IAT identifica irregularidades em áreas de preservação ambiental com apoio aéreo da PM

O Instituto Água e Terra (IAT) identificou 17 pontos com irregularidades ambientais no Noroeste do Estado, especialmente em Áreas de Preservação Ambiental (APP). A fiscalização foi reforçada com apoio do Batalhão de Polícia de Operações Aéreas (BPMOA), fruto da parceria firmada entre os dois órgãos.

O convênio disponibiliza uma aeronave exclusiva para auxílio nas ações de fiscalização ambiental e agilização dos demais processos conduzidos pelo instituto. Os fiscais do IAT seguem com as emissões de autuações dos responsáveis pelos crimes ambientais identificados e os possíveis procedimentos para recuperação dessas áreas.

Foram dois sobrevoos, nos dias 17 de fevereiro e 05 de março, cobrindo toda a margem direita do Rio Ivaí. A fiscalização atingiu os municípios de Paraíso do Norte, Mirador, Planaltina do Paraná, Santa Mônica, Inajá, Paranapoema, Paranacity, Alto Paraná, Paranavaí, São João e Santo Antônio do Caiuá.

Nesses trajetos, em APPs, os fiscais do Escritório Regional do IAT em Paranavaí identificaram a existência de gados, a implantação de uma área de lazer sem autorização e uma trilha de motocross. Também foram encontrados corte de vegetação nativa de aproximadamente um hectare e a extração irregular de argila nas margens do rio.

“Esse trabalho de sobrevoo facilita e agiliza nosso trabalho, além de possibilitar a identificação de crimes em locais que por terra teríamos grande dificuldade. Nosso intuito é evitar que novos danos venham a ocorrer e comprometer nosso ecossistema regional”, disse o geógrafo do IAT Doraci Ramos de Oliveira.

INTEGRAÇÃO – De acordo com o comandante do BPMOA, coronel Julio Cesar Pucci, o trabalho integrado com a Sedest amplia as ações de fiscalização, liberação de licenças e todo o processo de proteção ao meio ambiente.

“O uso do helicóptero potencializa o patrulhamento na área de preservação ambiental e ajuda na identificação de áreas de desmate nas quais, muitas vezes, a aeronave chega a pousar para que os agentes do IAT verifiquem a situação e façam autuações, se for o caso”, explicou. “O apoio aéreo também agiliza a liberação das licenças, pois permite que os fiscais cubram uma grande área em um curto período de tempo, em vez de passarem horas em uma viagem por terra”.

O BPMOA presta apoio direto às ações conduzidas pelo Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde (BPAMB-FV), que atua na linha de frente no combate aos crimes ambientais, juntamente com o IAT.

APP – A Área de Preservação Permanente é um setor protegido, coberto ou não por vegetação nativa, conforme definição da Lei n° 12.651/2012. A proteção desses locais é voltada a preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, além de facilitar o fluxo gênico de fauna e da flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.

Para saber quais áreas são reconhecidas como APP, de acordo com a denominação do Ibama, basta clicar AQUI.

 

 

 

 

 

 

 

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Paraná busca parceria com a Finlândia para modernizar educação

O vice-governador Darci Piana se reuniu nesta segunda-feira (7), no Palácio Iguaçu, com o embaixador da Finlândia, Jouko Leinonen, e destacou o desejo do Estado em firmar parceria com o país do Norte europeu, principalmente na área da educação.

Na audiência, também foi aberta a possibilidade de troca de tecnologias da indústria florestal, uma das principais matrizes econômicas tanto da Finlândia, como do Paraná.

O embaixador já esteve no Paraná em 2019 e, na época, o governador Carlos Massa Ratinho Junior apresentou a proposta de enviar professores da rede estadual de ensino para um intercâmbio técnico em Helsinque, capital finlandesa. Na conversa desta segunda-feira, o vice-governador reiterou a proposta.

“Lançamos, no Paraná, o programa Ganhando o Mundo, que possibilita o intercâmbio de alunos da rede estadual em escolas de outros países. Cem estudantes estão hoje no Canadá com a proposta de conhecer a língua, a cultura e as inovações lá de fora para, quando retornarem, serem multiplicadores em suas comunidades”, disse Piana.

