Inscrições para o Vestibular Unicentro 2022 seguem abertas até 30 de janeiro

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) está com inscrições abertas para o Vestibular 2022.

O prazo vai até 30 de janeiro. O valor da taxa é de R$ 150,00. São ofertadas, ao todo, 1.254 vagas em 40 cursos lotados nos três campi universitários – o Santa Cruz e o Cedeteg, em Guarapuava, e o de Irati – e, ainda, nas unidades avançadas de Chopinzinho, Coronel Vivida, Pitanga e Prudentópolis.

Durante a inscrição, realizada apenas de forma online pelo sitewww3.unicentro.br/vestibular, o candidato deve escolher sua opção de curso e também a cidade onde quer fazer a prova, não havendo a necessidade de ser o local de oferta do curso. Além disso, é preciso que o candidato escolha, também, uma opção de língua estrangeira moderna, entre inglês e espanhol.

A prova está marcada para o dia 13 de março. A partir desse processo seletivo, as provas deixam de ocorrer em dois dias e passam a ser concentradas numa única data, com ampliação do tempo de permanência dos candidatos em sala.

“O Vestibular será realizado em uma única etapa, com cinco horas de duração e, agora, com 60 questões para serem respondidas pelos candidatos”, informa Maria Aparecida Mores, coordenadora de Processos Seletivos da universidade. “Mantivemos os grupos de curso, mas houve uma diminuição no número de questões de cada disciplina”.

Todos os candidatos inscritos, independente do curso a que concorrerem a uma vaga, farão a Redação, e responderão as 10 questões de Língua Portuguesa e Literatura, e a cinco perguntas de Língua Estrangeira.

Já as demais matérias que integrarão o processo seletivo – Arte, Biologia, Filosofia, Geografia, História, Matemática, Química e Sociologia – são definidas a partir do grupo a que pertence o curso em que o estudante concorre a uma vaga. Cada grupo é composto por cinco disciplinas e cada uma delas conta com nove questões objetivas.

OBRAS RECOMENDADAS – Outra mudança para o Vestibular 2022 é na lista de obras recomendadas para a prova de Literatura. “A cada dois anos, fazemos essa atualização, é uma forma de motivar o estudante para a leitura”, explica Maria Aparecida.

Nos processos seletivos de 2022 e 2023, as obras literárias que serão exploradas são: "Inocência", de Visconde de Taunay; "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector; "Seminário dos Ratos", de Lygia Fagundes Telles; "Sagarana", de Guimarães Rosa; "Comédias para se ler na escola", de Luís Fernando Veríssimo; "Dois em um", de Alice Ruiz; "Rosa que está", de Luci Colin; "Torto Arado", de Itamar Vieira Júnior; "Sagrada Esperança", de Agostinho Neto; e "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna.

 

 

 

 

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Distribuição rápida de 21 milhões de vacinas acelerou campanha contra Covid-19 no Paraná

Em um ano da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Paraná, segundo os dados do Ministério da Saúde, mais de 21 milhões de vacinas foram entregues ao Estado e, logo em seguida, aos 399 municípios. Os dados constam do balanço da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) sobre a distribuição dos imunizantes de janeiro de 2021 a janeiro de 2022.

Desde o início, a estratégia do Governo do Estado foi possibilitar condições adequadas de armazenamento e acelerar a descentralização das vacinas para que chegassem aos municípios no menor espaço de tempo.

“Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a logística foi um traço marcante neste um ano da campanha de vacinação”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Todo o aparato de transporte, especialmente aéreo, foi colocado à disposição. Isso permitiu que os imunizantes chegassem mais rapidamente nos municípios e, por consequência, no braço dos paranaenses”.

A média de tempo entre o recebimento das doses e o envio para as 22 Regionais de Saúde do Paraná se manteve em 24 horas. Para isso, a Secretaria contou com o apoio aéreo da Casa Militar e do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) com a utilização de diversas aeronaves que somaram, neste período, 987 horas de voo em 216 missões, o que resulta em mais de 40 dias ininterruptos de operação, numa conta simples.

Desde o começo, no dia 18 de janeiro de 2021, logo que desembarcam no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, as vacinas são encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), na Capital. Ali, cada lote é conferido e armazenado até que seja distribuído.

EQUIPAMENTOS – Como as vacinas contra a Covid-19 da Pfizer, do Butantan, da AstraZeneca e da Johnson & Johnson não faziam parte do Calendário Nacional de Imunização, e as condições de armazenamento e aplicações não eram as padrões, foram necessárias adequações no espaço físico e aquisições de insumos específicos.

