O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, investe para proporcionar novas oportunidades aos adolescentes em conflito com a lei. Somente de 2019 a 2021, período da atual gestão no governo estadual, foram destinados ao Departamento de Atendimento Socioeducativo (Dease) cerca de R$ 134 milhões em materiais pedagógicos, aquisição de novos veículos, equipamentos de segurança, rádio comunicadores, computadores e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para prevenir a infecção do coronavírus.
Também foram feitas novas obras de melhorias na estrutura, com construção de novas unidades, reformas e manutenção dos Centros de Socioeducação e das Casas de Semiliberdade.
A política de investimentos no Departamento de Atendimento Socioeducativo visa valorizar os servidores e melhorar cada vez mais a qualidade do serviço. “Os investimentos proporcionam um avanço na política da socioeducação e beneficiam os adolescentes e os servidores”, afirma o secretário Ney Leprevost. Um exemplo é o do adolescente do Cense Londrina II, que foi aprovado no vestibular e vai cursar faculdade de Matemática.
“Nossa prioridade é oferecer uma segunda oportunidade aos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e mostrar, através da educação, atividades pedagógicas, artes e esporte, que existe um novo caminho a ser seguido”, afirma. “Lembrando que o investimento traz melhorias não só aos adolescentes, mas também ao dia a dia dos servidores que atuam no sistema socioeducativo e se empenham neste processo de transformação de vidas”, complementa o secretário.
RECURSOS - Os recursos destinados à área socioeducativa são originários de parcerias com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente e do Tesouro do Estado.
O Dease coordena e executa a política estadual de atendimento socioeducativo a adolescentes e jovens em conflito com a lei, bem como de seus familiares. Além dos investimentos, outra ação da Secretaria da Justiça é a interlocução e criação de um Grupo de Trabalho visando a elaboração de propostas para reformular a Gratificação de Atividade em Unidade Penal e Correcional Intra Muros (GADI) e as distribuições de cargos e funções no QPPE na Socioeducação.
Esse grupo de trabalho tem como proposta construir o projeto de lei que transforma em cargo o que é hoje função de Agente de Segurança Socioeducativo, permanecendo no Quadro Próprio do Poder Executivo (QPPE). A proposta está tramitando na Secretaria da Fazenda, de onde será encaminhada à Casa Civil, e depois segue para a Assembleia Legislativa para aprovação.
O agente socioeducativo receberá em substituição à GADI o Adicional de Atividade Socioeducativa (AAS) de forma permanente. Ou seja, esse benefício será incorporado à aposentadoria. Considerando o estudo realizado pelo Grupo de Trabalho, a transformação não implicará em aumento de despesa pois o AAS será exatamente o mesmo valor pago atualmente à GADI.
De acordo com o chefe do Departamento de Atendimento Socioeducativo, David Antônio Pancotti, este foi mais um avanço nas melhorias propostas para os servidores da área. (Com AEN)
O Paraná receberá nos próximos dias mais 397.690 doses de vacinas contra a Covid-19, referentes à 22ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde. São 37.440 da Cominarty, da parceria Pfizer/BioNtech, e 360.250 da Covishield, da união entre Fiocruz/AstraZeneca/Oxford.
Segundo o informe técnico do governo federal, as doses são destinadas às primeiras aplicações em grupos prioritários já contemplados e, pela primeira vez, povos e comunidades tradicionais e ribeirinhos.
Ainda não há data de envio. Assim que chegarem ao Estado, as doses serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para separação. Em seguida vão para as Regionais de Saúde com apoio das aeronaves do Governo.
Da pauta da Pfizer, são 33.743 doses para pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente, maior grupo prioritário em processo de vacinação, e 152 para trabalhadores do transporte aéreo. O restante é da reserva técnica.
Elas são parte de um lote de 629,4 mil doses que chegou ao País no dia 26 de maio. Ainda nesta semana a fabricante deve encaminhar ao Brasil mais 2,4 milhões de doses como parte do contrato de entrega de 100 milhões até o fim do terceiro trimestre.
Da pauta da Covishield são 289.662 vacinas para pessoas com comorbidades e com deficiência permanente, 33.811 para trabalhadores da educação do Ensino Básico (estreia desse grupo, já atendido no Estado desde meados de maio, na pauta federal) e 740 para povos e comunidades tradicionais e ribeirinhas, além da reserva.
