O novo modelo de concessões rodoviárias do Paraná pode resultar em investimentos privados de R$ 43 bilhões em sete anos e na redução de 50% no pedágio em relação às tarifas atuais. Está prevista a duplicação de pelo menos 1,7 mil quilômetros dos cerca de 3,3 mil que devem ser concedidos. As estimativas foram apresentadas hoje (11) no lançamento do projeto, em Curitiba.
O evento teve a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do governador paranaense, Carlos Massa Ratinho Junior. Negociado entre o governo federal e estadual, o modelo representa uma mudança em relação às concessões de rodovias federais realizadas nos últimos anos.
Em vez dos leilões atuais de rodovias federais, em que vence o consórcio que oferece o maior valor de outorga, com limite de desconto de 17% nas tarifas, ganhará quem oferecer a menor tarifa, sem limite de desconto. Em troca, o consórcio vencedor deverá desembolsar um valor de aporte, como garantia para investimentos, que sobe a cada ponto percentual de desconto oferecido. Sugerido pelo governo paranaense, o modelo foi negociado com a União, o Congresso Nacional e a Assembleia Legislativa do Paraná.
Ao todo, serão leiloados 3.327 quilômetros de estradas, dos quais 65% federais e 35% estaduais. Segundo o governo paranaense, a proporção de estradas com pista dupla concedidas à iniciativa privada aumentará de 36% para 90% no estado. As rodovias serão divididas em seis lotes. Os consórcios vencedores assumirão o compromisso de duplicarem 1.783 quilômetros, dos quais 90% deverão estar executados até o sétimo ano da concessão.
Os valores do aporte para quem oferecer descontos nos pedágios foram definidos da seguinte forma. Cada ponto percentual de desconto até 10%, o consórcio vencedor deverá depositar R$ 15 milhões. A quantia sobe para R$ 60 milhões por ponto percentual entre 11% e 17% de desconto e para R$ 150 milhões por ponto percentual a partir de 18%. A negociação dos valores durou dois meses. O governo federal pedia o aporte de valores maiores, para dar mais garantias à licitação. O governo estadual pedia valores mais acessíveis, para atrair propostas de maior desconto no pedágio. (Com Agência Brasil)
Três indivíduos morreram em confronto com a Polícia Militar, no interior de Mangueirinha, no final da noite desta quarta dia (11), após efetuarem um roubo a uma pizzaria no município de Coronel Domingos Soares.
A equipe Policial Militar do município domingosoarense foi acionada pelo proprietário de uma pizzaria, que relatou que três homens, que portavam uma espingarda e uma pistola, entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto.
Enquanto dois faziam a segurança do local, o terceiro recolheu dos proprietários e clientes, seis celulares, pacotes de cigarros, alimentos congelados, chocolates e, aproximadamente, R$ 500,00 em espécie. Em seguida, trancaram todos os presentes em um banheiro.
Porém, uma das pessoas conseguiu fugir sem que os autores do roubo percebessem e conseguiu informar outras pessoas as quais foram até o local e avistaram os autores saindo do local levando uma Ford/Ecosport de cor prata de propriedade do dono do estabelecimento e saindo do local também em um GM/Vectra, cor branca em alta velocidade tomando rumo ignorado.
A ocorrência foi repassada para as cidades vizinhas, sendo que a equipe de Mangueirinha conseguiu interceptar os elementos na PR-449, na localidade da Ronda. Os policiais fizeram acompanhamento até os indivíduos entrarem em uma estrada vicinal, já na comunidade do Morro Alto.
Os elementos seguiram por cerca de 10 quilômetros, quando colidiram contra um barranco e já saíram do veículo atirando contra os policiais, que revidaram, alvejando os três indivíduos.
Equipes do SAMU e Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar atendimentos, constatando os óbitos. De acordo com a Polícia Militar, dois dos indivíduos seriam de Mangueirinha. Até o momento, não foram divulgadas as identificações.(Com RBJ).
A indústria do Paraná cresceu 17,9% no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Regional (PIM-PF-REGIONAL), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta dia (11). O resultado é um comparativo da atividade da janeiro a junho de 2020 e janeiro a junho de 2021. É uma das maiores recuperações do País no setor. A indústria brasileira evoluiu 12,9%.
