O Porto de Paranaguá recebeu nesta semana o maior navio de líquidos de sua história. Com 228 metros de comprimento e calado de 12,5 metros, o Cielo Rosso tem o tamanho equivalente a um prédio de 64 andares. A embarcação, de bandeira liberiana, é a maior deste tipo a operar no porto paranaense. Tem capacidade para 70 mil toneladas e vai descarregar 19,5 mil metros cúbicos de óleo diesel no píer privativo da Cattalini Terminais Marítimos.
“Só é possível receber um navio deste porte graças aos investimentos realizados pelo poder público e iniciativa privada. A dragagem de manutenção continuada e a segurança em nossos acessos marítimos, somadas à estrutura de defensas, dolphins e píers da empresa, são determinantes para que o porto atenda a demanda de embarcações cada vez maiores”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
A embarcação chegou na terça-feira (18) e deixa Paranaguá nesta quinta-feira (20). O Cielo Rosso é o primeiro navio a utilizar a capacidade prevista para o berço externo, que passou por obras e melhorias recentes.
“É um marco para a história da nossa empresa, porque representa a conclusão de uma etapa do nosso planejamento de investimentos e um diferencial de competitividade para nossos clientes. Nos preparamos ao longo dos anos, direcionando nossas ações para melhoria da estrutura, instalação de modernos sistemas de monitoramento e de segurança para as operações e para as pessoas”, diz Carlos Ichi, gerente operacional Sênior da Cattalini Terminais Marítimos. Segundo ele, em média, os navios recebidos pela empresa têm entre 147 e 195 metros de comprimento.
INOVAÇÃO – Entre as melhorias está a adoção de uma ferramenta inédita no Porto de Paranaguá, que informa, durante a atracação do navio, a velocidade e a distância em relação às defensas dos berços de atracação. Também há no local uma espécie de semáforo com luzes indicativas, que orienta as operações e pode ser visualizado a distância.
O píer da Cattalini usa novas tecnologias para o monitoramento das condições ambientais e meteorológicas. Os sistemas são os primeiros em uso no Porto de Paranaguá e receberam a homologação do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM).
Todos os dados computados são disponibilizados e integrados ao sistema Webpilots, utilizado pela praticagem e que tornou possível sinalizar antecipadamente eventuais condições climáticas adversas, permitindo maior segurança e eficiência durante as atracações e operações marítimas.
A Plataforma Sismo – Hidromares é um sistema que fornece em tempo real dados sobre velocidade e direção das correntes marítimas e dos ventos, além de contar com um marégrafo para monitoramento do nível e do comportamento das marés.
O píer também dispõe da chamada Plataforma Medusa, um sistema de previsões meteorológicas que apresenta com antecedência de sete dias as condições de correntes marítimas, ventos e nível de maré. (Com AEN)
Como resposta às ondas de contágio e novas cepas do coronavírus, o Governo do Paraná ativou 2.058 leitos exclusivos para atendimento à Covid-19 apenas em 2021. São 175 ampliações em 60 municípios, o equivalente a cerca de 20 hospitais de campanha de 100 leitos.
São 783 Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 1.275 enfermarias para adultos. Essa conta inclui os 23 novos leitos abertos nesta semana, entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), sendo 11 UTIs e 12 enfermarias nos municípios de Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba), Guarapuava (Centro-Sul), Laranjeiras do Sul (região central) e Missal (Oeste).
O Hospital Parolin, em Campo Largo, conta agora com cinco novas UTIs; o Instituto Virmond, em Guarapuava, abriu 12 novas enfermarias; em Laranjeiras do Sul, o Instituto São José disponibilizou mais uma UTI; e, para completar as ativações, o Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Missal, ativou mais cinco UTIs.
“Só esse mês ativamos 74 leitos exclusivos para atendimento aos pacientes acometidos pela Covid-19, mais de 2 mil neste ano. Nossa média é de mais de 14 leitos abertos por dia no Estado, o que mostra o tamanho do nosso esforço. Esses números demonstram que o Governo do Estado está empenhado em manter a cobertura de atendimento hospitalar e fortalecer a regionalização dos serviços”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
TOTAL – Dados desta quinta-feira (20) mostram que o Paraná tem 4.736 leitos exclusivos Covid-19, sendo 1.936 de UTI e 2.800 enfermarias para adultos. As taxas de ocupação são de 95% e 81%, respectivamente.
