O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta segunda-feira (16) um novo projeto para fomentar negócios criados por jovens profissionais: o programa Jovem Empreendedor. Promovido em uma parceria entre a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Fomento Paraná, a iniciativa oferece linhas de crédito para incentivar a geração de emprego e o desenvolvimento de negócios para pessoas de 18 a 29 anos.
“Queremos atender os jovens que estão abrindo seu negócio e começando a ter sua primeira oportunidade como empresário, ou o jovem que já tem o seu negócio acontecendo e deseja ampliá-lo. Essa é uma linha de crédito subsidiada, o que quer dizer que, no mercado financeiro, não terá juro tão barato”, afirmou o governador.
“Esse incentivo ao jovem empreendedor é para que essas pessoas possam ter o seu negócio, ajudar a gerar emprego e virar um grande empresário, um grande industrial ou um grande investidor, fazendo com que a economia do Paraná cresça cada vez mais”, complementou Ratinho Junior.
Nas linhas de crédito do BRDE, os recursos poderão financiar capital de giro, obras civis e instalações, compra de equipamentos e softwares, desenvolvimento de software, capacitação e treinamento, gastos de desenvolvimento de produtos e serviços, e gastos pré-operacionais.
Os créditos disponibilizados variam segundo o perfil da empresa. Para as microfinanças são disponibilizados até R$ 200 mil; para produtores rurais até R$ 1 milhão; e, para micro, pequenas e médias empresas, até R$ 5 milhões.
O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, destacou que o público-alvo foi selecionado para incentivar a criação de empregos em um setor que foi altamente prejudicado pela pandemia. “A gente percebe que, geralmente, as pessoas de 18 a 29 anos são as que têm maior dificuldade para encontrar um emprego entrar no mercado de trabalho. Com esse apoio, nós queremos ajudar a reverter isso, dando a oportunidade de eles estarem na sociedade podendo empreender”, afirmou.
O secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, reforçou que esse público é um importante foco de atenção por parte do Governo do Estado. “Nós procuramos intensificar os programas voltados à empregabilidade para o jovem. Dando esse incentivo a empresas que contratam jovens, buscamos reduzir a dificuldade de encontrar o primeiro emprego. Esse é o caminho do desenvolvimento, é assim que vamos fazer a recuperação econômica no Paraná”, reforçou.
CONDIÇÕES - No caso das linhas de crédito do BRDE, podem se enquadrar no programa quatro modalidades de empreendedores. Uma delas é para o empreendedor (pessoa física) ou produtor rural com idade entre 18 e 29 anos. Nos outros casos, micro, pequenas e médias empresas precisam atender a pelo menos um dos seguintes critérios: ter sócio ou acionista majoritário com idade entre 18 e 29 anos; possuir pelo menos 51% de seus colaboradores com idade entre 18 e 29 anos; ou, ainda, ter um programa de estágio e no mínimo 10% de sua folha de pagamento na faixa etária mencionada.
A linha de crédito poderá ser solicitada na sede do BRDE, mediante agendamento prévio, ou de forma online através do site www.brde.com.br.
NOVOS EMPREENDEDORES - Já na linha de microcrédito fornecida pela Fomento Paraná, o objetivo é apoiar empreendedores jovens que desejam investir em um negócio próprio. O microcrédito é composto por empréstimos e financiamentos de até R$ 20 mil, com até três meses de carência e prazo total de 36 meses para pagamento. É destinado a trabalhadores informais, empreendedores individuais e microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil.
O crédito será acessível para pessoas físicas ou jurídicas que buscam fomentar seu negócio sem comprometer o fluxo de caixa da empresa com parcelas de empréstimos elevadas. Além da burocracia reduzida, os empréstimos de linhas de fomento têm taxas de juros menores do que as do mercado financeiro, possibilitando ao empreendedor conseguir um aporte maior por uma parcela menor.
