O Paraná ultrapassou nesta terça-feira (14) a marca de 8 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Em números absolutos, 8.011.769 doses foram aplicadas na população adulta, entre D1 e DU.
A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população vacinável – acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 91,8% deste grupo com ao menos uma dose. Os dados são do Vacinômetro nacional, com informações da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Desde o início da campanha no Estado, 11.785.711 doses foram aplicadas, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2), dos quatro imunizantes disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.
O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, falou sobre o avanço da campanha no Paraná. “Com essas 8 milhões de primeiras doses ou doses únicas, estamos muito perto de cumprir nossa meta de 100% da população adulta vacinada com, pelo menos, uma dose em setembro”, disse.
Ele também destacou o apoio dos municípios e do Ministério da Saúde. “Graças ao envio contínuo de doses por parte do Ministério da Saúde e ao apoio dos municípios, temos cumprido nosso objetivo de fazer a vacina chegar até o braço dos paranaenses e salvar vidas.”
GRUPOS – O grupo com mais aplicações entre D1 e DU é a população adulta em geral, de 18 a 59 anos, com 4.393.659 doses no total. O Paraná é o 4º estado que mais aplicou vacinas neste público no País, atrás do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, respectivamente.
O grupo de 60 anos ou mais registra 1.724.596 aplicações, seguido de pessoas com comorbidades (571.050), trabalhadores da saúde (487.316), trabalhadores do ensino básico (229.405), caminhoneiros (93.727), gestantes (64.656), pessoas com deficiência permanente (52.032), entre outros grupos menores.
MUNICÍPIOS – Curitiba é o município que mais aplicou D1 ou DU na população adulta, em números absolutos, somando 767.484 imunizantes. Depois da Capital, registram números altos: Londrina (210.610 doses), Maringá (156.685), São José dos Pinhais (129.033) e Cascavel (127.443 doses).
FAIXA ETÁRIA – Dentre as primeiras doses e doses únicas, as faixas etárias que mais receberam vacinas em números absolutos foram de 25 a 29 anos (592.723 doses), 35 a 39 anos (590.151), 30 a 34 anos (579.963) e 40 a 44 anos (522.104).
ADOLESCENTES E DOSE REFORÇO – Com a aproximadade de atingir 100% da população adulta com a D1 ou DU, o Paraná se prepara para iniciar a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com o imunizante da Pfizer e aplicar a dose reforço em idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos, conforme a orientação do Ministério da Saúde.
Segundo a estimativa do governo federal divulgada na semana passada, até esta quarta-feira (15) todos os estados deveriam receber doses suficientes para finalizar a vacinação da população adulta, e o Ministério da Saúde passaria a enviar doses direcionadas para adolescentes e dose reforço (3ª dose ou D3). As informações foram oficializadas por meio das notas técnicas números 27/2021 e 36/2021.
A Divisão de Vigilância do Programa Estadual de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde informa que cerca de meio milhão de doses (mais a reserva técnica), destinadas à primeira dose ou dose única, ainda precisam ser enviadas ao Paraná para que o grupo da população adulta seja finalizado. (Com AEN)
A 1ª rodada da fase regional dos Jogos da Juventude do Paraná (Jojups), voltada para atletas sub-18, foi disputada em 37 municípios-sede, com mais de 7 mil participantes entre atletas, dirigentes e técnicos.
As modalidades que marcaram a abertura da 33º edição dos Jogos, no sábado (11), registraram outros números expressivos, com 60 equipes de basquete, 250 de futsal, 70 de handebol, além do vôlei com 109 equipes. Outro destaque foi a quantidade de árbitros – 357 no total, sendo 120 representantes no futsal.
Ademir Martinez, presidente da Associação dos Oficiais de Arbitragem de Futebol de Salão do Paraná (Assofutsal-PR) e coordenador de arbitragem do futsal nas 12 regionais, falou sobre a retomada dos jogos. “Estávamos ansiosos para voltar a apitar nos Jogos Oficiais. O Governo do Estado está de parabéns pelo retorno. Temos que agradecer o empenho de todos, pois assim temos novamente trabalho para nosso pessoal de arbitragem”, disse.
