A retomada das aulas presenciais no Paraná nesse momento vai causar, inevitavelmente, o aumento de casos, internamentos e mortes por Covid19. O Governo Ratinho Jr vacinou apenas 16,5% da população e a volta às escolas só é relativamente segura com 70% das pessoas imunizadas. Qualquer relaxamento no distanciamento social nesse momento terá impacto 15 dias depois nos hospitais. Os alertas foram feitos pelo cientista Lucas Ferrante, na plenária virtual realizada pela APP-Sindicato, no começo da noite desta quinta-feira (6). Ele apresentou a atualização do estudo “Avaliação da Pandemia de Covid19 – Medidas Necessárias para Controle da Pandemia”.
O estudo foi realizado por pesquisadores(as) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São João Del Rei e Universidade Federal do Amazonas. As análises e recomendações se baseiam no modelo computacional SEIR (Susceptíveis-Expostos-Infectados-Recuperados), que considera dados epidemiológicos, taxas de vacinação e mobilidade urbana da população de dez cidades: Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Guarapuava, Toledo, União da Vitória e Francisco Beltrão. “Para nenhuma delas, o modelo aponta a possibilidade de relaxamento de medidas restritivas”, afirmou Ferrante. “Não é o momento de aumentar a circulação urbana”, observou.
O presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, lamentou que o governador Ratinho Jr esteja tentando transferir para prefeitos e diretores de escola, a responsabilidade de uma decisão equivocada sobre a volta às aulas presenciais. A APP-Sindicato recomenda aos(as) diretores(as) que não assinem qualquer documento autorizando a volta às aulas presenciais em suas escolas. “Não assumam a responsabilidade de pôr vidas em risco”, disse Leão. “Nós queremos a retomada, mas está evidente que essa flexibilização não é possível nesse momento. Lamentavelmente o Governo Ratinho Jr joga a responsabilidade dessa decisão para diretores de escola, pais, mães e responsáveis”, completou.
Leão ressaltou a necessidade de envolver não só toda a categoria, mas também a sociedade, na decisão sobre volta às aulas presenciais. “Estamos procurando ter as melhores informações para podermos tomar as decisões mais acertadas”, disse. Ele tem conversado com prefeitos(as) e recebido apoio na decisão da APP-Sindicato de só retomar as aulas presenciais após a vacinação dos(as) profissionais da Educação.
Lucas Ferrante criticou estudos falaciosos que apontam que a volta às aulas presenciais não impacta negativamente os números da pandemia. Por outro lado, citou estudo publicado na revista Science, com dados de 41 países, que aponta o contrário: escolas e universidades são locais relevantes para controle ou disseminação do coronavírus. Ferrante apresentou um gráfico cujos números relacionam o surgimento da segunda onda de Covid19 em Manaus à volta às aulas presenciais e não à variante P1, que surgiu exatamente com o aumento de mobilidade urbana sem vacinação.
A posição da APP-Sindicato foi referendada também pela representante da União Paranaense dos Estudantes (Upes), Natacha Rigo. “O governador Ratinho primeiro disse que o plano era que professores e funcionários fossem vacinados e depois voltaríamos às aulas. Isso não foi cumprido. Os alunos não querm se arriscar e a situação para os professores é pior. Alguns alunos vão (à escola) numa semana e não na outra, mas professores e funcionários estariam sempre lá”, analisou.
O reitor da UFPR, Ricardo Marcelo, também participou da plenária da APP. Ele disse que aqueles(as) que não ouvem a ciência durante a pandemia, estão contra a vida. “Desde março interrompemos as atividades letivas presenciais na Universidade, orientados por uma comissão de cientistas, que agora nos dizem que é temerário voltar às atividades letivas presenciais. Então vamos ficar assim até que os cientistas nos digam que é seguro voltar”, afirmou. (Com APP Sindicato).