Samuel Tives, coordenador para Políticas da Juventude da Sejuf e coordenador do programa Jovem Empreendedor, explica que esse é um projeto de muito importante para a juventude na retomada econômica. “Com a pandemia avançando e os jovens perdendo espaço no mercado de trabalho, nós começamos a vislumbrar novas possibilidades. Como o jovem estava com dificuldade para reinserção, o empreendedorismo surgiu como uma nova opção”, destacou.
“A gente precisa qualificar os jovens e fazê-los empreender – e para isso nós precisávamos de uma linha de crédito específica, que é o que conquistamos aqui hoje”, endossou.
As linhas de crédito da Fomento Paraná serão disponibilizadas através das 216 Agências do Trabalhador do Estado. “Teremos um canal importante de atendimento ao jovem dentro das agências, e queremos ser referência no crédito subvencionado pelo Governo do Estado”, ressaltou Heraldo Alves das Neves, diretor-presidente da Fomento Paraná.
PRESENÇAS - Compareceram ao evento o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o presidente do Conselho Estadual da Juventude, Marcos Costa; o diretor de Mercado da Fomento Paraná, Vinicius Rocha; o assessor do BRDE Flavio Fernandes; a assessora da diretoria do BRDE Suzana Leite; o deputado federal Aroldo Martins; os deputados estaduais Hussein Braki (líder do governo na Assembleia Legislativa) e Nelson Justus; e os prefeitos de Marechal Cândido Rondon, Marcio Rauber, e de Goioerê, Betinho Lima; o diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; além de jovens empreendedores e conselheiros da juventude do Estado. (Com AEN)
Equipe cirúrgica liderada pelo médico Bruno Kunz Bereza realizou com sucesso procedimento que durou cerca de 5 horas.
Uma cirurgia de alta complexidade foi realizada com sucesso, recentemente, em Cascavel (PR), equiparando a cidade a grandes centros de saúde do país, como São Paulo e Rio de Janeiro. O procedimento para tratamento de um câncer de pâncreas, durou cerca de 5 horas e demandou equipamentos especiais e técnicas avançadas.
O cirurgião oncológico do CEONC Hospital do Câncer, doutor Bruno Kunz Bereza, especialista em cirurgia minimamente invasiva com foco na área gastrointestinal, liderou a equipe envolvida na cirurgia. Além dele, participaram do procedimento a também cirurgiã do CEONC, doutora Tariane Foiato, a instrumentadora, Neide Bianchezzi, dois anestesistas, dois auxiliares de sala e uma enfermeira.
A paciente, uma mulher de 58 anos, apresentava um câncer na região do pâncreas em estágio inicial. Nesse contexto, a cirurgia foi realizada para tratamento da doença, ou seja, com intenção de cura. “Essa cirurgia depende de muitos fatores, entre eles treinamento exaustivo de técnicas avançadas de videocirurgia, conhecimento anatômico minucioso e preparo para controle de situações graves, caso ocorram”, comentou o cirurgião oncológico, Bruno Bereza.
Ao todo foram pelo menos 5 anos de treinamento específico para que a equipe possuísse sincronia e habilidade técnica para realizar a cirurgia com absoluta segurança totalmente por vídeo. No procedimento foram utilizados equipamentos de videocurgia de alta definição, grampeadores, além de pinças e fios cirúrgicos especiais.
“Inexiste um ensino específico sobre essa cirurgia. Ela inclui a realização de pelo menos quatro cirurgias unidas em um procedimento. Ou seja, o cirurgião precisa atingir um grau de experiência e habilidade em quatro cirurgias para a realização dessa de alta complexidade”, complementa o cirurgião, doutor Bruno Kunz Bereza, destacando que é a maior e mais complexa cirurgia realizada no abdome.
Outro ponto que torna o procedimento com alto nível de complexidade é a abordagem de diversos órgãos. Isso por conta da localização do tumor: ampola de vater (estrutura adjacente ao pâncreas). Durante o procedimento, os cirurgiões têm contato com estômago, duodeno, intestino, pâncreas e vias biliares. A cirurgia também envolve manipulação de estruturas muito nobres, como vasos que não podem ser substituídos em uma eventual lesão.