Ao todo 79.229 pessoas já foram atendidas em leitos Covid desde a implantação do sistema exclusivo de atendimento à doença, em 26 de março de 2020, 14 dias depois da confirmação dos primeiros seis casos. O investimento em custeio já ultrapassou R$ 250 milhões.
“Se compararmos o número de leitos exclusivos que o Paraná tem hoje dentro da rede hospitalar própria para atendimento ao coronavírus é como se tivéssemos 47 hospitais de campanha com pelo menos 100 leitos cada”, afirmou o secretário Beto Preto.
Ele destacou, ainda, que essa rede de referência está espalhada em 65 municípios de todas as regiões do Estado. A mais populosa, de Curitiba, conta com 2,5 mil leitos (1.032 UTIs e 1.473 enfermarias), seguida por Norte (309 UTIs e 472 enfermarias, 781 no total), Oeste (322 UTIs e 426 enfermarias, 748 no total) e Noroeste (267 UTIS e 430 enfermarias, 697 no total). (Com AEN)
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta dia (20) mais 7.719 casos confirmados e 147 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses, semanas e dias anteriores e não representam apenas as notificações das últimas 24 horas.
Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.041.167 casos confirmados e 25.059 óbitos. Há ajustes no final do texto.
Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (35), fevereiro (36), março (88), abril (118) e maio (7.404) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: junho (1), julho (8), agosto (4), setembro (4), outubro (4) novembro (3) e dezembro (14).
INTERNADOS – O informe relata que 2.757 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.187 pacientes em leitos SUS (967 em UTIs e 1.220 em enfermarias) e 570 em leitos da rede particular (304 em UTIs e 266 em enfermarias).
Há outros 2.721 pacientes internados, sendo 1.029 em leitos de UTI e 1.692 em enfermarias. Eles estão nas redes pública e particular, aguardam resultados de exames e são considerados suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 147 pacientes. São 68 mulheres e 79 homens, com idades que variam de 22 a 99 anos. Os óbitos ocorreram de 1º de abril a 20 de maio de 2021.
Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (15), Ponta Grossa (15), Guarapuava (8), Campina Grande do Sul (5), Goioerê (5), Londrina (5), Pato Branco (5), São José dos Pinhais (5), Cambé (4), Campo Mourão (3), Francisco Beltrão (3), Irati (3), Marialva (3), Sengés (3), Carambeí (2), Colombo (2), Cornélio Procópio (2), Fazenda Rio Grande (2), Ibiporã (2), Itaperuçu (2), Mandaguari (2), Maringá (2), Pontal do Paraná (2), Porecatu (2), Primeiro de Maio (2) e Santa Izabel do Oeste (2).
A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Altamira do Paraná, Alto Paraíso, Anahy, Bandeirantes, Boa Vista da Aparecida, Cafeara, Cafelândia, Carlópolis, Castro, Centenário do Sul, Congonhinhas, Conselheiro Mairinck, Dois Vizinhos, Faxinal, Foz do Iguaçu, Guaratuba, Ibema, Imbaú, Ivaiporã, Medianeira, Morretes, Nova Esperança, Palmas, Palmeira, Paraiso do Norte, Paranaguá, Peabiru, Pinhais, Piraquara, Rebouças, Reserva, Rio Branco do Sul, Sabáudia, Santa Terezinha de Itaipu, São Mateus do Sul, São Miguel do Iguaçu, Sarandi, Sertanópolis, Terra Boa, Umuarama e Vera Cruz do Oeste.(Com AEN).
As exportações de mel pelo Porto de Paranaguá cresceram 31,65% neste primeiro quadrimestre, comparado com o mesmo período em 2020. O produto natural que deixou o País pelo terminal paranaense movimentou, de janeiro a abril, US$ 12,48 milhões. Quase toda carga exportada é produzida no próprio Estado, que está entre os três principais produtores do Brasil.
Nos quatro primeiros meses, 3.887 toneladas de mel natural foram exportadas pelo Porto de Paranaguá. No mesmo período, no ano passado, foram 2.952,6 toneladas. O terminal portuário é o segundo em exportação do produto.
