Estado atinge 90% da população adulta vacinada com 1ª dose neste sábado

O Paraná alcançou neste sábado (4) a marca de 90% da população adulta imunizada com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Os dados são do Vacinômetro nacional.

 

Ao todo 11.181.248 doses foram aplicadas, sendo 7.543.480 D1, 320.352 DU e 3.318.287 segundas doses (D2).

 

O marco foi atingido 18 dias após o Estado chegar nos 80% da população adulta, em 17 de agosto. A meta programada para o fim do mês foi adiantada em duas semanas. Agora, a expectativa do Governo do Estado é chegar em 100% da população acima de 18 anos com pelo menos uma dose, até 30 de setembro.

 

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, não descarta a possibilidade de o Paraná adiantar a meta mais uma vez. “Sem dúvidas com a chegada de mais doses, estimada pelo Ministério da Saúde, o Paraná tem condições de adiantar esse prazo assim como já fez em agosto. Contamos com o apoio dos municípios para salvarmos vidas”, disse.

 

SEGUNDA DOSE – O Estado também atingiu um número importante nesta sexta-feira (3). Mais de 40% da população adulta já está completamente imunizada com duas doses ou com a DU. (Com AEN)

 

 

 

Com capacitação e modernização, forças de segurança dão resposta no enfrentamento à criminalidade

O Governo do Estado investiu, ao longo do primeiro semestre de 2021, na capacitação e modernização das forças de segurança e das demais instituições que fazem parte do escopo da Secretaria de Estado da Segurança Pública. O resultado se reflete no preparo dos agentes estaduais no enfrentamento à criminalidade e na resposta dada à sociedade com o trabalho prestado pelas polícias Civil, Militar e Científica, Corpo de Bombeiros e Departamento Penitenciário do Paraná (Depen).

 

“Nossa gestão é pautada por planejamento estratégico e ampliou o investimento em armamentos, viaturas e equipamentos de proteção, além da capacitação dos agentes de segurança. Também está em nosso horizonte a contratação de novos profissionais a partir de concursos públicos”, afirma o secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares. “Com isso, aumentamos consideravelmente o índice de solução de crimes, contribuindo significativamente para a melhoria da segurança em nosso Estado”.

 

A integração entre as instituições é ponto de destaque. O trabalho conjunto entre a Polícia Civil e o Depen resultou na remoção de presos das delegacias e sua transferência às penitenciárias. Com o avanço nas obras no sistema penitenciário, mais policiais civis que atuavam na custódia desses presos devem ser liberados para o trabalho efetivo de investigação.

 

Já a Polícia Militar integrou-se com o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa, a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) e a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação (Celepar) para criar o Botão do Pânico Virtual, recurso inserido no aplicativo 190 PR para que mulheres com medidas protetivas de urgência possam acionar a PM com mais facilidade. Neste semestre, o programa expandiu para diversas cidades do Litoral, Região Metropolitana e Interior.

 

O planejamento da Segurança Pública para este ano também leva em conta o aumento do efetivo, com a contratação de mais policiais por meio de concursos públicos, além da regularização da diária extrajornada nas três forças. Com a prova realizada em julho, o concurso da PM prevê o preenchimento de 2,4 mil novas vagas para policiais e bombeiros militares. O da Polícia Civil está programado para outubro e conta com 400 vagas – 50 para delegados, 300 para investigadores e outras 50 para papiloscopistas.

 

Diferentes obras da Sesp também avançaram no semestre. Em Curitiba, a execução da Cadeia Pública já passa dos 60%. A expansão vai aumentar as atuais 72 vagas para 144. Já em Ponta Grossa, as obras da unidade em construção vão gerar 752 novas vagas para a região. No Norte, a Cadeia Pública de Londrina já está na fase final. As unidades disponibilizarão, cada uma, 752 vagas, totalizando mais de 3 mil vagas para os detentos. O investimento contribui para desafogar o sistema prisional das respectivas regiões. Os recursos aplicados às obras somam mais de R$ 73 milhões.

