Além de Curitiba, Londrina, Cascavel e Maringá também vão receber doses do segundo lote da vacina produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com Comirnaty e BioNtec. No total, são 67,8 mil doses a serem distribuídas para as quatro cidades.
As doses chegaram a Curitiba nesta segunda-feira (10) e ficarão armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) até a distribução, ainda sem data. Os quantitativos também serão divulgados nos próximos dias. A ideia é levar as doses paulatinamente até os municípios do Interior, de acordo com a chegada, a partir do segundo semestre, das 100 milhões de doses adquiridas pelo governo federal.
"É uma orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior para fazer uma pequena descentralização para os municípios referências das macrorregiões de Saúde. Serão em quantidades menores, vamos verificar os freezers, mas sempre solicitando que eles sejam exclusivos para esse armazenamento", afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
Em Curitiba, o Cemepar está equipado com freezers de ultrabaixa temperatura (-80ºC), que podem armazenar as doses por até seis meses. Além disso, possui ainda dois freezers de temperatura de -20ºC, que podem armazenar as doses por até duas semanas. Os imunizantes necessitam de armazenamento específico em freezers de alta performance por médios e longos prazos, o que restringe a logística de distribuição às cidades com infraestrutura para recebê-los.
A orientação da descentralização, no entanto, leva em consideração o informe técnico do Ministério da Saúde que afirma que as vacinas podem ser armazenadas à temperatura de 2ºC a 8ºC por no máximo cinco dias. Ou seja, permite aplicação rápida de um pequeno quantitativo de doses. O transporte também deve ocorrer em no máximo doze horas a 2º C a 8º C.
Segundo o governo federal, o quantitativo será direcionado a 3,6% do total da população de gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente estimadas no Estado. Até o momento, foram cerca de 100 mil doses do imunizante da Pfizer recebidas pelo Paraná. O intervalo de aplicação é de doze semanas.
18º LOTE – As vacinas da Pfizer integram a 18ª remessa enviada ao Estado pelo Ministério da Saúde, que também conta com 242 mil doses da Covishield, da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, e 57,8 mil doses da CoronaVac, da Sinovac/Instituto Butantan. Todas as doses já chegaram ao Estado e serão distribuídas às Regionais dentro dos próximos dias.
Todas as doses Coronavac e Covishield são destinadas à D2 de grupos cuja imunização já foi iniciada no Paraná — as vacinas da AstraZeneca passaram por uma correção pelo Ministério da Saúde e também serão destinadas à dose de reforço de grupos que já receberam a primeira dose.
Assim, as 242 mil doses da Covishield destinadas ao Paraná serão destinadas a 8% do grupo dos trabalhadores de saúde (24.471 doses), 100% das pessoas de 80 a 85 anos (73.362 doses), 100% das comunidades quilombolas (9.631 doses) e 23% das pessoas de 65 a 69 anos (103.535 doses).
Já as vacinas da Coronavac são destinadas a 2,9% das pessoas de 60 a 64 anos (15.919 doses), 7,4% dos profissionais das forças de segurança/salvamento e Forças Armadas (2.747 doses) e ainda 33.377 doses correspondentes a um reajuste na população dos grupos que já receberam a D1.
"Isso vai ajudar muitos municípios que estavam com falta de D2", ressaltou o secretário da Saúde. "É muito importante completar o esquema vacinal".
EDUCAÇÃO – Beto Preto também destacou que a imunização dos trabalhadores da educação no Paraná também se inicia nesta semana. O primeiro lote destinado ao grupo prioritário será distribuído às 22 Regionais de Saúde do Estado nesta terça-feira (11).
A indicação é que os municípios vacinem os trabalhadores da educação por idade, iniciando pela faixa entre 55 e 59 anos. Nesse primeiro momento, apenas os da Educação Básica (creche, pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizante e EJA) serão atendidos, dentro da estratégia casada com o retorno das aulas. A recomendação é que seja apresentado documento que comprove a vinculação ativa do profissional com a escola ou apresentação de declaração emitida pela instituição de ensino.
"Conseguimos equacionar a documentação dos profissionais de educação e agora existe a possibilidade de imunização. A ideia é que os municípios atendam essa demanda. Pedimos que todos aqueles possam se articular nesse sentido", afirmou o secretário.