“O mel é exportado em tambores que são despachados em contêineres. Os cinco principais destinos do produto que sai por aqui são Estados Unidos, Canadá, Austrália, Áustria e Bélgica”, aponta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Segundo ele, o crescimento das exportações paranaenses do produto segue uma tendência nacional. “O preço pago está mais alto, comparado com o que era pago nos anos anteriores. Essa valorização favorece e a alta do dólar acaba intensificando o comércio internacional também do mel”, afirma.
No primeiro quadrimestre do ano, o Brasil exportou cerca de 19.418 toneladas de mel natural. Durante todo o ano passado, as exportações brasileiras chegaram a 45.728,3 toneladas – US$ 98.560.461 de mel nacional vendido para o Exterior.
Em 2020, durante todo o ano, pelo Porto de Paranaguá saíram 8.802,8 toneladas de mel – 19,25% das exportações nacionais. O volume enviado pelo porto paranaense gerou receita de US$ 17.268.526, durante os 12 meses. Os dados são do Ministério da Economia (ComexStat).
De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, considerando os dados do primeiro trimestre, o preço médio pago pelo mel paranaense foi US$ 3.146,3 por tonelada (US$ 3,15/kg).
Líder na produção nacional, o Paraná responde por mais de 38% do mel brasileiro. Considerando as produções por municípios, Ortigueira (região dos Campos Gerais) é um dos que mais produz mel no Brasil.
DATA – Dia 20 de maio foi estabelecido, desde 2017, pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial das Abelhas. A data – que homenageia Anton Jansa, considerado o pioneiro da apicultura moderna no mundo – destaca a importância da polinização para o desenvolvimento sustentável.
Segundo a Secretaria estadual da Agricultura, no Paraná, assim como em todo território brasileiro, se desenvolve a exploração econômica e racional da abelha do gênero Apis e espécie Apis mellifera. (Com AEN)
Garantir e zelar pelos direitos das crianças e adolescentes que se encontram ameaçados pela sociedade, ou até familiares, estão entre as competências dos conselhos tutelares. No Paraná são 2.115 mil conselheiros que atuam em 423 unidades nos 399 municípios do Estado. Essa rede é referência nacional no atendimento.
A Secretaria de Estado da Justiça, Família e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), por meio do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), atuam na viabilização de recursos para obras, reformas, entregas de equipamentos e veículos para as sedes e, também, promovem qualificação profissional dos conselheiros. Eles fazem todo o acompanhamento e atendem diversas queixas, que vão desde a falta de afeto e cuidado, até casos de agressão, abuso e violência.
De acordo com dados do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), entre janeiro de 2020 e abril de 2021, o Paraná foi um dos estados que mais utilizou o sistema nacional para registrar ocorrências de qualquer característica, o que dá base para o desenvolvimento de ações e políticas públicas na área.
A chefe do Departamento de Políticas para Crianças e Adolescentes, Angela Mendonça, destaca que a proteção à infância sempre foi prioridade. Informar todos os envolvidos na rede, de todas as esferas da Federação, é um dos pilares dessa política.
“Nos dedicamos incansavelmente à missão de proteger e garantir os diretos das nossas crianças e adolescentes. Há um grande esforço para a destinação de recursos e execução de programas e ações, entre elas o fortalecimento dos conselhos tutelares, que acompanham de perto as crianças em risco”, disse Angela.
Segundo ela, 88% dos conselhos tutelares do Paraná cadastram os seus atendimentos pelo Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. É o que ajuda a atuar de maneira integrada para dar uma resposta rápida para coibir a continuidade das violações.
A maioria das denúncias registradas no Sipia, entre março de 2020 a março 2021, diz respeito à violação do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (21.298). As violações à Liberdade, Respeito e Dignidade estão em segundo lugar (5.910 denúncias) e o Direito à educação, como a dificuldade de acesso à creche, em terceiro, com 5.533 denúncias.
O Sipia é uma plataforma nacional qualificada de apoio e retaguarda às ações federativas de planejamento, execução, monitoramento e avaliação de políticas públicas relacionadas à infância e à adolescência. O banco de dados é capaz de fornecer estatísticas e informações sobre as violações dos direitos da criança e do adolescente, permitindo a construção de diagnósticos para subsidiar a elaboração de políticas na área.
De acordo com o coordenador técnico do Sipia, da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Antônio Cláudio Lima da Silva, os dados e a prática do Paraná em relação ao sistema são referência para todo o País.