No retorno da sessão, quem assume os questionamentos é Cláudio Dalledone. Ele pergunta sobre um calção de luta que, conforme o advogado, teria sido utilizado pela acusação para afirmar que Luis Felipe Manvailer era violento. O réu nega. De acordo com Manvailer, ele e Tatiane faziam aulas de K1 “Nós íamos juntos, eu e a Tatiane.
Era misto. Não era uma aula de ‘porradaria’. Ia até junto com a Tati. Comecei a fazer depois MMA também, porque tinha adquirido o calção e, assim, isso não denota nada, né? Da mesma maneira que um quimono não me faz um agressor, ter uma luva de boxe não me faz, aquele sai batendo em todo”. Depois disso, outras questões sobre a prática de artes marciais e frases publicadas em redes sociais pelo réu foram levantadas por Dalledone.
Questionado sobre posts que diziam “vontade de matar um hoje”, o réu se defende dizendo “Pô, você falar que tá com vontade de matar um é uma expressão, pelo amor de Deus”. Tais argumentos são utilizados pela acusação.
VIDA PROFISSIONAL
O advogado questiona então a vida profissional do réu. Que afirma que a atuação dele foi reconhecida publicamente por uma das universidades em que ele atuava. “Corrigia prova, preparava prova, corrigia trabalho. Por sinal, foram elogiadas publicamente no Facebook da Guaraicá. Dava aula para biologia, juntando as duas universidades, agronomia, farmácia, odontologia, fisioterapia, enfermagem. Toda a base biológica mais para lado molecular era confiada a mim”. Sobre a questão de ciúmes de Tatiane que envolvia supostas relações do réu com alunas, ele voltou a negar que existisse relação. “Não existia. Como já foi demonstrado aqui um pouco do perfil psicológico, lógico que não era sempre assim. Ela era entupida de valores, cheia de valores. Amava muito a Tatiane, era a mulher ad minha vida. Eu perdi a mulher da minha vida. Com todos seus erros, seus charmes, suas manhas. Eu a amo ainda”. No momento em que ele afirma que ainda ama Tatiane, a família dela se manifesta e é advertida pelo juiz.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Ao ser questionado sobre a situação de que teria agredido Tatiane em alguma ocasião, Manvailer voltou a negar. Assim, o advogado mostrou conversas que davam a entender que ele teria agredido a mulher. Ele afirmou que Tatiane aumentava fatos e que a referida conversa não tem ano. Além disso, Dalledone questiona o réu sobre acusações de que ele teria machucado Tatiane durante relações sexuais. Ele novamente negou e falou sobre a conduta da testemunha que o acusou. “Lógico que nunca machuquei a Tatiane, principalmente sexualmente. Talvez emocionalmente tenha faltado algumas vezes, mas nunca fisicamente. Essa Bruna Sobanski [testemunha] era muito mal quista pela família, pelo núcleo ali, principalmente pelo pai e pela Tatiane. Pela Tatiane como uma amiga da onça, uma cobra, que se fingia de amiga e ia lá e, por exemplo, angariava clientes quando ela foi trabalhar no escritório da Tati quando ela estava na Alemanha”. As perguntas giram em torno de como Manvailer se referia a Bruna em algumas mensagens de celular, e também quando ele foi acusado de misógino. O réu teria sido acusado de bater em um jovem de 18 anos. Ele diz lembrar. Mas que não agrediu o jovem, e sim sofreu um mata-leão.
SAÚDE DE TATIANE
De acordo com as informações, Tatiane teria tido medo de estar com câncer em 2017. Isso teria ocorrido depois de uma tentativa de fecundação. Conforme o réu, ele sempre prestou apoio à mulher.
TENTATIVA DE SUICÍDIO
O tema da tentativa de suicídio de Luis Felipe voltou a pauta. Ele foi questionado sobre o que lembrava deste dia e ele disse que se perdeu no tempo. Desse modo, a defesa falou sobre os vídeos divulgados na imprensa sobre o dia da morte de Tatiane, e ele afirmou que não sabiam como tinham sido repercutidos. Sobre a questão de tentativa de transferência, Manvailer afirmou que recebeu algum atendimento após atentar contra a própria vida. Porém, a ação do profissional foi “reprovável”. Além disso, sobre o divórcio, ele nega que estivesse nos planos do casal. Os advogados questionam então sobre o apartamento do casal e Manvailer afirma que aquele foi o que mais agradou Tatiane.
