O Governo do Estado vai investir R$ 2.374.973,35 em obras de reparo no Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos do Paraná (CPPI). As reformas serão em 15 pavilhões, além de setores internos e externos da unidade.
Os projetos de reparo serão retomados e concluídos após cerca de sete anos de espera. O prazo para finalização das obras é maio de 2022.
Além disso, um termo de cooperação técnico-científica irá permitir que novos estudos sejam feitos no Centro para desenvolvimento de pesquisas em doenças raras e a produção do soro anticovid.
O secretário Beto Preto assinou o documento nesta quinta-feira (9), em ato que contou com a participação de servidores da Sesa, Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Funeas), CPPI e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.
“Esses investimentos são muito importantes para o Centro. Uma instituição com 34 anos de existência que tem um papel fundamental no desenvolvimento da ciência não só do Paraná, mas de todo o País”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
NOVA AQUISIÇÃO – O Centro também fará uma nova licitação, autorizada pelo Governo do Estado, para a reativação do Biobanco, com a compra de equipamentos para a produção de nitrogênio, no valor estimado em R$ 800 mil.
A aquisição permitirá manter a viabilidade das cepas bacterianas e atender etapas da produção de medicamentos da Sesa/CPPI registrados pela Anvisa, como o Soro Antiloxoscelico, Soro Antibotrópico, Antígeno de Montenegro e Antígeno Paeacoccidioidomicos.
O Centro de Pesquisa, da Secretaria da Saúde, já produziu mais de 100 mil tubos para Meio de Transporte Viral (MTV), material usado para exames da Covid-19. O MTV, líquido que vai no tubo, é utilizado para manter as condições adequadas no transporte e conservação da amostra até que possa ser analisada no laboratório. Para que isto ocorra, todas as recomendações de coleta e armazenamento devem ser seguidas.
CENTRO – Fundado em 1987, o Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos do Paraná atua na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos de interesse para a saúde pública do País, produz soros antivenenos, insumos e antígenos para auxílio diagnóstico.
A unidade é referência nacional do soro antiloxoscélico, contra a picada de aranha-marrom, e do antígeno de Montenegro, utilizado para auxílio diagnóstico da leishmaniose tegumentar americana. Desde 2016 a Funeas assumiu algumas ações do CPPI, visando melhorar a eficiência institucional.
DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO – Também foram feitas homenagens em comemoração ao Dia do Médico Veterinário, comemorado em 9 de setembro, com a entrega do Prêmio Imunobiológicos Paraná 2021.
A farmacêutica Takako Miyawaki, que atua há 44 anos na área da saúde e pesquisa, foi prestigiada pela dedicação ao trabalho.
Ainda durante o evento, foram plantadas seis mudas de Manacá da Serra, árvore símbolo do município de Piraquara, onde fica localizado o CPPI.
PRESENÇAS – Participaram do evento o prefeito de Piraquara, Josimar Aparecido Knupp Froes; o diretor-presidente da Paraná Edificações, Marcus Maurício de Souza Tesserolli; a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes; o diretor-presidente da Funeas, Marcello Augusto Machado; o diretor-presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná, César Amin Pasqualin; e o diretor corporativo do Complexo Hospital Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro. (Com AEN)
O trabalho integrado das polícias no combate ao tráfico de drogas no Estado resultou em um aumento de 13,5% na quantidade de drogas apreendidas (maconha, cocaína e crack) no primeiro semestre de 2021, se comparado ao mesmo período de 2020.
De acordo com o balanço da Secretaria de Segurança Pública, de janeiro a junho deste ano foram apreendidas 134 toneladas dessas drogas, além de 20,3 mil comprimidos de ecstasy e 13,1 mil pontos de LSD (sintéticas). Em 2020, no mesmo período, foram 118 toneladas.
“A interceptação desta grande quantidade de drogas no primeiro semestre é fruto do planejamento integrado e trabalho diuturno das forças de segurança estaduais, e que contam com o apoio das forças federais. A Polícia Militar tem ampliado seu efetivo nas ruas para atuação ostensiva e preventiva, da mesma forma que a Polícia Civil tem promovido grandes operações de repressão qualificada”, afirmou o secretário Romulo Marinho Soares.
