Ministério da Saúde encaminhará mais 415.790 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta sexta

O Ministério da Saúde informou o Governo do Paraná no final da noite desta quinta-feira (5) que encaminhará ao Estado nesta sexta-feira (6) mais 415.790 vacinas contra a Covid-19. São 177.840 doses da Pfizer/BioNTech e 233.800 AstraZeneca (ainda não especificadas entre primeira ou segunda), além de 4.150 da Janssen (dose única).

 

A maior parte será encaminhada já a partir das 6 horas por via terrestre. O caminhão será carregado com as Pfizer, as Janssen e 97.300 AstraZeneca. O lote sairá do Centro de Distribuição do governo federal, em São Paulo, para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, com previsão de chegada na metade da tarde.

 

As demais 136.500 doses da AstraZeneca/Fiocruz serão encaminhadas por avião (AD 4078), com previsão de pouso no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 20h05.

 

As doses da Janssen, do braço farmacêutico da Johnson & Johnson, fazem parte de uma remessa de 83.500 vacinas destinada aos estados. O Paraná já aplicou 306.131 doses únicas na população.

 

A pauta completa da Pfizer/BioNTech é composta por 3,5 milhões de doses, referentes às entregas realizadas pela empresa ao governo federal nos últimos dias. Os lotes para todo o Brasil da AstraZeneca têm 4 milhões de doses.

 

O Paraná já distribuiu nesta semana 158.670 vacinas para a primeira aplicação (D1) na população em geral acima de 18 anos. Com a nova remessa, serão 369.460 imunizantes entregues ao Estado nesta semana.

 

O Paraná é o quinto que mais aplicou vacinas em números absolutos, o quarto que mais imunizou a população inteira com a primeira dose e 70% da população adulta (maiores de 18 anos) já recebeu ao menos uma dose. (Com AEN)

 

 

 

Governo decreta situação de emergência hídrica em todo o Paraná

Com a permanência da estiagem em todas as regiões paranaenses, o Governo do Estado resolveu estender para todo o Paraná a situação de emergência hídrica, que até então era válida apenas para a Região Metropolitana de Curitiba e o Sudoeste. O novo decreto (8.299/2021) foi assinado nesta quinta-feira (5) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e é válido por 90 dias.

 

É o terceiro adotado pelo governo estadual desde o ano passado, com o objetivo minimizar os impactos da falta de chuvas e garantir as condições mínimas de abastecimento da população.

 

O documento autoriza as empresas de saneamento a adotarem medidas que garantam o abastecimento público – como os rodízios de água, por exemplo – priorizando o uso dos recursos hídricos para esse fim. Com isso, o Instituto Água e Terra (IAT) poderá restringir a vazão outorgada para outras atividades, com o objetivo de normalizar as captações.

 

As medidas levam em conta as previsões meteorológicas e têm respaldo, também, na Resolução número 77 da Agência Nacional de Águas (ANA), que declarou situação crítica de escassez quantitativa dos recursos hídricos na Região Hidrográfica do Paraná até novembro de 2021.

 

O Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) aponta para precipitações abaixo da média do restante do inverno até a primavera, agravando uma situação que já perdura há mais de dois anos. Também há uma pequena possibilidade de ressurgência do fenômeno La Niña entre os meses de novembro e janeiro. Causado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, a La Niña está associada a chuvas irregulares e abaixo da média no Sul do Brasil.

 

Segundo o Simepar, três em cada quatro mananciais usados para a captação de água no Paraná estão com os índices abaixo do normal, sendo que 31,75% deles se encontram em situação de estiagem. O nível médio dos reservatórios do Sistema de Abastecimento de Água Integrado de Curitiba (SAIC) está atualmente em 48,88%, de acordo com a atualização diária da Sanepar.

 

O diretor-presidente do Simepar, Eduardo Alvim, explica que a anomalia nas precipitações atingem todas as regiões do Paraná, com casos extremos de estiagem em partes do Oeste, do Sudoeste e do Centro até o Norte Pioneiro. Somente no Litoral e no Noroeste a situação é moderada.

 

“Tivemos períodos muito ruins em meados do ano passado, com o inverno e a primavera com precipitação muito baixa. Isso vem se acumulando há pelo menos dois anos, com chuvas abaixo do normal”, diz Alvim. “Cumulativamente, essa condição vai depreciando as reservas naturais de água no solo, com reflexo na disponibilidade hídrica nos rios, reservatórios e poços de abastecimento. Quando essa situação se perdura há muito tempo, acaba exigindo a adoção de medidas extraordinárias para priorizar o uso dos recursos hídricos”.