O Cemepar possui atualmente seis contêineres refrigerados e cinco novos ultrafreezers para acondicionamento de imunizantes. Eles estão preparados para armazenamento em qualquer temperatura. O investimento passa de R$ 848 mil, entre contrapartida do Estado e doações, e é permanente.

“Fizemos adequações no Cemepar para o recebimento das vacinas. Foi um investimento que permitiu inclusive toda essa ação da vacinação. Também ampliamos a capacidade de armazenamento de imunizantes nas Regionais de Saúde, e modernizamos as estruturas. O Paraná, sem sombra de dúvidas, está sendo referência na política de vacinação. Rápida logística, grande capacidade de armazenamento, distribuição, e uma grande articulação com as prefeituras foram os segredos para colocar a vacina à disposição da população”, destacou o secretário.

Segundo ele, o Paraná também se destacou na transparência do processo, informando, por meio eletrônico e na imprensa, todas as quantidades distribuídas às Regionais de Saúde e aos municípios. Dessa maneira, alcançou status de líder nacional do processo de imunização ao lado de outros estados.

INSUMOS – Além disso, neste primeiro ano de campanha, o Paraná enviou mais de 40,2 milhões de insumos entre agulhas e seringas descartáveis para os municípios, somando mais R$ 11,3 milhões investidos para possibilitar a aplicação das vacinas. Destes, R$ 6,7 milhões são recursos estaduais, e R$ 4,6 milhões federais.

 

 

 

 

 

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Prazo para pagamento à vista ou da 1ª parcela do IPVA de placas com finais 3 e 4 vence nesta terça

A Secretaria estadual da Fazenda lembra que os proprietários de veículos de placas com finais 3 e 4 têm até esta terça-feira (18) para pagar à vista ou a primeira parcela do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores - IPVA 2022. 

Para emitir a guia de pagamento, basta acessar osite do IPVA. É preciso ter em mãos o número do Renavam, que consta no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).

A quitação do IPVA é requisito obrigatório para emissão do certificado de licenciamento de veículo pelo Detran/PR.

Em todo o Paraná, em torno de 4,6 milhões de veículos devem pagar imposto este ano. Do total arrecadado, são descontadas as destinações constitucionais (como o Fundeb) e o valor restante é repartido em 50% para os municípios de licenciamento dos veículos e os outros 50% para o Estado.

Confira o calendário de vencimento do IPVA 2022:

FINAL DE PLACA - pagamento à vista

1 e 2 - 17/01/2022

3 e 4 - 18/01/2022

5 e 6 - 19/01/2022

7 e 8 - 20/01/2022

9 e 0 - 21/01/2022

FINAL DE PLACA - parcelado

1 e 2 - 17/01, 17/02, 17/03, 18/04, 17/05

3 e 4 - 18/01, 18/02, 18/03, 19/04, 18/05

5 e 6 - 19/01, 21/02, 21/03, 20/04, 19/05

7 e 8 - 20/01, 22/02, 22/03, 22/04, 20/05

9 e 0 - 21/01, 23/02, 23/03, 25/04, 23/05

 

 

 

 

 

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Um ano após início da vacinação, PR tem mais de 70% da população completamente imunizada

Em 18 de janeiro de 2021, o Paraná recebeu as primeiras doses do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A data marcou a aplicação das primeiras doses em oito profissionais de saúde da linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, de Curitiba, e o início de uma campanha de vacinação em massa para diminuir os efeitos devastadores da pandemia de Covid-19.

Um ano depois, nesta terça-feira (18), o Estado já ultrapassou uma série de etapas no que diz respeito à imunização, como, por exemplo, o número de paranaenses completamente imunizados: mais de 70% da população já recebeu as duas doses ou dose única, e mais de 80% já tomaram a primeira. O Paraná é o sexto estado com o maior número de aplicações.

Até o momento, foram 19.045.464 vacinas aplicadas na população geral, sendo que, destas, 9.099.905 foram destinadas à aplicação da primeira dose, e 8.397.774 à segunda dose ou dose única. As doses de reforço em idosos e imunossuprimidos já contabilizam 1.664.602 aplicações. Em relação à dose adicional, para imunossuprimidos que receberam mais uma dose, além das duas normais ou dose única, foram aplicadas 141.868. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos estados, portanto, pode haver algumas divergências.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, o alto índice de cobertura vacinal no Estado contribuiu para uma redução na ocupação de leitos, no número de mortes e também na incidência de casos graves. “Nós conseguimos ultrapassar os momentos difíceis por causa da vacina. Senão, teríamos perdido a vida de muitos paranaenses”, ressaltou.

