A AMIC PR (Associação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Oeste do Paraná) promoveu três novos módulos de capacitação para empreendedores. Na quarta dia (28), no Programa Jovem Empreendedor, foi ministrado o curso Mercado - Gestão de vendas e posicionamento, com o instrutor Maicon Giacomini. Já no Programa Mulher Empreendedora (29), a empreendedora Bethania Davies falou sobre Gestão Financeira. Na sexta-feira, 30 de abril, o Programa de Desenvolvimento Empresarial e Liderança contou com o tema Gestão Financeira, com o instrutor Cláudio Carrasco.
Nos próximos dias, serão promovidos, no Programa Jovem Empreendedor, os módulos de capacitação Gestão Financeira, com o instrutor Cláudio Carrasco, no dia 07 de maio; e Habilidades e Competências Administrativa/Empreendedoras, no dia 18 de maio. Já no Programa Mulher Empreendedora, no dia 19 de maio, será realizado o módulo Marketing e Vendas, Branding e posicionamento, com a instrutora Bethania Davies. No dia 26 de maio, o assunto será Gestão de Negócios, com o instrutor Gerson Grassia.
No Programa de Desenvolvimento Empresarial e Liderança, dia 06 de maio, o assunto será Habilidades e Competências Administrativas/Empreendedoras, com a Instrutora: Nithy Marmentin; e no dia 25 de maio, Administração parte 1, com o instrutor Gerson Grassia.
A AMIC PR também realiza, no dia 14 de maio, o Café com Negócios. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas antecipadamente. (Com Assessoria).
Durante todos os meses, as cores do calendário variam em nome das campanhas de conscientização ao redor do mundo. Entre outubro rosa, novembro azul e dezembro laranja, por exemplo, há também o maio amarelo, um movimento que surgiu em 2014 e tem como objetivo conscientizar a população mundial sobre a necessidade de mais cuidados e responsabilidade no trânsito.
Pela definição, trânsito é a palavra que define o conjunto de deslocamentos diários de pessoas, animais e veículos por calçadas e vias. Anualmente, com o aumento da população mundial, da frota de veículos e dos meios alternativos de transporte, o trânsito tem se tornado o foco de muitas mobilizações, principalmente pela sua letalidade: no Paraná, segundo dados da Polícia Militar, somente no primeiro semestre de 2020, houve registro de 13.176 feridos e 454 óbitos em decorrência de acidentes de trânsito. O balanço indicou, ainda, que nas vias urbanas ocorreram 30.878 acidentes, com 10.501 feridos e 158 mortes, de janeiro a junho do ano passado.
No geral, comparando esses números com os registrados em 2019, houve queda no número de acidentes, com redução de 23,8% nas rodovias e 26,4% nas vias urbanas. Mesmo assim, segundo o conselheiro do Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná), Engenheiro Civil Charlles Urbano Hostins Junior, ainda é preciso “colocar o pé no freio” e repensar a situação do trânsito no Estado.
“No ano passado, diante da pandemia e das recomendações para que as pessoas ficassem mais em casa, a redução de acidentes já era esperada. Mas a partir do momento em que houve a retomada de boa parte dos setores, já houve aumento exponencial no número de ocorrências. Acredito que, além dos fatores já comuns como pressa e descuido, agora temos motoristas que querem compensar o tempo perdido, como se isso fosse possível. Nas estradas, isso é ainda mais notório, pois com o dólar em alta, há grande demanda de exportação, o que aumenta o fluxo nas vias”, destaca Charlles.
Ainda de acordo com ele, de uns dez anos para cá, houve redução significativa no número de acidentes graves nas rodovias. Por outro lado, os acidentes provocados por falhas que poderiam ser evitadas estão cada vez mais comuns.
“Percebemos que as principais causas são uso do celular na direção, distração, cansaço, estresse... Por isso sempre recomendamos que é preciso dirigir conforme as normas de trânsito, pois elas não foram criadas à toa. Os motoristas precisam obedecer a sinalização e se preparar para uma viagem com antecedência, verificando as condições do veículo e do próprio motorista”, aconselha o Engenheiro.
Mas muito além dos motoristas, outros fatores importantes também dever ser levados em conta nessa equação. Para o 1º diretor administrativo do Crea-PR, Engenheiro Civil José Carlos Dias Lopes da Conceição, é preciso considerar todo o conjunto que faz o trânsito funcionar.
“Temos três pilares da segurança viária: as vias, os veículos e o fator humano. Evoluímos muito no sentido de fazer vias mais seguras e projetar automóveis com mais segurança e tecnologia. Mas no fator humano, não progredimos. A imprudência está cada dia maior, sendo causadora de cerca de 90% dos acidentes de trânsito registrados no mundo”, destaca.
