O Governo do Estado encaminha nesta sexta-feira (28) para as 22 Regionais de Saúde mais 352.750 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz contra a Covid-19. Os imunizantes fazem parte da 21ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que contempla ainda mais 37.440 doses da Pfizer/BioNTech, que serão repassadas aos 21 municípios selecionados na segunda-feira (31).
Como forma de agilizar o processo e apressar a proteção dos paranaenses, a Secretaria estadual da Saúde fará a distribuição para as Regionais mais afastadas de Curitiba por meio da frota aérea. Já para as divisões de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã o transporte será terrestre.
A previsão é que as vacinas comecem a sair do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) às 14 horas – apenas a Regional de Paranaguá, responsável pelo atendimento dos municípios do Litoral, retirou as doses pela manhã para iniciar a vacinação nos trabalhadores portuários de Antonina e Paranaguá.
“É um processo contínuo, que busca fazer com que as vacinas cheguem o mais rapidamente possível ao braço dos paranaenses. A orientação é para vacinar, vacinar e vacinar. Somente assim garantiremos a proteção total contra o vírus”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.
Todas as vacinas são destinadas à primeira dose (D1). O imunizante da AstraZeneca inclui o grupo de comorbidades e pessoas com deficiência permanente, trabalhadores de transporte aéreo e portuários, forças de segurança, salvamento e Forças Armadas e da educação. Já a vacina da Pfizer, além de pessoas com comorbidades e deficiência permanente, também inclui gestantes e puérperas com comorbidades.
APLICAÇÃO – De acordo com o vacinômetro nacional, o Paraná aplicou 3.532.642 doses de vacina contra a Covid-19 até essa quinta-feira (27). Ao todo, o Estado já recebeu 5.295.190 doses do governo federal.
Confira o quantitativo que será encaminhado para cada Regional de Saúde:
1ª Paranaguá – 20.730
2ª Metropolitana – 75.955
3ª Ponta Grossa – 17.250
4ª Irati – 5.925
5ª Guarapuava – 18.145
6ª União da Vitória – 5.920
7ª Pato Branco – 8.190
8ª Francisco Beltrão – 12.750
9ª Foz do Iguaçu – 12.155
10ª Cascavel – 21.825
11ª Campo Mourão – 14.430
12ª Umuarama – 9.270
13ª Cianorte – 6.570
14ª Paranavaí – 11.600
15ª Maringá – 27.175
16ª Apucarana – 13.675
17ª Londrina – 26.125
18ª Cornélio Procópio – 10.755
19ª Jacarezinho – 9.450
20ª Toledo – 12.090
21ª Telêmaco Borba – 6.790
22ª Ivaiporã – 5.975
Total: 352.750 doses (Com AEN)
O Paraná ultrapassou na manhã desta sexta-feira (28) a barreira de 3,6 milhões de doses aplicadas das vacinas contra a Covid-19. Foram, de acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), 2.456.592 primeiras doses (D1) e 1.159.458 segundas doses (D2), totalizando 3.616.050.
O desempenho faz o Estado ter o melhor aproveitamento entre as dez unidades da Federação que mais imunizaram, com 80,1% de aplicação de um total de 4.512.722 doses distribuídas às secretarias municipais de saúde.
Apesar de terem números absolutos superiores, São Paulo (73,6%), Minas Gerais (71,3%), Rio de Janeiro (66,3%), Rio Grande do Sul (79,1%) e Bahia (75,6%) estão atrás do Paraná em eficiência. Pernambuco (63,5%), Ceará (72,8%), Santa Catarina (72,5%) e Pará (60,8%) completam o top 10 nacional.
“Apostamos em uma logística eficiente de distribuição e contamos com o suporte integral dos municípios para fazer a vacinação andar rapidamente no Paraná. Queremos vacinar de domingo a domingo e também nos corujões noturnos. Temos condições e experiência para aplicar mais de 200 mil imunizantes por dia tão logo esse quantitativo seja disponibilizado pelo Ministério da Saúde”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Atualmente, a imunização no Paraná está concentrada no chamado grupo prioritário estabelecido pelo Ministério da Saúde que, no Estado, é formado por 4.812.142 pessoas.