 

POLÍCIA CIVIL – A Polícia Civil (PCPR) aumentou a produtividade no primeiro semestre de 2021. A instituição apreendeu 72% mais entorpecentes nos primeiros seis meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram 24 toneladas apreendidas entre janeiro e junho de 2021, 10 a mais que no primeiro semestre de 2020.

 

As apreensões afetam diretamente o crime organizado. As operações de repressão qualificada cresceram no período: foram 181 operações no primeiro semestre, contra 162 realizadas entre janeiro e junho do ano passado. As operações objetivam a desestruturação de organizações criminosas, refletindo na diminuição da criminalidade. Entre os principais crimes investigados estão tráfico de drogas, homicídio, corrupção, roubos e estelionato.

 

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Rockembach, a instituição tem intensificado suas atividades para alcançar bons índices no Estado. “A Polícia Civil tem investido em tecnologia, o que torna as investigações mais qualificadas, o trabalho mais técnico e, consequentemente, tem resultado na melhora dos índices criminais”, destaca.

 

Para que esses trabalhos avancem, foi colocado em prática o Plano de Atuação Sistemática Integrada (Pasi), que resultou na prisão de 74 pessoas. As operações focam na diminuição do índice de homicídios e na desarticulação de organizações criminosas, além da aproximação da PCPR às populações mais afetadas pela criminalidade.

 

A Polícia Civil também é responsável pela emissão de carteira de identidade, processo cada vez mais moderno. No período, foram emitidas 74.501 unidades através da 2ª via fácil, integralmente pela internet. O número representa 44% das emissões, que chegaram a 167.056 RGs em seis meses. O projeto, lançado em outubro de 2020, é pioneiro no País e serve de modelo para outros estados.

 

Na questão penitenciária, com a retirada de mais de mil presos de delegacias, 122 policias civis voltaram a exercer suas atribuições naturais.

 

POLÍCIA MILITAR – A Polícia Militar, assim como a PCPR, teve papel importante no enfrentamento à Covid-19. Desde o início da pandemia, o Estado mobilizou as operações de Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), em conjunto com órgãos municipais, e tem feito a verificação do cumprimento das medidas sanitárias para evitar festas clandestinas e aglomerações de pessoas, em consonância com os decretos estaduais e municipais.

 

No primeiro semestre, a Aifu encaminhou 479 pessoas às delegacias e interditou 576 pontos comerciais irregulares. Ao todo, 27,6 mil pessoas foram dispersadas de aglomerações e 928 pontos comerciais foram abordados, sendo constatadas irregularidades em 62% deles. Os agentes municipais que integram a Aifu lavraram 2.266 autuações administrativas para pessoas físicas e jurídicas.

 

Ao longo dos meses, a PM executou várias edições da operação Pronta Resposta com o objetivo de reduzir crimes, principalmente homicídios. Também houve operações Tático Móvel, em Curitiba e Região Metropolitana, com reforço de patrulhamento com as equipes de Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (Rocam) e de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam).

 

“Mais de 80 toneladas de maconha foram apreendidas e quase 3 mil armas de fogo retiradas de circulação das ruas nesses seis meses, sem falar das 3 mil ocorrências diárias que a PM atende. Isso demonstra a confiança e a credibilidade que o cidadão paranaense tem na instituição”, afirma o comandante-geral da PM, coronel Hudson Leôncio Teixeira.

 

Ao longo do semestre, a PM incentivou o efetivo a participar de cursos de aperfeiçoamento e de atualização profissional. Quase 200 sargentos de diversas unidades foram capacitados no Curso de Sargentos 2021. Já o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) reuniu 60 capitães, 51 do quadro da Polícia Militar, oito do Corpo de Bombeiros e um da Saúde. O objetivo é aprofundar os estudos das atividades de administração e segurança pública.

CORPO DE BOMBEIROS – Completando 109 anos de atuação em 2021, o Corpo de Bombeiros realizou um planejamento estratégico para os próximos 15 anos. O documento pontua estratégias para evoluir sua administração através de modernização da gestão, integração institucional e valorização do trabalho, criando um sistema de metas para alcançar objetivos estratégicos.

