A produção leiteira paranaense diminuiu nos últimos dias. Entre as principais causas estão a estiagem, que prejudicou pastagens já implantadas e o plantio de novas, e os custos crescentes da atividade. A análise está no Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 8 a 14 de maio.
O Estado vive uma situação de falta de chuvas generalizadas há quase 60 dias. Com isso, muitas propriedades precisaram adaptar bebedouros ou buscar água fora. E, tão grave quanto essa situação, é a das pastagens em péssimas condições em algumas bacias leiteiras, como a do Sudoeste e do Oeste. Com menos oferta de alimento, a produção se reduz.
Aliado a isso, o atual período é de transição de pastagens. Ou seja, as forrageiras de verão estão em fase final e começa o plantio das espécies de inverno: aveia e azevém. Entretanto, a seca impossibilitou a semeadura na época mais propícia, que seria até o início deste mês, prevendo-se que a falta de alimentação pode persistir.
Mas as dificuldades do produtor não se restringem às pastagens. As lavouras de milho safrinha destinadas à produção de silagem foram igualmente prejudicadas pela estiagem e muitas não poderão ser usadas para alimentar o rebanho. Com isso, a dieta deverá ser de produtos com preço em alta no mercado, como milho e soja, o que acarreta aumento no custo de produção do leite e desistência de alguns produtores.
Como em outras atividades, também na agropecuária o uso de tecnologias garante uma condição mais confortável. É o que acontece com produtores de leite da região centro-oriental do Estado, onde estão municípios como Palmeira, Ponta Grossa e Castro. Ali, a dependência de pastejo é menor e os produtores trabalham com alimentação estocada de boa qualidade e produzida na propriedade, ajudando a reduzir custos e ter menos problemas com a produção. Há relatos pontuais de perda de menos de 5%. Nessa região, a dificuldade atual é o atraso no plantio das forragens de inverno.
FEIJÃO, MILHO E TRIGO – O boletim retrata também a situação da cultura de feijão no Paraná, que igualmente sofre as consequências de adversidades climáticas. Da produção inicial projetada para a segunda safra de 491 mil toneladas, estima-se redução de, pelo menos, 93 mil toneladas, segundo levantamento do final de abril.
O milho é outra cultura que tem sentido o problema hídrico. A segunda safra 2020/21 continua apresentando piora nas condições de lavoura. Da área estimada em 2,5 milhões de hectares, 25% estão em boas condições, enquanto 45% apresentam situação mediana e 30%, ruim. Espera-se que as chuvas desta semana, ainda que poucas, possam minorar as perdas.
Sobre o trigo, o documento fala da importação de 2,2 milhões de toneladas pelo Brasil no primeiro quadrimestre de 2021. Grande produtor do cereal, o Paraná também está importando e é responsável por 7% do que entrou no País. Para o Estado, as principais regiões de origem são a Argentina e o Paraguai.
OUTROS PRODUTOS – O boletim registra, ainda, as previsões divulgadas nesta semana para uma safra brasileira de 135,41 milhões de toneladas de soja no período 2020/21, também afetada pela seca. Ao tratar da fruticultura, o documento faz considerações sobre o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que foi adotado como política pública desde 1996.
A avicultura também é destaque, sobretudo em razão de a Arábia Saudita ter anunciado, nesta semana, a suspensão de importação de carne de frango de 11 plantas frigoríficas brasileiras, três delas instaladas no Paraná. De forma unilateral, os sauditas alegaram que ultrapassaram limites e padrões microbiológicos estabelecidos em regulamento.
Sobre a suinocultura, o documento preparado pelos técnicos do Deral registra exportação de 346,4 mil toneladas de carne entre janeiro e abril de 2021. Do Paraná, saíram 46,5 mil toneladas. O quadrimestre também marcou a entrada da JBS no segmento de pescados, o que pode significar maior disponibilidade ao consumidor. (Com AEN).
O Paraná é o segundo estado que, proporcionalmente, mais aplicou a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Levantamento do Consórcio de Veículos de Imprensa, divulgado pelo portal G1, mostra que 9,4% dos paranaenses já completaram o esquema vacinal. Com essa porcentagem, o Estado fica atrás apenas de São Paulo, onde 10,71% da população recebeu as duas doses dos imunizantes.