Com a evolução do processo, o Paraná garantiu também a marca de 51% do público-alvo protegido com a primeira dose. Desses, 24% complementaram o ciclo com as duas aplicações.
“Estamos avançando à medida que as vacinas estão chegando com mais frequência. O Ministério da Saúde tem enviado, em média, cerca 300 mil a 400 mil doses por semana. A meta continua sendo de imunizar todos os paranaenses com mais de 18 anos até o fim deste ano”, reforçou o governador.
O painel nacional, atualizado com informações contidas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) às 9h02 desta sexta-feira (28), revela também que foram aplicadas 2.215.759 doses da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan (CoronaVac), 1.254.271 da AstraZeneca (Fiocruz/Oxford) e 98.278 da farmacêutica norte-americana Pfizer.
CIDADES – Em números absolutos, ainda segundo a ferramenta do SUS, Curitiba foi a que mais imunizou, com 669.348 aplicações, também levando em consideração as duas doses, seguida por Maringá (215.855), Londrina (209.944), Cascavel (110.416), São José dos Pinhais (104.059), Ponta Grossa (85.833), Foz do Iguaçu (78.387), Colombo (53.956), Guarapuava (50.195), Arapongas (40.565), Paranaguá (40.058) e Toledo (39.735).
Já o ranking da vacinação elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde, aponta que proporcionalmente os municípios com maior taxa de proteção com a primeira dosagem são São Jorge d’Oeste (42,78%), Diamante do Norte (42,65%), Pontal do Paraná (39,62%), Kaloré (35,84%) e Bom Jesus do Sul (33,77%).
Em relação à segunda aplicação, Nova Santa Bárbara (23,54%), Nova Laranjeiras (22,29%), Diamante do Norte (20,26%), Tamarana (19,61%) e São Jorge d’Oeste (19,50%) foram os que mais avançaram.
GRUPO PRIORITÁRIO – Também em números absolutos, dentro do grupo prioritário foram aplicadas 628.646 doses, entre primeira e segunda, em pessoas de 65 a 69 anos. Na sequência aparecem trabalhadores da saúde (603.970); 70 a 74 anos (581.288); 60 a 64 anos (503.654); 75 a 79 anos (396.187); e mais de 80 anos (371.734).
O painel aponta, ainda, que 259.743 doses foram destinadas para vacinar quem possui algum tipo de comorbidade, além de 54.208 para pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas; 44.867 para trabalhadores da educação do ensino básico; 18.051 para forças de segurança e salvamento; 17.362 para indígenas; 14.756 para pessoas com doenças permanentes graves; 11.089 para gestantes e puérperas; 4.404 para quilombolas; e 309 para as Forças Armadas.
Além desses, também há registros de vacinação nos outros grupos prioritários elencados no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. O painel é abastecido com informações dos municípios.
“Sempre que temos disponibilidade de vacinas e medicamentos, as equipes realizam uma força-tarefa para agilizar o envio, seja ele aéreo ou terrestre, possibilitando que essas doses cheguem o quanto antes aos paranaenses”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Com AEN)
Numa ação rápida, que mobilizou várias equipes, a Polícia Militar conseguiu elucidar o crime em que foi vítima o motorista de aplicativo e ex-policial militar, Gilberto Dalmazo, de 37 anos.
O crime aconteceu no interior de Chopinzinho no início da tarde desta quinta dia (27). O corpo de Gilberto, que foi morto com um tiro na cabeça, foi encontrado numa estrada rural que liga a comunidade de Lagoão (Vila Rural) a PR-281, na comunidade de São Francisco.
Os bandidos fugiram com o carro da vítima, um Voyage. O carro foi encontrado pouco tempo depois abandonado em Dois Vizinhos.