 

Por conta da elaboração do plano, a força teve destaque no cenário nacional: o Paraná foi escolhido para desenvolver e implementar o planejamento estratégico das instituições que integram o Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom).

 

“Avançamos na gestão da instituição, com a implantação definitiva do nosso planejamento estratégico e com a criação do conselho superior de gestão do Corpo de Bombeiros, no qual o futuro da corporação é discutido”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Gerson Gross.

 

Em abril, a corporação recebeu o simulador australiano FLAIM para integrar o treinamento de oficiais. O aparelho simula ocorrências de combate a incêndio em diferentes circunstâncias, estimulando o profissional a exercitar técnicas com a eficiência de um exercício em campo. O investimento do Governo do Estado para aquisição do equipamento foi de R$ 707 mil.

 

Diária extrajornada coloca 4 mil policiais e bombeiros a mais nas ruas
O 7º Grupamento de Bombeiros também recebeu um caminhão Auto Bomba Resgate (ABTR), adquirido por R$ 923 mil com recursos da Sesp. A viatura tem capacidade para 4 mil litros de água e pode ser empregada em ocorrências de resgate e salvamento e no combate a incêndios.

 

Segundo o coronel Gross, há ainda mais veículos a serem entregues nos próximos meses: quatro viaturas de Auto Busca e Salvamento e dez motoaquáticas, destinadas para o Litoral, Foz do Iguaçu, União da Vitória e Paranavaí. Foi definido, também, o uniforme operacional dos oficiais - composto pelo equipamento de proteção individual de uso diário. O investimento do Governo do Estado é de R$ 7 milhões para atender todos os bombeiros militares do Paraná.

 

Com a operação Quati João, o Corpo de Bombeiros está de prontidão no combate aos incêndios florestais. Para isso, o planejamento inclui o preparo dos bombeiros militares e a disponibilidade de equipamentos próprios para o emprego no combate às chamas. Referência no tema de incêndios, o Paraná vai disponibilizar um grupo de profissionais para integrarem a Força Nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

POLÍCIA CIENTÍFICA – A Polícia Científica do Paraná (PCP) apresentou no semestre uma evolução na integração com outras forças e universidades e no investimento em estrutura e capacitação, aprimorando métodos de coletas de vestígios criminais, análises e pesquisas.

 

Segundo o diretor-geral da PCP, Luiz Rodrigo Grochocki, a força tornou-se uma referência nacional pelo esforço constante de seus integrantes em expandir o conhecimento na Ciência Forense. “Muitos de nossos serviços no campo forense são integrados com outras forças de segurança, como no caso de grandes acidentes ou de crimes violentos. Por isso, temos qualificado nossos profissionais e ampliado nossas áreas de atuação, buscando a justiça através da ciência”, afirma.

 

A PCP expandiu sua atuação no Interior com a inauguração de quatro novas unidades da instituição nas cidades de Apucarana, Jacarezinho, União da Vitória e Paranavaí. Sete novas viaturas também foram recebidas para serem empregadas nas novas unidades, somando um investimento de R$ 1,1 milhão.

 

Junto a outros estados, a PCP auxilia a Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos (RIBPG), criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para ajudar na apuração criminal por meio do compartilhamento e comparação de perfis genéticos. Com 117 casos, o Paraná é o terceiro colocado em investigações auxiliadas pela Rede.

 

Dentre os perfis genéticos cadastrados, 5.582 foram mapeados pela PCP desde a criação do banco para o cruzamento de informações. Também através da Rede Integrada, a Polícia Científica promoveu campanhas de coleta de DNA de pessoas que possuem algum familiar desaparecido. A iniciativa facilita a localização do paradeiro das pessoas em qualquer lugar do país por meio do confronto de amostras genéticas.