Para que esse índice melhore e menos pessoas sejam vítimas do trânsito, o Engenheiro enumera algumas iniciativas que podem fazer a diferença, sempre dosando liberdade e responsabilidade.
“No trânsito, fazemos escolhas diárias que precisam ser responsáveis não só comigo, mas com o outro também. Preciso escolher usar o cinto de segurança, colocar a cadeirinha para as crianças, não ultrapassar em lugar proibido e, também, calcular o tempo para uma travessia na faixa de pedestres, por exemplo. A partir do momento em que estamos no trânsito, assumimos riscos diversos e precisamos tomar decisões que diminuam as chances de algo errado acontecer”, aconselha.
Nesse sentido, o movimento Maio Amarelo recebe apoio de entidades, empresas, conselhos de classe, governos e autarquias em prol da conscientização – sensibilizando pedestres, motoristas, ciclistas, motociclistas, caminhoneiros e todos os demais personagens que fazem parte do cenário. Neste ano, mais uma vez, o Crea-PR apoia essa iniciativa e, por isso, durante todo o mês, serão divulgados materiais de conscientização nas redes sociais e, também, no site do Conselho. Nos últimos quatro anos, segundo dados do próprio movimento, 27 países abraçaram a causa, mobilizando mais de 1,4 mil empresas. Para também aderir ao movimento, basta acessar o site www.maioamarelo.com
Sobre o Crea-PR
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), criado no ano de 1934, é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização dos profissionais da empresa das áreas da engenharia, agronomias e geociências. Além de regulamentar e fiscalizar, o Crea-PR também promove ações de orientação e valorização profissional por meio de termos de fomentos disponibilizados via Editais de Chamamento. (Com Assessoria).
A primeira remessa das vacinas contra a Covid-19 produzidas pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech já está no Paraná. As 32.760 doses desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na noite desta segunda dia (3). De lá, o material foi encaminhado ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para validação da qualidade e armazenamento - o lote chegou ao local às 20h20.
Por causa das especificidades técnicas e exigências de armazenamento em temperaturas muito baixas, as vacinas da Pfizer serão distribuídas apenas em Curitiba, seguindo orientação da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O material deve ser encaminhado para a prefeitura da Capital na quarta-feira (5).
"O número oficial é de 29.484 doses, mais a reserva técnica. Essa primeira carga ficará em Curitiba. Elas ficarão nos nossos freezers à disposição do município", afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
Segundo ele, cada frasco tem seis doses. Uma vez aberto o recipiente, o espaço de aplicação será de seis horas.
Ele também disse que as próximas remessas dos imunizantes da Pfizer deverão ser encaminhadas para outros grandes centros urbanos do Paraná. "Os vacinadores do Estado e de Curitiba têm vasta experiência com várias vacinas. Estamos preparados. Faremos mais um grande trabalho", acrescentou Beto Preto.
"Nossos profissionais estão preparados. Depois de quarta-feira levaremos esse quantitativo para o Pavilhão da Cura, no Parque Barigui. Como estamos seguindo rigorosamente o Programa Nacional de Imunizações (PNI), assim que acabar a fase dos idosos começaremos a imunização para gestantes e pessoas com comorbidades", disse o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, que acompanhou a recepção.
Os imunizantes são parte do primeiro lote de 1 milhão de doses enviado pela fabricante ao Brasil. Eles foram produzidos na fábrica da Pfizer em Puurs, na Bélgica. Nesta remessa, o Ministério da Saúde distribuiu 500 mil doses para os 26 estados mais o Distrito Federal. A outra metade, referente à segunda dose, será encaminhada nos próximos dias. O governo federal tem um acordo de compra de 100 milhões dessas vacinas.
ESTRUTURA – As doses da Pfizer foram enviadas pelo Ministério da Saúde ao Paraná em caixas térmicas em temperaturas entre -25°C e -15°C. No Cemepar, foram guardadas em frezeers de baixa temperatura.
O Estado conta com nove freezers para armazenamento do imunizante da farmacêutica norte-americana. Sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC) e dois são de temperatura de -20ºC. Conforme orientações técnicas do Ministério da Saúde, a conservação das vacinas pode ser feita por no máximo 14 dias, por isso as aplicações da primeira remessa devem ocorrer apenas nas capitais.
O imunizante também requer duas doses para garantir a imunização completa, respeitando intervalo entre elas – o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica nesta segunda-feira citando intervalo de 12 semanas, mas essa definição ainda não está totalmente pactuada. Para a aplicação, cada frasco com seis doses deverá ser diluído com soro fisiológico injetável.
