álcool, tabaco, e outras drogas.
Por - AEN
A pecuária paranaense alcançou patamares inéditos no 2º trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Estado registrou recordes no abate de bovinos e suínos – superando a marca obtida no 1º trimestre – e consolidou a liderança nacional no setor de frangos. A produção de leite, ovos e couro também continua em nível elevado, entre as mais altas do Brasil.
No abate de suínos, o Paraná registrou um aumento de 60,09 mil cabeças em relação ao 1º trimestre, atingindo um novo recorde de 3,25 milhões de unidades, o maior volume para três meses da série histórica. Com esse desempenho, o Estado manteve-se na vice-liderança nacional, sendo responsável por 21,7% da produção brasileira, atrás apenas de Santa Catarina, que responde por 28%.
Entre abril e junho deste ano, o Estado também registrou o melhor trimestre produtivo de carne bovina da série histórica do IBGE, iniciada em 1997, com 394 mil cabeças abatidas. O resultado representa um acréscimo de 27,5 mil unidades em relação ao trimestre anterior e de 30 mil na comparação com o mesmo período de 2024.
Já consolidado como maior produtor nacional de frangos, o Paraná respondeu por 558,6 milhões de unidades abatidas no 2º trimestre deste ano. O volume equivale a 34,1% de toda a produção do País no período. Os estados vizinhos de Santa Catarina (13,7%) e Rio Grande do Sul (11,4%) completam o pódio, o que reforça o peso da região Sul neste segmento.
DERIVADOS – Além da carne, o Estado também registrou desempenho expressivo em produtos derivados da criação animal. A produção de leite alcançou 1,017 bilhão de litros no 2º trimestre, um crescimento de 120,04 milhões em relação ao trimestre anterior – a segunda maior elevação entre os estados brasileiros, atrás apenas do Rio Grande do Sul (122,06 milhões). Com esse resultado, o Paraná segue na vice-liderança nacional, com 15,7% de participação, atrás apenas de Minas Gerais (23,8%).
Do volume total produzido, 99,8% foi destinado à industrialização. Com o resultado, o Estado completa quatro trimestres consecutivos acima da marca de 1 bilhão de litros de leite adquiridos e industrializados.
Na produção de ovos de galinha, o Paraná registrou 115,6 milhões de dúzias no 2º trimestre, resultado que coloca o Estado como terceiro maior produtor nacional, com 9,3% da produção, atrás de São Paulo (25,6%) e Minas Gerais (9,9%). Houve ainda crescimento no número de estabelecimentos informantes da pesquisa (granjas) e na quantidade total de galinhas poedeiras, que atingiu 22,48 milhões de unidades – o maior já registrado na série histórica.
Na indústria do couro bovino, a quantidade adquirida para curtimento subiu de 788,9 mil para 807,2 mil unidades entre o 1º e o 2º trimestre. Do total, 594,2 mil passaram efetivamente pelo processo de curtimento nos curtumes paranaenses até junho.
PESQUISA – O IBGE realiza trimestralmente as estatísticas oficiais da conjuntura agropecuária, que incluem a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, a Pesquisa Trimestral do Leite, a Pesquisa Trimestral do Couro e a Pesquisa de Produção de Ovos de Galinha. As informações completas e atualizadas podem ser consultadas no Sidra, o banco de dados oficial do instituto, em nível nacional, regional e estadual.
Confira a série histórica:

Reconhecimento inclui certificação de Impacto Positivo pelo GPTW 2025
A Cresol, instituição financeira cooperativa, que nasceu na região Sudoeste do Paraná e hoje tem atuação em todo o Estado, garantiu o 2º lugar no ranking das “Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná”, pela Great Place to Work (GPTW), no porte de grandes empresas.
A cooperativa alcançou a 2ª posição entre as melhores empresas do Paraná em 2025, subindo da 4ª posição em 2024. "Esse reconhecimento mostra nosso crescimento contínuo, impulsionado principalmente pelo investimento em nossos colaboradores, que são a essência do aprimoramento constante da cooperativa", disse o presidente da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé.
