O inverno inicia-se oficialmente em 21 de junho, mas as temperaturas baixas já estão ocorrendo em várias cidades do Paraná. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), nesta segunda dia (24) foi registrada a menor temperatura do ano em muitas cidades. Em pelo menos 14, a semana começou abaixo de 5º C. Com frio intenso e previsão de geada, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lembra os clientes que os cuidados com o hidrômetro são ainda mais necessários.
O medidor de água, chamado pela população de “relógio”, pode ser danificado e até mesmo romper. As baixas temperaturas favorecem o congelamento da água dentro dos canos, fazendo com que estourem. Além de transtornos para a Sanepar, que precisa substituir os hidrômetros, também o cliente é prejudicado, podendo ter problemas com vazamentos e ficar sem água até que o equipamento seja trocado.
A proteção do hidrômetro pode ser feita com caixa de papelão, plástico, lona ou madeira. Podem ser usados outros tipos de materiais que impeçam o acúmulo de gelo sobre o hidrômetro e o encanamento, desde que não fiquem em contato direto com a estrutura. O material deve ser de fácil remoção para que o leiturista faça a medição.
Frio intenso e geada – O Simepar explica que uma massa de ar frio e seco sobre o estado desde domingo (23) causou as menores temperaturas do ano em diversas estações meteorológicas do instituto.
De acordo com o Sistema, ainda não houve temperaturas negativas, mas foram registrados núcleos muito frios no Oeste (Cascavel e Toledo), no Centro (Guarapuava), nos Campos Gerais (Telêmaco Borba) e no Norte Pioneiro (Cambará). Na Região Metropolitana de Curitiba as mínimas oscilaram entre 4,8 °C na Lapa e 6,7 °C em Curitiba. A semana começou com tempo estável em todo o Paraná e as temperaturas devem permanecer baixas.
Há previsão de frio mais rigoroso e ocorrência de geadas nas regiões Sudoeste, Sul, Centro-Sul, Campos Gerais e sul da Grande Curitiba. (Fonte/foto: Assessoria Sanepar)
O Hospital Universitário do Oeste do Paraná abre inscrições para Processo Seletivo Simplificado (PSS) aberto para formação de cadastro de reserva, nessa terça dia (25).
São vagas para nível superior: Enfermeiro, Técnico de Enfermagem e Engenheiro de Segurança do Trabalho. Os salários variam de R$ 3.423,52 a R$ 6.261,99.
As inscrições podem ser feitas através do site http://www.unioeste.br/concursos, no período de 25 de maio até as 23h59min do dia 21 de junho, sendo o dia 22 de junho, o último prazo para recolhimento da taxa. O valor da taxa de inscrição para a função de Nível Superior é de R$ 150,00, e para Nível Médio é de R$ 100,00.
A prova escrita será realizada no dia 11 de julho, nos locais a serem divulgados em edital específico.
Mais informações estão disponíveis no edital: https://www.unioeste.br/portal/interno/agentes-universitarios-pss/1546-2021/57158-1-pss-2021-agente-universitario.
(Com Assessoria H.U Cascavel).
Mais 600 escolas estaduais espalhadas por 200 cidades paranaenses retomarão as atividades presenciais a partir de segunda-feira (24), de acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed). Ao todo, 40 mil alunos voltarão às salas de aula.
O retorno presencial na rede pública estadual começou, de forma gradativa, no dia 10 de maio. À época, cerca de 200 escolas retomaram as atividades por meio do modelo híbrido.
A rede estadual de ensino do Paraná tem 2,1 mil escolas e mais de 1 milhão de alunos. A maior parte destes estudantes estão com aulas remotas desde março de 2020, por causa da pandemia.
O retorno das atividades presenciais é facultativo, ou seja, os pais e responsáveis pelos alunos podem escolher se enviarão os estudantes para escolas ou se irão mantê-los no ensino remoto.
A Seed disse que está ajustando a lista de escolas conforme os decretos municipais. Por causa disso, os nomes dos colégios não foram divulgados.
Protocolos de segurança
O modelo híbrido prevê que parte das aulas aconteçam presencialmente e outra parte pela internet. Segundo o governo, as salas de aula onde o modelo hibrido for realizado estarão equipadas com acesso à internet e computador.
De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, também serão seguidos os seguintes protocolos:
Distanciamento de 1,5 metro entre os alunos;
Disponibilização de álcool em gel para estudantes e funcionários das escolas;
Uso obrigatório de máscara dentro do colégio;
Aferição de temperatura na entrada das escolas;
Termo de autorização assinado pelo responsável legal.
Segundo o secretário da Educação, Renato Feder, os alunos que não têm estrutura de internet para acompanhar as aulas pela internet de casa serão priorizados para as atividades presenciais. (Com G1)
Uma festa clandestina com cerca de 500 pessoas foi encerrada em uma chácara, às margens da BR-369, em Cascavel, no oeste do Paraná, na noite de sábado (22), segundo a prefeitura.