VACINAÇÃO – Nesta semana, com a chegada de 438.860 doses (Pfizer, AstraZeneca/Fiocruz, Coronavac/Butantan), referentes ao 16° lote enviado pelo Ministério da Saúde, o Estado dará início à imunização das pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente. As doses também serão utilizadas para dar continuidade à vacinação de profissionais da saúde, profissionais da segurança pública e salvamento, além das Forças Armadas.
De acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, 1.797.786 paranaenses já foram vacinados. Desses, 1.011.394 completaram o esquema vacinal com a aplicação da segunda dose.
Os municípios que mais aplicaram a primeira dose proporcionalmente à população são: Diamante do Norte (31,51%), São Jorge do Oeste (29,85%), Miraselva (26,80%), Nova Laranjeiras (26,06%) e Esperança Nova (24,87%).
Em relação à segunda dose, destaque para Nova Laranjeiras (20,96%), Diamante do Norte (19,43%), Tamarana (19,07%), São Jorge D’Oeste (17,22%) e Rio Bom (15,99%).
O Governo do Estado vai pagar diária por atividade extrajornada para as suas forças policiais. O valor está sendo calculado e o decreto com os valores e a definição dos profissionais que poderão se enquadrar na proposta deve ser assinado ainda nesta semana pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.
O benefício se estende a policiais militares, policiais civis, bombeiros e integrantes da Polícia Científica. A adesão será voluntária. Pela lei, deverá ser observado o intervalo mínimo de descanso de 11 horas antes e depois da realização da atividade extrajornada voluntária.
O pagamento extrajornada está previsto na Lei Estadual 19.130, sancionada em 2017, mas que ainda não havia sido regulamentada. O objetivo da lei é valorizar o efetivo e manter por mais tempo na ativa profissionais experientes.
Ao implantar a diária extrajornada, o Governo do Estado oferece aos policiais a possibilidade de assumir uma atividade regular em seus horários de folga, dentro da própria corporação, sem necessidade de fazer os chamados “bicos” para aumentar a renda.
A iniciativa também deverá aumentar o efetivo de policiais em serviço e o policiamento em áreas de maior incidência de criminalidade. (Com AEN).
O Paraná ultrapassou, na manhã desta segunda-feira (3), a marca de 1 milhão de paranaenses com o esquema vacinal completo, ou seja, que receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19. Até as 8h47 desta segunda, 1.001.901 pessoas tinham sido imunizadas com doses de vacinas da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, e da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.
O total de paranaenses vacinados com as duas doses equivale a quase 10% da população do Estado, estimada pelo Ranking de Vacinação, e a 21% das pessoas que fazem parte dos grupos prioritários previstos no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. As vacinas aplicadas como segunda dose correspondem a 83% dos 1,2 milhão de imunizantes distribuídos pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para essa etapa de vacinação.
“A segunda dose é estratégica, ela aumenta a proteção contra a Covid-19. Por isso, é importante tomar a dose de reforço na data correta. Quem não completa o esquema vacinal está mais sujeito à infecção, em comparação com pessoas que recebem as duas doses”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Até agora, o Paraná aplicou 2.767.937 doses dos imunizantes, sendo que 1.766.036 pessoas receberam a primeira. O Estado já distribuiu aos municípios 3.054.585 vacinas. Das 1.846.124 voltadas para a primeira dose, 95,8% já foram aplicadas.
MUNICÍPIOS – Os municípios com o maior percentual de população vacinada com ambas as doses, conforme o Ranking, são Nova Laranjeiras (19,94%), Diamante do Norte (19,43%), Tamarana (19,04%), São Jorge do Oeste (17,22%) e Rio Bom (15,99%). Já o maior quantitativo aplicado até agora em números absolutos, somando a primeira e a segunda dose, são Curitiba (496.651), Londrina (175.865), Maringá (116.650) Cascavel (86.012) e Ponta Grossa (72.908).
Até o momento, receberam a imunização completa pessoas que pertencem aos grupos preferenciais definidos pelos planos nacional e estadual de vacinação: idosos em Instituições de Longa Permanência (ILPI), indígenas, pessoas com deficiência em instituições inclusivas, trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos ou que apresentam algum tipo de comorbidade, quilombolas, profissionais das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas.