 

DEPEN – No Depen, o foco foi integrar as forças para fortalecer a instituição e promover a segurança. No período, um dos projetos que avançou foi a criação da Polícia Penal. Em abril, o governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou à Assembleia Legislativa a Proposta de Emenda Constitucional para criação da instituição. Com a Polícia Penal, o Depen terá poder de polícia como os demais órgãos de segurança pública do Estado. Além de mais organização na execução penal, a ação permite um melhor plano de carreira aos profissionais e a oportunidade de crescimento dos atuais integrantes.

 

Para o diretor-geral do Departamento Penitenciário, Francisco Caricati, esse é um avanço para o sistema penal no Brasil, com pioneirismo do Paraná em elaborar um projeto para criar a instituição. “A Polícia Penal também significa a valorização a todos os funcionários que atuam no sistema penitenciário. Esperamos que isso venha para aprimorar o trabalho que já vem sendo realizado”, afirma.

 

A educação a pessoas privadas de liberdade marcou o semestre no Depen, com projetos que promovem a ressocialização. Entre as ações realizadas estão cursos profissionalizantes, a oportunidade de ingressar em uma universidade pública por meio do vestibular, a possibilidade da conclusão de estudos pelo Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e o programa de remição pela leitura.

 

Para manter as atividades durante a pandemia, o programa de remição pela leitura instalou câmeras nas salas de aula e criou pátios adaptados para a escrita. Até junho de 2021, foram mais de 7 mil atendimentos virtuais, o equivalente a 7 mil livros lidos no semestre. Já os cursos profissionalizantes formaram 213 presos neste ano, e 21 detentos foram aprovados em primeira chamada no vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

 

Outro ponto de ressocialização são os canteiros de trabalho. No último levantamento da Sesp, o Paraná tem 23,3% dos presos envolvidos em algum tipo de trabalho: são mais de 7,3 mil envolvidos. O número coloca o Paraná entre os estados com o maior número de presos que trabalham, ficando atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, de acordo com o Depen nacional. (Com AEN)

 

 

 

Paraná volta a se destacar no tempo de abertura de empresas em agosto: 1 dia e 14 horas

No mês de agosto, o Paraná foi a quarto estado mais ágil do Brasil na abertura de empresas, com 1 dia e 14 horas. Foram 5.869 processos analisados, terceiro maior volume entre os estados brasileiros. O tempo está bem acima da média nacional de 2 dias e 22 horas. O relatório foi divulgado pela Junta Comercial do Paraná nesta segunda-feira (06).

 

O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, na validação cadastral que os órgãos efetuam e na efetivação do registro e obtenção do CNPJ. Não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para funcionamento do negócio.

 

O Paraná ficou atrás de Goiás, que levou 1 dia e 1 hora para analisar 2.724 processos; Espírito Santo, que verificou 1.737 solicitações em 1 dia e 5 horas; e Sergipe, que avaliou 483 pedidos em 1 dia e 7 horas.

 

Do total de empresas abertas no Estado, 83% concluíram o processo em até 3 dias, 10% em 5 dias, 4% em 7 dias e 3% demoraram mais de 7 dias. Os dados podem ser encontradas também na RedeSim, do governo federal, mensalmente.

 

No mesmo período de 2020, o tempo de abertura de empresas no Paraná estava em 3 dias e 14 horas, sendo que 49% das empresas conseguiam ser abertas em menos de 3 dias. Assim, no mapa estatístico, o Estado ainda estava no “amarelo”, e hoje está no verde, que representa a melhor performance.

 

DESBUROCRATIZAÇÃO – Para seguir melhorando o rendimento médio, o Governo do Estado deu início no primeiro semestre deste ano à segunda fase do projeto de desburocratização e aceleração do processo de abertura de empresas. A proposta é implementar ainda em 2021 um ambiente único digital que agrupe todas as licenças necessárias que precisam ser viabilizadas pelo empreendedor para a emissão do alvará de funcionamento do estabelecimento.