“Da mesma forma, queremos também abrir oportunidades aos nossos professores, para que tenha acesso às experiências educacionais em países que se destacam nessa área, como a Finlândia”, disse. “Além do ensino básico, nosso objetivo é dar uma nova visão ao ensino superior. O Paraná conta com sete universidades estaduais e um grande número de pesquisadores e doutores. Assim como a experiência finlandesa, temos a proposta de fazer uma pesquisa aplicada, para fazer com que a academia retorne mais à sociedade através da ciência”.

REFERÊNCIA – A Finlândia está entre as nações com os melhores índices educacionais do mundo, liderando, por diversas ocasiões, o ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). A proposta é compartilhar o know how finlandês na área para modernizar a educação paranaense.

Um memorando de entendimento já chegou a ser assinado entre o Estado e o país europeu para cooperações na área educacional e também na agricultura, economia, inovação e cultura. No mesmo ano, a Finlândia firmou um protocolo de intenções com a prefeitura de Curitiba com o objetivo de promover o desenvolvimento do sistema básico de educação na capital paranaense.

“O Paraná tem muita semelhança com a Finlândia e uma grande parceria na área da educação. A educação finlandesa se tornou referência mundial, tanto que já firmamos parcerias com a cidade de Curitiba e o Estado do Paraná”, disse o embaixador. “Vamos continuar nesta linha, tendo em vista também as modernizações. Estamos entrando no mundo do 5G, de inteligência artificial, e acreditamos que temos muitas possibilidades de trabalho conjunto nessas áreas”.

Para o secretário estadual da Educação e do Esporte, Renato Feder, a parceria traria mais modernizações ao ensino paranaense, que já passa por uma série de inovações que incluem, além do Ganhando o Mundo, a implantação de aulas de robótica, educação financeira e programação, ampliação da rede de ensino profissionalizante e da tecnologia em sala de aula.

“Estamos revolucionando a educação do Paraná, com o objetivo é tornar nosso sistema de ensino cada vez mais moderno e de referência para o Brasil. A visão de futuro que temos é ter uma educação semelhante à finlandesa, que é uma das melhores do mundo”, ressaltou.

PRESENÇAS – Também acompanharam a reunião o presidente da Câmara de Comércio Brasil-Finlândia e cônsul-geral honorário no Rio de Janeiro, Sérgio Chamone, e a chefe do Business Finland para América Latina em São Paulo, Heidi Virta.

UCRÂNIA – Ainda nesta segunda-feira, o vice-governador participou de uma Sessão Especial em Solidariedade Incondicional à Ucrânia e ao Povo Ucraniano na Assembleia Legislativa do Paraná, em razão da guerra declarada pela Rússia ao país do Leste Europeu. O Paraná é o estado com o maior número de imigrantes e descendentes de ucranianos no Brasil, com uma comunidade no Estado que chega a 500 mil pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estado investe mais de R$ 2 milhões em acervo digital para as universidades

Os alunos e docentes das universidades estaduais do Paraná vão contar com um acervo digital de mais de 10 mil títulos de livros técnicos e científicos de diversas áreas do conhecimento. O Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária, Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Universidade Virtual do Paraná (UVPR), está investindo R$ 2,1 milhão no projeto.

O Acervo Digital das Universidades Estaduais foi lançado nesta segunda-feira (7) em evento online transmitido pelo canal da Fundação Araucária no YouTube. O projeto prevê o total de 31.500 licenças de acesso contratadas por dois anos, divididas proporcionalmente entre as instituições: UEM (7.200 licenças), UEL (6.200), Unioeste (4.900), UEPG (3.900), Unespar (3.900), Unicentro (3.400) e UENP (2.000).

Para o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, a iniciativa contribuirá para a melhoria da qualidade da educação e disseminação do conhecimento. Ele destaca que o Paraná possui um sistema de ensino superior, ciência e tecnologia muito consistente, principalmente pela presença das sete universidades estaduais em todo o Estado.

“Comparativamente não há um estado brasileiro que faça os investimentos que o Paraná faz no seu sistema universitário”, disse o presidente. “A pandemia nos trouxe novos desafios, decorrentes da educação híbrida, e precisamos oferecer uma estrutura para que a qualidade do ensino continue avançando”, acrescentou.

