Criar riqueza e renda para o Paraná e transformar a ciência e a tecnologia em inovação são algumas das prioridades da Fundação Araucária, que com sua capacidade de mobilização potencializa investimentos por meio de parcerias com o setor público tanto estadual como federal, com o setor produtivo e também com instituições internacionais. De janeiro a julho de 2021 foram lançadas oito chamadas públicas e sete processos de inexigibilidade. O investimento previsto ao longo de todo o ano é de de R$ 32,1 milhão.
Dentre os editais lançados pela instituição estão Programas de Iniciação Científica, Tecnológica, Inclusão Social e de Extensão, de Bolsa – Técnico, de Apoio à Manutenção e à Consolidação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), de Apoio Institucional para Ações Extensionistas junto à Rede Paranaense de Diagnóstico Molecular de Sars-Cov-2 e Programa de Pró-Extensão das Instituições de Ensino superior estaduais.
“A Fundação Araucária tem sido motivo de reconhecimento e de elogios em todo o País”, ressalta o presidente Ramiro Wahrhaftig. Segundo ele, a instituição consegue se destacar com relação ao fomento e priorização do desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação.
“Temos clareza em utilizar a alta qualificação que possuímos na chamada quádrupla hélice formada por academia, empresas, setor público e sociedade civil organizada, na qual o governo paranaense vem buscando ampliar ações para incentivar novas soluções e ideias que ajudem no desenvolvimento do Estado”, afirma.
Nesses sete primeiros meses de 2021, a Araucária também lançou nove processos de inexigibilidade: Programas emergentes e em consolidação em áreas prioritárias,; Manna Academy: Ecossistema de Pesquisa; Extensão e Difusão de Tecnologias e Educação 5.0; Digital Links Paraná; Vigilância Genômica do Sars-Cov-2 no Estado do Paraná, Hidrocarbonetos Renováveis (Napi HCR); Paraná Fala Idiomas; Projeto UEL pela Vida, Contra o Coronavírus (Telemedicina), Programa Internacional de mobilidade para pesquisa com parceiros da Indústria no Canadá e/ou Brasil – Fundação Araucária e Mitacs e Indicadores de Vulnerabilidade Socioambiental à Expansão da Covid-19 no Estado do Paraná.
PARCERIAS - Nesse primeiro semestre a Fundação fortaleceu ainda mais as parcerias internacionais, em especial com o Reino Unido, por meio da Missão Técnica Virtual Araucária e UK: Healthtech Cooperation. Teve como principal objetivo posicionar o Reino Unido como parceiro estratégico da Araucária e de players do Paraná nos segmentos de educação, inovação e pesquisa voltados à saúde.
Em setembro, vai realizar mais um evento internacional que envolverá a China. Será por uma semana inteira, do dia 13 a 17, e terá como prioridade firmar a cooperação entre os dois países nas áreas de ciência, tecnologia e inovação.
AÇÕES - Nos últimos sete meses a Fundação Araucária promoveu o lançamento das seguintes ações voltadas à inovação: em parceria com o Sistema Fiep e a Superintendência de Ciênça, Tecnologia e Ensino Superior; Painéis de Especialistas das Rotas Estratégicas CT&I 2040; o Programa Tecnova II, e tem previsão de divulgação do edital, ainda em 2021, do Centelha II.
A ideia das rotas é promover a construção coletiva para o Ecossistema Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação Oeste, Norte, Litoral e RMC.
PROGRAMA TECNOVA II - O programa tem como objetivo constituir uma oportunidade de projetar o setor produtivo estadual no contexto nacional de incentivo à inovação tecnológica, ao identificar novas ideias e estimular novos talentos presentes no âmbito das micro e pequenas empresas paranaenses. O recurso total disponível neste edital é de R$ 9,5 milhões, que serão investidos em até 25 empresas.
CENTELHA II - A Fundação lançará, ainda em 2021, o Programa Centelha II, que vai estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. Oferece capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. (Com Agência Brasil)
A Polícia Federal em trabalho conjunto com a PRF e que também contou com apoio irrestrito da Receita Federal do Brasil e Corpo de Bombeiros de Guaíra apreenderam aproximadamente 325Kg de cocaína que estava escondida em fundo falso de carreta com placas de Clevelândia.