 

MEDIDAS – As medidas do novo decreto são praticamente as mesmas do anterior, mas desta vez válidas para todo o Estado. Ele autoriza os órgãos estaduais a empregar recursos humanos e materiais, veículos e equipamentos para auxiliar nas operações de abastecimento humano e dessedentação dos animais.

 

As empresas que prestam serviços de saneamento ficam autorizadas a executar rodízios de 24 horas, desde a interrupção até a retomada do abastecimento, com prazo para normalização de mais 24 horas. Esses limites podem ser extrapolados em situações emergenciais de manutenção ou por força maior, devendo ser comunicadas para a população e órgãos de fiscalização.

 

O IAT, responsável pela outorga de uso dos recursos hídricos e autorizações ambientais, fará ações emergenciais destinadas ao abastecimento público, priorizando as demandas das prestadoras de serviços com essa finalidade. O órgão também avaliará as restrições da vazão outorgada para atividades agropecuárias, industrial, comercial e de lazer, para normalizar as captações voltadas para o abastecimento público.

 

Já a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento deverá implementar medidas de apoio aos agricultores para melhorar a eficiência no uso da água nas atividades agropecuárias e orientar os agricultores para o cumprimento da restrição de captação hídrica, conforme determinações do decreto.

 

Caberá ao IAT e à Polícia Militar fiscalizar o cumprimento das medidas e aplicar as sanções cabíveis em casos de uso irregular dos recursos hídricos, exigindo a regularização e a restrição de uso. Eles também poderão intervir para a regularização dos usuários que têm a outorga de recursos hídricos, mas estão irregulares pela captação acima da vazão, além de orientar os outorgados para que reduzam e façam o uso racional da água. (Com AEN)

 

 

 

Boletim confirma 2.178 novos casos de Covid-19 e 71 óbitos

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta dia (05) mais 2.178 casos e 71 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.385.616 casos e 35.394 óbitos.

 

Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (11), fevereiro (17), março (36), abril (40), maio (175), junho (71), julho (324) e agosto (1.504) de 2021.

 

INTERNADOS – De acordo com o informe, há 1.128 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 806 em leitos SUS (468 em UTI e 338 em enfermaria) e 322 em leitos da rede particular (135 em UTI e 187 em enfermaria).

 

Há outros 1.515 pacientes internados, 774 em leitos UTI e 741 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

 

ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 71 pacientes. São 27 mulheres e 44 homens, com idades que variam de 23 a 100 anos. Os óbitos ocorreram de 24 de maio a 05 de agosto de 2021.

 

Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (12), Colombo (8), Curitiba (7), Maringá (3), São José dos Pinhais (2), São Jorge do Ivaí (2), Pinhão (2), Castro (2), Balsa Nova (2).

 

O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: União da Vitória, Umuarama, Telêmaco Borba, Sarandi, Roncador, Reserva, Quitandinha, Paranaguá, Paranacity, Palotina, Nova Aurora, Moreira Sales, Marialva, Marechal Cândido Rondon, Mangueirinha, Mandaguaçu, Janiópolis, Jandaia do Sul, Ivatuba, Ivaiporã, Ibaiti, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Cianorte, Campo Largo, Cambé, Bocaiúva do Sul, Boa Ventura de São Roque, Assis Chateaubriand, Assaí, Andirá.

 

FORA DO PARANÁ - O monitoramento registra 6.261 casos de não residentes no Estado – 192 pessoas foram a óbito.(Com AEN). 

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Governador recebe embaixador dos Emirados Árabes Unidos e destaca potenciais do Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu na tarde desta quarta-feira (4) o embaixador dos Emirados Árabes Unidos no Brasil, Saleh Alsuwaid, e apresentou as principais áreas de investimentos e os potenciais de negócios do Estado. No encontro, o diplomata conheceu as ações de sustentabilidade, tecnologia, inovação, agronegócios, comércio e investimentos do Paraná, que também serão compartilhadas na Expo Dubai 2020, evento que vai reunir mais de 190 países e 25 milhões de visitantes, em outubro.

 

Ratinho Junior destacou uma série de obras e investimentos feitos em todo o Paraná, em especial na região de Foz do Iguaçu, onde há muitas oportunidades. “Foz do Iguaçu tem hoje as maiores perspectivas na área de turismo, como hotéis, resorts, empreendimentos na área de entretenimento – é a maior área com este potencial no Brasil. A região conta com aproximadamente US$ 300 milhões em obras de infraestrutura”, explicou o governador.