É parte de uma distribuição de 5,9 milhões de doses entregues na sexta-feira (28) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O laboratório da entidade, no Rio de Janeiro, recebeu Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) no mês passado para dar continuidade ao processo de fabricação dos imunizantes.
VACINÔMETRO – O Paraná aplicou até esta terça-feira (1) 3.721.565 doses na população, sendo 2.543.062 com a primeira dose (mais de 50% do grupo prioritário) e 1.178.503 com a segunda (imunização completa). Os números são do vacinômetro do governo federal, atualizado em tempo real pelos municípios.
O Estado já imunizou idosos, idosos institucionalizados, trabalhadores da saúde, indígenas, quilombolas e está imunizando pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas, trabalhadores da educação, trabalhadores da segurança, Forças Armadas, portuários, aeroportuários, trabalhadores da assistência social e em breve iniciará a imunização na população em geral, de 18 a 59 anos. (Com AEN)
Mais da metade do grupo prioritário estabelecido pelo Ministério da Saúde recebeu a primeira dose (D1) da vacina contra a Covid-19 no Paraná. De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), o Estado alcançou nesta segunda-feira (31) a marca de 2.512.993 pessoas imunizadas com a aplicação inicial. O quantitativo equivale a 52,2% do conjunto formado por 4.812.142 paranaenses.
Desses, 1.172.102 concluíram o ciclo vacinal (24,3%), garantindo também a segunda dose (D2) e a proteção por completo. No total, os 399 municípios do Paraná aplicaram 3.685.095 doses.
“Contamos com a colaboração de todos os municípios para que possamos vacinar cada vez mais paranaenses”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Números que devem avançar significativamente nos próximos dias com a distribuição de mais vacinas por parte do Governo do Estado. Nesta segunda-feira, a Secretaria da Saúde encaminhou 37.440 doses produzidas pela Pfizer/BioNTech a 21 municípios paranaenses. Está prevista ainda a chegada nesta semana de uma nova remessa de imunizantes da AstraZeneca ao Paraná – a Fiocruz concluiu também nesta segunda a entrega de 6,5 milhões de doses ao governo federal.
Cronograma que permitiu ao Estado ampliar o alcance das pessoas a serem vacinas, com a recente inclusão de trabalhadores portuários, ligados à assistência social e população geral de 18 a 59 anos. “O objetivo do Estado e a orientação do nosso governador Ratinho Junior caminham juntos: descentralizar as doses rapidamente e fazer com que as vacinas cheguem até os paranaenses”, disse Beto Preto.
FAIXAS – Considerando os números absolutos, foram imunizados com a primeira dose 495.127 pessoas com idade entre 60 e 64 anos; 417.127 entre 60 a 64 anos; 347.624 trabalhadores da saúde; 305.203 entre 70 a 74 anos; 283.835 pessoas com comorbidades; 226.771 com mais de 80 anos; 207.957 entre 75 a 79 anos; e 52.256 trabalhadores da educação do ensino básico.
O painel aponta, ainda, que 34.196 primeiras doses foram destinadas para vacinar pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas; 16.912 para pessoas com doenças permanentes graves; 11.766 para forças de segurança e salvamento; 11.733 para gestantes e puérperas; e 9.209 para indígenas.
Além desses, também há registros de vacinação nos outros grupos prioritários elencados no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. O painel é abastecido com informações dos municípios.
CIDADES – Também em números absolutos, segundo a ferramenta do SUS, Curitiba foi a que mais imunizou, com 669.348 aplicações, levando em consideração as duas doses, seguida por Maringá (217.228), Londrina (213.823), Cascavel (112.867), São José dos Pinhais (105.216), Ponta Grossa (87.270), Foz do Iguaçu (81.395), Colombo (54.823), Guarapuava (51.763), Paranaguá (48.593), Arapongas (41.501) e Toledo (40.549).
Já o ranking da vacinação elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde aponta que proporcionalmente os municípios com maior taxa de proteção com a primeira dosagem são São Jorge d’Oeste (43,48%), Diamante do Norte (42,65%), Pontal do Paraná (40,13%), Kaloré (35,84%) e Bom Jesus do Sul (33,77%).