A partir da localização, equipes da PM de Chopinzinho e Dois Vizinhos, com auxílio de uma equipe do Batalhão de Pato Branco, iniciaram diligências e conseguiram chegar aos suspeitos pelo crime. Foram apreendidos três adolescentes e um homem, maior de idade.
A primeira detenção ocorreu na PR-281, no limite entre os municípios de Dois Vizinhos e São Jorge D’Oeste. Um casal de adolescentes foi abordado em um Táxi. Os menores retornavam de Dois Vizinhos e confessaram a participação no crime, revelando o nome de outro menor e do maior de idade, que seria o mandante. Os demais envolvidos foram encontrados na Vila Rural, em Chopinzinho.
Segundo apurado, a menor foi quem solicitou a corrida via aplicativo. Os outros dois fizeram uma barreira com pedras e ficaram escondidos num matagal na beira da estrada. Quando o motorista parou o carro para remover as pedras foi atingido na cabeça por um disparo de espingarda calibre 22. O tiro foi disparado por um dos menores, que pegou o carro e seguiu até Dois Vizinhos em companhia da menor.
Os envolvidos informaram que teriam recebido a quantia de R$ 1 mil cada um para executar Gilberto Dalmazo. A encomenda do crime seria uma vingança do homem, maior de idade, que teve os filhos presos por Dalmazo na época em que exercia a função de policial militar em Chopinzinho.
Os envolvidos foram encaminhados ao Batalhão da PM, em Pato Branco, para elaboração do boletim de ocorrência e na seqüencia entregues à Polícia Civil. (Com RBJ).
O status alcançado pelo Paraná de área livre da febre aftosa sem vacinação encerrou uma batalha pessoal de mais de dois anos do governador Carlos Massa Ratinho Junior. E põe fim à luta de mais de 50 anos de todo o setor agropecuário do Estado.
A conquista foi sacramentada nesta quinta-feira (27) com a emissão do certificado internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A cerimônia ocorreu de forma virtual, durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, em Paris, na França.
Alcançar a chancela que possibilita ao Paraná ganhar ainda mais destaque no mercado internacional de proteína animal constava entre as promessas de campanha de Ratinho Junior. Movimento que avançou na gestão do Estado e virou prioridade dentro da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento durante a simbólica mudança da sede administrativa do Governo para Londrina, em abril de 2019.
“Naquela ocasião o governador prometeu ao setor que faria de tudo para livrar o Paraná da vacinação contra a aftosa. Deu sustentação política a um movimento técnico de anos”, disse o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.
Em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira no Palácio Iguaçu, o governador classificou o feito como o “maior anúncio para o agronegócio paranaense em 50 anos”.
Vai garantir, destacou ele, um impulso econômico sem precedentes para o Estado. “Vamos poder vender carne para mercados que até então não falavam com o Paraná. Atualmente, não temos negócio com 65% dos países. Esse comércio vai significar bilhões de dólares injetados na economia, gerando cada vez mais emprego e renda para os paranaenses”, disse.
Ratinho Junior destacou que o setor já está se movimentando para alcançar novos compradores. Citou o anúncio recente de investimentos de indústrias e cooperativas como JBS, Lar e Frimesa, entre outros, na construção e ampliação de plantas em diferentes regiões do Estado.
“Chegamos ao mais alto grau de qualidade sanitária do planeta, com a garantia de segurança alimentar. Agora todo mundo que quiser falar de comida, terá necessariamente de falar com o Paraná”, destacou o governador. “A certificação é vitória de várias pessoas, públicas ou não, e construída por várias mãos. Há relatos de que a movimentação tenha começado em 1958. Eu tive a honra de poder anunciar a conquista, um prêmio para todo o agronegócio do Paraná”.
Vice-presidente do Sindicato da Indústria da Carne e Derivados do Estado do Paraná e diretor executivo da Frimesa, Elias Zidek confirmou que a indústria já está prospectando negócios no Japão, um dos tantos países que não compravam a carne paranaense em virtude da vacinação do gado.