Segundo o superintendente da Seti, Aldo Bona, trata-se de uma estratégia fundamental para diversificar, cada vez mais, as possibilidades de acesso ao conhecimento produzido e em processo de produção pela comunidade acadêmica. “Um investimento expressivo que permitirá o acesso a um grande acervo que contribuirá para o aprimoramento do ensino, pesquisa e extensão no nosso sistema estadual de ensino superior”, afirmou.

O diretor administrativo e financeiro da Fundação Araucária, Gerson Koch, lembrou da necessidade de adaptação ao aceleramento do processo de transformação digital ocorrido nos últimos dois anos e ressaltou que o acervo digital representa a democratização do conhecimento.

“Tem coisas que acontecem por conta da pandemia e outras que acontecem graças à pandemia”, afirmou. “Fomos obrigados a entrar no maravilhoso mundo da interação digital, que nos permitiu a implementação de arranjos de colaboração horizontais que substituem a palavra concorrência por complementariedade, fazendo com que os bens comuns pudessem ser organizados visando o bem comum. E nada mais oportuno do que o lançamento do acervo digital onde tudo está à disposição de todos, de todas as nossas universidades”.

O novo serviço direcionado às comunidades acadêmicas estará disponível pela solução minhabiblioteca.com.br. Para ter acesso os acadêmicos deverão se inscrever junto à biblioteca da sua universidade. O acervo conta com o mais atualizado catálogo das principais editoras do País.

BIBLIOTECA VIRTUAL – As bibliotecas virtuais apresentam muitas vantagens para seus usuários. Além do acesso simultâneo e ilimitado ao conjunto de bases de dados com obras de autores renomados e vários selos editoriais, atendem todas as áreas do conhecimento, com os títulos disponibilizados em uma única plataforma de busca.

De acordo com diretora do Sistema de Bibliotecas da UEL e uma das idealizadoras do acervo, Neide Maria Jardinette Zaninelli, o acervo tem uma cobertura de mais de 60% da bibliografia básica e complementar das ementas das disciplinas dos cursos de graduação, pós-graduação presencial e a distância (EAD).

“Ao utilizar ferramentas digitais, o ensino se torna muito mais dinâmico, criativo e, consequentemente, a qualidade aumenta. Esse acervo digital oferece tecnologia, facilidade e interatividade para os alunos de graduação e pós-graduação presencial e EAD. Não faltarão exemplares para consulta e empréstimo aos alunos”, explicou.

A proposta é promover maior racionalidade na aplicação dos recursos financeiros para aquisição compartilhada dos e-books para as bibliotecas universitárias das instituições estaduais de ensino superior.

PLATAFORMA ALEXANDRIA – Durante o evento de lançamento também foi apresentada a Plataforma Alexandria, que reúne as iniciativas das universidades estaduais do Paraná em um só lugar e também disponibilizará o acesso ao acervo digital. O endereço eletrônico é alexandria.uvpr.pr.gov.br.

A coordenadora da Universidade Virtual do Paraná, Maria Aparecida Crissi Knuppel, ressalta que a plataforma disponibiliza possibilidades de trocas e processos de estudos compartilhados. “É uma oportunidade ímpar de ter acesso a conteúdos essenciais para a formação dos alunos que talvez não conseguissem de forma impressa. Ler de forma digital, em qualquer tempo e em qualquer espaço, contribuirá muito para a formação dos alunos e para a qualidade do nosso ensino”, afirmou.

 

 

 

 

 

 

 

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No Paraná, 2,5 milhões de contribuintes estão com o IPVA em dia

Desde o início do calendário do IPVA 2022, há dois meses, a Secretaria da Fazenda e a Receita Estadual já registraram o pagamento total ou parcial (duas parcelas) do imposto de 2,5 milhões de contribuintes.

Os valores ultrapassam R$ 2,32 bilhões arrecadados e representam 54% dos veículos tributados no Estado. A frota estimada é de 4,6 milhões de carros.

Foram registrados até 28 de fevereiro cerca de R$ 1,61 bilhão em pagamentos à vista e R$ 712,6 milhões parcialmente em dia, segundo dados do setor do IPVA da Inspetoria Geral de Arrecadação. 