VACINÔMETRO – Até as 19h desta segunda-feira (10), o Paraná vacinou 1.935.399 pessoas com a primeira dose, o equivalente a 18,53% da população do Estado. Com a segunda dose, foram 1.056.140 pessoas vacinadas, um total 10,11% da população. O Plano Estadual de Vacinação Contra a Covid-19 estima um total de 4.812.142 pessoas entre os 28 grupos prioritários para imunização. (Com AEN)
Relembre o caso:
Luís Felipe Manvailer, professor universitário de biologia, era casado com a advogada Tatiane desde 2013. O casal não tinha filhos.
Tatiane Spitzner foi encontrada morta após cair do 4º andar de apartamento onde morava em Guarapuava. Luis Felipe Manvailer negou ter matado esposa. Imagens mostram agressões de marido a advogada antes dela ser encontrada morta. O Julgamento foi adiado três vezes. (Com G1 Paraná).
As alegações da acusação no julgamento de Luiz Felipe Manvailer nesta segunda dia (10) defendem a tese de que ele é culpado e pedem a condenação com todas as qualificadoras. Ele está sendo julgado por feminicídio, utilização de violência e motivo fútil. Tanto o promotor Pedro Papaiz quando o advogado Roberto Brzezinski asseguram que Tatiane Spitzner foi esganada dentro do apartamento.
Conforme a acusação o possível crime teria ocorrido após a briga no Box Lounge, onde o casal e comemorava o aniversário de 32 anos dele. Já a atuação de Brzezisnki, de modo enfático, busca convencer os jurados de que o réu se trata de um “monstro”. Essa analogia cabe tanto para o físico musculoso de Manvailer (1,98m de altura e 96 quilos), como também pelo ato que ele, supostamente cometeu. Entretanto, na sustentação do promotor ele se apega a detalhes imagéticos e técnicos para mostrar as contradições no depoimento do réu.
Assim, em frente aos jurados, o promotor mostra dois cadernos de inquérito assinado pelo delegado Bruno Maciozek, a primeira testemunha a depor no primeiro dia, na última terça (4). Conforme o delegado, o indiciamento teve como causa feminicídio, fraude processual e furto de veículo, que está arquivado porque ele possui o direito a 50% do Cruze. A outra metade pertence aos pais da vítima. De acordo com o promotor, ele analisa há três anos o processo que possui mais de mil páginas. Cita ainda o depoimento do perito Edimar Cunico a quem atribui credibilidade total em contraponto às análises do médico legisla Luiz Airton Saavedra.
Todavia Brzezisnki, também se apega à conduta do réu durante o depoimento. Diz que ele se mostrou uma pessoa exaltada e ofensiva que feriu a moral, a honra e o luto da Família Spitzner. Disse também que demonstrou ainda ter muita raiva de Tatiane. “Por isso, peço a condenação do acusado”. Em toda a sustentação, o advogado se refere nominalmente a alguns jurados. Em seguida o promotor entrega peças aos jurados.
Além de pedir a condenação, também apela para que todas as qualificadoras sejam reconhecidas.
CONTRADIÇÕES
Depoimento de Manvailer em São Miguel do Iguaçu não cita agressões dentro carro. Disse que as discussões se alteraram dentro do apartamento. Saída do Box Lounge – Tatiane saiu com a irmã para ir embora e volta para pegar a chave. Promotor lembra que Manvailer não falou que horas entregou a chave do apartamento para a Tatiane. Contesta que ele pegou Taiane foi pega pelo pescoço no carro, mas sim puxou pelo cabelo e a soqueou Justifica que as agressões no lado esquerdo porque Manvailer está no volante e agredindo ela. Só falou que ela o xingava. Em momento algum disse que ele a xingava. “Então quer dizer as expressões dele eram apenas corporais”? questiona o promotor.