A diligência teve início ainda na noite de quarta-feira (18), quando os policiais interceptaram a carreta que estava carregada de milho e que viajava de Ponta Porã/MS com destino a Catanduva/MS.
A abordagem foi realizada na Ponte Ayrton Senna, logo que a carreta adentrou no território paranaense vindo do Estado vizinho do Mato Grosso do Sul.
A droga estava escondida em um fundo falso preparado no tanque de combustível pelos traficantes, tendo sido necessária a ação de cães farejadores da Polícia Federal e uso do scanner da Receita Federal. Na situação a cadela COLLIE, integrante do Canil da PF em Guaíra apontou a presença de entorpecente. A Droga só foi acessada no fundo falso após ação dos bombeiros, que utilizaram equipamentos especializados para chegar ao local onde estava armazenado o entorpecente.
O motorista da carreta, homem de 49 anos, residente em Mafra/SC apresentou versões desconexas sobre origem e destino da carga, o que chamou atenção dos policiais. Diante dos fatos, após localização do entorpecente, o motorista recebeu voz de prisão e responderá pelo crime de tráfico internacional de drogas.
Essa foi a segunda apreensão de grande quantidade de cocaína na cidade de Guaíra realizada em poucos dias, já que no último dia 08 de julho, a PF também na Ponte Ayrton Senna, realizou apreensão de aproximadamente 1 tonelada do entorpecente em fundos falsos de duas carretas. Na ocasião os traficantes presos em flagrante também eram oriundos do Estado de Santa Catarina. (Com Assessoria de Comunicação PRF).
A Fundação Araucária (FA) e a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) lançam nesta segunda-feira (23), às 14h30, a Chamada do Programa Pesquisa Básica e Aplicada 2021. Serão investidos R$ 8 milhões no fomento a projetos de pesquisas que promovam o fortalecimento da produção científica, tecnológica e de inovação do Paraná.
Os recursos financeiros serão distribuídos respeitando o número de programas de pós-graduação das instituições de ciência, tecnologia e inovação. Do total investido no programa, R$ 5 milhões são destinados pela Seti e R$ 3 milhões pela FA.
Estado destina R$ 20,5 milhões para financiamento de iniciativas de pesquisa e inovação apenas em 2021
As propostas podem apresentar aderência aos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação ou atender às áreas prioritárias identificadas pelo Conselho Paranaense de Ciência. Serão valorizadas aquelas que contemplem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). (Com AEN)
O Governo do Estado começou a distribuir nesta sexta-feira (20), para as 22 regionais de Saúde, 445.388 doses de vacinas contra a Covid-19. A remessa é formada por 261.138 doses – 131.058 de Pfizer, 130.080 da CoronaVac – que desembarcaram pela manhã no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e 184.250 da AstraZeneca, referente à 40ª pauta de distribuição.
Além disso, foram encaminhados também mais 49.750 unidades de medicamento para intubação, dos quais 40.280 são do próprio estoque da Secretaria de Estado da Saúde e 9.470 enviados pelo Ministério da Saúde.
As Regionais de Saúde de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba retirarão as vacinas via terrestre. Já Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã receberão por meio de transporte aéreo.
Saúde orienta a prescrição de vacinas contra a Covid-19 em gestantes e puérperas
Saúde divulga mais 3.423 casos de Covid-19 e 80 óbitos
Todas as vacinas da Pfizer são destinadas para primeira dose (D1) e as da CoronaVac divididas igualitariamente entre primeira e segunda dose (D2), além da reserva técnica estipulada pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). Já os imunizantes da AstraZeneca são exclusivos para fechar o ciclo vacinal, para quem recebeu a D1 em maio e junho.