 

Paraná incentiva visitação a seus próprios atrativos para alavancar turismo
A ferramenta idealizada pela Celepar em parceria com o Sebrae-PR vai reunir todos os órgãos estaduais envolvidos na elaboração do documento, como Junta Comercial, Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Instituto Água e Terra, entre outros. Terá, ainda, espaço para as licenças municipais complementares, apostando na integração dos ambientes como forma de dar agilidade ao processo. A perspectiva é que o material comece a ser testado ainda neste ano.

 

ABERTURA DE EMPRESAS – Agosto foi, até o momento, o melhor mês na abertura de empresas do ano no Paraná, com 25.152 novos empreendimentos. Neste ano foram abertas 190.628 novas empresas, sendo a maioria na Natureza Jurídica MEI, crescimento de 26,57%, frente a 2020. (Com AEN)

 

 

 

Ministério enviará 641.782 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná; 187,8 mil chegam no sábado

O Ministério da Saúde vai enviar mais 641.782 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nos próximos dias. A informação foi oficializada com a divulgação da 47ª pauta de distribuição nesta sexta-feira (3). Parte do lote já tem data para chegada ao Estado: 187.800 doses da CoronaVac/Butantan, enviadas por via terrestre neste sábado (4), ainda sem horário de saída confirmado.

 

A remessa é composta por outras 115.782 vacinas da Pfizer/BioNTech referente à 53% da segunda dose (D2) da 28ª pauta (aplicada no começo de julho), além de mais 338.200 vacinas da CoronaVac/Butantan. Os imunizantes do instituto paulista são divididos entre primeiras (D1) e segundas (D2) doses.

 

Os imunizantes serão entregues no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento até que sejam descentralizados. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) está organizando uma força-tarefa para definir e iniciar a distribuição dos imunizantes para as 22 Regionais de Saúde ainda durante o fim de semana, com objetivo de retomar a vacinação de primeira dose por faixa etária.

 

Esta remessa é a 4ª anunciada pelo governo federal desde segunda-feira (30). O Paraná recebeu ao todo 485.490 vacinas (aqui, aqui e aqui) contra a Covid-19 em cinco envios, todas destinadas à D2. Agora, com as remessas anunciadas, o Estado soma 1.127.272 imunizantes nesta semana, sendo 864.272 para D2 e 263.000 para D1.

 

Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.076.790 vacinas contra a Covid-19, sendo 7.512.704 D1, 320.089 doses únicas (DU) e 3.243.997 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu 89,8% da população adulta estimada em 8.720.953 com pelo menos uma dose. (Com AEN)

 

 

 

Paraná recebe mais vacinas contra a Covid-19 e inicia distribuição de 361,7 mil imunizantes

O Paraná recebeu mais 136.890 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech na manhã desta sexta-feira (3) destinadas à segunda dose (D2). A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) já iniciou a distribuição de 361.730 imunizantes para as 22 Regionais de Saúde, incluindo o lote recém-chegado ao Estado, além de mais doses que já estavam no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

 

São destinados também 49.805 mil medicamentos do kit de intubação para os serviços de saúde que atendem pacientes com Covid-19. Desse total, 10.100 foram enviados pelo Ministério da Saúde e 29.705 adquiridos com recursos da Sesa.

 

Ao todo, são 216.450 vacinas da Pfizer (incluindo 136.890 doses da 46ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde e 79.560 da 45ª), 87 mil doses da AstraZeneca (45ª pauta) e 58.280 CoronaVac (38ª pauta).

 

A nova remessa que deve chegar aos municípios entre esta sexta-feira (3) e sábado (4) e contempla somente D2, referente à finalização do esquema vacinal iniciado na 25ª, 27ª, 28ª e 38ª pautas.

 

Os imunizantes são enviados por via terrestre para as Regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais mais distantes da Capital – Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã.