Ele se refere às agressões físicas praticadas. Quando Tatiane vai para o elevador aperta o térreo e não tem marcas de esganadura, o que prova, segundo promotor, que ela foi morta dentro do apartamento, por esganadura. Antonio Marcos, Camila e José Ilso, Roberta Kelly e Marcus Vinicius Kuster Vogt. Estes moradores do prédio e um na frente, dizem que houve intervalo de minutos entre o grito de socorro, discussão e o baque. É questionado o grito de: “Tatiane, não”. Como eles não escutaram? Porque ele não gritou, diz o promotor.
Além disso, Antonio Marcos deu um depoimento completamente fidedigno. Ele diz que viu a Tatiane montada a cavalo no parapeito e uma das pernas pra fora e Luis Felipe brigando com ela. Diz que ele puxa Tatiane e os dois caem. Depois ele volta na sacada e faz negativa com a cabeça, com certeza ele viu o Antonio Marcos, porque era a única pessoa fumando lá fora. Marcus sai pra fumar e ouve discussão. Liga para o pai que o manda ligar à polícia. Então ouve o baque. A acusação ainda considera que o síndico foi tratado como criminoso e que foi para adulterar o local do crime – atender os moradores. Acusação encerra participação e sessão é suspensa por 10 minutos. (Com RSN).
O Sicoob Credicapital registrou, em 2020, o maior resultado da sua história, um crescimento superior a 18% em capital social. A cooperativa, que completou 20 anos no dia 8 de março, comemora também o número de agências, que agora são 30 e marcam a expansão para o Estado de São Paulo.
Além disso, houve um crescimento exponencial em operações de crédito de 53% e 45% em ativos totais. Com o excelente resultado, quem comemora são os cooperados do Sicoob Credicapital, que por serem sócios, mesmo após as destinações legais, receberam mais de R$ 6 milhões em resultados.
Para se ter uma ideia, em dezembro do ano passado, foram pagos mais de R$ 1,7 milhão em juros ao capital. Já a distribuição dos resultados, que aconteceu no dia 10 de maio, foi de a R$ 4,2 milhões. Para o presidente do Conselho de Administração, Guido Bresolin Júnior, esse resultado demonstra em números o tamanho da contribuição do Sicoob para o fortalecimento do cooperativismo de crédito no Brasil.
O diretor superintendente, Valdir Pacini, explica que o crescimento da cooperativa tem sido excepcional graças à confiança depositada pelos cooperados, pela comunidade e entidades parceiras. “Sempre atuamos com muita responsabilidade e temos certeza de que com o crescimento, ela deve se tornar ainda maior. Todos nós, dirigentes, conselheiros e colaboradores, vamos continuar fazendo o nosso melhor para que novos marcos sejam alcançados”, conta.
Sicoob Credicapital é uma cooperativa de R$ 1 bilhão de ativos - O mês de abril se tornou um mês histórico para o Sicoob Credicapital, pois a cooperativa chegou a marca de R$ 1 bilhão de ativos financeiros administrados. Segundo o presidente, com a conquista, a cooperativa reforça seu propósito. “Há duas décadas, o Sicoob Credicapital plantou a semente do associativismo e do capitalismo consciente. Chegar a R$ 1 bilhão de ativos é colher os frutos dessa história”, comemora.
Já para o diretor de Mercado, Waldemar Antônio Paetzold, alcançar um resultado tão importante traz a expectativa de crescer ainda mais. “Chegar a essa marca demonstra que a cooperativa alcançou outro nível, se tornou mais sólida e segura na visão dos cooperados”, explica ele.
Sobre o Sicoob Credicapital - A cooperativa que nasceu em 2001, na cidade de Cascavel (PR), atualmente, possui mais de 30 agências, localizadas em 22 municípios do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Hoje já são mais 40 mil cooperados e mais de 350 colaboradores, que diariamente buscam cumprir o propósito de conectar pessoas para promover a justiça financeira e prosperidade.
É grande a expectativa popular e judiciária neste sétimo dia do julgamento de Luis Felipe Manvailer, em Guarapuava. De acordo com advogados, este é o maior júri do Paraná desde 2018. Tribunal de Justiça do Paraná transmite ao vivo.
Desde às 11h, já era grande a movimentação da imprensa em frente ao Fórum Desembargador Guarita Cartaxo. A banca da assistência de acusação que tem à frente os advogados Gustavo Scandelari e Roberto Brezezinski. Scandelari se mostra confiante na condenação do réu. De acordo com a avaliação do advogado, o réu, que depôs por 11 horas, nesse domingo (9), se contradisse em vários pontos.