Após alcançar 80,6% dos adultos imunizados com D1 ou dose única (DU), na terça-feira (17), com duas semanas de antecedência, o Governo do Estado tem por meta completar 100% deste público até o fim de setembro. Atualmente, segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná aplicou 9.676.145 vacinas contra a Covid-19, sendo 6.836.083 primeiras doses e 2.840.062 segundas doses ou doses únicas. Ainda segundo a ferramenta, 7.149.762 pessoas – ou 82% da população adulta do Estado – receberam a primeira dose ou dose única.
A população adulta em geral foi o grupo mais imunizado com D1 ou DU: 3.584.930 pessoas. O Paraná é o quarto estado do Brasil em maior número de pessoas deste grupo imunizadas, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Confira a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 para a população em geral
1ª RS – 3.246 Pfizer (D1), 3.234 CoronaVac (D1 e D2) e 9.705 AstraZeneca (D2)
2ª RS – 44.496 Pfizer (D1), 44.118 CoronaVac (D1e D2) e 52.095 AstraZeneca (D2)
3ª RS – 7.500 Pfizer (D1) e 7.470 CoronaVac (D1e D2) e 9.975 AstraZeneca (D2)
4ª RS – 1.908 Pfizer (D1) e 1.892 CoronaVac (D1e D2) e 2.200 AstraZeneca (D2)
5ª RS – 4.986 Pfizer (D1) e 4.760 CoronaVac (D1e D2) e 7.555 AstraZeneca (D2)
6ª RS – 1.908 Pfizer (D1) e 1.906 CoronaVac (D1e D2) e 2.615 AstraZeneca (D2)
7ª RS – 2.970 Pfizer (D1) e 2.950 CoronaVac (D1e D2) e 3.740 AstraZeneca (D2)
8ª RS – 3.540 Pfizer (D1) e 3.532 CoronaVac (D1e D2) e 6.005 AstraZeneca (D2)
9ª RS – 1.626 Pfizer (D1) e 1.612 CoronaVac (D1e D2) e 7.310 AstraZeneca (D2)
10ª RS – 6.918 Pfizer (D1) e 6.888 CoronaVac (D1e D2) e 9.950 AstraZeneca (D2)
11ª RS – 3.798 Pfizer (D1) e 3.794 CoronaVac (D1e D2) e 5.730 AstraZeneca (D2)
12ª RS – 3.156 Pfizer (D1) e 3.156 CoronaVac (D1e D2) e 4.790 AstraZeneca (D2)
13ª RS – 1.806 Pfizer (D1) e 1.812 CoronaVac (D1e D2) e 2.510 AstraZeneca (D2)
14ª RS – 3.198 Pfizer (D1) e 3.182 CoronaVac (D1e D2) e 4.820 AstraZeneca (D2)
15ª RS – 10.584 Pfizer (D1) e 10.482 CoronaVac (D1e D2) e 14.140 AstraZeneca (D2)
16ª RS – 4.002 Pfizer (D1) e 3.984 CoronaVac (D1e D2) e 6.335 AstraZeneca (D2)
17ª RS – 12.156 Pfizer (D1) e 12.098 CoronaVac (D1e D2) e 15.335 AstraZeneca (D2)
18ª RS – 2.556 Pfizer (D1) e 2.546 CoronaVac (D1e D2) e 4.025 AstraZeneca (D2)
19ª RS – 3.150 Pfizer (D1) e 3.126 CoronaVac (D1e D2) e 4.580 AstraZeneca (D2)
20ª RS – 4.110 Pfizer (D1) e 4.104 CoronaVac (D1e D2) e 6.065 AstraZeneca (D2)
21ª RS – 1.974 Pfizer (D1) e 1.950 CoronaVac (D1e D2) e 2.750 AstraZeneca (D2)
22ª RS – 1.470 Pfizer (D1) e 1.484 CoronaVac (D1e D2) e 2.020 AstraZeneca (D2)
TOTAL – 131.058 doses de Pfizer, 130.080 doses da CoronaVac e 184.250 AstraZeneca (D2) (Com AEN)
O Governo do Estado modernizou o monitoramento de informações que chegam à Ouvidoria, o que tornará mais rápidas a identificação de possíveis irregularidades e abertura de auditorias baseadas em riscos. A iniciativa é da Controladoria-Geral do Estado (CGE). Com a inovação, a cada denúncia, é indicado o número de vezes que a empresa ou servidor foram envolvidos em suspeitas de atos ilícitos.