No acumulado dos últimos doze meses (julho de 2020 a junho de 2021), período que registra os impactos mais severos das duas ondas da pandemia, o Estado também apresentou resultado positivo, com crescimento de 9,8% em relação ao período exatamente anterior (junho de 2019 a julho de 2020), que englobou o susto da confirmação dos primeiros casos de Covid-19 (março de 2020).
No comparativo com junho do ano passado, o crescimento foi de 8,2%, e em relação ao mês anterior (maio de 2021), houve queda de 5,7%, acompanhando tendência que atingiu outros nove estados brasileiros.
Na última média trimestral, o Paraná também apontou redução, de 3,5%. Segundo o IBGE, as principais influências negativas nos meses recentes foram puxadas pelos baixos desempenhos do setor de veículos e do setor de derivados do petróleo, importantes para a matriz econômica estadual. O Estado ainda não atingiu os índices pré-pandemia na indústria, na série com ajuste sazonal.
MÊS A MÊS – A evolução da produção industrial dos últimos doze meses aponta oito resultados positivos e momento mais delicado do segmento no segundo trimestre de 2021, com três resultados negativos. Mês a mês, sempre em relação ao mesmo período do ano anterior, as diferenças foram de 2,1% em julho/2020, 2,2% em agosto/2020, 9,5% em setembro/2020, 3,1% m outubro/2020, 0,7% em novembro/2020, 2,5% em dezembro/2020, 1,1 em janeiro/2021, -2,3% em fevereiro/2021, 1% em março/2021, -2,5% em abril/2021, -2,4% em maio/2021 e -5,7% em junho/2021.
SETORES – Segundo o IBGE, o crescimento no semestre foi impulsionado pelos bons resultados da indústria de transformação (evolução de 17,9%), fabricação de bebidas (14,9%), produtos de madeira (53,3%), produtos de borracha e material plástico (14,7%), produtos de minerais não-metálicos (29,9%), produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (38,5%), máquinas e equipamentos (83,5%), móveis (28,4%) e veículos (53,1%).
Na variação mensal (junho de 2020 e junho de 2021), os motores foram indústria de transformação (8,2%), fabricação de bebidas (7,8%), produtos de madeira (31,4%), produtos minerais não-metálicos (19%), veículos (50%), máquinas e equipamentos (87,3%) e produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (24,9%).
NACIONAL – A produção industrial recuou em dez dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal na passagem de maio para junho. O acumulado no ano (janeiro-junho), na outra ponta, foi positivo em 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Paraná, Ceará, Amazonas e Santa Catarina.(Com AEN).
O governador Carlos Massa Ratinho Junior confirmou nesta terça dia (10) que o Estado vai ampliar o número de alunos por sala de aula nas escolas que formam a rede pública de ensino do Paraná. A medida também pode ser replicada nas demais escolas públicas (municipais) e na rede privada, do ensino básico e superior.
O distanciamento entre as carteiras passará de 1,5 metro para 1 metro. A medida atende a um pedido da comunidade escolar e pode ser colocada em prática neste momento devido ao avanço da vacinação contra a Covid-19 e a diminuição dos indicadores da pandemia.
O anúncio foi feito durante a cerimônia que destravou o pagamento de promoções e progressões relativas aos exercícios de 2019 e 2020 para 16.319 servidores da educação, no Palácio Iguaçu. “Temos neste momento uma segurança maior para dar esse passo, mas sempre com toda a cautela possível, respeitando todos os cuidados em relação às normas sanitárias. Os professores estavam sofrendo muito tendo de se dividir entre as aulas presenciais e híbridas, um esforço grande”, afirma Ratinho Junior.
“Como tudo em relação à pandemia, vamos avaliando diariamente os indicadores para tomar qualquer tipo de outra decisão”, acrescenta o governador.
A medida foi regulamentada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) – resolução 735/2021, publicada nesta terça-feira – e vale para todas as instituições de ensino, público ou privadas, do Paraná, incluindo as de nível superior. “As salas de aula devem ser reorganizadas a fim de atender o afastamento físico mínimo de 1 metro (um metro) entre os alunos e entre esses e os professores”, diz o texto no § 2º do Art.41.