Conforme Scandelari, haverá a exploração dessas brechas durante os debates. Ele diz que buscará a pena máxima possível para o réu que agora soma 40 anos, segundo a legislação brasileira. Em seguida o advogado Claudio Dalledone, disse que Luis Felipe Manvailer será absolvido. Ele aposta na consciência do Conselho de Sentença. Também se apega à participação de peritos criminais que, segundo ele, desconstruíram as “mentiras” disseminadas pela imprensa.
O JULGAMENTO
Por volta das 12h40 advogados de ambas as partes, Ministério Público e juiz se reúnem no plenário. Eles conversam sobre a logística dos debates. Cada parte terá uma hora e meia para acusar e defender. Em seguida, haverá mais uma a hora para cada banca, na réplica e mais uma hora para a parte oponente na tréplica. Poderia haver apartes, o que estenderia o tempo do júri. Contudo, houve consenso de que não haverá essa interrupção durante o a sustentação dos dois lados Em seguida haverá a votação dos jurados, seguida da decisão.
Caso Manvailer seja absolvido o julgamento acaba nesse momento. Entretanto, se houver condenação, haverá mais um tempo para que o juiz possa julgar as qualificadoras. Conforme a previsão, o julgamento poderá acabar entre às 22h e a meia-noite de hoje. Todavia, após a definição consensual entre as duas bancas jurídicas, acusação e defesa se reúnem para deliberações individuais.
A assistência de acusação e o Ministério Público conversam no plenário. Entretanto a defesa se retira e vai para uma sala. Entretanto, às 13h5 todos voltam a se reunir com o juiz Adriano Eyng. Assim os ajustes finais levam cerca de 24 minutos. Finalmente o juiz começa a sessão do júri às 13h30.
ENTRADA DE MANVAILER
Após as decisões expostas pelo juiz, o réu Luiz Felipe Manvailer entra no plenário. Veste camisa branca e jaqueta preta. Ele é escoltado por policiais, depois da acomodação do Conselho de Sentença. Ai então começam os trabalhos deste possível último julgamento que decidirá o destino do réu. Sete homens compõem o conselho e sãol eles os juízes do julgamento.
AS TESES
Duas teses serão defendidas na tarde desta segunda. A acusação vai insistir que o réu matou a esposa Tatiane Spitzer, por esganadura, e depois jogou o corpo pela sacada. Já a defesa, vai ‘bater na tecla’ que a morte de Tatiane ocorreu de forma acidental. (Com RSN).
Nesta segunda-feira (10), 200 colégios estaduais paranaenses, em 68 municípios, retornaram às aulas presenciais, adotando o modelo híbrido de ensino, com parte dos alunos em sala de aula e parte em ensino remoto, assistindo às aulas ao vivo. Os espaços estão equipados com computadores e internet, possibilitando que os professores interajam com ambos os grupos de estudantes ao mesmo tempo.
O retorno acontece em 15 dos 32 NREs (Núcleos Regionais de Educação), a maioria na região Oeste do Estado, sendo 55 colégios no NRE de Toledo, 27 no NRE Foz do Iguaçu, 22 no NRE Cascavel e 19 no NRE Umuarama. Os demais colégios estaduais permanecem no ensino remoto (por meio da plataforma digital Aula Paraná, das videoaulas exibidas na TV aberta e no YouTube, além dos kits pedagógicos impressos) e devem retornar às atividades presenciais gradualmente, ao longo das próximas semanas. Confira AQUI a lista de colégios com retorno presencial.
“O Paraná se destaca pela tecnologia, por ser um estado inovador na Educação. São várias ferramentas disponibilizadas para os alunos, e todas elas continuarão a serviço desses estudantes”, disse o secretário estadual da Educação, Renato Feder. “O fato de iniciarmos essa volta com aproximadamente 10% das escolas é para acompanhar o cumprimento dos protocolos indicados pela Secretaria de Estado da Saúde. Na medida em que observarmos a segurança desse grupo, ampliaremos o retorno gradativamente até chegar a 100% da rede”.
