Copel é uma das 100 empresas mais influentes em mobilidade do mundo

Um levantamento promovido em parceria entre a publicação Mobilidade do jornal O Estado de São Paulo e a plataforma Connected Smart Cities apontou a Copel como uma das cem empresas que mais influenciaram o setor de mobilidade em 2021.

A indicação foi resultado da consulta a 30 profissionais que atuam no segmento e que elegeram as empresas com base em suas práticas de inovação, sustentabilidade (ESG) e nas ações positivas realizadas durante a pandemia.

O resultado foi divulgado por meio de uma publicação online e apresentado em um debate com foco em estratégias que contribuam para o progresso da mobilidade no País. 

A Copel foi pioneira no uso de veículos elétricos e a partir de 2018 passou a estruturar a maior eletrovia do Brasil, com 12 postos de recarga ao longo de 730 quilômetros da rodovia BR-277, ligando o extremo Leste ao extremo Oeste do Estado.

No ano passado, lançou um programa de compartilhamento e locação de veículos elétricos para o público interno, em parceria com a Renault do Brasil. “A Copel continua investindo em projetos de mobilidade elétrica para garantir qualidade e disponibilidade nas recargas dos veículos elétricos. Queremos ser um exemplo para todo o Brasil”, afirmou o engenheiro do projeto que faz a gestão da eletrovia, Zeno Nadal.

A empresa coordena atualmente um grupo internacional que reúne concessionárias de energia para a interligação de eletrovias do Brasil (PR, SC e RS), Paraguai, Uruguai e Argentina. A Copel é, ainda, detentora do maior número de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento regulados pela Aneel em eletromobilidade no Brasil, e saiu à frente na elaboração de normas para a utilização de recarga de veículos elétricos em edifícios de uso coletivo.

Entre as organizações apontadas na lista, além de agentes da mobilidade elétrica estão fabricantes de veículos, startups, companhias de sistemas de transporte público de massa, transporte particular, seguradoras, consultorias e empresas ligadas a infraestrutura, entre outras.

O editor da publicação Mobilidade do Estadão, Marcelo Godoi, destacou o pioneirismo do levantamento e comentou que a melhoria na mobilidade é importante mesmo para quem não utiliza veículos, já que reflete na qualidade de vida para todos. “A gente vê que que o tema mobilidade tem tomado uma proporção muito grande nos últimos anos, e precisava ter uma referência para saber quem tem feito diferença neste ecossistema amplo”, disse. 

SEGMENTO – Ao analisar as tendências de mercado, a publicação afirma que o segmento de automóveis elétricos ganhou grande impulso em 2021, com o emplacamento de 34.990 veículos, o que representa um aumento de 77% na comparação com 2020. 

 

 

 

 

Por - AEN

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Com 4,1 milhões de toneladas transportadas, portos do Paraná têm melhor janeiro da história

O ano já começou com recorde na movimentação pelos portos do Paraná. Janeiro fechou com 4,15 milhões de toneladas de cargas, somando exportação e importação.

O volume movimentado no primeiro mês é 15% maior que as quase 3,6 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2020 e o melhor janeiro da história dos portos.

“Este foi o melhor primeiro mês que já tivemos em movimentação. É a primeira vez que passamos de quatro milhões de toneladas logo no primeiro mês”, comenta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. O recorde anterior para o mês de janeiro havia sido registrado em 2016: 3,76 milhões toneladas.

“O novo recorde histórico foi puxado, principalmente, pelo aumento nas exportações, tendo a soja como principal produto”, destaca Garcia. O volume de soja exportado, explica, é inesperado para o mês e segue o ritmo que já vinha desde o final do ano passado. “Em janeiro do ano passado quase não foi embarco soja por aqui. Neste ano, porém, foram 714.870 toneladas”, diz.

Segundo os operadores do segmento, o volume no Porto de Paranaguá seria remanescente da safra passada, que os produtores agora precisam vender para abrir espaço para a nova safra.

EXPORTAÇÃO – De volume exportado em janeiro foram quase 2,19 milhões de toneladas de cargas – 25% a mais que as 1,74 milhão de toneladas registradas em janeiro de 2021. Além da soja, os produtos mais embarcados no último mês pelos portos de Paranaguá e Antonina foram o farelo de soja (345.310 toneladas); açúcar (224.009 toneladas); milho (218.358 toneladas); e frango (176.425 toneladas).

IMPORTAÇÃO – No sentido inverso, o volume de carga importada pelos terminais paranaenses somou 1,8 milhão de toneladas – 7% a mais que as 1,68 milhão de toneladas importadas em janeiro do ano passado. Os produtos descarregados em maior volume nos portos de Paranaguá e Antonina foram os fertilizantes: 903.300 toneladas nos últimos 31 dias - quase 17% maior que as 772.838 toneladas desembarcadas em janeiro de 2021.

Além dos adubos, os produtos mais descarregados no mês de janeiro foram os derivados de petróleo (410.834 toneladas); álcool (70.412 toneladas); e malte e cevada (69.090 toneladas).

 

 

 

 

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PCPR prende sete integrantes de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Guarapuava, Francisco Beltrão e Quedas do Iguaçu

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu preventivamente sete integrantes de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Guarapuava, no Centro do Estado, nesta terça-feira (1). Eles têm idades entre 19 e 38 anos.

A ação foi deflagrada simultaneamente em Guarapuava, Francisco Beltrão e Quedas do Iguaçu. Durante a operação a PCPR ainda cumpriu 13 mandados de busca e apreendeu celulares, porções de droga e anotações de movimentação financeira da organização criminosa. 

Conforme a investigação, dois dos investigados atuavam a partir do sistema penitenciário com apoio das respectivas mulheres para praticar o tráfico de drogas. 