Além do treinamento da equipe para técnicas avançadas de vídeo (controle vascular, suturas, dissecção), o cirurgião oncológico que liderou o procedimento tem fellowship para preparo de cirurgias dessa região (esôfago, estômago e pâncreas).
“Eu trouxe conhecimento sobre cuidados pré-operatórios, cuidados durante a cirurgia e cuidados pós-cirurgia de toda essa experiência”, comenta o médico Bruno Kunz Bereza.
Outro destaque foi a aquisição de instrumentos melhores para a cirurgia, além de conceitos hospitalares para melhora da assistência ao paciente. A cirurgia, na visão do doutor Bruno Bereza, é mais um grande passo para representar as possibilidades que Cascavel possui na área médica de tratamento de câncer. “Por anos vimos diversos avanços nas medicações (quimioterapia, terapia alvo, etc.), na área de diagnóstico (PET-CT), na área de radioterapia (máquinas mais modernas), agora a cirurgia veio com técnicas mais apuradas, melhorando os resultados”, finaliza.
Sobre o câncer de pâncreas
Por ser de difícil detecção e ter comportamento agressivo, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade por conta do diagnóstico tardio. No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença.
Raro antes dos 30 anos, torna-se mais comum a partir dos 60. A incidência é mais significativa no sexo masculino. A cirurgia, segundo o Instituto Nacional do Câncer, é o único método capaz de oferecer chance curativa. Nos casos em que a cirurgia não seja apropriada, a radioterapia e a quimioterapia são as formas de tratamento, associadas a todo o suporte necessário para minimizar os transtornos gerados pela doença.
Os portos paranaenses tiveram mais um mês de destaque na movimentação geral de cargas. Em julho deste ano, os terminais de Paranaguá e Antonina carregaram e descarregaram 5.783.348 toneladas em produtos. O volume é 13% maior que o registrado nos mesmos 31 dias de 2020, com 5.118.798 toneladas.
A alta foi observada tanto na importação quanto na exportação mensal, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. Em julho, as exportações somam 3.553.905 toneladas – 7% a mais que as 3.330.290 toneladas registradas no mesmo mês, em 2020.
“Nesse sentido do comércio, destaque para as altas registradas no embarque da soja, do açúcar, dos óleos vegetais, da carga geral, em especial dos contêineres, e da celulose”, destaca Garcia.
As importações do último mês totalizaram 2.229.443 toneladas, volume 24,7% maior que as 1.788.508 toneladas importadas em julho do ano passado. “Entre as importações, tivemos alta nos fertilizantes, carga geral, principalmente contêineres, trigo, malte e cevada. O volume de óleo vegetal importado também fez subir essa alta”, complementa.
CONTÊINERES – Nos 31 dias de julho, foram movimentados 45.582 contêineres (unidades de 20 e 40 pés) pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). A quantidade é quase 5,5% maior que as 43.224 unidades carregadas e descarregadas em 2020, no mesmo mês.
Sentido exportação, em julho deste ano foram 22.724 unidades de contêineres embarcados, quase 7,9% a mais que as 21.063 unidades no mesmo período do ano passado. Importadas, foram 22.858 unidades de contêineres no mês passado, enquanto em julho de 2020 on total foi de 22.161 unidades.
ANTONINA – No Porto de Antonina, o terminal privado (TPPF) movimentou 209.778 toneladas de cargas no último mês de julho. O volume registrado neste ano é 130% maior que as 91.147 toneladas de cargas movimentadas nos mesmos 31 dias do ano passado.
A exportação de farelo de soja não transgênico pelo terminal registrou alta de cerca de 7%, comparando às 22.242 toneladas embarcadas em julho deste ano com as 20.734 toneladas no mesmo mês do ano passado.
Não houve embarque de açúcar para exportação em julho em Antonina. Porém, foi registrado o embarque de 17.741 toneladas de gêneros alimentícios diversos, como farinhas, arroz e feijão, com destino à Venezuela.
Na importação, o volume de fertilizantes desembarcado no mês na TPPF registrou alta de 264%. Foram 137.748 toneladas neste ano, contra 37.843 em julho de 2020.