Feder acompanhou, nesta segunda-feira, o retorno presencial no Colégio Estadual Princesa Isabel, em Cerro Azul, no NRE da Área Metropolitana Norte. Além dele, também estiveram presentes o diretor de Educação da Seed, Roni Miranda, e o diretor-presidente do Instituto Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno. A escola tem cerca de 1,5 mil estudantes, incluindo turmas do Ensino Médio, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e turmas no contraturno de Atividades Complementares e Atendimento Educacional Especializado.
"A sensação de voltar é muito boa. Não tem o que pague a presença física dos alunos", disse Ariete Beira, professora de Português no colégio. O sentimento também é compartilhado por Mateus Monteiro, de 15 anos, que cursa o 2º ano do Ensino Médio na instituição de ensino. “A expectativa é alta. Quero ver como vão ser as mudanças na sala e no colégio, e também rever os amigos", conta.
Lucimere Maciel, mãe da Heloísa, do 2º ano do Ensino Médio, e da Lorena Maciel Ribeiro, do 8º ano do Ensino Fundamental, relata que as alunas estavam ansiosas para frequentar novamente as aulas no colégio. "Elas não viam a hora de voltar, até sonhavam com o retorno", diz. Ambas estavam, até o momento, estudando por meio do kit pedagógico impresso.
VACINAÇÃO DE PROFESSORES – O retorno acontece paralelamente à vacinação dos profissionais da Educação, que ocorre neste mês, simultaneamente à das pessoas com comorbidades. Serão, de acordo com a Secretaria estadual da Saúde, 32 mil doses da vacina AstraZeneca destinadas a profissionais da Educação das redes estadual, municipal e privadas, começando pelas pessoas entre 55 e 59 anos. Outros 8 mil profissionais do setor já foram vacinados, no grupo acima de 60 anos.
CRITÉRIOS E PROTEÇÃO – Há três critérios para a definição de quais colégios devem ter prioridade para a volta das atividades presenciais. O primeiro deles é o acompanhamento das cidades onde houve retorno das redes municipais de ensino e do transporte escolar. Além disso, são priorizadas as instituições de ensino onde há alunos em situação de vulnerabilidade e sem acesso a equipamentos digitais para atividades remotas. Outro critério é a análise de colégios com maior número de professores fora do grupo de risco.
As instituições de ensino seguirão um protocolo de segurança, garantindo distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes, disponibilizando álcool em gel, reforçando a obrigatoriedade do uso de máscara e aferindo a temperatura de alunos e funcionários na entrada do colégio. Distanciamento, uso de máscara e aferição de temperatura também são regras dentro do transporte escolar.
O retorno presencial não é obrigatório. Pais, mães ou responsáveis legais que desejem o retorno dos estudantes devem assinar um termo de autorização a ser entregue na instituição de ensino. Os alunos que optarem por não ir às aulas presencialmente continuarão no ensino remoto (que inclui as plataformas digitais do Aula Paraná, videoaulas no YouTube e TV aberta, além do kit pedagógico impresso), que acontece desde o início deste ano letivo, em 18 de fevereiro.
INVESTIMENTOS – O Governo do Paraná investiu cerca de R$ 60 milhões em infraestrutura escolar no primeiro trimestre de 2021. Ao todo 124 obras foram iniciadas, contratadas ou concluídas. Os recursos também envolvem ampliações, reparos e construção de cinco novas unidades. Também está em andamento um aporte de R$ 12 milhões em novos equipamentos para cozinhas e refeitórios.
“Neste período de pandemia, aproveitamos que as escolas estavam vazias e realizamos muitas melhorias. Entregamos centenas de obras nos primeiros meses deste ano, inclusive nessas instituições que voltam nesta segunda-feira”, afirma Renato Feder.
ORIENTAÇÕES – Na página Aulas Seguras 2021, a comunidade escolar encontra importantes orientações sobre o funcionamento das escolas para o ano letivo de 2021, com perguntas e respostas frequentes, uma cartilha com os principais procedimentos de biossegurança, cartazes com dicas para os estudantes e também o termo de compromisso para os pais e responsáveis que desejam o retorno presencial de seus filhos. (Com AEN)








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