A partir deste final de semana, o atendimento emergencial a ocorrências nas rodovias do Anel de Integração será realizado em uma parceria das forças de segurança pública e de saúde do Paraná e da Polícia Rodoviária Federal. Para acessar os serviços em casos de acidentes, o usuário vai contar com números de telefone já disponíveis.
O usuário deverá direcionar a chamada segundo sua ocorrência. Em caso de problemas na pista, interrupções de tráfego e situações semelhantes, usuários que estiverem em rodovias federais (BR) podem ligar diretamente para o número 191, atendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Já os usuários que circularem pelas rodovias estaduais (PR e PRC) poderão discar 198, que direciona para a Polícia Rodoviária Estadual.
No caso de acidentes com vítimas, o usuário deve ligar para o número 193, do Corpo de Bombeiros, tanto em rodovia federal quanto em rodovia estadual. Os atendimentos serão realizados em parceria com a rede de Samu. Vale lembrar que o usuário deve buscar um local seguro para fazer a ligação.
O comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira, reforça que as forças de segurança serão reforçadas nas estradas, com viaturas disponíveis para patrulhamento nas rodovias. Para isso, darão apoio à Polícia Rodoviária Federal um contingente de policiais militares, rodoviários e bombeiros, além do suporte de equipes da Saúde, Polícia Civil, Polícia Científica e da Defesa Civil.
“Teremos viaturas transitando e patrulhando as rodovias. Tendo o acionamento pelo usuário, as viaturas irão até o local da ocorrência para fazer a sinalização e o desvio do trânsito”, explicou o comandante. “Nós faremos o que o Estado precisa: prestar serviços de segurança pública para a coletividade. Vamos socorrer vítimas, tirar veículos de locais de risco, fazer levantamentos de acidentes”.
EXCEÇÃO – As mudanças são válidas para as rodovias contidas nos lotes 2 e 3 a partir de sábado (27), e para os lotes 4, 5 e 6 a partir de domingo (28). As únicas rodovias que continuarão recebendo o atendimento da concessionária são as do Lote 1, cobertas pela Econorte. A exceção é consequência de um acordo firmado entre a empresa e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
Com isso, a Econorte continuará realizando, nas rodovias que antes administrava, os serviços de guincho mecânico, de ambulâncias para atendimento pré-hospitalar, mantendo o centro de controle de operações e telefone para emergências 0800. A medida terá validade por 365 dias, devendo atender a todo o intervalo entre concessões.
“O que buscamos foram soluções para garantir a realização de obras não concluídas ou sequer iniciadas e, como alternativa, a prestação do serviço ao usuário. São os guinchos que removem o carro com uma pane mecânica, ou que se envolveu em um acidente, e que garantem que o tráfego possa voltar ao normal o quanto antes. E ambulâncias, que ajudam a salvar vidas nas rodovias”, afirmou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
Os trechos administrados pela concessionária que continuam recebendo atendimento são: PR-323 (da divisa com São Paulo até Warta - 62 km), PR-445 (de Warta a Londrina - 14 km), BR-369 (da divisa com São Paulo até Cambé - 158,15 km), BR-153 (da divisa com São Paulo até o entroncamento com a PR-092 - 51,6 km), PR-090 (de Jataizinho até Assaí - 14,3 km), PR-862: Contorno Norte de Ibiporã - 12,65 km) e PR-090 (de Ibiporã até Sertanópolis).
Mesmo com o acordo, a concessionária deixará de cobrar qualquer tarifa de pedágio aos usuários a partir de 28 de novembro, medida que vale para todas as concessionárias do Anel de Integração.
NÚMEROS DE EMERGÊNCIA
Para assistência nas rodovias sem concessão a partir de 28 de novembro, o usuário deverá ligar para os seguintes números:
191 - Polícia Rodoviária Federal (rodovias federais)
198 - Polícia Rodoviária Estadual (rodovias estaduais)
193 - Corpo de Bombeiros (acidentes)
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registra neste mês de novembro a menor média de taxa de ocupação em leitos de UTI exclusivos para atendimento à Covid-19 desde maio de 2020.