Toda denúncia é analisada pela Ouvidoria e levada aos responsáveis pela averiguação de sua veracidade, porém, a reincidência acende o alerta, conhecido no meio corporativo como “red flag” em referência a indicação de perigo. O aviso é visível apenas ao ouvidor que recebe a manifestação do cidadão.
“É um instrumento importante no nosso trabalho de combate à corrupção, pois identifica riscos. Essas coincidências suspeitas serão submetidas a minucioso cruzamento de dados e a procedimentos de auditoria, conforme a gravidade e abrangência das denúncias”, afirmou o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira.
LEIS – Ele acrescentou que todo o processo está de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados, e as informações são vistas apenas pelas pessoas responsáveis pela apuração. As denúncias são analisadas com base nas legislações que regem o serviço público e as atividades delegadas a ele, como também a Lei Anticorrupção e a legislação sobre licitações (Lei 8.666/1993 e Lei 14.133/2021).
Antes, a busca era feita manualmente, mas em parceria com a Celepar - Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, foi automatizada e resultado aparece na mesma tela da denúncia. A mudança eleva a Ouvidoria do Estado do Paraná ao nível das grandes ouvidorias do país e dos sistemas globais de ouvidorias, os chamados ombudsman.
“Além de reduzir o tempo que o servidor dispende na procura, a inovação permite análise mais precisa e rápida, o que também reflete nas apurações subsequentes”, destacou Yohhan de Souza, coordenador de Ouvidoria, da CGE. “Com isso, melhoramos a participação do cidadão na manutenção da ética e integridade no serviço público”.
Contatos com ouvidorias do Estado para informações sobre a Covid-19 dobram em um ano
Ouvidoria do Governo do Estado reduz em 82% o tempo de resposta ao cidadão
AGILIDADE - Com a identificação do mesmo denunciado, seja ele pessoa física ou jurídica, o caso é encaminhado à Coordenadoria de Auditoria e ao Observatório da Despesa Pública, ambos vinculados à CGE. Por meio de cruzamento de vários bancos de dados são levantadas possíveis irregularidades, que serão auditadas.
O diretor de Auditoria, Controle e Gestão, Gil Souza, explicou que a agilidade no fluxo das informações vai melhorar a integração entre as coordenadorias. “Um processo que poderia demorar dias, agora é instantâneo. Logo, a comunicação do ilícito e consequente investigação também serão mais rápidos, refletindo na resposta à sociedade”, detalhou Souza.
A agilidade na comunicação também colabora para o trabalho da equipe da auditoria. “O conhecimento rápido da reincidência em denúncias da mesma natureza permite concentrar a auditoria em situações mais relevantes e com maior efetividade. A auditoria baseada em ricos acrescenta mais valor aos resultados dos trabalhos, medindo e priorizando os riscos para possibilitar a concentração de esforços nas áreas auditáveis mais significativas", ponderou a coordenadora de Auditoria, Sharlene Sena. (Com AEN)
Após ultrapassar a meta de imunizar 80% dos paranaenses acima de 18 anos com duas semanas de antecedência, o Paraná alcançou nesta sexta-feira (20) o marco das 7 milhões de pessoas que já iniciaram seu esquema vacinal contra a Covid-19, seja com a primeira dose ou com dose única. Dos 8.720.953 paranaenses que fazem parte da população vacinável (acima de 18 anos), 7.148.905 já receberam a D1 ou DU – o equivalente a 81,97% dos adultos.
No total, o Estado já aplicou 9.676.145 vacinas contra a Covid-19. Destas, 6.836.083 foram primeiras doses, 2.527.240 segundas doses e 312.822 doses únicas. Além disso, 2.840.062 pessoas já finalizaram a imunização – número que corresponde a 32,57% dos vacináveis.
Paraná recebe nesta sexta-feira mais 325.660 doses de vacinas contra a Covid-19
As informações são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), que apresenta os dados obtidos na Rede Nacional de Dados de Saúde (RNDS) do Ministério da Saúde.