MÍDIA
Os advogados mostram que as imagens do dia da morte de Tatiane tiveram repercussão internacional e perguntam se o réu foi procurado por tais órgãos da imprensa para prestar depoimento, ele nega.
DIA DA MORTE
Sobre a morte, Manvailer volta a negar. Ele alega que seria impossível matar Tatiane, ultrapassar mais de um metro com o corpo. Além disso, com base nos depoimentos ele afirma que ficou evidente que seriam necessárias três a cinco pessoas primeiro pra ajeitar, pra erguer, pra ultrapassar o parapeito. Ele falou sobre a dificuldade dos investigadores na reprodução do dia da morte. Pelo que sou acusado, de que matei Tatiane, estrangulei, de uma maneira totalmente amadora. Desculpa, mas sou faixa roxa de jiu-jitsu, se um dia precisasse usar de força para abater alguém, eu tenho toda técnica pra fazer isso sem deixar marca. Isso é uma coisa que nem quem assiste, que é leigo, assiste UFC, sabe pelo menos dar um mata-leão.
Manvailer ainda nega que tenha sido procurado pela imprensa quando foram produzidos materiais sobre o dia da reprodução da morte de Tatiane. Nova pausa ocorre na sessão. (Com RSN).
Centenas de alunos da rede estadual do Paraná voltam gradativamente às aulas presenciais a partir desta segunda-feira (10). Foi adotado o modelo híbrido de ensino, em que parte dos alunos participa das aulas presencialmente, em sala de aula, enquanto a outra parte acompanha remotamente as aulas ao vivo. Os espaços estão equipados com computadores e internet, possibilitando que os professores interajam com ambos os grupos de estudantes.
Nesta entrevista, o secretário estadual da Educação e Esporte, Renato Feder, destaca que as escolas estaduais seguirão um protocolo de segurança, garantindo distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes. Também será disponibilizado álcool em gel, máscara e termômetros para aferir a temperatura de alunos e funcionários na entrada do colégio.
O secretário também ressalta que os alunos que optarem por não ir às aulas presencialmente continuarão no ensino remoto, que inclui as plataformas digitais do Aula Paraná, videoaulas no YouTube e TV aberta, além do kit pedagógico impresso. “O Paraná se destaca pela tecnologia por ser um Estado inovador na Educação. São várias ferramentas disponibilizadas para os alunos, e todas elas continuarão a serviço desses estudantes”, ressalta.
O Governo do Paraná investiu cerca de R$ 60 milhões em infraestrutura escolar no primeiro trimestre de 2021. Ao todo 124 obras foram iniciadas, contratadas ou concluídas. Os recursos também envolvem ampliações, reparos e construção de cinco novas unidades. Também está em andamento um aporte de R$ 12 milhões em novos equipamentos para cozinhas e refeitórios.
“Aproveitamos que as escolas estavam vazias e realizamos muitas melhorias”, diz Renato Feder. “Sempre há necessidade de reformar um telhado prejudicado pela tempestade ou algum espaço deteriorado pelo tempo, por exemplo”.
O planejamento para melhorar a nota do Paraná no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o andamento do projeto Ganhando o Mundo, que vai levar 100 estudantes da rede estadual de ensino para intercâmbio na Nova Zelândia, são abordados nesta entrevista. Renato Feder ainda destaca programas como o Formadores em Ação e o Edutech, além da implantação das aulas de Educação Financeira na rede estadual de ensino.
Nesta segunda-feira, centenas de alunos e professores começam a voltar gradativamente para as aulas presenciais. As instituições estão preparadas para este retorno?
