Estado quer implantar auxílio-alimentação de R$ 600 para polícias Civil, Militar, Científica e Penal

O Governo do Estado encaminhou nesta terça-feira (7) para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei que institui o pagamento de auxílio-alimentação para os servidores dos quadros da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica e Polícia Penal.

O valor mensal da contribuição é de R$ 600, com impacto financeiro anual estimado em mais de R$ 150 milhões.

A proposta integra um grande pacote de valorização dos servidores públicos estaduais. Ele destacou que nos últimos dias o governo enviou ao Poder Legislativo mensagens que concedem aumento de 3% no vencimento de todo o funcionalismo; que estabelece o piso mínimo de R$ 5.545 para os professores da rede pública de ensino, equiparando os trabalhadores temporários, do Processo Seletivo Simplificado (PSS), ao do Quadro Próprio do Magistério (QPM); e que cria a gratificação mensal para diretores (entre R$ 108 a R$ 2.430) e auxiliares (de R$ 92 a R$ 2.070) das instituições de ensino da Rede de Educação Básica do Paraná.

Além disso, o governo antecipou o pagamento do 13º e dos salários de dezembro para antes da celebração do Natal, medida adotada a partir de 2019. “Com esse projeto pensado para as forças de segurança do Estado, de criar o auxílio-alimentação, completamos um ciclo importante de valorização dos servidores. Todo o funcionalismo foi contemplado de alguma maneira, melhorando as condições para quem exerce cargos tão importantes para o Paraná”, afirmou Ratinho Junior.

“Mesmo com as limitações financeiras do Estado neste momento de pandemia, é um gesto de reconhecimento pelo trabalho das nossas forças de segurança, essencial nesta queda brusca dos índices de criminalidade em todo o Paraná. É mais segurança para a população”, acrescentou.

De acordo com o projeto de lei, o benefício será concedido mesmo em caso de férias, licença para tratamento de saúde, por motivo de acidente em serviço ou doença profissional; participação em programa de treinamento regularmente instituído; serviços obrigatórios por lei e licenças legais. Ele deve impactar cerca de 24 mil servidores.

Para um soldado de 2ª classe da Polícia Militar, por exemplo, o benefício representa 30% do salário (atualmente em R$ 1.933,63). Na carreira da Polícia Científica, será quase 20% do que ganha um Auxiliar de Perícia Oficial (R$ 3.226,64).

A medida, contudo, não contempla aposentados, inativos e pensionistas; servidor civil e militar em disposição, cessão funcional, designados e mobilizados a outros entes federativos; que esteja cumprindo pena de suspensão; que estiver preso, qualquer que seja o motivo, pelo tempo que durar a prisão; que se encontre afastado do exercício da função em virtude de licença, decisão judicial ou administrativa, exceto quando expressamente autorizada a prestação de serviços administrativos internos; ao militar agregado para exercer função de natureza civil em qualquer órgão da administração direta ou indireta, federal, estadual ou municipal, ou por ter sido nomeado para qualquer cargo público; ao militar em situação de deserção e ao servidor civil em situação de abandono de cargo; e aos militares do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários.

“A atividade policial é extremamente desgastante e muitas vezes exercida longe da residência dos servidores e militares, de modo que se mostra imperiosa a concessão de uma vantagem pecuniária para que o agente público possa ter em seu lar condições adequadas para sua estabilidade física e mental”, destacou o Governo do Estado no texto que justifica o projeto.

 

 

 

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Comprometida com integridade, Copel é reconhecida com o selo Pró-Ética 2020-2021

A Copel recebeu, em cerimônia realizada nesta terça-feira (07), em Brasília, o selo Empresa PróÉtica 2020-2021. A premiação reconhece iniciativas de integridade adotadas de forma voluntária por empresas, com medidas voltadas para a prevenção, a detecção e a remediação de atos de corrupção e fraude.

O prêmio foi recebido pelo diretor de Governança, Risco e Compliance da Companhia, Vicente Loiácono Neto, e pela superintendente da Coordenação de Integridade Corporativa, Renata Maraccini Franco, em evento com a participação do Ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner de Campos Rosário, entre outras autoridades.