Além dos adubos, foram importadas pelo Porto de Antonina, no último mês, 16.892 toneladas de sal e outras 15.154 toneladas de trigo, produtos que não passaram pelo terminal no mesmo período do ano passado. (Com AEN)
O Paraná recebeu nesta segunda-feira (16) mais 127.530 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. São 77.220 para D2 e 50.310 para primeira aplicação (D1).
Os imunizantes fazem parte da 40ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, e contam ainda com mais 184.250 doses da AstraZeneca/Fiocruz, que devem chegar às 20h05. A remessa possui, portanto, 311.780 vacinas ao Estado.
A previsão era que o voo LA-4787 com as doses da Pfizer pousasse às 8h25 no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Porém, devido ao mau tempo, houve atraso e os imunizantes chegaram por volta das 9h30.
As doses foram encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) onde permanecerão armazenadas até que a distribuição seja definida. As doses destinadas a D1 (16% do lote) devem ser descentralizadas para as 22 Regionais de Saúde entre esta segunda (16) terça-feira (17). Neste período, serão enviadas também cerca de 195,9 mil doses D1 recebidas no sábado (14) da 39ª pauta.
Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná já aplicou 9.277.504 vacinas contra a Covid-19, sendo 6.570.213 primeiras doses e 2.707.291 segundas doses ou doses únicas. (Com AEN)
Os profissionais do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater) vêm trabalhando para melhorar a eficiência e modernizar o sistema produtivo da mandioca, levando aos produtores novas práticas como o plantio direto e o plantio de novos cultivares.
Em Janiópolis, Noroeste do Estado, o cultivo de soja e milho é predominante, mas a cultura da mandioca desempenha um papel importante na economia do município. Na safra 2019/2020 foram cultivados 600 hectares com a cultura, envolvendo 40 famílias.
O trabalho em Janiópolis começou em 2012, quando foi criado o Projeto Mandioca Renda. A estratégia dos extensionistas para melhorar o rendimento dos cultivos foi introduzir cultivares que atendessem as necessidades dos agricultores e da indústria. Os produtores também foram orientados a fazer o plantio em conformidade com as recomendações do zoneamento agroclimático, diminuindo os riscos com a lavoura.
A mecanização de plantio foi incentivada com a aquisição de plantadeiras e equipamentos para a colheita. Outra ação dos extensionistas foi mostrar aos produtores a importância do uso de fertilizantes no plantio e em cobertura. Desde a implantação do projeto o plantio direto da mandioca se consolidou no município. Além disso, a mandioca passou a ser usada com mais frequência na alimentação humana e animal.
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De acordo com José Claudio do Prado, extensionista do IDR-Paraná, o projeto fortalece as parcerias firmadas com a Seab, prefeitura, Farinheira Bredápolis e Embrapa, bem como com produtores.
Tudo começou com a implantação de uma Unidade Demonstrativa de cultivares na propriedade de Fausto Antônio Ferracin. Os extensionistas acompanharam o produtor durante o plantio, a condução, a multiplicação e a avaliação de cultivares e clones da mandioca.
Na última safra, de 2020/2021, foram avaliados onze cultivares e clones, todos indicados para a industrialização. Os cultivos foram feitos no sistema de plantio direto sobre a palhada de aveia e milheto nas propriedades dos produtores Ronaldo Vieira Lopes e Mauro Hideyuki Endo. O projeto também contou com a colaboração de outros produtores, entre eles José Frazato Crivelaro, José Domingos Poera, José Barboza de Araújo, Ronaldo Vieira Lopes e Raul Ferreira Lopes (in memorian).
Em julho deste ano foram concluídos os trabalhos de avaliação de potencial produtivo e de rendimento das raízes para a produção do amido. Os melhores resultados foram obtidos pelos cultivares BRS 420, BRS CS 01 e BRS Formosa que apresentaram aumento médio de 34,50% na produtividade de raiz e incremento médio na receita bruta de R$ 14.065,65 em relação aos demais cultivares e clones avaliados e em comparação ao cultivar IAC 90, o mais plantado atualmente no município.