O relatório aponta a quantidade de drogas apreendidas em cada um dos 399 municípios do Estado. A maconha, como em outros semestres, foi a mais interceptada. Ao todo foram 131 toneladas, 13,6% a mais do que o mesmo período do ano anterior (115,4 toneladas).
Algumas cidades da região Oeste do Paraná tiveram aumento expressivo nas apreensões de maconha. O município de Toledo teve a maior, com mais de 17,1 toneladas. Em Foz do Iguaçu, as forças policiais retiram de circulação 13,7 toneladas, e em Cascavel, 8,8 toneladas.
Ainda na região Oeste, somente em uma abordagem em operação contra o tráfico de drogas, no início de junho, policiais civis apreenderam mais de 2 toneladas de maconha, em São Miguel do Iguaçu. Já a Polícia Militar, também em uma abordagem, em Santa Helena, apreendeu mais de uma tonelada.
“Foram retiradas das ruas e rodovias paranaenses e, até de outros estados, porque as drogas circulam, grande quantidade de maconha, sem contar cocaína, crack e outras drogas ilícitas. Isso se deve ao trabalho de inteligência da Polícia Militar, à participação dos efetivos especializados e dos regulares”, destacou o coronel Hudson Teixeira, comandante-geral da PM.
COCAÍNA – Ainda segundo os dados, 2 toneladas de cocaína foram impedidas de circular no Paraná de janeiro a junho, aumento de 11% de apreensão na relação com 2020 (1,8 tonelada). Os municípios que tiveram maior apreensão foram Santa Fé (472 quilos) e Umuarama (457 quilos), no Norte e Noroeste do Paraná, respectivamente.
CRACK – Já em relação ao crack, as forças policiais estaduais retiraram de circulação cerca de 558 quilos. No entanto, o número é menor (-28,3%), se comparado ao mesmo período do ano passado, com 779,39 quilos. A cidade de Guaíra, no extremo Oeste, teve a maior quantidade de crack apreendida (132,07 quilos), seguida de Londrina (99,19 quilos).
Para o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach, o investimento em tecnologia, aliado à atividade de inteligência da Polícia Civil, vem contribuindo significativamente para o aumento nas apreensões de drogas.
“Estamos atacando em vários pontos específicos por meio do trabalho de inteligência, com o uso de tecnologia e isso tem proporcionado maior velocidade no cruzamento de dados, nas análises e na identificação de criminosos atuantes no tráfico de drogas. O resultado desse investimento, aliado à agilidade e capacitação do policial, tem possibilitado aumento nas apreensões de drogas”, disse.
SINTÉTICAS – As apreensões de drogas sintéticas (ecstasy e LSD) também tiveram aumento no Paraná. De acordo com o relatório, o recolhimento de LSD subiu de 8.812 pontos em 2020 para 13.122 pontos em 2021, crescimento de 48,9%. Já as apreensões de ecstasy caíram 21,6% (de 25.964 comprimidos para 20.348).
CAPITAL – Na Capital também houve apreensão massiva de ilícítos, mais de 2,6 toneladas, incluindo maconha, cocaína e crack. Só de maconha foram retiradas de circulação 2,3 toneladas. De cocaína e crack, 144,77 e 98,27 quilos, respectivamente. Foram apreendidos, ainda, 6.308 comprimidos de ecstasy e 4.044 pontos de LSD. (Com AEN)
Um projeto que gera energia a partir do biogás desde 2006 no Oeste do Paraná agora dá mais um passo importante na inovação tecnológica e de operação para a geração descentralizada de energia elétrica, a chamada geração distribuída.
Por meio de uma parceria entre Copel e Itaipu, a partir desta semana, a Granja Colombari, em São Miguel do Iguaçu, formará uma microrrede de abastecimento para sua propriedade e outras três unidades consumidoras vizinhas, ampliando a segurança energética no campo. A iniciativa é pioneira no País.