Em relação à segunda aplicação, Nova Santa Bárbara (23,54%), Nova Laranjeiras (22,31%), Diamante do Norte (20,26%), Tamarana (19,61%) e São Jorge d’Oeste (19,50%) foram os que mais avançaram. (Com AEN)
A Polícia Militar de Laranjal no último sábado dia 29, prestou atendimento em local de morte.
Primeiramente a PM recebeu ligação da Secretaria de Saúde de Laranjal após uma criança de 4 anos ter morrido por Traumatismo Craniano.
Em conversa com os pais do menino, eles relataram que ele ficou sozinho por um momento e subiu em uma porteira e ela caiu sobre ele.
Os pais socorreram o filho e o levaram rapidamente para o Posto de Saúde do Município. No entanto, a criança não resistiu aos ferimentos.
Diante dos fatos, a polícia acionou os órgãos competentes e o corpo da criança passou por necropsia no IML de Guarapuava e na sequência foi liberado aos familiares para velório e sepultamento.
A Polícia Civil instaurou um inquérito sobre a morte.
O Paraná tem jaca, e jaca em abundância, como revela um simples passeio pelas ruas de Altônia, na Região Noroeste.
Espalhados em algumas vias urbanas ou agrupados em fazendas na zona rural, os pés ocupam cerca de 15 hectares no município. São responsáveis por fazer da cidade de pouco mais de 22 mil habitantes a maior produtora da fruta no Paraná.
Foram 10 toneladas em 2019, de acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, cinco vezes mais do que os vice-líderes Barbosa Ferraz, Esperança Nova e Umuarama.
O título informal de Capital da Jaca substituiu a fama do passado de Rainha do Café. As histórias das duas culturas estão entremeadas, como gostam de contar em prosa e verso os mais antigos na cidade.
As jaqueiras começaram a surgir em Altônia como forma de dar conforto para os agricultores que passavam o dia na colheita de café. As árvores, conta o técnico em agropecuária da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Turismo, Paulo Cezar Lavaqui, eram plantadas à beira dos corredores nos cafezais para fazer sombra para os trabalhadores. Ali, embaixo do frondoso pé da fruta, podiam fazer as refeições e se refrescar escondidos do sol. Era o tal do sombra e água fresca.
As jaqueiras ainda serviam de quebra-vento para os pés de café, melhorando as condições da produção, o que agradava os “donos das terras”. “Assim a jaca entrou em Altônia, devagarinho, mas logo os proprietários das fazendas perceberam que poderiam ter lucro com a fruta”, diz o técnico.
O café morreu no município ainda na década de 1980 por doenças não controladas que acabaram com os pés. As jacas resistiram. Ficaram e agora dividem espaço com as culturas de limão, abacate e manga dentro de Altônia. Sempre no papel de coadjuvante. A eterna função de quebra-vento agora é feita para os pés de abacate.
CARNE DE JACA – O destino, contudo, parece começar a conspirar a favor da jaca. A fruta se transformou na queridinha de quem opta pela alimentação vegana/vegetariana, substituindo a carne. A expressão “carne de jaca” está em alta. E as receitas só evoluem. Tem coxinha de jaca, presunto, fricassê, risoto... A tradicionalíssima Vaca Atolada, por exemplo, tem a versão Jaca Atolada. E por aí vai.
É justamente esse filão da alimentação saudável que fez com que a cultura conseguisse ainda mais espaço na fazenda do produtor Ricardo Casemiro dos Santos. Ele percorre semanalmente os 640 quilômetros que separam Altônia de Curitiba para entregar jaca no Ceasa da Capital.
São 500 quilos por semana, parte considerável das cerca de 2 mil frutas (30 mil quilos) do município que abastecem o mercado paranaense – além de Curitiba, Guarapuava e Foz do Iguaçu são os outros principais compradores. No Ceasa a jaca de Altônia some rapidinho, ganhando o Brasil.
“Está na moda porque se tornou uma alternativa interessante e saudável à carne”, conta o agricultor, que se divide também entre as colheitas de abacate, limão e manga. “Sem contar que dá para comer in natura, fazer doces...”
Devaldir Antonio Vendramini é um antigo fã da jaca. Há 47 anos nas lavouras do Noroeste do Paraná, é personagem vivo do enredo histórico. Começou com café, plantou jaqueiras para ter sombra, e agora vê na fruta uma opção interessante para encorpar o faturamento com limão, abacate e laranja.