“Vejo com muito entusiasmo essa movimentação. Vai ativar toda a cadeia produtiva. Estimo que até o fim do ano que vem possamos alcançar a marca de 200 mil toneladas de carne suína exportada – atualmente ela é de 110 mil toneladas. Esse é o dia mais feliz da minha vida profissional”, afirmou o executivo.
SETOR PRODUTIVO – Impressão compartilhada por todo o setor produtivo do Estado. “Se aumentarmos em 2% o mercado comprador, batemos na casa das 200 mil toneladas de carne suína exportada. Isso vai significar cerca de 1,2 milhão de porcos”, comentou José Roberto Ricken, presidente-executivo do Sistema Ocepar, que congrega as cooperativas do Estado.
É justamente na carne suína que o colegiado espera alcançar maior êxito com a chancela internacional – o Paraná conquistou, também na OIE, o status de zona livre de peste suína clássica independente.
No ano passado, por exemplo, foram produzidas no Paraná 936 mil toneladas de carne suína, aumento de 11,1% comparativamente a 2019. Rendimento que garante a vice-liderança no setor, atrás apenas de Santa Catarina, responsável por 29% do total nacional – produziu 1,3 milhão de toneladas de um total de 4,5 milhões de toneladas.
“É a coroação de mais de 50 anos de trabalho. Ao romper essa barreira sanitária, abrimos o mercado internacional para carnes bovinas e suínas, mas também para as aves, piscicultura e produtos lácteos. Entraremos em mercados mais valorizados e esse dinheiro vai circular na economia paranaense”, destacou o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Ágide Meneguette.
“Serão ganhos efetivos e desenvolvimento para o nosso Estado. Atrai o investimento e melhora a renda das famílias, especialmente naquelas pequenas propriedades que são a base do Paraná”, completou Marcos Brambilla, presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep).
HOMENAGENS – Durante o evento no Palácio Iguaçu, o governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou uma placa comemorativa ao presidente do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Paraná (Fundepec), Ronei Volpi. Ele foi um dos principais articuladores da conquista internacional. Ainda na cerimônia foi feito um minuto de silêncio como forma de homenagear o ex-governador do Paraná Jaime Lerner, que faleceu nesta quinta-feira.
PRESENÇAS – Participaram da cerimônia o vice-governador Darci Piana; o secretário de Estado da Comunicação Social e Cultura, João Debiasi; os deputados federais Sérgio Souza e Aline Sleutjes; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Elio Rush e Anibelli Neto; o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), Fernando Moraes; o superintendente estadual do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cleverson Freitas; o ex-secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná e assessor da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Antônio Poloni; e o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir César Martins. (Com AEN)
Um crime no início da tarde desta quinta dia (27) chocou a população de Chopinzinho, no Sudoeste do Estado.
O motorista de aplicativo e ex-policial militar, Gilberto Dalmazo, foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte).

(Foto: Arquivo Pessoal).
O crime foi registrado numa estrada rural que liga a comunidade de Lagoão (Vila Rural) a PR-281, no Distrito de São Francisco. O corpo foi encontrado pouco depois das 13 horas por um morador da Vila Rural, que deslocava a pé até a comunidade vizinha.
Gilberto Dalmazo foi executado com um tiro na cabeça e o corpo deixado na beira da estrada. O carro dele, um Voyage, foi levado pelos bandidos. A Polícia Militar foi comunicada do crime e fez o isolamento do local para perícia da Criminalística e o trabalho investigativo da Polícia Civil de Chopinzinho. Informações de colegas dão conta que Gilberto foi acionado para fazer uma corrida a partir da comunidade de Lagoão. Ao carregar o passageiro teria seguido pela estrada rural e, após andar cerca de 3 km, foi morto.