De acordo com os extensionistas a cultura da mandioca apresenta viabilidade técnica e econômica, proporciona boa rentabilidade aos agricultores e geração de riqueza para o município.
"As ações do Projeto Mandioca Renda agregam conhecimento e aprimoramento técnico nas recomendações e acompanhamento dos mandiocultores", afirma José Cláudio. Segundo ele, existe potencial de aumento de área da cultura no município e região, inclusive com avaliações e plantio de cultivares de mesa.
Em Janiópolis existe uma agroindústria de derivados de mandioca, na comunidade Bredápolis, que recebe 60 toneladas/dia de raízes e gera cerca de 50 empregos indiretos. Toda a matéria-prima é transformada em polvilho doce, polvilho azedo e farinha. A produção é destinada aos mercados do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Bahia.
Segundo dados do Departamento de Economia Rural da Seab (DERAL) o Valor Bruto de Produção da cultura foi de R$ 4.142.103,99 no ano de 2019 no município. Contudo, considerando a industrialização da raiz, a cadeia produtiva da mandioca movimenta aproximadamente R$ 10 milhões ao ano em Janiópolis.
PROJETO NO OESTE – O cultivo de mandioca no Paraná vem evoluindo com o desenvolvimento de diversas pesquisas na área. Desde 2007, por exemplo, a Associação Técnica das Indústrias de Mandioca do Paraná (ATIMOP) e o IDR-Paraná trabalham em parceria para avaliar novas cultivares, aperfeiçoar processos culturais e fazer o melhoramento genético da cultura. O esforço é concentrado na geração de conhecimento que é levado aos produtores.
De acordo com o pesquisador Mario Takahashi, do IDR-Paraná, a cooperação entre as duas instituições também promove a união de todos que se dedicam ao estudo, fomento, cultivo e industrialização da mandioca. A ATIMOP auxilia nos trabalhos com a cultura na Estação Experimental do IDR-Paraná em Marechal Cândido Rondon, no distrito de Porto Mendes, no Oeste.
Além disso, a associação também mantém um funcionário que auxilia na administração e condução da área, além de cobrir o custeio e boa parte dos investimentos. Na safra 2020/2021, a área cultivada na estação é de 48 hectares, sendo 18,5 ha com mandioca e 29,5 ha com milho safrinha. Outros 18 hectares são ocupados por reflorestamento.
"As culturas de soja e milho entram em esquema de rotação de culturas para minimizar problemas fitossanitários", informa Takahashi. Um total de 180 novos clones estão sendo avaliados em uma área de 4 mil metros quadrados.
Takahashi destaca que um experimento, já em estágio avançado, está avaliando o valor de cultivo e o uso de quatro clones, cujo lançamento oficial deve ocorrer no próximo ano. Em conjunto com a Unioeste também estão sendo conduzidos ensaios sobre o manejo de plantas daninhas em novas variedades de mandioca. (Com AEN)
Os 311.780 novos imunizantes destinados ao Paraná já têm data para chegar: segunda-feira (16). São 184.250 vacinas da AstraZeneca/Fiocruz para D2, para pessoas imunizadas no primeiro semestre, e 127.530 da Comirnaty (Pfizer/BioNTech), divididas em 77.220 D2 e 50.310 D1.
Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas Comirnaty vão chegar ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 8h25 (voo LA-4787), e as AstraZeneca têm previsão de pouso às 20h05 (AD-4078).
Cerca de 16% desse lote dará continuidade ao calendário por idade e 84% será destinado a fechar o ciclo de imunização, etapa fundamental da campanha de vacinação.
Esse será o primeiro lote desta semana. Na semana passada, quatro foram enviados ao Estado, sendo o último neste sábado. As três remessas anteriores já foram enviadas aos municípios, a última também no sábado.
Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná já aplicou 9.277.504 vacinas contra a Covid-19, sendo 6.570.213 primeiras doses e 2.707.291 segundas doses ou doses únicas. (Com AEN)








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