Segundo ele, um pé costuma levar entre cinco e seis anos para carregar. Mas a partir daí é só alegria. “Não demanda muitos cuidados e com uma árvore você consegue tirar até R$ 500 na colheita. Sem contar que pés com 40, 50 anos, continuam dando fruto”, afirma.
O período da colheita, diz, é entre setembro e março.
Com espaço reduzido, Vendramini costuma se juntar com a vizinhança para ter mais volume. Ali na região, revela, são 300 jaqueiras que garantem o abastecimento de jaca no Paraná.
SÉRIE – A jaca de Altônia faz parte da série de reportagens “Paraná que alimenta o mundo”, desenvolvida pela Agência Estadual de Notícias (AEN). O material busca mostrar o potencial do agronegócio paranaense. Os textos são publicados sempre às segundas-feiras. A previsão é que as reportagens se estendam durante todo o ano de 2021. (Com AEN)
O recorde na geração de empregos formais no Estado no primeiro quadrimestre de 2021 foi alcançado com a participação da grande maioria dos municípios paranaenses. O saldo de vagas foi positivo em 346 das 399 cidades, o que abrange 86% dos municípios. Em oito deles o número de demissões e de admissões foi o mesmo, com saldo igual a zero, e em apenas 45 houve redução nos postos de trabalho.
A informação consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, que registrou a criação de 87.804 vagas entre janeiro e abril no Paraná. Foi o melhor resultado para o período em 11 anos, posicionando o Estado como o quarto no País na geração de empregos.
“A política de atração de investimentos do Governo do Estado busca atender todas as regiões paranaenses, somada à força do setor produtivo, que mostra sinais de recuperação da crise causada pelo coronavírus. Esses fatores resultam no bom desempenho em geração de emprego na maioria das cidades do Paraná”, diz o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Especificamente em abril, 263 municípios (66%) fecharam o mês com saldo positivo, 22 registraram a mesma quantidade de contratações e desligamentos e em 114 houve mais demissões do que admissões. O Estado criou no último mês 10.019 vagas de emprego, com destaque para a indústria, que respondeu por quatro em cada dez vagas abertas no mês.
Curitiba foi terceira capital brasileira que mais gerou empregos no quadrimestre, com 17.739 postos, melhor resultado do Estado. É seguida por Cascavel (4.518), Maringá (3.478), Londrina (3.447), São José dos Pinhais (2.331), Araucária (2.285), Toledo (2.204), Apucarana (1.733), Ponta Grossa (1.771), Pato Branco (1.834), Cambé (1.342), Guarapuava (1.232), Umuarama (1.077), Ortigueira (1.046) e Pinhais (1.003).
Já no mês de abril o destaque ficou com Cascavel (1.060), Maringá (487), Pato Branco (371), São José dos Pinhais (356), Ortigueira (354), Apucarana (350), Araucária (325), Cambará (298), Cambé (278), Colorado (255), Toledo (251), Jandaia do Sul (247), Palotina (201), Paranaguá (192) e Campo Mourão (192).
12 MESES – A pandemia de Covid-19 chegou a derrubar o saldo de empregos em alguns meses do ano passado, situação que respingou no resultado do primeiro quadrimestre de 2020, quando houve saldo negativo de 22.424 vagas. Mas a recuperação iniciada nos meses seguintes, que fez com que o Paraná fechasse 2020 com o segundo melhor resultado do País, continuou neste ano.
No acumulado dos últimos 12 meses, o Estado abriu 165.170 vagas. Entre maio de 2020 e abril deste ano, 348 cidades, ou 87% dos municípios paranaenses, abriram novas vagas. Em três delas o total de contratações e demissões foi o mesmo e nas outras 48 o saldo de empregos foi negativo.
Os 15 municípios com o melhor resultado no período foram Curitiba (35.335), Ponta Grossa (7.508), Cascavel (6.803), Maringá (5.776), Londrina (5.722), Arapongas (3.443), Toledo (3.157), Guarapuava (3.049), Apucarana (2.897), Umuarama (2.808), Pato Branco (2.667), Araucária (2.583), Cambé (2.583), São José dos Pinhais (2.472) e Ortigueira (2.206). (Com AEN)








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