Sim, as escolas estão preparadas. Nesta segunda, cerca de 200 instituições iniciam o retorno, e todas elas contam com álcool gel, máscaras e termômetros para aferição de temperatura disponíveis para professores e alunos. Nas salas de aula, também deverão respeitar o distanciamento de, pelo menos, 1,5 metro entre eles, garantindo a segurança de todos. É importante lembrar que os pais ou responsáveis legais dos estudantes que voltam para as salas presenciais precisam assinar uma carta de autorização. O documento pode ser enviado por e-mail à escola ou entregue pessoalmente pelo estudante na diretoria da instituição.
O fato de iniciarmos essa volta com aproximadamente 10% das escolas é justamente para acompanhar o cumprimento dos protocolos indicados pela Secretaria de Estado da Saúde. Na medida em que observarmos a segurança desse grupo, ampliaremos o retorno gradativamente até chegar a 100% da rede.
Em relação à estrutura física, a rede está apta para receber esses estudantes?
Neste período de pandemia, aproveitamos que as escolas estavam vazias e realizamos muitas melhorias. Entregamos centenas de obras nos primeiros meses deste ano, inclusive nessas instituições que voltam nesta segunda-feira. O orçamento da Secretaria de Estado da Educação previsto para investimentos em obras novas, reformas e ampliações é de aproximadamente R$ 100 milhões, e os recursos serão investidos em todas as regiões do Estado. Sempre há necessidade de reformar um telhado prejudicado pela tempestade ou algum espaço deteriorado pelo tempo, por exemplo. Também estamos empenhando esforços para acabar com as salas de aula de madeira, que eram inúmeras no Paraná, e agora serão todas de alvenaria.
Os mecanismos digitais implantados pelo Estado para a realização das aulas a distância vão continuar?
O Paraná se destaca pela tecnologia, por ser um Estado inovador na Educação. São várias ferramentas disponibilizadas para os alunos e todas elas continuarão a serviço desses estudantes. Hoje, contamos com o aplicativo Aula Paraná, sistema multiplataforma de educação a distância, em que as aulas são gravadas por professores e transmitidas por canal de televisão aberta, pelo Youtube e pelo próprio aplicativo, que vai continuar operando, e o Google Meet, plataforma usada pela rede estadual para aulas ao vivo por videochamada, principal ferramenta das aulas remotas. Os alunos seguem acessando o Google Classroom (sala virtual com videoaulas e material de apoio) e as lições de casa deverão permanecer sendo postadas na nuvem. Então, mesmo com as aulas presenciais, o sistema digital adotado até o momento segue no mesmo modelo, já que estamos trabalhando com o sistema híbrido de ensino.
O programa Redação Paraná, que usa inteligência artificial para auxiliar alunos e professores na correção de redações, permanece sendo utilizado após o retorno para as aulas presenciais?
O Redação Paraná é uma ferramenta que nos enche de orgulho porque ela foi feita pelos profissionais da Língua Portuguesa junto com os profissionais da Rede de Tecnologia do Estado. É uma ferramenta própria, que tem sido muito elogiada pelos professores e pelos alunos. É um sistema inteligente: corrige sintaxe, gramática, pontuação, acentuação, concordância… Ele aponta até cinco tipos de erros possíveis para os alunos e destaca as soluções. Facilitou a correção para o professor, que pode focar no desenvolvimento do argumento e na lógica do raciocínio do aluno. A grande discussão que estamos tendo agora no Estado é se vamos estender o Redação Paraná para outras disciplinas, porque os professores de filosofia, sociologia, geografia, por exemplo, também querem usar. Já temos 500 mil redações na Rede neste momento.
Os professores tiveram o grande desafio de lecionar de casa, longe dos estudantes, de forma online. Para este período, a Secretaria criou mecanismos de aprimoramento no apoio ao professor?
Atualmente, podemos dizer que todos os professores são formados em tecnologia, e essa formação acontece de duas formas. Primeiro, a partir de lives e treinamentos das turmas e dos Núcleos Regionais de Educação. Mas também por meio do programa Formadores em Ação, que são cursos ministrados pelos próprios professores. Selecionamos esses professores por meio de prova e vídeo, em que avaliamos a capacidade dele de interagir com os colegas. No Paraná são mais de mil professores nesta condição, que ajudam a formar mais de 20 mil profissionais da Rede Estadual de Ensino.