Com a implantação da microrrede, em uma eventual falha no sistema de distribuição da Copel, a unidade geradora será isolada de forma automática do sistema e poderá alimentar a área durante o período de contingência. Um teste da operação de ilhamento da região foi realizado com sucesso há duas semanas, como resultado de um trabalho de três anos, viabilizado por um protocolo de intenções firmado entre a concessionária de distribuição e a usina binacional.
Agora, um acordo de operação está sendo celebrado entre o cliente autogerador, o Parque Tecnológico de Itaipu e a Copel, com o objetivo primordial de estabelecer os procedimentos operativos e garantir a segurança. O CIBiogás também é parceiro da iniciativa.
"É um projeto que estamos tratando com bastante atenção, pois entendemos ser um ponto chave para o aproveitamento máximo da geração distribuída, principalmente na área rural", afirma o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Omori.
"É o embrião de um sistema que pode funcionar em vários níveis de potência, com várias fontes geradoras, e chegar a se expandir por toda a área de concessão da Copel, e até para o Brasil como um todo", detalha.
“A Itaipu buscou, por meio desse projeto, atender a dois de seus objetivos estratégicos: a preservação dos recursos hídricos da região, necessários para a produção de energia, e o emprego de fontes de energia renovável, visando a diminuição da poluição ambiental”, afirma o diretor de Coordenação da Itaipu, Luiz Felipe Carbonell. “Ao utilizar rejeitos da cadeia local de proteínas para a produção de bioenergia, e o aproveitamento dessa geração de forma distribuída por meio de um microgrid, preserva-se a natureza e assegura-se a disponibilidade de energia ao produtor, de forma complementar à rede pública”.
SUSTENTABILIDADE – O projeto dá destino aos dejetos suínos da propriedade, que faz divisa com o Parque Nacional do Iguaçu. As fezes e urina dos porcos vão para um tanque, e durante 20 a 30 dias passam por um tratamento para deixar de serem poluentes, reduzindo em 90% a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa. No final do processo, são gerados dois produtos ecológicos: o biogás, destinado à geração de energia elétrica, e o biofertilizante, que vai para a irrigação do pasto.
Com a implantação desse sistema, a propriedade rural em questão transformou um passivo ambiental em fonte de energia, que adicionalmente substituiu o uso de óleo diesel para tocar o maquinário. Agora, os próprios resíduos garantem a energia que move toda a produção, e o excedente é injetado na rede da Copel. A propriedade tem aproximadamente 5 mil suínos e 350 bovinos para pecuária de corte, cujos dejetos alimentam uma miniusina com potência instalada de 75 kW (quilowatts).
HISTÓRICO – A Copel foi a primeira concessionária de energia no País a contratar esse tipo de fornecimento de energia, denominado geração distribuída, por meio de um edital publicado em 2008. A experiência no Oeste paranaense, que já vem sendo apoiada pela Copel e pela Itaipu desde aquela época, serviu de parâmetro para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pudesse regular as questões operacionais e comerciais envolvidas na geração distribuída, com a publicação da Resolução Normativa 482/2012, que hoje permite a compensação da energia injetada pelos geradores na rede.
Recentemente, a concessionária obteve permissão da agência reguladora para buscar a contratação de geradores para a formação de microrredes, como esta que está entrando em funcionamento em São Miguel do
Iguaçu. A Aneel já realiza audiências públicas para buscar estabelecer regras para este modelo de arranjo, que beneficia o consumidor final com maior segurança contra as quedas de energia. (Com AEN)
O Paraná foi o terceiro Estado do País com maior crescimento na produção industrial em julho. O avanço foi de 3,3% de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal-Regional (PIM-PF-Regional), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (09) – apenas Bahia (6,7%) e Espírito Santo (3,7%) tiveram desempenho superior no período. Em relação à Região Sul, Santa Catarina (-1,5%) e Rio Grande do Sul (-1,7%) apresentaram retração, acompanhando a média brasileira, que ficou em -1,3% no mesmo recorte.
“Esses números são relevantes porque reforçam uma vez mais que as medidas tomadas pelo Governo do Estado para reaquecer a economia em razão da pandemia da Covid-19 surtiram efeitos. A retomada está realmente acontecendo, com a abertura de mais de 132 mil empregos com carteira assinada no ano e mais de R$ 50 bilhões em investimentos privados desde 2019," destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
No comparativo com julho do ano passado, um dos períodos mais severos da pandemia, o crescimento da indústria paranaense foi de 8,2%, novamente o terceiro melhor resultado do País, atrás somente de Espírito Santo (9,4%) e Minas Gerais (8,6%).