Conforme a assessoria da prefeitura, a Vigilância Sanitária esteve no local durante a fiscalização e, com auxílio da Polícia Militar (PM) e Guarda Municipal (GM), o evento foi cancelado.
"Não vamos tolerar excessos. O comércio em si não pode ser penalizado por poucos. Eventos sociais com cuidados podem acontecer, mas esse tipo de festas sem o menor cuidado, sem distanciamento não serão mais aceitos. As fiscalizações seguirão acontecendo e as medidas necessárias adotadas", disse o responsável pelo comitê de crise, Thiago Stefanello.
Conforme a vigilância sanitária, a festa não foi autorizada pelo município, pois não seguia nenhum tipo de protocolo de prevenção à Covid-19.
De acordo com a legislação vigente, eventos em Cascavel podem ocorrer em locais com alvará em dia, com a capacidade de até 50% do local, sendo proibida a abertura de pista para dançar e com encerramento até as 0h.
O evento deve ocorrer com a ocupação de mesas sem a circulação de pessoas. Se as medidas não forem cumpridas, os locais serão fechados e os responsáveis punidos.
Conforme Stefanello, na segunda-feira (24), o Comitê de Crise Covid-19 vai analisar todos os relatórios, videos, imagens, e analisar sobre novas restrições na cidade.
Pandemia em Cascavel
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, até sábado, Cascavel registrou 34.040 casos confirmados do novo coronavírus e 695 mortes pela Covid-19. A cidade conta com 459 casos ativos.
No sábado, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto atingiu 99% nas alas Covid-19, em Cascavel, conforme a prefeitura.
Na macrorregião oeste, a lotação era de 98,2% dos leitos de UTI para pacientes com a doença.
Medidas restritivas
O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos (PSC), informou, na semana passada, que o município não estava seguindo o decreto estadual porque a cidade já contava com decretos com medidas sanitárias e confiava na maturidade da população para evitar o avanço da Covid-19.
Na segunda-feira (24), serão avaliadas as medidas adotadas pelos moradores nos últimos dias para definir um novo decreto.
De acordo com o município, as fotos e vídeos registrados em festas e estabelecimentos no fim de semana servirão como provas para notificações, multas e até lacre dos locais. (Com G1)
O Paraná registrou queda em mortes violentas intencionais (MVI) no primeiro trimestre deste ano. O número de homicídios dolosos, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e feminicídio caiu 13,3% em comparação com o mesmo período de 2020, de 645 para 559, ou seja, 86 ocorrências a menos.
Além disso, em 65% dos municípios paranaenses não houve registro de mortes violentas. Dos 399 municípios, 260 não tiveram ocorrências. Em 2020, no mesmo período, foram 236 municípios (59%) sem casos.
O balanço da Secretaria de Estado da Segurança Pública foi divulgado nesta segunda-feira (24).
O secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, afirma que a redução se deve a uma estratégia específica de combate aos homicídios por meio de operações policiais. “Devido a um pequeno aumento de homicídios em algumas cidades no ano passado, a Segurança Pública começou a estudar e aplicar operações policiais contra o tráfico de drogas. Combatendo o tráfico de drogas, se combate também o homicídio”, disse o secretário.
O número de homicídios dolosos no primeiro trimestre deste ano caiu 13,6%, de 593 para 512. Houve queda de 20% nos roubos com morte (de 15 casos para 12). Já a lesão corporal seguida de morte aumentou 15,3% ao se comparar com o mesmo período do ano anterior (de 13 casos para 15).
“Nosso trabalho é muito qualitativo e tem sido muito eficiente. Usamos o georreferenciamento e estatística e, por isso, as operações não param no Paraná”, afirmou Marinho. “Toda semana desencadeamos uma ação nova para, justamente, reduzir os homicídios no Estado. E temos conseguido êxito com essas ações”.
FEMINICÍDIO – Também houve queda no número de feminicídios. A redução foi de 16,6%, de 24 casos para 20. O balanço de vítimas de feminicídios no Paraná passou a ser divulgado pela Secretaria da Segurança Pública no Relatório de Crimes Relativos à Mortes em maio de 2020. A informação antes era divulgada junto com os dados de homicídios e agora tem uma coluna específica, o que torna mais transparentes os dados sobre esta modalidade de crime.
POLÍCIAS – A presença ostensiva da polícia nas ruas é um dos fatores que contribui para a redução de mortes violentas intencionais, além de ajudar no combate a outros crimes que giram em torno deles, segundo o subcomandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Rui Noé Barroso Torres.
“Atribuímos esses números positivos às operações de caráter ordinário e extraordinário, além do policiamento que está nas ruas diuturnamente. Podemos dizer que, seguramente, grande parte dos crimes contra a vida orbita em torno de outras práticas delituosas, como é o caso do tráfico de drogas”, disse.