 

MAIS DOSES – Esta é a terceira remessa recebida nesta semana, totalizando 485.490 doses. Parte já foi enviada na terça-feira (31), quando a Sesa descentralizou 207.500 imunizantes. Na segunda-feira (30), chegaram ao Paraná 182.100 doses referentes à 44ª pauta. Na quarta-feira (1º), 79.500 vacinas desembarcaram no Estado e 87 mil doses chegaram na noite desta quinta (2), contemplando o lote com 166.560 vacinas da 45ª remessa, além das 136.890 doses recebidas nesta sexta-feira (3). (Com AEN)

 

 

 

Agosto tem chuvas abaixo da média em várias regiões do Paraná

A forte estiagem que atinge o Paraná, que levou o Governo a decretar situação de emergência hídrica em todo o Estado, ainda não dá sinais de trégua. No mês de agosto, grande parte do território paranaense ainda apresentou acumulados de chuva abaixo ou próximo à média para o mês, como mostra o levantamento feito pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a pedido da Agência de Notícias do Paraná, em nove estações meteorológicas do Estado.

 

Em setores mais ao Norte, Oeste, parte do Centro e no Sul do Estado o déficit de precipitação foi mais significativo. A maior redução no volume de chuvas foi na região Norte. O acumulado no mês na estação de Londrina foi de apenas 17 milímetros, 71,4% a menos do que a média para agosto, que é de 59,4 milímetros.

 

Na margem oeste do Estado, que abrange as regiões Oeste, Noroeste e Sudoeste, as precipitações também ficaram abaixo do esperado. A estação de Cascavel teve um acúmulo de 29 milímetros no mês passado, 66,3% a menos que a média histórica de 86,2 milímetros. Na de Maringá, cujo volume médio esperado era 66,1 milímetros, choveu apenas 23,2 milímetros, uma redução de 64,9%.

 

No Sudoeste, onde a situação para o abastecimento é uma das mais críticas do Estado, o volume foi cerca de 60% abaixo da média. O acumulado na estação de Pato Branco em agosto chegou a 42,4 milímetros, enquanto o volume médio esperado era de 103,6 milímetros.

 

Em Palmas, choveu 42 milímetros, 62,4% abaixo da média para o mês, de 111,8 milímetros. Em União da Vitória, na região Sul, o volume de chuvas foi 57,9% menor que a média histórica de 107,8 milímetros, com o acúmulo de 57,9%.

 

DÉFICIT DE CHUVAS – Mesmo em locais onde o volume de chuvas ficou mais próximo ou acima da média climatológica, as precipitações de agosto ainda não foram suficientes para corrigir o déficit hídrico. É o caso da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e do Litoral.

 

“O volume de chuvas dentro ou acima do esperado nessas regiões não é indicativo de recuperação no déficit hídrico, que não pode ser corrigido com apenas um mês chuvoso”, explica a Lídia Mota, meteorologista do Simepar.

 

Os 104,4 milímetros acumulados na estação meteorológica de Curitiba em agosto, 26% superior que a média de 82,7 milímetros para o mês, foi importante para não reduzir ainda mais o nível dos reservatórios que abastecem a RMC, mas ainda não há sinais de estabilidade.

 

O volume médio de água nas barragens subiu pouco mais de dois pontos percentuais em um mês, passando de 49,7% no início de agosto para 51,92% nesta quinta-feira (2), de acordo com o monitoramento da Sanepar.

 

Também foi registrado aumento no volume de precipitações nas estações de Paranaguá (Litoral), com o acúmulo de 141,6 milímetros, o dobro da média histórica (70,7 milímetros), e de Guarapuava (Centro), onde a chuva acumulada chegou a 118,8 milímetros, pouco mais que o volume médio de 102,8 milímetros.

 

SETEMBRO – Junto com as flores, a chegada da primavera traz sempre a esperança de mais chuvas. Setembro é um mês de transição entre um período mais seco com a estação chuvosa. Mas a previsão do Simepar ainda é de neutralidade, já que não são observadas oscilações oceânicas que possam impactar no volume de chuvas.

 

Há sinais de chuvas pouco abaixo da média no Oeste e Sudoeste e de um volume maior de precipitações nas cidades próximas a Santa Catarina. No Estado, de modo geral, é possível que o volume fique próximo à média. (Com AEN)

 

 

 

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