O IPVA é uma das principais fontes de arrecadação tributária do Paraná. Está atrás apenas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). O tributo é de competência estadual, mas toda a arrecadação do imposto é dividida entre o Estado e os municípios de registro do veículo. O valor que fica para o Estado é aplicado prioritariamente nas áreas de educação, saúde e segurança pública.

Contribuintes que não pagarem o imposto nos prazos definidos terão multa de até 10% por parcela atrasada e os valores devidos sofrerão acréscimo de juros pela variação da Selic. “É extremamente importante que o contribuinte deixe o IPVA em dia, pois quanto antes for feita a regularização, menor a multa que será cobrada”, alertou a inspetora Geral de Arrecadação, Suzane Gambetta Dobjenski. 

A inadimplência impede a emissão do Certificado e Licenciamento do Registro do Veículo (CRLV), documento de uso obrigatório para os veículos em circulação. Circular sem o certificado implica na aplicação de multas pelas autoridades de trânsito e na retenção do veículo até a regularização da pendência.

O não pagamento do IPVA também impossibilita a transferência de propriedade do veículo, além de restringir a obtenção de Certidão Negativa de Tributos junto à Receita Estadual.

PRÓXIMO PAGAMENTO – O limite para o próximo pagamento para quem optou pelo parcelamento ocorrerá entre os dias 17 e 23 de março (terceira parcela). Mais informações estão na página do IPVA Paraná.

 

 

 

 

 

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Em novo ciclo de investimentos, Renault anuncia fabricação de SUV e motor 1.0 turbo no Paraná

A Renault confirmou mais uma série de investimentos no Paraná. A montadora de origem francesa vai iniciar a produção de um novo SUV, por meio da plataforma CMF-B, e de um novo motor 1.0 turbo no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (07) em um ato simbólico, no Palácio Iguaçu, com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do presidente da empresa na América Latina, Luiz Fernando Pedrucci, e do presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo.

“A Renault é um patrimônio do Paraná e dos paranaenses. Ficamos felizes que, mesmo diante das dificuldades do mercado, a empresa reforça a presença no Estado com esse novo ciclo de investimentos. Temos ciência de que a montadora faz um esforço muito grande para seguir crescendo, se estruturando e ampliando os investimentos no Paraná”, disse o governador.

Ratinho Junior lembrou que a indústria paranaense fechou 2021 com avanço de 9% com relação o ano anterior, o terceiro maior crescimento do País no ano passado. O Estado ficou atrás apenas de Santa Catarina (10,3%) e Minas Gerais (9,8%), segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O boom foi puxado pelo setor de máquinas e equipamentos, com aumento na produção de máquina para colheita e nos tratores agrícolas, e também pelo setor de veículos, com incremento na produção de caminhão trator para reboques e caminhões e automóveis.

“Da nossa parte, como Poder Público, queremos criar as condições necessárias para não dificultar que esses novos investimentos fiquem aqui no Paraná. Atuamos como um agente facilitador, descomplicando a vida de quem quer investir aqui, com foco na geração de emprego e renda”, acrescentou Ratinho Junior.

De acordo com a Renault, a plataforma CMF-B permitirá a fabricação de novos produtos, além de uma eventual eletrificação dos veículos – a previsão é que um SUV seja incorporado ao portfólio do grupo até o fim de 2023. “É o início da fase ‘Renovation’ do nosso plano estratégico na América Latina, um momento. O investimento nesta plataforma nos permite brigar por novos produtos nos próximos anos”, afirmou Pedrucci.

 “A chegada da moderna plataforma CMF-B, juntamente com um novo motor 1.0 turbo, dão continuidade à nossa estratégia de reforçar nossa presença em segmentos mais altos do mercado, coerente com o plano estratégico da empresa”, explicou Gondo.

MAIS INVESTIMENTOS – O anúncio desta segunda-feira (07) encorpa o ciclo de novos investimentos confirmado há um ano pela montadora para o Paraná. A Renault destinou R$ 1,1 bilhão para a incrementar o Complexo Ayrton Senna. O valor ajudou na renovação de veículos da atual portfólio da empresa e também na formatação de um motor 1.3 turbo, de três cilindros.