De acordo com o consórcio, até a quarta-feira (12), o Paraná tinha aplicado um total de 3.132.592 de doses, das quais 1.083.000 eram da segunda aplicação. Além disso, até então, 2.049.592 paranaenses haviam recebido a primeira dose do imunizante, o que representa 17,8% da população do Estado.
No recorte de números absolutos de doses aplicadas, o Paraná ocupa a quinta posição entre as 27 unidades da Federação. No Brasil, 17,57% da população recebeu pelo menos uma dose do imunizante, sendo que 8,81% dos brasileiros completaram o ciclo vacinal.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior ressaltou que o Paraná lançou diferentes estratégias para atingir o maior número de pessoas imunizadas, incluindo a vacinação de domingo a domingo e horários estendido em salas espalhadas pelo Estado.
“A notícia de que o Paraná é o segundo estado em que a população já está de fato imunizada contra a Covid-19 nos dá bastante alegria, mostra que estamos comprometidos com a vacinação”, afirmou o governador, durante agenda nesta quinta-feira (13) em Arapongas, no Norte do Paraná.
Ratinho Junior também elogiou o trabalho feito pelos trabalhadores que estão na linha de frente da saúde, seja atendendo os pacientes ou responsáveis pela vacinação nos municípios. “Todo o mérito de combate à pandemia é dos profissionais da saúde, que estão trabalhando 24 horas por dia, há mais de um ano, para fazer esse enfrentamento”, disse. “Essa campanha de vacinação é muito importante e estamos na luta para que todos os paranaenses sejam vacinados”.
O governador explicou que as vacinas que Ministério da Saúde encaminha ao Estado são proporcionais à população que será atendida na respectiva fase da vacinação. Esse é o motivo pelo qual o Paraná recebeu menos doses que o Rio Grande do Sul, estado que tem uma população equivalente à paranaense, mas com um público idoso maior.
“O Paraná tem mais habitantes que o Rio Grande do Sul, que é um estado muito parecido conosco em termos de população. Mas eles têm 300 mil idosos a mais, de acordo com o IBGE, e acabaram recebendo, proporcionalmente, mais doses em um primeiro momento”, ressaltou. “Conforme vai baixando a idade do público vacinado, o Paraná acabará aumentando a população vacinada”.
VACINÔMETRO – O Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde mostra que o Estado já ampliou o número de pessoas imunizadas. Até as 17h30 desta quinta-feira, 2.080.122 pessoas tinham recebido a primeira dose e 1.088.804 completaram o esquema vacinal. Isso representa 18,8% e 9,8% da população, respectivamente. (Com AEN)
O Paraná receberá mais 62 mil doses do imunizante Coronavac, da parceria do Instituto Butantan com a chinesa Sinovac, nesta sexta-feira (14). As vacinas chegarão no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 14 horas. Logo em seguida elas serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).
A maior parte das doses deve ser usada para ajustes nos esquemas vacinais nos grupos prioritários já imunizados com a primeira dose, uma vez que a Coronavac requer intervalo curto de aplicação entre a primeira e a segunda. A entrega é motivada por um pedido de estados e municípios para correções na segunda dose.
Mas essa remessa também será usada para cobrir grupos prioritários com primeira dose. Os públicos ainda serão definidos.
É o terceiro envio da semana. O Paraná recebeu nesta quinta-feira (13) 244,8 mil vacinas contra a Covid-19, sendo 118 mil doses da Covishield, produzida pela AstraZeneca e Fiocruz, além de 126.800 doses da Coronavac. Todos os imunizantes serão usados para doses de reforço. Na segunda-feira (10) foram 67,8 mil doses da Pfizer. que integram a pauta de distribuição anterior.
Até o momento, o Paraná recebeu 4.361.260 doses de vacina contra a Covid-19. São 2.488.400 doses de CoronaVac, 1.840.100 doses de AstraZeneca e 100.620 doses da Pfizer. Segundo o Vacinômetro, até às 7h desta sexta-feira (14), 3.168.926 vacinas haviam sido aplicadas no Estado, sendo 2.080.122 D1 e 1.088.804 D2. Ao todo 2.080.122 paranaenses já completaram o esquema vacinal com as duas doses do imunizante contra a doença.