 

Além desse potencial, Ratinho destacou a vocação agrícola do Estado, que hoje é o maior polo de agronegócio brasileiro em quantidade e variedade. Como principal produtor de carnes e proteínas animais do País, o Paraná participa com 40% das exportações de carne de frango, por exemplo. É também um grande produtor de madeira, o principal polo produtor de amidos e o segundo de lácteos do Brasil, além da grande produção de açúcar e etanol.

 

Todo esse potencial pode se expandir a partir das relações com os países árabes, disse o secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara. “Trabalhamos com a perspectiva de estabelecer relações comerciais sérias, bem como ampliar as relações já existentes. O Paraná e o Brasil já exportam para os Emirados Árabes Unidos e temos um grande superávit comercial. E queremos que a Expo Dubai proporcione novas relações bilaterais, bem como alcançar dezenas e dezenas de países que estarão lá representados”, afirmou.

 

O embaixador destacou que a segurança alimentar é assunto de suma importância para os governos árabes e fator decisivo nas relações com outros países. Neste contexto, ele vê no Paraná bastante potencial. “Os países árabes levam muito a sério a questão da segurança alimentar e o Paraná é um estado que conquistou muitos selos de segurança nessa área. Essa é a porta de entrada para os Emirados Árabes”, enfatizou Saleh Alsuwaid.

 

A pandemia da Covid-19 trouxe uma série de desafios para todos os níveis de gestão, mas o embaixador explicou que a crise também reforçou a preocupação com a alimentação. “Durante a pandemia, a nossa ajuda chegou a mais de 120 países, tanto na parte médica como na de alimentação. Portanto, temos hoje uma melhor compreensão da importância desses selos de qualidade”, contou o embaixador.

 

“Com a parceria que já temos com o Governo do Estado, vamos nos organizar para trazer mais investimentos, não somente com empresas privadas, mas principalmente com empresas públicas”, disse.

 

Mais da metade dos municípios do Paraná já vacina na faixa de 18 a 30 anos
SUSTENTABILIDADE – O diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, reafirmou a necessidade de negócios e projetos com os países árabes e ressaltou os investimentos do atual governo, como a produção científica das universidades estaduais.

 

“O Paraná é o estado que mais tem universidades estaduais em todo o País. Somos um celeiro de inovação e desenvolvimento de startups, as chamadas empresas unicórnios. Nós temos quase 20 mil doutores no Estado e com certeza queremos estabelecer uma parceria muito forte com os Emirados Árabes Unidos”, afirmou Bekin.

 

Ao final do encontro, o governador destacou a preocupação dos projetos e obras do seu governo com o meio ambiente e a sustentabilidade. “Nós temos uma grande preocupação aqui no Paraná com as questões de meio ambiente e sustentabilidade. Temos a maior proteção da Mata Atlântica da América do Sul, temos grandes parques que são reservas florestais e somos o maior produtor de alimentos orgânicos do Brasil”, explicou Ratinho Junior.

 

“Estamos em completa harmonia, esta é a mesma preocupação e perspectiva que nós temos nos governos árabes. Vejo claramente a intenção dos países árabes de investir aqui no Paraná”, finalizou Saleh Alsuwaid.

 

Com redução de tarifa, Governo e União fecham modelo da concessão
EXPO DUBAI 2020 – Faltando praticamente dois meses para a maior feira internacional de negócios do mundo, o Paraná será o primeiro Estado a assumir o Pavilhão Brasileiro, entre os dias 10 e 17 de outubro.

 

Organizada pelo Bureau Internacional de Exposições desde 1851, a World Expo é um evento internacional que serve de vitrine para as principais inovações que moldaram o mundo após a Revolução Industrial. Um de seus principais símbolos é a Torre Eiffel, construída em Paris para a edição de 1889.

 

O Brasil sediou uma feira similar em 1922, no Rio de Janeiro, como uma das comemorações do centenário da independência do País.

 

As feiras acontecem a cada cinco anos e têm como principal atração os pavilhões de cada país, que concentram exposições, eventos e atividades culturais. O espaço também apresenta pavilhões temáticos e patrocinados por empresas. A última edição da feira aconteceu em Milão, na Itália, em 2015, e contou com a participação de 145 países.