Certificação de impacto positivo
Além de conquistar o 2º lugar entre as grandes empresas, a cooperativa foi reconhecida com a certificação de Impacto Positivo. O certificado destaca o compromisso da cooperativa com as práticas ESG e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
A certificação da Great People ESG foi concedida por meio do processo "Estratégias de Sustentabilidade da Cresol". O projeto Juventude Conectada também foi incluído nesse reconhecimento ESG.
Esses resultados refletem o compromisso da Cresol em fortalecer sua jornada ESG, integrando práticas ambientais, sociais e de governança que promovem impacto positivo para colaboradores, cooperados e comunidades.
As ações sobre esse tema podem ser acessadas no Relatório de Sustentabilidade da Cresol: https://cresol.com.br/sustentabilidade/
Reconhecimento nacional e internacional
Em 2025, a Cresol também consolidou sua posição entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil no ranking de Instituições Financeiras e Agronegócio ao conquistar, novamente, o 2º lugar entre as Cooperativas de Crédito de Grande Porte. Além disso, figura no novo ranking das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina.
Sobre a Cresol
Com 30 anos de atuação, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do Brasil, oferecendo soluções para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Conta com mais de 1 milhão de cooperados e 970 agências de relacionamento em 19 estados brasileiros.
Por - Assessoria
A produção mineral paranaense quebrou recordes no ano passado. O valor total comercializado dos minérios no Estado em 2024 foi de R$ 2,65 bilhões, um aumento de 8,7% se comparado com os R$ 2,44 bilhões de 2023. Entre os destaques do período estão a quantidade comercializada, que passou de 71,99 milhões de toneladas para 73,46 milhões de toneladas (incremento de 2%), e o preço médio do minério comercializado, que foi de R$ 32,78/t para R$ 34,53/t (elevação de 5,4%).
As informações constam no , divulgado nesta quarta-feira (10) pela Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
Em crescimento desde 2018, a produção mineral no Paraná atende principalmente a demandas da construção civil e do setor agrícola. Os principais bens minerais produzidos no Estado são os agregados areia e brita e as rochas carbonáticas calcário e dolomito, usados para a produção de cimento, cal e corretivo agrícola. Esse conjunto de materiais respondeu por 90,8% da quantidade e 84,4% do valor da produção mineral comercializada em 2024.
Foi essa produção de rochas carbonáticas que permitiu que o Paraná produzisse 7,36 milhões de toneladas de cimento (11,2% da produção nacional) e 8,49 milhões de toneladas de corretivo agrícola (14,2% do estoque nacional). Além disso, foram consumidas no Estado 4,71 milhões de toneladas de cimento (7,3% do consumo no País) e 5,13 milhões de corretivos agrícolas (8,6% do mercado nacional). O restante da produção foi exportado – 2,65 milhões de toneladas de cimento e 3,36 milhões de toneladas de corretivo agrícola.
Além de agregados e rochas carbonáticas, outras substâncias importantes produzidas no Paraná incluem argilas usadas na fabricação de tijolos, telhas, pisos, revestimentos e louças sanitárias; talco para a elaboração de cosméticos, fabricação de tintas, borracha, inseticidas, fertilizantes e papel; feldspato, essencial para as indústrias de vidro; a fluorita, aplicada na indústria química para produção de flúor; a barita, usada na perfuração de petróleo; o carvão mineral para a produção de energia; e o ouro e a prata, usados na joalheria e na indústria de componentes eletrônicos.
MINÉRIO X AGRO – O levantamento do IAT também traçou um comparativo entre a produção mineral comercializada do Paraná com a produção agrícola do mesmo ano para estabelecer a dimensão do segmento para a economia estadual.
De acordo com os dados mais recentes disponíveis, em 2023 a produção mineral no Estado foi de 71,99 milhões de toneladas, o que equivale a 84,6% da produção agrícola. Uma proporção similar foi apresentada em 2022, quando as 68,55 milhões de toneladas de minérios foram equivalentes a 97,9% do conjunto agrícola (69,99 milhões de toneladas).
TÍTULOS MINERÁRIOS – A prática da mineração é realizada em áreas concedidas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), após a obtenção da Licença Ambiental junto ao IAT, com a concessão dos chamados títulos minerários, que são autorizações que permitem a exploração dos recursos, com direito legal à pesquisa, extração, processamento e comercialização dos minerais encontrados em uma determinada área.