Entre os assuntos debatidos semanalmente, os professores abordam tecnologia, como realizar apresentações online, fechar ou abrir o microfone de um aluno ou como usar a ferramenta Jamboard – em que os alunos interagem em uma lousa virtual. Os professores do Paraná, afirmo isso tranquilamente, são os que mais entendem de tecnologia do Brasil e provavelmente muito mais que os profissionais de outros países de primeiro mundo. O programa Formadores em Ação vale pontos também para a progressão do professor. Para o profissional progredir na carreira são diversos fatores, como a presença em aula, uma boa avaliação e também os cursos e formações. Então quando ele participa do Formadores em Ação, ele também acumula pontos para a sua progressão.
Pela primeira vez, os alunos das escolas estaduais do Paraná recebem aulas de Educação Financeira. Como tem sido a avaliação desse novo componente?
A ideia dessa disciplina é do governador Carlos Massa Ratinho Junior e já está implantada. Temos aulas toda semana, com 2.300 professores ministrando essa disciplina de Educação Financeira. É um projeto maravilhoso, inovador e nenhum outro Estado do Brasil tem isso. Os alunos estão adorando, elogiando e muitos já escolheram como a disciplina preferida, isso porque é uma aula que faz diferença na vida desse jovem. Os exemplos abordados na aula são do dia a dia: como guardar dinheiro para comprar uma bicicleta, um celular, ou, então, como complementar o orçamento familiar, se vai ter dinheiro para as compras, enfim, são abordadas situações corriqueiras da vida desses estudantes. A disciplina ajuda a pensar sobre essa organização financeira.
O curso de Programação também é uma novidade e uma grande promessa para os próximos anos. O que contemplam exatamente esses cursos?
Nós lançamos um outro programa inovador que é o Edutech (Estado oferece 150 mil vagas para cursos gratuitos de programação, games e animação) e por meio dele os alunos aprendem a programar no computador. Abrimos vagas para todos os alunos da Rede de Ensino do Estado e atingimos a incrível marca de 65 mil alunos querendo cursar as aulas de programação. Pelo Edutech, o aluno estuda normalmente no período da manhã, através do meets, e à tarde tem três aulas por semana de programação com os nossos professores. Essas aulas ajudam a profissionalizar o estudante para que esteja apto ao mercado de trabalho, ganhando salário de até R$ 10 mil.
Como está o planejamento do Ganhando o Mundo, que vai possibilitar o intercâmbio de 100 estudantes da rede pública na Nova Zelândia?
A ideia era mandar os alunos em agosto deste ano para a Nova Zelândia, mas o País está fechado para a entrada de estrangeiros de diversos países, inclusive o Brasil, portanto prorrogamos a partida para fevereiro de 2022. Porém, a preparação já começou em abril e esses alunos selecionados começaram a estudar inglês de forma virtual no mês passado. O curso é oferecido pelo Governo do Paraná.
Todas essas modernizações deverão refletir na melhora da nota da rede estadual de ensino no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica?