PROTOCOLO SANITÁRIO – Todos os eventos esportivos seguem protocolos sanitários, nos quais constam as diretrizes a serem respeitadas por todos os envolvidos nos eventos: staff, atletas, dirigentes, arbitragem e toda a comunidade esportiva do Estado. São necessárias as higienizações e descontaminações das instalações esportivas e não esportivas.
As competições ainda sofreram adequações, começando com a não permanência de equipes nas cidades-sede – apenas times que avancem para as finais.
CALENDÁRIO – A próxima rodada da fase regional sub-18 acontecerá no dia 25 de setembro. Confira a agenda esportiva de cada região.
Os Jogos da Juventude do Paraná são organizados pela Superintendência Geral do Esporte em parceria com os municípios-sede. (Com AEN)
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre golpes que estão sendo aplicados por "entregadores", ou falsos entregadores, de aplicativos de comida. Ao fazer o pagamento pela máquina de cartão, o golpista registra o débito de um valor muito superior ao da compra. Para não ser uma vítima, a pessoa precisa tomar cuidados, como desconfiar de histórias mal contadas e fazer o pagamento preferencialmente pelos aplicativos.
A modalidade de estelionato ocorre com golpistas que se cadastram como entregadores nas plataformas, utilizando documentos falsos para dar credibilidade, com intuito de burlar uma atividade que é essencialmente legal.
Segundo a PCPR, um falso atendente faz uma ligação telefônica para a vítima comunicando que o “entregador” teve um problema e que a entrega pode atrasar muito, por exemplo. A seguir, o estelionatário oferece a opção de “troca de entregador”, porém, para isso solicita o pagamento de uma nova taxa de entrega diretamente ao entregador, em um valor baixo e quebrado, para forçar o pagamento em cartão.
No ato da entrega da comida, ao invés de cobrar a suposta taxa de R$ 4,90, o criminoso debita R$ 4.900. Isso é possível porque os golpistas danificam o visor da máquina de cartão para impedir que a vítima veja o valor realmente digitado. Os valores debitados indevidamente vão para contas de laranjas e são imediatamente sacados.
A PCPR alerta sobre os cuidados para não ser vítima do golpe:
• Aplicativos de delivery não realizam cobranças extras para que sejam feitas as entregas.
• Desconfiar de histórias mal contadas e, na dúvida, entrar em contato com o atendimento do aplicativo.
• Uma ligação para tratar de uma suposta substituição do entregador provavelmente se trata de golpe.
• Prefira fazer o pagamento sempre diretamente pelo aplicativo.
• Ao pagar qualquer compra em máquinas de cartão, é preciso conferir sempre o valor digitado e exigir o comprovante impresso da operação realizada. (Com AEN)
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, por meio de sua unidade Embrapa Florestas, firmaram convênio para desenvolver projeto piloto de monitoramento de abelhas nativas sem ferrão do entorno da Barragem Piraquara I. O projeto terá a participação de pequenos produtores rurais moradores da região e vai realizar, também, um inventário de espécies de abelhas sem ferrão presentes na região de estudo.
O objetivo é analisar a saúde das abelhas nativas como um indicador de qualidade ambiental na Área de Proteção Ambiental (APA) do Piraquara, manancial de abastecimento público da Região Metropolitana de Curitiba. E também estimular os produtores a adotarem a meliponicultura como alternativa de renda e atividade ecologicamente adequada em área de proteção.
O convênio de cooperação foi assinado em agosto e será desenvolvido até agosto de 2023. A Sanepar disponibilizará técnicos e as dependências do Centro de Educação Socioambiental Mananciais da Serra (CEAM). A Embrapa Florestas, além do conhecimento técnico, coordenará as pesquisas em campo e disponibilizará técnicos, laboratórios e coleções para o andamento das pesquisas.
Neste início de setembro, terá início o período de levantamento de abelhas sem ferrão. As amostragens serão feitas periodicamente no entorno da barragem e no CEAM. No projeto, serão usadas caixas para a instalação de novas colônias locais em uma coleção viva que represente a diversidade local de abelhas sem ferrão.
As novas caixas serão dispostas no CEAM, ao redor da barragem e futuramente nas propriedades rurais. Nesta fase, os pequenos produtores já estarão identificados e tecnicamente capacitados em meliponicultura.