“Uma das principais referências é a média de registros para cada 100 mil habitantes. Historicamente, desde a primeira versão web, os municípios do Paraná são destacadamente os que mais utilizam o sistema para registro”, disse Silva.
O coordenador ressaltou, ainda, a importância da atuação da coordenação técnica estadual do Paraná, exercida pela Secretaria de Justiça para o alcance desses resultados, e do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, que conduz o Comitê Gestor de Implantação do SIPIA Conselho Tutelar, responsável pelas diretrizes e estratégias de implantação do sistema.
INVESTIMENTOS - A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), por meio do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), destinam recursos para implantação das sedes dos conselhos tutelares.
Serão investidos R$ 9 milhões na construção de 11 novas sedes, nos municípios de Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Jaguariaíva, Maringá, Prudentópolis, Rolândia e São Mateus do Sul
Os conselhos são espaços que funcionam como grandes aliados para a implementação de ações destinados a crianças e adolescentes. As novas sedes estão sendo construídas para garantir um espaço de privacidade, intimidade e individualidade, que contribuem para a atuação dos conselheiros, fortalecendo assim a sua importância e a capacidade de diálogo com a comunidade local.
Conforme determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente, cada conselho tutelar possui no mínimo cinco membros e, juntos, eles tomam decisões que vão interferir diretamente na vida das famílias e das próprias crianças e adolescentes.(Com AEN).
A Secretaria de Estado da Saúde definiu nesta quarta-feira (19) a distribuição do terceiro lote da vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 para nove municípios do Paraná. Receberão o imunizante Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Araucária, Campo Largo, São José dos Pinhais, Colombo e Pinhais.
Ao todo, 39.780 doses serão encaminhadas nos próximos dias para continuidade do Plano de Vacinação Estadual. A distribuição deste imunizante considera a capacidade da rede de frio de cada cidade para armazenamento e, principalmente, a agilidade na aplicação das doses.
“A vacina da Pfizer exige cuidados específicos para conservação, além de prazos diferenciados tanto no armazenamento quanto na aplicação após o descongelamento. Por isso a Secretaria está avaliando a distribuição para possibilitar que esse imunizante chegue em todos os municípios que tiverem condições de recebê-lo”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
ARMAZENAMENTO – Segundo a farmacêutica norte-americana, cada frasco da vacina Pfizer/BioNTech possui seis doses e deve ser diluído em soro fisiológico para aplicação, além da necessidade do conjunto de seringas específicos de 1 ml.
O imunizante possui validade de até seis meses quando conservado em -80ºC a -60ºC. Se a vacina for mantida na temperatura -25ºC a -15ºC, a validade é de 14 dias. Quando “descongelada”, de 2ºC a 8ºC, a durabilidade é de até cinco dias. Caso a vacina já tenha sido diluída no soro, a duração é de apenas seis horas.
Margely de Souza Nunes, diretora do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), explica como é o recebimento e o envio dessas vacinas.
“O Ministério da Saúde envia a vacina da Pfizer em temperatura média de -20ºC. O armazenamento no Cemepar é realizado nesta mesma temperatura no prazo máximo de duas semanas. Quando vamos distribuir para os municípios, retiramos a vacina dos ultrafreezers e mandamos os imunizantes em temperatura de 2ºC a 8ºC, mesma temperatura das demais vacinas. Com isso as cidades têm até cinco dias para aplicarem as doses”, disse.
GRUPO PRIORITÁRIO – As doses contemplam a primeira aplicação (D1) da vacina em pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente e gestantes e puérperas com comorbidades.
“Embora as vacinas da Pfizer estejam vindo em pouca quantidade, essas doses irão auxiliar na continuação da vacinação no grupo prioritário de comorbidades, principalmente no atendimento a gestantes, visto que a vacinação neste grupo só pode ser realizada com a Pfizer ou a CoronaVac”, afirmou Beto Preto.
Confira a distribuição das doses por município
Curitiba – 7.020
Ponta Grossa – 8.190
Guarapuava – 1.170
Foz do Iguaçu – 9.360
Araucária – 1.170
Campo Largo – 1.170
São José dos Pinhais – 4.680
Colombo – 3.510
Pinhais – 3.510
Total – 39.780 doses (Com AEN)








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