Entre os destaques, destaque para novo Captur com novo motor turbo TCe 1.3 Flex; Kwid 2023; da nova Master 2023; e do Duster com novo motor turbo TCe 1.3 Flex; o lançamento do Zoe E-TECH Electric; e a confirmação da comercialização do Kwid E-TECH Electric.

HISTÓRICO – A Renault está instalada no Paraná há mais de 23 anos. São cerca de 6 mil colaboradores diretos e 25 mil empregos indiretos. São quatro fábricas instaladas no complexo em São José dos Pinhais: veículos de passeio, comerciais leves,  motores e injeção de alumínio.

PRESENÇAS – Participaram do anúncio de investimento os secretários João Carlos Ortega (Casa Civil) e Renê Garcia Jr. (Fazenda); o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; e o diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Renault, Marcus Aguiar.

 

 

 

 

 

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Governo do Estado abre inscrições para o 35º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia

Destacar as ações de pesquisa e extensão e estimular a produção científica e tecnológica desenvolvida no Paraná. Esse é o objetivo do 35º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia do Governo do Estado, que vai conceder uma premiação superior a R$ 254 mil para pesquisadores e cientistas de todo o Paraná. As inscrições seguem até 30 de junho.

Coordenada pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) – que neste ano completa 35 anos, como principal órgão da administração direta estadual para formulação e implementação de políticas públicas de Ciência e Tecnologia –, a premiação se consolidou, ao longo de mais de três décadas, como uma das principais iniciativas de incentivo e reconhecimento científico e tecnológico do Brasil.

Nesta edição, serão avaliados projetos de Ciências Exatas e da Terra e Ciências da Saúde, conforme as áreas do conhecimento, definidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), instituições ligadas aos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), respectivamente.

Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, a premiação valoriza a trajetória acadêmica dos pesquisadores paranaenses. “O intuito é estimular a inovação e colaborar com mudanças importantes para o avanço tecnológico na sociedade, reconhecendo o protagonismo dos nossos pesquisadores, nas mais diversas áreas do conhecimento”, afirma.

CATEGORIAS – Para cada área do conhecimento, o Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia contempla cinco categorias: Pesquisador; Pesquisador-extensionista; Estudante de Graduação; Inventor Independente; e Jornalismo Científico. Com exceção dessas duas últimas modalidades, os trabalhos submetidos devem ter sido publicados ou aprovados entre janeiro de 2020 e junho de 2022.

Nas duas primeiras categorias, os candidatos devem comprovar vínculo com instituições de ensino superior ou de pesquisa científica e tecnológica do Paraná, assim como o desenvolvimento de atividades nas respectivas áreas. Já os estudantes devem apresentar carta de indicação assinada por representante de instituição de ensino superior sediada no território estadual e credenciada pelo MEC e o Conselho Estadual de Educação (CEE-PR).

A categoria de inventores abrange quaisquer pessoas domiciliadas no Paraná, sem vínculo empregatício com instituições de ensino ou de pesquisa.

Já a última modalidade, exclusiva para jornalistas, contempla reportagens pautadas em ciência, tecnologia e inovação, em uma das duas áreas desta edição do prêmio. As matérias devem ter sido veiculadas em meios de comunicação (emissoras de TV e rádio, jornais impressos, portais de notícias e revistas), localizados em um dos 399 municípios paranaenses, no período de janeiro de 2021 a junho de 2022.

Os trabalhos serão avaliados por comissões julgadoras, compostas por profissionais especializados nas áreas correspondentes, vinculados a organizações de outros estados brasileiros.

ESPECIALIDADES – A categoria Ciências Exatas e da Terra envolve as áreas de Astronomia; Ciência da Computação; Estatística; Física; Geologia; Matemática; Oceanografia; Química; e correlatas.

Na modalidade Ciências da Saúde, os trabalhos abrangem as áreas de Educação Física; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Nutrição; Odontologia; Psiquiatria; Radiologia Médica; Terapia Ocupacional; e correlatas.

Serviço

35º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia

Edital e inscrições: premioseti.pr.gov.br/premioseti

Inscrições: 7 de março a 30 de junho de 2022

Homologação de inscritos: até 29 de julho de 2022

Divulgação e entrega das premiações: até 30 de novembro de 2022

 

 

 

 

 

 

 

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