Em 2024, foram concedidos 2.826 títulos minerários no Estado com possibilidade de lavra (potencial de extração mineral), que correspondem a cerca de 1% do território paranaense. Houve, ainda, o recolhimento da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) por 535 empresas em 193 municípios paranaenses.
A atividade resultou na arrecadação de R$ 36,35 milhões em recursos do CFEM. Deste montante, 60% foram repassados aos municípios afetados pelas atividades, 15% para o Estado e 10% para os órgãos federais.
Os dados completos sobre a economia mineral, incluindo todos os informes e outros documentos relevantes, estão disponíveis no site do IAT.
Por - AEN
Uma operação conjunta da Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e da Polícia Federal (PF) desarticulou um grupo criminoso que utilizava as redes sociais para divulgar atividades ilícitas e atrair novos integrantes. Nesta terça-feira (9), cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados do Paraná e Santa Catarina.
O trabalho integrado teve início em novembro de 2024, após investigações apontarem a atuação de uma organização criminosa na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. O grupo é suspeito de envolvimento em tráfico de drogas, contrabando e outros crimes, com forte atuação na região Oeste do Paraná.
A quadrilha mantinha um perfil em uma rede social, com quase 320 mil seguidores, chamado "É Uz Guri. Não Adianta" para divulgar suas ações. Segundo a inteligência do Bope, o administrador da página, principal alvo da operação, usava a conta para crimes como contrabando, descaminho, tráfico de drogas e estelionato, além de promover jogos de azar.
De acordo com o capitão Rodrigo Bandeira, o grupo "socializava o crime", atraindo seguidores com a promessa de laços de amizade e até de parentesco. "As postagens associavam a prática de crimes a relações de amizade, parentesco e vínculos comunitários, como se fossem parte de um processo de socialização do indivíduo", explicou.
Os criminosos também ostentavam a ligação com o crime organizado por meio da venda de bonés e camisetas personalizadas com símbolos do grupo. Esses itens, conforme a investigação, eram usados em ações criminosas e serviam para reforçar a identidade do grupo. A Justiça determinou o bloqueio da conta, que era usada para divulgar reiteradamente práticas ilegais.
Durante a operação um homem foi preso. Os policiais apreenderam uma pistola 9mm com dois carregadores e 36 munições; mais de R$ 17 mil e US$ 250 em dinheiro; um rádio comunicador; um simulacro de arma de fogo e diversos celulares.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta terça-feira (9) um para instituir um programa de remissão de dívidas de contratos de mutuários junto à Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). A iniciativa pode beneficiar até 17 mil famílias paranaenses que possuem débitos habitacionais.
A proposta prevê que a quitação seja automática para contratos com dívidas de até R$ 7 mil e vai valer tanto para dívidas vencidas ou prestes a vencer da carteira imobiliária da Cohapar, quanto em cessões de uso a título oneroso. A ideia é que famílias que vivem há anos nestas residências, mas não conseguem pagar as dívidas, possam manter a posse de seus imóveis, regularizando suas situações perante o órgão estadual.
A medida vai beneficiar em sua grande maioria pessoas em situação de vulnerabilidade social. Para isso, a proposta também inclui a remissão integral de multas e juros moratórios.
Além de beneficiar estas pessoas, a proposta também ajuda na redução de custos que a Cohapar tem com a cobrança das dívidas e com ações judiciais. A proposta ainda está compatível com a Lei Orçamentária Anual de 2025 e em consonância com o Plano Plurianual 2024-2027.
COMO VAI FUNCIONAR – O programa abrange contratos com dívidas vencidas e prestes a vencer de até R$ 7 mil nas condições em que se encontrarem no Sistema Integrado de Gestão de Créditos Imobiliários (SIGCI) na data de publicação da lei.
O projeto de lei afirma que o programa contempla 29 modalidades de financiamento ligadas à Cohapar. A quitação será automática, mas depende da concordância do beneficiário por meio de documento próprio.
Para ter o benefício concedido, o imóvel não pode ser objeto de ação judicial, e o mutuário deve comprovar que o local esteja sendo utilizado para residência dele e de sua família.
Por - AEN


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