Segundo o levantamento da Regulação de Leitos do Paraná, diariamente cerca de 34% das unidades estavam ocupadas na média do dia 1º ao dia 24. Em maio de 2020, a menor taxa até então, a ocupação foi de 35%.
A diminuição também pode ser observada com relação aos leitos clínicos, de enfermaria, dos casos moderados. Neste mês, a média diária de ocupação não ultrapassou 24%. O Paraná não registrava números tão baixos desde junho do ano passado. Esse balanço leva em consideração também a variação na quantidade de leitos e o fechamento de alguns espaços.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, disse que os números são reflexos expressivos da vacinação. “Para nós é motivo de alegria que estes leitos estejam cada vez menos ocupados, porque sabemos da angústia em precisar internar alguém sem saber se poderemos ver aquela pessoa novamente. Precisamos continuar vacinando e avançando, são as vacinas que diminuem a gravidade da doença, salvam vidas e nos dão esperança de que em breve sairemos desta pandemia”, afirmou.
HISTÓRICO – Desde a implantação dos leitos exclusivos, em 26 de março de 2020, mais de 115,6 mil pacientes foram atendidos nestas unidades. A estratégia de criação dessa rede ocorreu 14 dias depois da confirmação dos primeiros seis casos da doença no Estado, e teve por objetivo, separar os pacientes de outras doenças para evitar a disseminação do vírus responsável pela Covid-19, além de reforçar a rede hospitalar já existente com a criação de mais leitos.
Em maio deste ano, o Paraná chegou a ter mais de 4,7 mil leitos para atendimento à doença, sendo mais de 1,9 mil somente de UTI’s. Considerando que nos últimos 30 anos o Estado registrava 1.200 leitos de UTI gerais, com a implantação dos leitos exclusivos Covid, o Governo praticamente criou uma segunda rede hospitalar em menos de um ano.
Ainda para o enfrentamento à pandemia, o Governo do Estado adiantou a entrega de três hospitais próprios, localizados em Guarapuava, Ivaiporã e Telêmaco Borba, destinando as unidades para atendimento exclusivo da doença. Em Guarapuava foram abertos 40 leitos de UTI e 80 de enfermaria; em Telêmaco Borba, 23 UTI’s e 30 enfermarias; e em Ivaiporã, 20 UTI’s e 40 enfermarias.
“A ordem expressa do governador Ratinho Junior era que não construíssemos hospitais provisórios, de lona, chamados de hospitais de campanha. A orientação era que ampliássemos a Rede própria, otimizando os recursos e investindo de maneira efetiva e permanente, com isso, dobramos o número de leitos disponíveis no Estado e não tenho dúvidas de que centenas de vidas foram poupadas com isso”, afirmou Beto Preto.
RETOMADA – Com o avanço da vacinação (65,41% da população imunizada com D2 ou dose única) e a diminuição nos índices de casos, óbitos e ocupações de leitos, o Governo do Estado, em conjunto com os gestores municipais e hospitalares, optou por desabilitar cerca de 2,5 mil leitos exclusivos para retomada de procedimentos cirúrgicos eletivos, além da disponibilidade de mais leitos para atendimentos de demandas gerais de urgência e emergência.
A desativação programada destas unidades tem acontecido desde 8 de julho e até 1º de dezembro deve incluir pelo menos mais 795 leitos.
“Temos a confirmação de que pelo menos 1,7 mil leitos clínicos já retornaram para a rede, alguns foram transformados em UTI’s, outros destinados para atendimento geral, e aguardamos novas definições, em conjunto com o governo federal, para viabilizarmos a continuidade de custeio e manutenção dos demais leitos no Paraná”, explicou o secretário.
DADOS – Há seis dias de terminar o mês, novembro registrou até agora, 9.847 casos e 294 óbitos em decorrência da Covid-19, segundo a Sesa. Os dados foram analisados até esta quarta-feira (24), e são 65% menores com relação aos casos e 62,2% em mortes, comparados com todo o mês de outubro. Os números baixaram pelo 4º mês consecutivo – foram mais de 5 mil óbitos em junho, por exemplo. Se comparado com o período mais crítico da pandemia (março de 2021), a diferença é de mais de 160 mil casos.