A integração das forças da segurança tem sido um dos aliados para a redução de mortes violentas intencionais, conforme o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach. “Esses resultados, que geraram quedas nos índices criminais se devem à integração cada vez maior. Hoje realizados ações cirúrgicas em áreas de interesse operacional e que são mapeadas através da atividade de inteligência, o que proporciona uma atuação conjunta das forças policiais naqueles aspectos que têm uma relação direta com as mortes violentas”, explicou.
ÁREAS – Das 23 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) do Paraná, 14 registraram queda nos índices de mortes violentas intencionais no primeiro trimestre 2021, sendo que em cinco delas houve redução igual ou superior a 50%. São elas: 16ª AISP Paranavaí (que abrange 34 municípios do Noroeste), 55%; a 18ª (Apucarana, que abrange 26 municípios do Vale do Ivaí, 70%; a 20ª (Londrina, que corresponde a cinco municípios do Norte) 57%; a 21ª (Cornélio Procópio, abrange 20 munícipios do Norte) 50%; e a 23ª (Jacarezinho, que abrange 22 municípios do Norte Pioneiro), 63%.
A redução mais expressiva em todo o Estado foi na AISP de Apucarana, onde houve redução de morte violentas intencionais em 70%, de dez para três casos. Em números absolutos, a maior diminuição foi na 1ª AISP de Curitiba, que se refere apenas à Capital, onde houve 31 mortes a menos, de 88 para 57 registros.
CAPITAL – Acompanhando a tendência do Paraná, Curitiba reduziu os registros de mortes violentas intencionais neste ano. Em homicídio doloso, por exemplo, houve redução de 32,25% (de 80 para 55).
Não houve casos de feminicídio e nem de lesão corporal seguida de morte. No ano passado, mesmo período, houve um feminicídio e seis casos de lesão corporal seguida de morte. Já os casos de roubo seguido de morte aumentaram de um caso no primeiro trimestre do ano passado para dois no mesmo período de 2021.
Dos 75 bairros de Curitiba, 51 deles (68%) não registraram homicídios nos primeiros três meses de 2021, o que representa aumento de 11% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando 45 bairros não tiveram registro de morte violentas intencionais. (Com AEN)
Pesquisas ainda em andamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, apontam para um cenário de oferta limitada de leite no campo devido ao clima seco e à elevação dos custos de produção.
Assim, a expectativa é de que o movimento de valorização ganhe força já no pagamento de maio (que se refere à captação de abril), de modo que, na Média Brasil, os preços devam ultrapassar o patamar de R$ 2,00/litro.
Como é de se esperar, o menor volume de chuvas nesta época do ano diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, afetando negativamente a alimentação volumosa do rebanho e a produção de leite. Com a oferta reduzida, observa-se a elevação sazonal dos preços no campo entre março e agosto.
Contudo, neste ano, a seca tem sido mais intensa, atingindo com gravidade importantes bacias leiteiras do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do País. Além das pastagens, a falta de chuvas tem diminuído também a produtividade das lavouras de milho e a qualidade da silagem de produtores de leite. Para agravar a situação, os custos de produção vêm registrando altas consecutivas. Insumos importantes para a produção de volumoso, como adubos e fertilizantes, são importados, e a desvalorização cambial tem elevado as cotações desses produtos.
Ao mesmo tempo, os custos com concentrado continuam elevados, refletindo a menor disponibilidade de grãos no mercado interno Assim, mesmo com a valorização do leite no campo, a margem do produtor tende a continuar prejudicada. A dificuldade em manter a atividade rentável tem levado muitos produtores a aumentar o abate de vacas, uma vez que as cotações no mercado de corte estão atrativas.
Contudo, o descarte de vacas é um indicador de que a produção de leite deve demorar a se elevar, mesmo diante do estímulo dos preços, o que deve reforçar o cenário de limitação da oferta nos próximos meses. Além disso, como já se tem observado, a desvalorização do Real frente a outras moedas tem limitado as importações de lácteos, favorecendo a maior competição entre indústrias pela matéria-prima. Como reflexo, o preço do leite no mercado spot de Minas Gerais subiu 1,7% entre a primeira e a segunda quinzena de abril e mais 7,5% na primeira quinzena de maio (atingindo a média de R$ 2,20/litro). A oferta limitada de leite impactou negativamente os estoques de derivados lácteos nas indústrias e atacados em abril. A pesquisa do Cepea realizada com apoio financeiro da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostrou que os laticínios têm conseguido repassar a alta da matéria-prima aos derivados.
No entanto, o menor poder de compra do consumidor e a pressão dos canais de distribuição limitaram maiores valorizações. É importante frisar que o aumento do desemprego, a elevação da inflação e o avanço da pandemia têm fragilizado a demanda, o que pode frear a intensidade da valorização do leite no campo, mesmo no contexto de baixa disponibilidade e custos elevados. (Com Jornal Expoente)








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