Já no acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2020 a julho de 2021), o Estado também apresentou resultado positivo, com crescimento de 11,5% em relação ao período exatamente anterior (julho de 2019 a agosto de 2020), o sexto principal desempenho do Brasil.
“Além de incentivar a chegada de novos investidores, nós como Estado buscamos favorecer, acabando com a burocratização da máquina pública, o que facilita a tomada de ações. O Paraná tem um bom ambiente para atrair investimentos”, ressaltou Ratinho Junior.
MÊS A MÊS – Segundo o levantamento mensal do IBGE (variação entre julho de 2020 e de 2021), o crescimento foi impulsionado pelos bons resultados da fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (83%); máquinas e equipamentos (52,6%), produtos de metal (18,5%), celulose, papel e produtos de papel (6,8%), produtos de minerais não-metálicos (3,9%) e produtos de madeira (2,9%).
O incremento em julho acompanha uma série de bons resultados do Paraná ao longo dos últimos períodos analisados. Mês a mês, sempre em relação ao mesmo recorte do ano anterior, a expansão industrial foi de 8,2% em julho/2021; 7,5% em junho/2021; 23% em maio/2021; 54,3% em abril/2021; 16,9% em março/2021; 3,5% em fevereiro/2021; e 11,5% em janeiro/2021.
NACIONAL – Com a queda de 1,3% da indústria nacional de junho para julho de 2021, na série com ajuste sazonal, sete dos 15 locais pesquisados pelo IBGE apresentaram taxas negativas, com destaque para o Amazonas (-14,4%). São Paulo (-2,9%), Minas Gerais (-2,6%), Pará (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,7%), Santa Catarina (-1,5%) e Rio de Janeiro (-1,4%) completaram o conjunto de locais com recuo na produção nesse mês.
Já a Bahia (6,7%) apontou a maior alta nesse mês. Espírito Santo (3,7%), Região Nordeste (3,4%), Paraná (3,3%), Pernambuco (2,5%), Ceará (1,5%), Mato Grosso (1,1%) e Goiás (0,8%) assinalaram os demais resultados positivos.
Na comparação com julho de 2020, o setor industrial nacional cresceu 1,2%. (Com AEN)
O Paraná deve receber a partir da próxima quarta-feira (15) vacinas contra a Covid-19 direcionadas para o início da imunização de adolescentes de 12 a 17 anos, e dose reforço para idosos e imunossuprimidos. A informação foi confirmada pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (9), onde anunciou que o Paraná já atingiu mais de 90% da população adulta vacinada com pelo menos uma dose.
“A vacinação dos adolescentes e a dose reforço em pessoas mais vulneráveis ao vírus irá aumentar o escudo imunológico contra a doença em todo o Estado, salvando centenas de vidas”, disse o secretário.
A estimativa de quantas pessoas estão elencadas nestes grupos está sendo discutida entre a Secretaria e o Ministério da Saúde e deve ser formalizada nos próximos dias.
Segundo Beto Preto, o Estado deve iniciar as novas estratégias assim que chegarem as doses destinadas para este fim. “As doses específicas para adolescentes e reforço devem ser enviadas nas pautas de distribuição realizadas a partir da semana que vem. Não há como fixar uma data para este início porque dependemos do envio do Ministério da Saúde, mas descentralizaremos para os municípios assim que chegarem e faremos chegar até o braço dos paranaenses”, afirmou.
ADOLESCENTES – A inclusão de adolescentes de 12 a 17 anos no Plano Nacional de Imunizações (PNI) foi formalizada pelo Ministério da Saúde por meio da nota técnica nº 36/2021.
A orientação do governo federal determina que seja utilizado exclusivamente o imunizante Comirnaty, da fabricante Pfizer, obedecendo a seguinte ordem de prioridade: deficiências permanentes, comorbidades, gestantes e puérperas, privados de liberdade e, por fim, adolescentes sem comorbidades.