“É uma tratativa que vem de muito tempo. Agora, com os números da pandemia baixando, vamos diminuir o espaçamento 1,5 metro para 1 metro desde que todos os protocolos sejam atendidos. Vamos avançar, a retomada é gradual, mas a educação precisa retornar”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“É mais um passo que, graças aos indicadores positivos, podemos dar em busca da normalidade”, complementa o secretário de Estado da Educação e do Esporte (Seed), Renato Feder.
Entre os protocolos sanitários, as escolas precisam disponibilizar recursos e insumos para higiene de mãos, como água corrente, sabonete líquido, papel toalha e/ou álcool gel 70%, posicionados em locais estratégicos e de fácil acesso, principalmente pontos com maior circulação de pessoas, como: salas de aula, salas de apoio, laboratórios, portas de acesso principal, corredores, entre outros.
A higiene de mãos deve ser realizada com água e sabonete líquido por pelo menos 20 segundos ou uso de álcool a 70%. Além disso, o uso de máscara é obrigatório.(Com AEN).
A campanha de atualização de rebanho, promovida pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), encerrou seu período regular com 88% das propriedades devidamente registradas. A atualização é importante para que o Estado tenha conhecimento da quantidade e distribuição do rebanho, e possa agir rapidamente e de forma eficaz no controle de doenças.
Além de auxiliar na vigilância sanitária, a atualização dos rebanhos também é importante para garantir a manutenção do status internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, conferido em 27 de maio pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
“Em meio à pandemia, foi um bom índice, e agora a Adapar está em busca dos produtores que não fizeram as atualizações durante o período regular para verificar as motivações”, disse o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias. “Fazemos um apelo para os produtores que ainda não fizeram que procurem uma unidade da Adapar para regularizar a situação.”
As unidades regionais com índices mais baixos foram as de Ponta Grossa, União da Vitória e Curitiba. Elas apresentaram cerca de 70% dos produtores com atualização de rebanho realizada. “A atualização do rebanho é compulsória, obrigatória para todos os produtores de bovinos, búfalos, ovinos, caprinos, suínos, aves de produção e equídeos”, reforçou o gerente da Adapar. A não atualização pode resultar em multa de pouco mais de R$ 1.150,90.
Além da possibilidade da multa, os produtores que não efetivarem a atualização ficam impedidos de emitir a Guia de Trânsito de Animais (GTA), sem possibilidade de transporte entre propriedades ou para abate. Dentro do prazo da campanha, que foi de 1º de maio a 30 de junho, a atualização cadastral podia ser feita de forma online. Agora, somente pode ser realizada nas Unidades Locais da Adapar.
A próxima campanha de cadastro do rebanho vai ocorrer apenas em 2022.(Com AEN).
O Governo do Estado vai entregar 1.509 computadores para todas as unidades vinculadas à Secretaria da Saúde (Sesa). São 1.359 máquinas padrão desktop e 150 notebooks. O investimento passa de R$ 3,8 milhões. Os equipamentos estão na Coordenação de Material e Patrimônio (Comp) da Sesa e devem ser distribuídos nos próximos dias.
“Desde o início desta gestão o governador Ratinho Junior trabalha pela inovação e agora, com a entrega dessas máquinas, os hospitais, divisões, diretorias, coordenações e tantas outras unidades da secretaria serão modernizados”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A distribuição dos equipamentos está sendo estudada de acordo com a necessidade de cada serviço. A entrega das máquinas será realizada pela Sesa, com apoio do Núcleo de Informática e Informações (NII). Os valores unitários são de R$ 5 mil para notebook e R$ 2.304,17 para desktop.
“A compra destes computadores é um esforço da Sesa, por meio do Governo do Estado, e vai modernizar o parque tecnológico da Secretaria, no nível central e nas regionais de saúde. Os equipamentos são modernos e ágeis e darão mais condições aos servidores para desempenhar o seu trabalho com dignidade e modernidade”, acrescentou Beto Preto. (Com AEN)








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