Além disso, 295 municípios do Paraná (73,9% do Estado) não registraram óbitos por Covid-19 em novembro. Destes, 188 estão há, pelo menos, dois meses sem mortes.
“Quanto mais avançamos na vacinação, mais reduzimos o número de casos e óbitos. Por este motivo precisamos confiar na segurança dos imunizantes e reforçar a necessidade da segunda dose e dose reforço, para que cada vez mais paranaenses sejam poupados desta doença que já vitimou mais de 40 mil paranaenses”, finalizou Beto Preto.
Por - AEN
Assim que terminarem as concessões de pedágio às 23h59 de sexta-feira (26), em 14 praças, e de sábado (27), nas outras 13, as equipes da segurança pública do Paraná entrarão em ação para apoiar a Polícia Rodoviária Federal.
Policiais militares, rodoviários e bombeiros – com o suporte de equipes da Saúde, Polícia Civil, Polícia Científica e da Defesa Civil – serão os responsáveis pela operacionalização, de forma emergencial, de parte dos serviços que até então eram exercidos pelas concessionárias.
Para alinhar todo esse trabalho, representantes da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), Polícia Civil, Polícia Científica, Defesa Civil e o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) se reuniram, nesta quarta-feira (24), na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública.
O objetivo foi ajustar as operações de guinchos mecânicos, ambulâncias, inspeção de tráfego, atendimentos em casos de acidentes ou paralisação das pistas, canalização de fluxo nas praças de pedágio, entre outros serviços. Eles serão prestados nos 2,5 mil quilômetros de rodovias estaduais e federais que compõem o Anel de Integração, até o início das novas concessões.
“Estamos fechando esse planejamento, com todas as forças e secretarias integradas. O reforço dos serviços e o planejamento já estão consolidados. A partir de sábado e domingo, vamos substituir as concessionárias, pelo tempo necessário, na execução desses serviços”, afirmou o secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares. “Com essa integração, vamos conseguir dar uma pronta resposta à sociedade, em um trabalho que envolve tanto a área federal como a estadual”.
Haverá um reforço no efetivo de todas as forças. No caso da Polícia Rodoviária Federal, também está previsto o aumento de equipes, podendo chegar a uma ampliação de 100% do efetivo nos pontos mais críticos.
“Teremos uma primeira etapa, até o dia 9 de dezembro, em que haverá um reforço variável de cerca de 50% e, em alguns locais, de 100% de efetivo. A partir de 10 dezembro, em uma segunda etapa, o reforço será em locais e momentos específicos conforme os indicadores de fluxo de veículos, ocorrência de acidentes de trânsito e demais ocorrências”, explicou o chefe de Operação da PRF no Paraná, Elton Scremin.
GUINCHOS – Neste primeiro momento, de forma emergencial, a remoção dos veículos para desobstrução das pistas em casos de acidentes será feita pelos guinchos da Polícia Militar. O DER/PR já lançou um edital para contratação dos serviços de guincho leve e pesado, que estarão disponíveis em todas as rodovias do Anel de Integração pelo período de um ano.
“Faremos o que é atribuição do Estado, que é a segurança pública e a prestação de serviços para a coletividade. Iremos até o local para socorro das vítimas, para retirar os veículos de locais de risco e fazer o levantamento de acidentes. O deslocamento dos veículos sinistrados será por conta dos motoristas, através dos seus seguros ou pela contratação de guinchos terceirizados”, explicou o comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira.
Quando a situação é de falha elétrica ou mecânica do veículo, a responsabilidade pela remoção será do usuário. A PRF está com uma campanha em suas redes sociais para orientar os motoristas sobre os procedimentos de sinalização para esses casos.
“Alguns serviços que eram prestados pelas concessionárias serão interrompidos. Em acidentes leves, que não tenham vítimas, o motorista pode retirar o veículo da pista e sinalizar, podendo entrar em contato com a PRF para tirar dúvidas quanto ao procedimento”, explicou Maciel Junior, da comunicação social da PRF.