“É o segundo ciclo consecutivo em que a Copel figura nesta lista, o que demonstra o comprometimento cada vez maior da empresa com a prevenção e o combate à corrupção”, destaca o diretor de Governança, Risco e Compliance.

O relatório final entregue ao prêmio Empresa Pró-Ética representa uma das principais ferramentas para aprimoramento do Programa de Integridade da Copel e para definições de novas metas.

“Os resultados obtidos pela Companhia servem como termômetro de funcionamento do seu Programa de Integridade, que tem um conjunto de mecanismos e procedimentos com a finalidade de promover o correto tratamento aos desvios éticos e de conduta”, afirma a superintendente da Coordenação de Integridade Corporativa, Renata Maraccini Franco.

EDIÇÃO 2020-2021 – A participação no programa é voluntária e ocorre por meio do preenchimento de questionários de avaliação. Na edição 2020-2021, 327 empresas de todos os portes e de diversos ramos de atuação solicitaram acesso ao programa, das quais 195 foram admitidas e, após o processo de avaliação, 67 foram aprovadas e reconhecidas como Empresa Pró-Ética 2020-2021.

PRÓ-ÉTICA – Instituído em 2010, por meio de parceria entre a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o Pró-Ética é uma iniciativa que visa fomentar a adoção voluntária de medidas de integridade pelas empresas, por meio do reconhecimento público daquelas que se mostram comprometidas em implementar medidas voltadas para a prevenção, detecção e remediação de atos de corrupção e fraude.

 

 

 

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Paraná tem segundo melhor tempo na abertura de empresas em novembro

O Paraná foi, em novembro, o segundo mais ágil na abertura de empresas do País, com 1 dia e 2 horas, para a análise de 4.495 processos.

O Estado ficou atrás de Sergipe, que levou a média de 1 dia, mas com a análise de apenas 312 protocolos. O tempo está bem abaixo da média nacional de 2 dias e 2 horas. O relatório foi divulgado pela Junta Comercial do Paraná nesta terça-feira (07).

O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o período na etapa de viabilidade, na validação cadastral dos órgãos na efetivação do registro e obtenção do CNPJ. Não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para funcionamento do negócio.

Do total de empresas abertas no Estado, 92% concluíram o processo em até 3 dias, 5% em 5 dias, 1% em 7 dias e 2% demoraram mais de 7 dias. Os dados podem ser encontradas também na RedeSim, do governo federal, mensalmente.

No mesmo período de 2020, o tempo de abertura de empresas no Paraná estava em 2 dias e 17 horas, para a análise de 4.248 processos. No período, 72% das empresas foram abertas em menos de 3 dias.

Assim, no mapa estatístico, o Estado ainda estava no “amarelo”, e hoje está no “verde”, que representa a melhora na performance.

 

 

 

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BRDE libera R$ 330,7 milhões em crédito a empresas e cooperativas paranaenses

A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta terça-feira (7), em Curitiba, contratos de financiamento com quatro cooperativas e sete empresas do Estado.

Os créditos somam R$ 330,7 milhões e vão financiar obras, maquinários e equipamentos, além de compor o capital de giro dos empreendimentos.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior, que acompanhou as assinaturas, destacou que as ofertas de crédito pelo BRDE e pela Fomento Paraná ajudam no desenvolvimento e na geração de empregos no Estado. Ele lembrou que, até outubro deste ano, cerca de 176 mil vagas foram criados no Paraná, que está entre os estados que lideram a abertura de postos de trabalho formais neste ano no País.

“A função do BRDE, junto com a Fomento, é facilitar o crédito para as empresas que querem investir ou ampliar seus negócios no Paraná. Nossa orientação foi diversificar o leque de clientes do BRDE, para dar oportunidade a diferentes setores”, afirmou Ratinho Junior. “Com isso, conseguimos pulverizar esses recursos, fazendo com que chegasse não apenas aos grandes empreendimentos, como também nos pequenos, a exemplo do Banco do Agricultor Paranaense”.