VACINAÇÃO – Nesta semana, com a chegada de 438.860 doses (Pfizer, AstraZeneca/Fiocruz, Coronavac/Butantan), referentes ao 16° lote enviado pelo Ministério da Saúde, o Estado dará início à imunização das pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente. As doses também serão utilizadas para dar continuidade à vacinação de profissionais da saúde, profissionais da segurança pública e salvamento, além das Forças Armadas. (Com AEN)
Com a nova remessa de vacinas recebidas na manhã desta segunda dia (3), o Paraná dará início à imunização contra a Covid-19 de pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, grávidas e puérperas. Foram enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado 391.500 doses da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, que somadas às 14.600 unidades da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, entregues no sábado (1º), totalizam 406.100 doses disponíveis para aplicação na população paranaense.
A chegada das 32.760 doses de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer, produzida em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech, também prevista a manhã desta segunda, foi adiada. A previsão é que elas desembarquem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, na noite desta segunda-feira, por volta das 19 horas.
As vacinas compõem o 16° lote encaminhado ao Estado. Elas serão distribuídas nesta terça-feira (4) para as 22 Regionais que integram a rede de saúde do Paraná para que os municípios possam dar continuidade à vacinação. A informação foi dada pelo secretário estadual da Saúde, Beto Preto, que recepcionou os imunizantes, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).
As vacinas são transportadas por aeronaves para as áreas mais afastadas de Curitiba, e por via terrestre para as divisões de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã.
Do quantitativo de vacinas AstraZeneca/Fiocruz, conforme os planos nacional e estadual de vacinação, serão destinadas 235.991 doses D1 para aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, além de pessoas com deficiência permanente grave. O Paraná estima em 1.729.359 o número de pessoas inclusas nesses segmentos. Do lote da Covishield, serão 116.269 imunizantes para continuar a vacinação de primeira dose de pessoas com 60 a 64 anos (21%). O restante é guardado como reserva técnica.
“Todas as gestantes podem ser vacinadas nesta etapa. Já puérperas, apenas as que apresentam comorbidades”, destacou o secretário Beto Preto. “Essas doses são reservadas para casos mais graves, como pacientes que realizam hemodiálise, pacientes renais crônicos, pessoas com Síndrome de Down, cardiopatias graves, doenças pneumáticas severas, diabetes médios e graves, câncer, trasplantados e imunossuprimidos”.
As pessoas com Síndrome de Down, com doença renal crônica, gestantes e puérperas serão vacinadas independentemente da idade, enquanto a vacinação daquelas com comorbidades ou deficiência permanente severa, nesse primeiro momento, alcançará apenas aqueles que têm entre 55 e 59 anos, depois de 50 a 54 anos, e assim por diante.
PRESCRIÇÃO MÉDICA – As pessoas com comorbidades terão que comprovar doença para receber a vacina. Segundo o Plano Nacional de Imunização (PNI), o cidadão que tiver câncer, for transplantado ou imunossuprimido – quando tem os mecanismos de defesa comprometidos – só poderá ser vacinado com a prescrição médica. No caso de quem já faz acompanhamento médico no Sistema único de Saúde (SUS), as informações constam no prontuário do paciente.
Os outros integrantes do grupo podem apresentar exames, receita ou atestado médico, além do formulário criado e disponibilizado no Portal do Conselho Regional de Medicina (CRM), preenchido por um médico.
“Já os pacientes acompanhados pela rede privada precisarão apresentar uma declaração do médico que os acompanha. A declaração modelo está disponibilizada no Portal do Conselho Regional de Medicina do Paraná”, explicou Beto Preto.
CORONAVAC/BUTANTAN – As unidades da Coronavac/Butantan serão destinadas para 2.747 primeiras doses em profissionais da segurança pública e salvamento (além das Forças Armadas), o que representa cerca de 7,4% desse grupo. Também serão aplicadas 8.103 segundas doses (referentes ao lote 12) em trabalhadores de saúde e 2.339 doses em profissionais da segurança pública e salvamento (referentes aos lotes 13 e 14).
PFIZER – As doses da vacina da Pfizer que serão enviadas nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde e ficarão em Curitiba, devido às suas especificidades técnicas e exigências de armazenamento, que demandam temperaturas muito baixas. A medida segue orientação da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.
A Secretaria de Estado da Saúde disponibilizou o pátio do Cemepar (onde as vacinas serão recebidas, armazenadas e em seguida distribuídas) para que a Prefeitura de Curitiba possa realizar a vacinação. O Estado conta com nove freezers para armazenamento do imunizante. Sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC) e dois são de temperatura de -20ºC. A definição final do local onde ocorrerá a imunização será do ente municipal.
Até às 12 horas desta segunda-feira, de acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná havia aplicado um total de 2.806.041 de vacinas, sendo 1.797.135 primeiras doses e 1.008.906 segundas doses. (Com AEN).








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