 

A edição de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, estava prevista para 2020, mas foi adiada em razão da pandemia do coronavírus. Com mais de 190 países participantes, a exposição ocupará uma área total de 438 hectares. A estimativa é receber mais de 25 milhões de visitantes ao longo dos seis meses de duração.

 

PRESENÇAS – Participaram da reunião o vice-governador Darci Piana; o secretário de Estado de Comunicação Social e da Cultura, João Evaristo Debiasi; a superintendente da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; o diretor de Relações Internacionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco, a diretora-geral da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Fabiana Campos; e o assessor político da Embaixada, Paulo Rabello. (Com AEN)

 

 

 

Mais 25 casos e seis óbitos da variante delta são confirmados no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (4) mais 25 casos e seis óbitos da variante delta no Paraná. Agora, o Estado soma 54 casos e 18 óbitos da cepa B.1.617, do vírus da Covid-19. As informações foram repassadas por meio do relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2, por sequenciamento genômico, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

 

Os novos casos foram confirmados nos municípios de Fernandes Pinheiro (6), Curitiba (5), Araucária (2), Campo Largo (2), São José dos Pinhais (2), Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, Irati, Imbituva e Pinhais. São 13 mulheres e 11 homens com idades que variam de 12 a 88 anos, além de um homem de 55 anos com residência fixa em Nova Monte Verde, no estado do Mato Grosso, que estava em Curitiba para tratamento.

 

Dentre os novos casos, os seis óbitos foram registrados em Campo Largo, São José dos Pinhais, Fernandes Pinheiro, Irati, Imbituva e Nova Monte Verde (MT). São quatro homens e duas mulheres, com idades entre 42 e 88 anos.

 

Assim que o relatório é enviado pela Fiocruz, a Sesa entra em contato com as Regionais de Saúde, que por sua vez comunicam os municípios de residência dos casos confirmados para iniciarem a investigação epidemiológica. Este processo inclui dados desde o início dos sintomas, a realização do exame, se houve internação e se o caso é considerado como cura ou óbito.

 

GERAL – Ao todo, o Paraná já confirmou 54 casos e 18 óbitos pela variante. São nove casos e dois óbitos em Curitiba, nove casos e um óbito em Fernandes Pinheiro, quatro casos e dois óbitos em Apucarana, quatro casos e dois óbitos em São José dos Pinhais, três casos e três óbitos em Piên, quatro casos e um óbito em Araucária, dois casos e dois óbitos em Irati, dois casos e dois óbitos em Imbituva, um caso e um óbito em Mandaguari, dois casos e um óbito em Campo Largo, dois casos em Piraquara, dois casos em Pinhais e dois casos em Fazenda Rio Grande.

 

Também há um caso confirmado em Almirante Tamandaré, Agudos do Sul, Campina Grande do Sul, Colombo, Campo Mourão, Francisco Beltrão e Rolândia e, por fim, o caso e óbito de Nova Monte Verde (MT), que será informado e direcionado ao estado de residência.

 

TRANSMISSÃO COMUNITÁRIA – Na última semana o Paraná confirmou a transmissão comunitária da delta no Paraná. O conceito é definido quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, entre indivíduos sem histórico de viagem e sem que seja possível definir a origem da transmissão.

 

DEMAIS CASOS – Até agora o Paraná soma 765 amostras sequenciadas, sendo 459 para a variante P.1 (gama, brasileira) – o Estado considera 457 casos, pois duas pacientes coletaram duas amostras em períodos diferentes, dois casos de P.1.1, seis casos de P.1.2 e 10 casos da variante B.1.1.7 (alpha - Reino Unido).

 

Quanto as demais linhagens detectadas, o Paraná registra ,ainda, 93 casos de P.2, 78 de B.1.1.28, 23 de B.1.1.33, 11 de B.1, 4 de B.1.1.1, 4 de B.1.375, 3 de B.1.1, 2 de B.1.195 e 2 de B.1.1.119.

 

Também há uma amostra sequenciada para cada uma das seguintes variantes de atenção: B.1.1.220, B.1.98, B.1.498, B.1.617.2, B.1.566, B.1.1.250, B.1.243, B.1.1.304, B.1.501, B.1.1.114, A, N.9. (Com AEN)

 

 

 

Mais da metade dos municípios do Paraná já vacina na faixa de 18 a 30 anos

O Paraná alcançou nesta quarta-feira (4) duas importantes marcas dentro da campanha de vacinação contra a Covid-19. Mais da metade dos municípios está imunizando adultos entre 18 e 30 anos e o Estado chegou a 6.201.447 aplicações entre primeiras doses e doses únicas, o que representa 71% da população vacinável, parcela formada por pessoas com mais de 18 anos. O levantamento é do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao governo federal.