O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, afirma que o Paraná avança no cumprimento das metas estabelecidas, que preveem a vacinação de 100% dos paranaenses adultos até o fim de setembro.
“Já batemos a meta dos 80% e agora avançamos para os 100%, com mais de 7 milhões de paranaenses que já receberam uma dose de vacina no braço”, disse. Segundo ele, é importante reforçar a importância de completar o ciclo vacinal: são as duas doses que garantem a imunização completa, o que realmente vai proteger as pessoas. “E, com relação à segunda dose, também estamos cumprindo o planejamento, com vacinas garantidas dentro do prazo”, destacou.
A ideia é que, concluída a imunização da população adulta, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) possa focar também na vacinação de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos. Atualmente, apenas o imunizante produzido pela Pfizer/BioNTech foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação nesta faixa etária.
PERFIL - A população adulta em geral foi o grupo mais imunizado com D1 ou DU: 3.584.930 pessoas. O Paraná é o quarto estado do Brasil em maior número de pessoas deste grupo imunizadas, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Dos grupos prioritários, os que mais iniciaram o ciclo vacinal foram as pessoas com comorbidades (567.495 pessoas), pessoas de 60 a 64 anos (525.334), trabalhadores da saúde (468.994), pessoas de 65 a 69 anos (427.135) e de 70 a 74 anos (308.051). Além disso, as mulheres são maioria entre os imunizados: representam 53,2% dos que já receberam D1 ou DU.
Já entre os fabricantes, dos 7,15 milhões de paranaenses que já iniciaram a imunização, 48% receberam doses da Covishield (AstraZeneca/Fiocruz/Oxford), 24,4% da Cominarty (Pfizer/BioNTech), 23,2% da Coronavac (Instituto Butantan/Sinova) e 4,4% da Janssen (Johnson & Johnson), a única vacina de dose única contra Covid-19 aplicada no Brasil.
Saúde orienta a prescrição de vacinas contra a Covid-19 em gestantes e puérperas
MUNICÍPIOS - Em números absolutos, os municípios que mais aplicaram primeiras doses e doses únicas na população são Curitiba (1.607.842), seguida por Londrina (444.646); Maringá (411.185); Cascavel (258.356); Ponta Grossa (238.385); São José dos Pinhais (220.408); Foz do Iguaçu (217.851); Colombo (168.582); Paranaguá (141.644) e Guarapuava (118.159).
Proporcionalmente à população, segundo o Ranking da Vacinação gerido pela Sesa, os municípios que mais vacinaram com D1 são Floresta (88,16%), Pontal do Paraná (88,1%), Matinhos (82,98%), Arapongas (82,82%) e Nova Santa Bárbara (81,88%). Já com dose única, são destaque Porto Vitória (9,5%), Siqueira Campos (9,45%), Itaperuçu (8,59%), Sertanópolis (8,41%) e Imbaú (7,43%).
Na segunda dose, os municípios mais avançados são Kaloré (39,77%), Pontal do Paraná (39,02%), Bom Jesus do Sul (38,62%), São Manoel do Paraná (38,32%) e Esperança Nova (38,27%).
Estado formaliza doação de veículos a municípios para assistência à saúde
TAXA DE TRANSMISSÃO - Além do avanço na proteção contra o vírus pela vacinação, o Paraná também apresenta queda na taxa de transmissão (Rt), índice que aponta a velocidade da contaminação pelo vírus em uma determinada região.
O Rt indica quando o contágio pelo vírus está acelerado (maior que 1), estável (igual a 1) ou em remissão (menor que 1) – único cenário que aponta uma melhora na situação epidêmica. Quanto mais próximo de zero, menores as chances de contágio.
Segundo o Sistema Loft, o Estado está em remissão do vírus há 50 dias, desde 1º de julho. Atualmente, o número está em 0,87, o que significa que 100 pessoas contaminadas passam o vírus para outras 87. O Paraná é um dos 25 Estados com Rt abaixo de zero. (Com AEN)







-1-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)


-1-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-20-01-2026_large.png)




_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)