O Estado já começou a vacinar 19 grupos prioritários: indígenas; idosos em Instituições de Longa Permanência; pessoas com deficiência institucionalizadas; trabalhadores da saúde; trabalhadores da educação; trabalhadores da segurança pública; forças de salvamento; Forças Armadas; quilombolas; sete faixas etárias entre a população idosa, dos 60 a 64 aos mais de 90 anos; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; e grávidas. (Com AEN)
Reunião na tarde da última quarta (12) com a Secretaria da Educação tratou de outros temas, como eleição dos diretores(as) de escolas e o modelo e processo de terceirização na rede pública estadual.
A APP-Sindicato reafirmou à Secretaria de Educação do Paraná que é contra a volta às aulas presenciais nesse momento da pandemia de Covid 19 e comunicou que vai acionar judicialmente os responsáveis quando surgirem focos de contaminação nas escolas da rede pública estadual. Durante reunião remota na tarde da última quarta dia (12), ficou nítido que a Secretaria desconsidera critérios epidemiológicos na definição da volta às aulas presenciais, priorizando apenas medidas localizadas nas escolas, como distanciamento entre as pessoas e disponibilização de álcool gel. Na reunião foram tratados outros temas, como a eleição de diretores de escolas e a reposição de faltas para quem participou da mobilização do dia 29 de abril e está na "Greve pela Vida" desde 10 de maio.
A Secretaria se comprometeu a responder por ofício 16 questões apresentadas pela APP sobre a terceirização dos trabalhos dos agentes educacionais 1 e 2. A APP-Sindicato é contra a terceirização e defende a revogação da Lei 20.190, que possibilitou ao Governo Ratinho Jr demitir milhares dr servidores(as) PSS e substituí-los(as) por um número menor de contratados(as) por empresas privadas, que embolsam um dinheiro fácil na operação. A Secretaria da Educação informou que as rescisões dos contratos PSS foram feitas no dia 10 de maio, exceto em oito Núcleos Regionais de Educação, onde as empresas terceirizadas ainda não fizeram as contratações necessárias. As rescisões feitas no dia 10 serão pagas na folha de salários deste mês, segundo a Secretaria.
Ficou agendada com a Seed para a próxima quinta uma reunião para tratar especificamente da organização das aulas remotas. A APP-Sindicato apresentou novamente a contrariedade ao modelo adotado de obrigatoriedade de realização de Meet de 40 minutos em todas as aulas do dia, o que tem levado os professores ao esgotamento e adoecimento.
A diretora geral da Secretaria da Educação, Fércea Maciel, se comprometeu a encaminhar ao secretário Renato Feder o pedido da APP para que os servidores(as) que se mobilizaram no dia 29 de abril e possam repor a falta, evitando o desconto nos salários. O diretor de Educação da Secretaria, Roni Miranda, afirmou a intenção de realizar eleições para as direções de escolas no dia 9 de julho, com votações presenciais nos colégios que estiverem abertos e on line, nos fechados. A APP-Sindicato reafirmou à defesa da realização de eleições apenas quando do retorno das aulas presenciais com segurança.
A APP-Sindicato manifestou à Secretaria posição contrária à realização dos Jogos Escolares neste ano, mesmo que de forma reduzida. O diretor de Educação da Seed, Roni Miranda, disse que avalia a realização dos Jogos apenas em sua fase final, que seria disputada em Campo Mourão, no mês de julho. Apenas as etapas municipais, regionais e macrorregionais seriam suspensas.
A secretária de Finanças da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto, alertou que o atual quadro da epidemia de Covid 19 no Paraná não permite a volta segura às aulas presenciais. “A fila de espera por leitos de UTI aumentou nessa semana em todas as regiões e algumas estão decretando lockdown durante os finais de semana”, disse. “A gente ainda não encontrou a justificativa para a volta presencial, pois não temos um quadro muito diferente de algumas semanas atrás”, completou.
Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato, afirmou na reunião que estudo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) indicam que a volta às aulas presenciais é contra-indicada no Paraná, a partir de modelos computacionais que incluem dados epidemiológicos como vacinação, número de casos e mobilidade urbana. Além de Hermes e Walkiria, também participaram da reunião a secretária Geral da APP-Sindicato, Vanda Bandeira; e a secretária de Funcionários, Nádia Brixner. (Com APP Sindicato).
Nesta quinta dia 13, por volta das 13 horas e 20 minutos, após informação da PRF de Céu Azul/PR sobre o roubo do veículo M.benz/L 1620, cor branca, de placas DAH-4D96M, no Município de Matelândia às 11h13 com destino provável sendo Cascavel.
Imediatamente a equipe de serviço em Ubiratã iniciou deslocamento pela BR 369 no sentido Cascavel. Durante ronda, foi visualizado o veículo informado trafegando no sentido Cascavel - Ubiratã e foi realizada tentativa de abordagem.
O condutor não obedeceu ordem de parada e continuou seguindo sentido Ubiratã, parando cerca de 5 quilômetros depois, sobre a ponte do Rio Piquiri, na contramão de direção.
Assim que imobilizou o veículo, o condutor desceu, subiu sobre a mureta de proteção e pulou da ponte, caindo no rio e nadando sentido a margem.
Foi abordado e detido em local de mata às margens do rio, quando saía da água, todo molhado.
O condutor apreendido não portava documentos, e deu nome diverso a equipe policial, porém foi identificado como sendo natural de Medianeira com 32 anos de idade.
Imagens obtidas pela Polícia Civil de Medianeira indicam que o condutor também pode estar envolvido no roubo do veículo.
Diante das informações obtidas foram constatados, a princípio, os seguintes delitos: Roubo De Veículo e Roubo.
Ocorrência encaminhada para a Policia Civil de Ubiratã.
O indivíduo tem Mandado de Prisão em aberto e condenação de 9 anos a cumprir, decisão da VARA CRIMINAL, FAMÍLIA E SUCESSÕES, INFÂNCIA E JUVENTUDE E JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL de Medianeira.
As imagens do Vídeo foram cedidas por Terceiros para a PRF.
A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Ubiratã.
Os colégios estaduais vão distribuir nesta sexta dia (14) produtos da agricultura familiar para as famílias mais vulneráveis da comunidade escolar. Esta é a quarta entrega de alimentos do ano, mas ao contrário das três primeiras não terá itens não perecíveis dos estoques das escolas (como nas duas primeiras) ou um kit específico, como aconteceu no último dia 30 de abril.
A entrega distribuição também vai ocorrer nas 200 escolas que fizeram o retorno presencial nesta segunda (10), mas nelas será em quantidade menor – variando de escola para escola –, uma vez que uma parte desses alimentos serão reservados para serem servidos aos estudantes.
Ao todo serão distribuídos 1.515.322 de quilos (1,5 mil toneladas) de frutas, legumes e hortaliças frescas da agricultura familiar que variam de acordo com a região (podendo conter outros itens como leite e pães) em um investimento de R$ 4.797.916,00.
QUEM PODE RECEBER — Os beneficiários são os inscritos no CadÚnico. Neste ano a entrega é de um kit por família - e não de um kit por estudante, como foi em 2020. Pode acontecer de o inscrito no CadÚnico estar fora da lista dos beneficiários, caso os dados cadastrados estejam diferentes dos que constam no SERE (Sistema Estadual de Registro Escolar) , como o nome, data de nascimento ou CPF.
Outro exemplo é o caso de cadastros novos: se a inscrição no Cadastro Único do governo federal é recente, o nome pode não constar na lista atual.
São cerca de 222 mil beneficiários e o representante da família só poderá fazer a retirada na escola onde o aluno está matriculado.
FUTURA ENTREGA — A próxima distribuição está prevista para daqui duas semanas, no dia 28, e deve conter kits de alimentos não perecíveis já adquiridos pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar). Cada kit é composto por 2 quilos de arroz, 1 quilo de feijão, 1 quilo de macarrão, 1 quilo de fubá, 1 quilo de açúcar e 1 litro de óleo de soja.(Com AEN).







-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)


-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-23-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)
-PortalCantu-22-01-2026_large.png)




_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)