No dia 18 de janeiro de 2021 o índice de internamento em UTI era de 84% (1.199 leitos). O último boletim do Estado mostra ocupação de 56% em 477 leitos. Apesar da nova onda ligada à Ômicron, a média de óbitos diária é de 2, contra 28 em janeiro de 2021. Em janeiro do ano passado foram 1.936 mortes. Em dezembro, 120, diminuição de 93,8%.

Além disso, o secretário fez questão de ressaltar a mobilização do Estado para garantir a execução da campanha de vacinação. “Nossa imunização é exemplar porque temos a cultura da vacina no Estado, onde temos pessoas extremamente conhecedoras do tema, e que nos ajudam a fazer acontecer essa vacinação lá na ponta. Através delas, nós tivemos esse resultado tão positivo, mas que não acabou. A tarefa continua”, reforçou.

“A vacina é fundamental. Quem não toma vacina está vulnerável, vira uma presa fácil dos vírus. Começa a ocorrer uma seleção natural e o vírus vai tentando se reproduzir através da infecção, e ele vai procurar o hospedeiro que tenha menos imunidade. Quem não tomou vacina está com menos imunidade que os outros nesse momento”, ressaltou o secretário.

CRIANÇAS – No último sábado (15), o Paraná deu mais um passo no objetivo de imunizar completamente a população, com o início da vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos. O secretário faz um apelo para que os pais levem seus filhos aos postos de vacinação. “Nós temos um momento importante para cumprir nos próximos dois ou três meses, e quero convocar os paranaenses para ficarem muito alertas. Vamos fazer essa vacinação acontecer da melhor forma possível”, afirmou o secretário.

PÚBLICOS – O Paraná aplicou 14.807.472 doses de imunizantes no público com idade acima de 18 anos. Foram, por exemplo, 1.318.626 doses nos profissionais da saúde; 1.429.357 em pessoas com comorbidades; 543.756 em trabalhadores da educação; 162.713 em profissionais do transporte; 137.740 em gestantes e puérperas; 119.271 em pessoas com deficiência permanente; 57.722 na população privada de liberdade; 23.496 em indígenas; 

MUNICÍPIOS – Em números absolutos, os dez municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (3.277.908); Londrina (1.035.844); Maringá (862.911); Cascavel (583.327); Ponta Grossa (512.855); São José dos Pinhais (388.652); Foz do Iguaçu (432.346); Colombo (423.528); Guarapuava (254.364); e Paranaguá (266.290).

DISTRIBUIÇÃO – Ao longo de um ano de imunização, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina de RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.

 

 

 

 

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Com participação do Paraná, Banco do Brasil lança etapa 2022 do Circuito de Negócios Agro

O Banco do Brasil lançou, nesta segunda-feira (17), o Circuito de Negócios Agro de 2022. A cerimônia foi realizada em Brasília, com participação do presidente da República Jair Bolsonaro, e teve transmissão simultânea a partir de Londrina, no Norte do Estado, acompanhada pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

O objetivo é levar aos produtores rurais capacitação técnica e fomento aos negócios.

De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, três carretas vão percorrer cerca de 60 mil quilômetros em todas as regiões brasileiras. Elas atuarão como salas de aula para cursos de formação de agricultores. A expectativa é que o programa fortaleça a agropecuária de ao menos 600 municípios brasileiros, envolvendo 500 mil produtores rurais e que movimente R$ 1,5 bilhão em créditos.

Nesses municípios serão montadas, com a participação de parceiros (revendas de máquinas e de insumos, empresas de tecnologia agrícola, empresas de telecomunicações e outras ligadas ao segmento), feiras agropecuárias para estimular o empreendedorismo.

No mesmo ato, o presidente do BB anunciou que a instituição chegou ao valor de R$ 50 bilhões em crédito para agricultores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “Temos orgulho da parceria com o agronegócio e estamos celebrando mais uma vez essa parceria”, disse Ribeiro.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, elogiou o investimento do banco na pequena agricultura. “É um dia especial, primeiro por essa notícia dos R$ 50 bilhões do Banco do Brasil e a outra é que o banco volta a ir na ponta levando assistência técnica e contrato para aqueles que têm muita dificuldade de sair de suas propriedades”, acentuou.

Ortigara destacou o apoio do banco ao agronegócio paranaense, desenvolvido em diversos programas, como no Banco do Agricultor. "O que motiva os agricultores do Paraná é a inovação e o desenvolvimento sustentável. Estamos buscando novos mercados, crescendo em segmentos importantes e modernizando a produção. Esse novo projeto do Banco do Brasil ajudará o Paraná a ser mais competitivo", disse.

 

 

 

 

 

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