Os professores do Paraná são diferenciados, pois há um grande comprometimento com a Educação dos estudantes. Mas, a nota do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do Paraná, que avalia o conhecimento dos alunos, ficou congelada por 10 anos. Antigamente, o Paraná era o melhor estado de educação pública do Brasil, e por vários anos o Ideb não avançou. Com a nossa gestão, com foco maior, bom direcionamento e pela busca ativa do aluno, o aprendizado voltou a acontecer. O Paraná teve a maior evolução da sua história e do País. Nunca um Estado brasileiro cresceu tanto quanto na gestão do governador Ratinho Junior. E o Paraná está em terceiro lugar, bem perto do primeiro e segundo colocados. Essa prova aconteceu em 2019 e foi divulgada em 2020. (O Paraná registrou no Ensino Médio a nota 0,7, saltando de sétimo para quarto lugar. Nos Anos Finais do Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano -, teve avanço de 0,5, pulando de sétimo para terceiro no ranking nacional.) Para esse ano, o Ministério da Educação já confirmou a avaliação do ensino para o final do ano e eu tenho convicção que o Paraná ficará na primeira colocação. (Com AEN)
A Sicredi Grandes Lagos PR/SP realizou simultaneamente na tarde desta sexta dia 07, em suas 22 agências o primeiro sorteio da Promoção Sorte Premiada alusivo ao Dia das Mães. Foi sorteado um cartão pré-pago no valor de R$ 3 mil por agência. Neste Dia das Mães, coopere com a economia local e concorra a mais de R$ 390 mil em prêmios! Participe da promoção Sorte Premiada da Sicredi Grandes Lagos PR/SP.
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Promoção Sorte Premiada – Sicredi Grandes Lagos PR/SP
Relação dos ganhadores 1º sorteio Dia das Mães
Ganhador – Ag. XV de Novembro – PJ Gregório Pereira Vilarino
Ganhador – Ag. Quedas do Iguaçu - Dorvalino Pereira da Silva
Ganhadora – Ag. Virmond - Ana Paula Haas Granoski
Ganhador – Ag. Campo Bonito - Antônio Roberto dos Santos
Ganhadora – Ag. Porto Barreiro – Josiane Lago Brecailo
Ganhador – Ag. Rio Bonito do Iguaçu - Ceneide Maria Weber
Ganhador – Ag. Nova Laranjeiras – Valdir Rocker
Ganhadora – Ag. Guaraniaçu - Eliana Tavares de Oliveira Lopes
Ganhador – Ag. Três Barras do Paraná - Vitor Laskoski Machado
Ganhadora – Ag. Ibema - Divair Grein Fernandes
Ganhadora – Ag. Cantagalo - Rosângela Ap. da Silva Drabeski
Ganhadora – Ag. Espigão Alto do Iguaçu - Rosangela Baldin
Ganhadora – Ag. Marquinho – Roselia de Fátima Stefanski
Ganhador – Ag. Santos Centro – PV Contabilidade
Ganhadora – Ag. Marechal – Luana Campos
Ganhador – Ag. Santos Gonzaga - Pythian Borges de Castro
Ganhador – Ag. Diamante do Sul – Rodrigo Felizardo da Rocha
Ganhador – Ag. São Vicente – José Antonio de Paula
Ganhador – Ag. Laranjal – Everton de Oliveira Moreira
Ganhadora – Ag. Guarujá - Ivan e Denise Bolo Móvel
Ganhador – Ag. Praia Grande - Anderson Aparecido Dos Santos
Ganhador – Ag. Santos Praia - Samuel Nagliatti
O Ministério da Saúde confirmou na manhã desta sexta-feira (7) o quantitativo de doses da Coronavac (parceria Sinovac/Butantan) da 18ª pauta de distribuição de imunizantes contra a Covid-19. Serão mais 57.800 doses, todas da chamada D2, a de reforço, garantindo proteção completa contra as formas mais graves da doença.
As doses chegam no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 10h05 deste sábado (8). Logo em seguida serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para separação e armazenamento.
São 15.919 doses para pessoas de 60 a 64 anos (referentes às pautas 13 e 15), 2.747 para forças de segurança e salvamento (inclusive Forças Armadas) e 33.377 para ajustar a imunização em segunda dose no público prioritário já vacinado com a primeira, como trabalhadores de saúde e idosos, dependendo da necessidade dos municípios. A diferença para o quantitativo total é a reserva técnica. O lote nacional é composto por 999.900 doses.
Essa remessa se soma às 242 mil doses da vacina Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford, entregues nesta quinta-feira (6), e às 67.774 doses do imunizante Pfizer/Comirnaty/BioNtech. Esse lote é composto por 367.574 imunizantes para doses de reforço e início da imunização em grupos prioritários novos, como gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. As vacinas devem ser encaminhadas na semana que vem aos municípios.