Em 2021, quando o BRDE completou seus 60 anos de fundação, o banco chegou à marca de R$ 3,3 bilhões em operações de crédito, sendo que R$ 1,25 bilhão foram contratados no Paraná. “Já superamos a meta para o ano, mas pretendemos fechar 2021 com R$ 3,5 bilhões em contratos. A agência paranaense responde por quase 40% desses recursos, o que mostra a pujança da nossa economia”, afirmou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

“Os contratos assinados nesta terça são bastante diversificados, com a pulverização dos recursos para diferentes setores”, destacou Bley. “Assumimos o desafio de ajudar na manutenção e criação de empregos, principalmente durante a pandemia, e estamos cumprindo com nosso objetivo social. Tanto que recebemos o Prêmio Banking Transformation 2021 pelo Recupera Sul, um programa de crédito emergencial para a recuperação das empresas afetadas nesse período”.

CONTRATOS – O maior contrato assinado nesta terça é com a cooperativa de crédito Cresol, no valor de R$ 120 milhões. O recurso vai ajudar no financiamento de empreendimentos dos clientes e cooperados, como projetos para geração de energias limpas e renováveis, salões de beleza, panificadoras, oficinas mecânicas, marcenarias, pequenas costureiras, entre outros.

“Temos uma parceria com o BRDE desde 1997 e, a cada ano, fortalecemos mais esse trabalho. Começamos, na época, com um empréstimo de R$ 700 mil e agora chegamos a R$ 120 milhões”, ressaltou o presidente da Cresol, Alzemiro Thomé. “Com esse valor, vamos disponibilizar créditos a cerca de mil clientes, principalmente micro e pequenas empresas”.

A Cooperativa Integrada financiou R$ 30 milhões, que serão investidos na melhoria das estruturas de recebimento e armazenamento de grãos, além de suporte aos cerca de 11,4 mil cooperados. A cooperativa conta com 15 unidades espalhadas no Estado, que vão receber esses investimentos, além de três indústrias e aproximadamente 2 mil funcionários.

“A modalidade de financiamento que contratamos com o BRDE, de Certificado dos Recebíveis do Agronegócio (CRA), tem um perfil de longo prazo, o que dá mais tranquilidade e solidez para a cooperativa negociar com os cooperados”, explicou o vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho. “O banco é, provavelmente, nosso principal parceiro para fomentar os investimentos. A cooperativa tem 26 anos e, graças à parceria com o BRDE e o Governo do Estado, crescemos ano a ano”.

Ainda entre as cooperativas, a Copacol assinou um contrato no valor de R$ 15 milhões para ampliação da estrutura e aquisição de equipamentos. A C.Vale fez uma operação no valor de R$ 19,6 milhões para a compra de equipamentos. Já o contrato com o Sicoob, de R$ 50 milhões, vai atender os associados de todo o Estado da cooperativa de crédito.

EMPRESAS – Entre as operações de crédito com as empresas está um contrato no valor de R$ 25,3 milhões com a empresa Cavernoso III Energia, para a construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Cavernoso III. O empreendimento, que está sendo instalado no Rio Cavernoso, em Virmond, no Centro Sul do Estado, terá 6,5 MW de potência instalada.

A distribuidora de insumos agrícolas Disan, que tem sede em São Miguel do Oeste e 27 unidades espalhadas na região Oeste, contratou um empréstimo de R$ 8 milhões para fomentar projetos do agronegócio, com investimentos na infraestrutura que seriam silos para a armazenamento de grãos. “São investimentos que trazem oportunidades de emprego e abre oportunidade para que mais pessoas participem do nosso negócio, que cresce junto com o agro”, afirmou a diretora da empresa, Leila Zorzetto.

O contrato da indústria de fertilizantes Agrocete foi de R$ 15 milhões. O recurso será usado para a ampliação da fábrica de inoculantes e construção de uma fábrica de fertilizantes e em um barracão armazenagem. A fabricante de tintas Alessi também fez um empréstimo no valor de R$ 15 milhões para a instalação de sua sede própria em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba.

Também foram assinados contratos com a empresa de transportes rodoviário Vale do Piquiri, que vai aplicar R$ 12,7 milhões em capital de giro, além de R$ 10 milhões para a ampliação das instalações e aquisição de equipamentos para a Metalkraft e R$ 10 milhões para investimento e capital de giro para a produtora de sementes Sojamil.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários estaduais da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; e do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves; e os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Gugu Bueno, Tião Medeiros, Doutor Baptista e Boca Aberta Júnior.

 

 

 

 

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