A partir de então, o projeto fará análises estatísticas periódicas dos materiais produzidos pelas abelhas nativas, como pólen e cera, e das resinas de plantas e árvores e partículas de solo que constituem a estrutura das colmeias. Essas análises pretendem investigar a qualidade sanitária destas colônias. As abelhas e seus produtos são considerados excelentes indicadores biológicos das condições ambientais.
Também está prevista a composição de pasto apícola, onde as abelhas buscam seu alimento, com espécies florestais que permitam o suporte da coleção viva com néctar e pólen durante os períodos do ano em que costumam ser mais escassos. A intenção é promover a independência dos enxames da coleção dos manejos alimentares artificiais, facilitando o produto e aumentando as condições de saúde das colônias.
A expectativa é que o projeto contribua para a melhoria da qualidade de vida e da manutenção da proteção ambiental já desenvolvida pelos produtores. Além disso, o projeto poderá ser replicado para uso das abelhas nativas em outros mananciais utilizados pela Sanepar para abastecimento e em áreas de preservação ambiental do Estado do Paraná.
Para a Embrapa, além do aprimoramento do conhecimento da biodiversidade destas abelhas, importa o desenvolvimento de protocolos de alimentação baseado em espécies florestais e a aplicação destes insetos como indicadores de ambiente. Um dos impactos pretendidos é reduzir a necessidade de alimentação das abelhas com xaropes e suplementação de pólen por parte dos criadores. (Com AEN)
O Paraná alcançou mais uma importante marca no combate à Covid-19 nesta segunda-feira (13) ao garantir a imunização por completo de 4.056.734 pessoas. Ao todo, de acordo com o Vacinômetro nacional, vinculado ao SUS, 3.735.085 de paranaenses receberam as duas doses no caso dos imunizantes da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, CoronaVac (Instituto Butantan/Sinovac) e Comirnaty (Pfizer/BioNTech), e outras 321.649 pessoas foram vacinadas com a Janssen (Johnson & Johnson), de dosagem única. O quantitativo equivale a 46,5% do público-alvo, formado por 8.720.953 adultos com 18 anos ou mais.
“Estamos avançando e isso é muito importante para salvar vidas e diminuir a pressão sobre o sistema público de saúde. A vacina faz toda a diferença, garante de fato uma proteção maior, como fica explícito nos indicadores de mortes e internamentos. Ainda assim, reforço o pedido para que se complete o ciclo vacinal. Que a população vá ao posto de saúde para receber a segunda dose. É isso que vai nos permitir vencer a pandemia”, enfatizou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Ele destacou que o Paraná registrou na sexta-feira (10) a menor taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atendimento à Covid-19 nos últimos 11 meses, 56% dos leitos estavam utilizados. O Estado não tinha essa ocupação desde 31 de outubro do ano passado, quando o índice chegou a 54%.
Além destas vacinas, o Paraná também aplicou 7.673.102 primeiras doses, perfazendo 11.729.836 doses administradas em todo o Estado desde o início da campanha de imunização, em janeiro. Atualmente, 7.994.751 – 91,6% dos paranaenses adultos – receberam ao menos uma dose (D1 ou DU). A meta da Secretaria estadual da Saúde é chegar a 100% até o fim deste mês.
“A segunda dose garante a possibilidade efetiva da imunização do organismo, combatendo novas variantes. É importante que cada cidadão seja responsável e tome esse reforço na data correta”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
Ele afirmou, também, que apenas na última semana, entre os dias 6 e 12 de setembro, foram aplicadas 336.292 doses, entre D1, D2 ou DU. A divisão por tipo de medicamento revela que 46,6% do total de imunizantes aplicados no Paraná são da AstraZeneca; 29,8% da CoronaVac; 20,9% da Pfizer e 2,7% da Janssen.
RANKING – O avanço na vacinação faz com que o Paraná apareça bem colocado nos rankings nacionais. Em relação à D1, o levantamento produzido pelo consórcio nacional de imprensa coloca o Estado na quinta colocação, atrás apenas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal (DF).
Mesma posição também em relação à D2 – Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, pela ordem, lideram o ranking.