 

 

 

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Pelo menos 133,7 mil vacinas já foram aplicadas em crianças de 5 a 11 anos no Paraná

O Paraná já registrou a aplicação de pelo menos 133.700 vacinas contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Os dados consideram as doses administradas de 15 a 31 de janeiro, período em que o Estado recebeu as primeiras doses e iniciou a vacinação deste público.

Os números foram compilados em um relatório preliminar divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (2) com informações disponibilizadas pelos municípios e enviadas para as 22 Regionais de Saúde.

“Nossa missão é fazer com que as vacinas cheguem até o braço dos paranaenses, e com o apoio das equipes municipais, o Paraná se mantém entre os estados com maior número de cobertura vacinal”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Considerando o número total de aplicações, estima-se que o Paraná tenha atingido cerca de 12,4% da população de 5 a 11 anos com a primeira dose. Segundo o Ministério da Saúde, o Paraná possui 1.075.294 crianças nesta faixa etária.

REMESSAS – O Ministério da Saúde já destinou quatro remessas de vacinas pediátricas ao Paraná, somando 601.360 doses. Os dois primeiros lotes continham 65,5 mil Pfizer cada e o terceiro somava 118.280 CoronaVac (para esquema vacinal completo, metade para primeira dose – D1 e metade para segunda aplicação – D2) e outras 95,2 mil Pfizer.

Destas, 59.140 CoronaVac D2 permanecem armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Até o momento, 285.340 vacinas infantis foram distribuídas aos municípios.

O quarto e último lote já confirmado para o Paraná é composto por 97 mil doses da Pfizer, recebidas na noite de terça-feira. Outras 159.880 CoronaVac devem chegar ao Estado na tarde desta quarta-feira (2) e serão destinadas para primeira aplicação (D1).

“Precisamos que a população se conscientize da importância e eficácia das vacinas e levem as crianças até um ponto de vacinação, principalmente com a predominância da variante Ômicron no Paraná”, alertou Beto Preto.

VACINÔMETRO – O levantamento preliminar é maior do que os dados disponíveis no Vacinômetro do Ministério da Saúde. Lá, até agora, o Paraná é o terceiro estado com maior número de aplicações neste público, somando 70.280 doses, atrás somente da Bahia (88.724) e São Paulo (869.963), respectivamente. No entanto, ainda há instabilidades da base nacional do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e atrasos na notificação.

Confira o levantamento completo da Secretaria AQUI .

 

 

 

 

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Chuvas em Curitiba ficam pouco acima da média em janeiro; Oeste ainda sofre com estiagem

Choveu 194,20 milímetros (mm) em Curitiba nos 31 dias de janeiro. Esse volume ajudou a cidade a bater a média histórica para o período, estimada em 184,97 mm, e a encerrar um rodízio de quase dois anos no abastecimento de água de toda a região metropolitana – a estratégia de revezamento foi adotada pela Sanepar para amenizar os efeitos da mais severa estiagem dos últimos anos.

Além da Capital, outras 12 cidades apresentaram precipitação maior do que esperado: Cambará (+30 mm), Cândido de Abreu (+10 mm), Cascavel (+11 mm), Fernandes Pinheiro (+30 mm), Guaratuba (+77 mm), Paranaguá (+8 mm), Paranavaí (+14 mm), Pinhais (+66 mm), Ponta Grossa (+24 mm), Santo Antônio da Platina (+2 mm), Telêmaco Borba (+8 mm) e União da Vitória (+9 mm). Já Cornélio Procópio atingiu 167,6 mm ante uma expectativa de 168,3 mm, ou seja, dentro da marca histórica.

O levantamento do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo (Sedest), leva em consideração as estações meteorológicas instaladas pelo órgão em diferentes pontos do Estado.

“Tivemos grandes variações em janeiro. Em cidades como Guaratuba e Curitiba foram mais dias com chuvas e também com chuvas mais expressivas”, afirmou o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib.

A precipitação acima da média, contudo, ficou mais concentrada na parte Leste do Estado. Muitas cidades das regiões Oeste e Noroeste seguem em estado de alerta, se adaptando aos efeitos de seca prolongada. Em Foz do Iguaçu, por exemplo, o déficit foi de 80 mm. Em Altônia a anomalia foi de 70 mm, seguida por Cianorte (66 mm), Londrina (61 mm) e Umuarama (51 mm).

“Nessas regiões o clima ficou mais seco que, associado a uma temperatura elevada, resultou em uma onda de calor severa”, destacou Kneib.

RODÍZIO – A Sanepar interrompeu no mês passado o rodízio no abastecimento de água em Curitiba e região. Reflexo da volta das chuvas mais intensas que permitiram aos reservatórios que compõem o Sistema de Abastecimento Integrado (Saic) ultrapassar o nível médio de 80% da capacidade, marca considerada segura pela companhia para encerrar o revezamento, além de obras de R$ 250 milhões realizadas nesse período.

Atualmente, segundo a Sanepar, o índice é de 86,05%, volume composto pelas barragens do Iraí (96,72%), Passaúna (65,42%), Piraquara 1 (85,18%) e Piraquara 2 (100%). Foram ao todo 649 dias de rodízio, implementado em março de 2020.

Nesse período, ainda de acordo com a empresa, o rodízio e todas as medidas implementadas junto à população geraram economia de 89,8 bilhões de litros de água. “Mesmo sem chuva constante, não teremos rodízio nos próximos 12 meses”, disse o presidente da estatal, Claudio Stabile.

Assim como Curitiba, o rodízio foi interrompido também nas cidades de Clevelândia, Pranchita e Santo Antônio do Sudoeste.

 

 

 

 

 

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