O documento considera que o avanço da vacinação no País permitiu a conclusão da vacinação dos grupos prioritários e que há previsão de que até 15 de setembro a pasta conclua o envio de doses suficientes para vacinar 100% da população maior de 18 anos com pelo menos a primeira dose.
REFORÇO – O governo federal deve enviar doses adicionais para reforço do esquema vacinal em idosos acima de 70 anos (que tenham recebido a segunda dose ou dose única há pelo menos seis meses) e imunossuprimidos (pessoas com sistema imunológico mais enfraquecido e vulnerável a infecções) também a partir do dia 15.
A administração da dose reforço ou 3ª dose foi orientada pelo Ministério da Saúde na nota técnica nº 27/2021. O documento destaca que “neste momento é preciso reconsiderar as estratégias de vacinação em determinados grupos de maior vulnerabilidade, visto que está sendo observado um incremento de morbimortalidade nas últimas semanas nestes públicos”.
A publicação também considera que idosos e indivíduos com alto grau de imunossupressão apresentaram menor proteção pelo esquema padrão da vacinação aos mais diversos tipos de imunizantes e que existe a necessidade de urgência da adequação do esquema vacinal nestes grupos devido ao risco elevado de complicações e óbitos pela Covid-19.
A vacina a ser utilizada como dose adicional deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca).
MAIS DOSES – Ainda nesta quinta-feira (9), o Paraná recebeu mais 158.900 vacinas. Pela manhã, 100.400 CoronaVac/Butantan desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais.
Já no período da tarde, 58.500 doses da Pfizer foram entregues no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Destes imunizantes, 108.700 são destinados à primeira dose (D1) e 50.200 para segunda aplicação (D2). As vacinas fazem parte da 49ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde.
O Estado deve iniciar a distribuição de mais vacinas para as 22 Regionais de Saúde nesta sexta-feira (10). O novo envio deve conter grande parte das doses recebidas entre sábado e quinta-feira (9). Ao todo, o Paraná recebeu 619.310 vacinas nestes dias, sendo 361.720 D2 e 257.590 D1.
Além destas, o Estado mantém armazenadas 338.200 doses da CoronaVac/Butantan recebidas durante o fim de semana, após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para verificação da carga em razão da mudança no processo fabril do imunizante no Instituto Butantan. A Sesa aguarda definição do órgão para destinação dos imunizantes.
INSUMOS – O Governo do Estado também recebeu 2.401.500 seringas descartáveis, seringas com agulha e slip com agulha, além de 636.330 diluentes. Os insumos foram enviados pelo Ministério da Saúde e serão descentralizados para os municípios para dar continuidade à vacinação.
VACINÔMETRO – Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.401.637 vacinas contra a Covid-19, sendo 7.621.629 D1, 320.884 doses únicas (DU) e 3.459.124 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu 91% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas, com pelo menos uma dose. (Com AEN)
O Paraná vai receber mais 158.900 vacinas contra a Covid-19 nesta quinta-feira (9), referente à 49ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde.
A primeira remessa, com 100.400 imunizantes da CoronaVac/Butantan é destinada à primeira e segunda doses (D1 e D2) e deve desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 10h25, no voo G31126.
Na sequência, às 12h55, no voo LA 3443, o lote será finalizado com 58.500 doses da Pfizer/BioNTech para primeiras doses (D1). Os imunizantes serão encaminhados ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento, até que sejam repassados às Regionais de Saúde.
Desde segunda-feira (6), o Paraná já recebeu 272.610 doses da Pfizer/BioNTech, referente à 48ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde (115.782 na segunda e 156.828 na quarta). O encaminhamento destas remessas para as Regionais deverá ser definido nos próximos dias.
Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.347.173 vacinas contra a Covid-19, sendo 7.612.649 D1, 320.825 doses únicas (DU) e 3.414.567 D2.
Os dados também mostram que 90,97% dos paranaenses já receberam pelo menos uma dose da vacina ou dose única, e que 42,83% já receberam a segunda dose ou dose única. (Com AEN)




