O Paraná já recebeu e distribuiu mais de 3 milhões de doses. Segundo o Vacinômetro, 1,9 milhão de paranaenses já receberam a primeira dose e 1,045 milhão já completaram a imunização com as duas doses. Mais de 85% do que foi distribuído foi aplicado.
O Estado já começou a imunizar 16 grupos prioritários: indígenas; idosos em Instituições de Longa Permanência; pessoas com deficiência institucionalizadas; trabalhadores da saúde; trabalhadores da segurança pública; forças de salvamento; Forças Armadas; quilombolas; sete faixas etárias entre a população idosa, dos 60 a 64 aos mais de 90 anos; pessoas com comorbidades; e pessoas com deficiência permanente. (Com AEN)
O Paraná recebeu mais 242 mil doses de vacina contra a Covid-19 nesta quinta dia (6). A 18ª remessa do Ministério da Saúde é da vacina Covishield, desenvolvida pela empresa AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. As doses serão destinadas às gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente grave.
“Com este novo lote daremos continuidade à imunização no Paraná e pedimos para todos os municípios, assim que as vacinas chegarem, junto com o lote enviado nesta semana, que prossigam a aplicação de domingo a domingo para que possamos imunizar o maior número de paranaenses possível e avancemos para outros grupos prioritários”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
Ele acompanhou a chegada do novo lote ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba. Beto Preto ressaltou a importância da vacinação de gestantes e puérperas, que foram incluídas pelo Ministério da Saúde neste novo grupo prioritário, junto com as pessoas com comorbidades.
“Estamos vendo neste momento, em todo o Brasil, o aumento no número de casos de interrupção da gravidez por gestantes acometidas por Covid. Por este motivo é importante a vacinação deste grupo já que estão inseridas no Plano Nacional de Imunização e possuem doses destinadas para sua imunização”, ressaltou.
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Segundo o secretário, ainda nesta semana o Paraná também enviará ao hostipais da rede de atendimento à Covid-19 e aos municípios cerca de 205 mil ampolas de medicamentos elencados no chamado kit de intubação para atendimento aos pacientes suspeitos ou confirmados com a doença.
“Pouco mais de 185 mil medicamentos são aquisições próprias da Secretaria da Saúde e o restante adquirido pelo Consórcio Paraná Saúde. Este quantitativo auxiliará no enfrentamento da pandemia nos hospitais do plano de atendimento à Covid-19”, explicou o secretário
PFIZER – Ainda de acordo com a 18º pauta do Ministério da Saúde, o Paraná receberá 67.774 doses da vacina Comirnaty da Pfizer/BioNTech. A previsão da pasta é de que o envio destes imunizantes ao Estado ocorra na próxima semana.
“Inicialmente concentraremos este segundo lote da Pfizer aqui no Cemepar, em Curitiba, mas isso não impedirá a descentralização para outros municípios, desde que possuam armazenamento adequado para manter as doses refrigeradas por até cinco dias”, explicou Beto Preto.
O Ministério da Saúde recomendou esta semana que o intervalo entre a primeira e a segunda dose do imunizante Comirnaty da Pfizer seja de 12 semanas (três meses), assim como já é adotado com a AstraZeneca. A recomendação inicial era de 21 dias entre as doses.
A Secretaria Saúde realizou uma videoconferência com as 22 Regionais de Saúde na segunda-feira (3) para repassar a nova orientação enviada por informe técnico do governo federal.
Ainda segundo o Ministério da Saúde, a vacina deve ser armazenada por no máximo 5 dias à temperatura de 2ºC a 8ºC, até 14 dias (duas semanas) à temperatura de -25ºC à -15ºC e durante toda a validade (seis meses) em freezers de ultrabaixa temperatura (-80ºC à -60ºC). Quando diluída em soro fisiológico para preparação, o total de seis doses por frasco-ampola deve ser utilizado em até seis horas, sob refrigeração de 2ºC a 8ºC.








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