PERFIL – Entre os imunizados com D2, o grupo que mais concluiu o ciclo vacinal, em números absolutos, foi o formado por pessoas com mais de 60 anos (1.651.539), seguidas pela população geral de 18 a 59 anos (758.680), comorbidades (443.729), trabalhadores da saúde (417.149), trabalhadores do ensino básico (160.103) e gestantes (41.507).
Além disso, os imunizados são, em sua maioria, mulheres, que correspondem a 57,5% do total.
MUNICÍPIOS – Também em números absolutos, o município que mais administrou D2 ou DU é Curitiba, com um total de 729.219 pessoas imunizadas. Na sequência, estão as cidades de Londrina (200.382), Maringá (186.586), Cascavel (129.572) e Ponta Grossa (106.035).
Proporcionalmente à população, segundo o Ranking da Vacinação da Secretaria de Estado da Saúde, a cidade que mais avançou na aplicação de segundas doses é Esperança Nova, com 62,49% da população adulta contemplada. A lista segue com Sulina (60,16%), São Manoel do Paraná (58,48%), Pontal do Paraná (57,56%) e Kaloré (55,37%).
Já na primeira dose, Floresta lidera com 98,42% da população vacinada, seguida por Maringá (96,59%), Pontal do Paraná (96,21%), Toledo (94,27%) e Matinhos (92,58%). (Com AEN)
O Paraná recebeu nesta segunda-feira (13) mais 303.030 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech, todas destinas, exclusivamente, à primeira dose. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, acompanhou a chegada do novo lote e enfatizou a importância deste envio.
“Havia uma ansiedade muito grande pela chegada dessas vacinas, principalmente porque são todas para primeira dose e possibilitarão que aqueles municípios que tiveram que interromper a vacinação por falta de imunizante, possam retomar as atividades”, afirmou.
As vacinas foram enviadas pelo governo federal em três voos e desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, a partir das 13h55. Os imunizantes foram enviados ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) onde serão conferidos e armazenados até que sejam distribuídos para as 22 Regionais de Saúde, nesta terça-feira (14).
Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.729.836 primeiras doses (D1), sendo 7.673.102 da primeira dose; 321.649 doses únicas (DU) e 3.735.085 segundas doses (D2). Entre D1 e DU, o Estado já atingiu 91,6% da população adulta estimada em 8.720.953 pessoas com, pelo menos, uma dose. Já considerando D2 e DU, 46,5% dos paranaenses com mais de 18 anos estão completamente imunizados com a doença.
“Essas vacinas darão continuidade ao grande avanço na vacinação que temos no Paraná e pedimos, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, que os municípios sigam o Plano Nacional e o Estadual, principalmente nesta reta final, para que possamos chegar juntos e finalizar a imunização da população adulta”, afirmou o secretário de Saúde de Mangueirinha e presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems), Ivoliciano Leonarchik.
Ele ressaltou que nos últimos dias, os municípios observaram aumento na procura da vacina por faixas etárias que já foram atendidas. “Muitas pessoas estão procurando a chamada repescagem. Alguns não acreditavam ou tinham medo da imunização e agora que estamos nos aproximando de finalizar este grupo, essas pessoas têm buscado a vacinação”, explicou.
SEGUNDA DOSE – O secretário Beto Preto enfatizou a importância da procura por D2. “Hoje temos de 3% a 5% de faltosos na segunda dose e é importante ressaltar que a segunda aplicação é tão importante quanto a primeira, porque é ela que garante a imunização contra a doença. Quem tomou a primeira dose deve ficar atento ao calendário de imunização e retornar para a segunda aplicação”, disse.
SEM ATRASO – Sobre a falta de doses para D2 observada nos outros estados, Beto Preto reafirmou que não houve atraso por parte do Ministério da Saúde e da Secretaria estadual da Saúde.
“Não há nenhum atraso de repasse de doses para D2 no Paraná. Se houver algum município com doses faltando, certamente houve a aplicação de D2 como D1 ou até mesmo aplicação em residentes de outras cidades. O Ministério da Saúde tem cumprido com os prazos e logo que as doses chegam ao Estado, já são descentralizadas para os municípios”, explicou. (Com AEN)

