A polícia constatou que uma barreira com pedras foi feita na estrada para forçar a parada do carro. E foi nesse momento que os bandidos agiram. Além do passageiro que contratou a corrida, outras pessoas teriam participado do crime. Num matagal próximo da estrada, a polícia identificou um local onde pessoas teriam permanecido homiziadas (escondidas). No local foi encontrada e apreendida uma faca de aproximadamente 30 cm de lâmina.
O carro levado pelos bandidos teria sido localizado em Dois Vizinhos, porém, não há informações sobre a prisão dos envolvidos no crime. Gilberto Dalmazo foi o mentor do aplicativo de mobilidade urbana Rota 46 em Chopinzinho. Era ex-policial militar, casado e pai de dois filhos, recentemente também tinha concluído o curso de formação do CRECI, tendo iniciado as atividades como corretor de imóveis. O corpo foi recolhido ao IML de Pato Branco para necropsia e posteriormente será liberado à família para os atos fúnebres.(Imagens: Evandro Artuzi/Extra FM)
O Paraná conquistou na manhã desta quinta-feira (27) a certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de uma luta de mais de 50 anos do Governo do Estado e do setor produtivo. O novo status sanitário foi confirmado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em cerimônia virtual da 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, em Paris, na França.
“O Paraná lutava há décadas por essa chancela, que vai mudar o patamar de produção da pecuária paranaense, que já é bastante forte. Com o apoio das entidades do setor produtivo, organizamos toda a estrutura de sanidade animal e fizemos a lição de casa”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
“Nossos rebanhos já não são mais vacinados e há anos o vírus não circula mais no Estado. Esse reconhecimento vai ajudar a abrir mercado para a carne produzida no Paraná, ampliando os investimentos no Estado, que vão gerar mais emprego e renda para a população”, acrescentou.
O Estado obteve reconhecimento nacional do Ministério da Agricultura e Pecuária em agosto do ano passado e aguardava pela validação da OIE, que também reconheceu os pleitos do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso). Além da aftosa, a entidade deu a chancela ao Paraná de zona livre de peste suína clássica independente.
Desde que o último foco da doença foi confirmado, em 2006, o governo e o setor produtivo se organizaram para melhorar a estrutura sanitária paranaense, o que incluiu a criação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), o reforço da fiscalização nas divisas e o controle dos rebanhos.
A imunização contra a aftosa no Estado foi interrompida em 2019 e a campanha de vacinação, que acontecia duas vezes por ano, foi substituída pela campanha de atualização de rebanhos. O cadastro é obrigatório para garantir a rastreabilidade e a sanidade dos animais.
Nos últimos anos também foi realizado um extenso inquérito epidemiológico, com coletas de amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais, provando que o vírus já não circula no Paraná.
PRODUÇÃO – Maior produtor e exportador de proteína animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura, o reconhecimento internacional vai ajudar a abrir mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal, com a possibilidade de comercialização a países que pagam melhor pelo produto, como Japão, Coreia do Sul e México.
Em 2020, o Estado produziu mais de R$ 5,7 milhões de toneladas de carne de porco, boi e frango, quase um quarto do que foi produzido no País. O Estado é responsável por 33% da produção nacional de frango e 21,4% em piscicultura, liderando os setores.
Também ocupa o segundo posto em relação à carne suína, com 21% da produção brasileira e mantém a vice-liderança na produção de leite (13,6%) e ovos (9%). A expectativa com a abertura de mercados é que o Estado atinja a liderança nacional na produção de suínos.
Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o principal recado que o Paraná passa é mostrar ao mundo uma estrutura produtiva mais desenvolvida e sadia, com um serviço de inspeção sanitária de qualidade. “Tudo isso vai refletir em novos negócios e na geração de empregos, que foi o motivo para lutarmos por essa chancela. O aumento na produção, com a expansão de novas plantas e abertura de mais turnos, significa mais gente trabalhando”, arrematou. (Com AEN)








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