 

A previsão do Governo do Estado é que pelo menos 80% dos adultos recebam uma dose do medicamento até o fim deste mês, atingindo a totalidade em setembro.

 

“Avançamos em velocidade a partir do momento em que a chegada das vacinas teve uma regularidade. Estamos entre os estados que mais imunizaram, com mais de 8,2 milhões de aplicações, considerando todas as doses. E a ordem é para não perder tempo. Agilizar a distribuição para que cada vez mais a vacina chegue com rapidez ao braço dos paranaenses”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

O levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) revela que atualmente 203 dos 399 municípios paranaenses estão mais próximos de concluir o ciclo vacinal dos adultos, imunizando pessoas com 30 anos ou menos. O número representa 50,8% do Estado.

 

Dez cidades, inclusive, já quase encerraram o processo – Guaraqueçaba, Doutor Ulysses, Tunas do Paraná, Barracão, Bom Jesus do Sul, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, Marilena, Santa Cecília do Pavão e Guaíra.

 

Na outra ponta, entre os municípios menos adiantados, há apenas seis que ainda estão vacinando na faixa dos 40 anos: Candói (40), Formosa do Oeste (40), Cruzeiro do Oeste (40), São Jorge do Patrocínio (40), Icaraíma (41) e Perobal (45). Ou seja, 393 cidades estão no grupo de 18 a 39 anos.

 

“A logística do Estado, com a distribuição das doses em menos de 24 horas, tem agilizado significativamente o processo. Isso permite aos municípios se planejarem melhor. Ainda assim fica o pedido para que vacinem, vacinem e vacinem. Vacina boa é aquela que está no braço. Somente assim vamos vencer o coronovírus e retomar a normalidade”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

Ao baixar a média de idade dos imunizados, o Paraná avança também no total geral de aplicações. Nesta quarta-feira, chegou a 6.201.447 vacinações de primeira dose ou dosagem única. Ou seja, 71% dos moradores com mais de 18 anos do Estado ao menos abriu o ciclo vacinal – são, de acordo com o SUS, 5.896.380 primeiras doses, dos imunizantes CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer, e 305.067 doses únicas, produzidas exclusivamente pela Janssen.

 

O Ministério da Saúde informou que os adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação contra a Covid-19, com prioridade para comorbidades, após a conclusão do envio de ao menos a primeira dose para a população adulta.

 

“O Paraná já aplicou 8 milhões de doses contra a Covid-19, tem 70% da população adulta e mais de 50% da população geral imunizadas com ao menos uma dose. Isso implica em queda nos internamentos, nos óbitos e nas manifestações mais graves da doença. Mesmo assim, precisamos continuar os cuidados e aumentar a vacinação, principalmente com o ciclo completo”, ressaltou Beto Preto.

 

CIDADES – O Paraná é, em números absolutos, o quinto estado que mais vacinou no somatório de todas as doses. Foram, até o momento, 8.274.622 aplicações, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As cidades que mais vacinaram, também em números absolutos, foram Curitiba (1.464.728), Londrina (415.050), Maringá (392.026), Cascavel (239.943), Ponta Grossa (215.157), Foz do Iguaçu (205.979), São José dos Pinhais (175.183) e Colombo (146.053).

 

MÉDIA – Julho encerrou com a melhor média de vacinação no Paraná. Foram 71.773 por dia, contra 62.916 em junho, 49.276 em abril, 34.358 em maio, 32.185 em março, 9.309 em fevereiro e 10.412 em janeiro (15 dias). Em seis dias de julho o Estado ultrapassou a marca de 100 mil aplicações. O recorde ainda é 22 de abril, com 176.153.

 

Já em relação à proporcionalidade do número de habitantes, os destaques são Pontal do Paraná (79,73%), Maringá (77,88%), Barra do Jacaré (73,67%), Arapongas (71,51%) e Nova Santa Bárbara (70,91%) na primeira dose; Pontal do Paraná (33,85%), Bom Jesus do Sul (30,90%), Esperança Nova (30,51%), Santo Antônio do Caiuá (30,47%) e Floraí (29,98%) na segunda dose; e Porto Vitória (10,10%), Siqueira Campos (9,45%), Itaperuçu (8,82%), Sertanópolis (8,38%), Imbaú (7,80%) em relação à dose única. (Com AEN)

 

 

 

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