“Tem atitudes que o usuário pode tomar, não precisa esperar alguém acompanhá-lo para retirar o carro da rodovia e sinalizar com o triângulo. Essa campanha ensina como fazer essa sinalização, para relembrar os conhecimentos que ele teve quando tirou a habilitação”, disse.
AMBULÂNCIAS – O Corpo de Bombeiros sempre atuou no atendimento pré-hospitalar das vítimas de acidentes rodoviários, com a mobilização das ambulâncias do Siate. Esse trabalho será reforçado tanto com a ampliação do efetivo, como também com a participação da Secretaria de Estado da Saúde, com a inclusão das bases do Samu nesse atendimento.
Ao todo, serão 35 bases de atendimentos – 14 do Corpo de Bombeiros (Siate) e 19 do Samu – com cobertura de toda a malha rodoviária. “O Corpo de Bombeiros sempre atuou nas rodovias auxiliando as concessionárias. A diferença é que agora vamos absorver as demandas que elas recebiam pelo 0800 e atuar juntamente com o Samu”, destacou o comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, coronel Manoel Vasco de Figueiredo Júnior.
“Para isso, vamos aumentar o efetivo das ambulâncias e dos ABTRs (Auto Bomba Tanque e Resgate), para caso de vítimas enclausuradas. Quando houver incêndios nas margens que possam ocasionar acidentes, vamos manter o trabalho que sempre fizemos”, disse.
Por - AEN
Com fim do pedágio, Estado deixa de emitir autorizações especiais de trânsito para rodovias federais
Com o término das concessões de pedágio, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) deixa de emitir Autorizações Especiais de Trânsito (AET) para circular nas rodovias federais do Anel de Integração. A mudança entra em vigor a partir desta sexta-feira (26).
A data marca o fim dos convênios de delegação das rodovias federais ao Governo do Paraná, que voltam a ser de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O órgão passará a emitir as AET para estas rodovias, por meio de seu portal. As autorizações emitidas pelo DER/PR até a véspera permanecem vigentes até expirar a sua validade.
As AET são documentos necessários para qualquer veículo ou combinação de veículos que ultrapasse os limites de peso e dimensões (largura, altura e comprimento), estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), para utilizar a malha rodoviária.
Os caminhões de cargas não divisíveis, como os usados no transporte de grandes peças metálicas ou peças pré-moldadas de concreto de uma fábrica até o local de uma obra, são exemplos de veículo que necessitam da AET.
Para verificar a jurisdição de cada rodovia, os transportadores podem consultar os mapas rodoviários do DER/PR.
Devido a ajustes operacionais, o DER/PR não irá emitir novas AET no dia 26, retornando as atividades normalmente na segunda-feira (29).
Acesse o Portal AET do DER/PR para emitir a documentação. Dúvidas sobre AET: Coordenação de Engenharia de Trafego e Segurança Rodoviária do DER/PR, pelo telefone (41) 3304-8398 ou pelo WhatsApp (41) 9-9632-1774.
Por - AEN
As iniciativas e políticas públicas do Paraná promovidas pelo Instituto Água e Terra (IAT) visando à conservação ambiental do Estado e seus impactos nas Reservas Particulares de Proteção Natural (RPPNs) foram destacadas nesta quarta-feira (24) durante o 1º Encontro Paranaense de RPPNs.
O evento, organizado pela Associação dos Protetores de Áreas Verdes do Paraná, foi transmitido online no Canal do YouTube da TV RPPN Brasil, com diversos temas discutidos durante todo o dia.
O diretor-presidente do IAT, Everton Souza, participou do painel sobre o futuro da conservação ambiental no Paraná e as RPPNs paranaenses, juntamente com o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Julio Gonchorosky. Também participou do painel o diretor de Políticas e Relações Institucionais no Instituto BVRio, no Rio de Janeiro, Beto Mesquita.
A Reserva Particular de Proteção Natural é uma modalidade de Unidade de Conservação de domínio privado (pessoa física ou jurídica), com o objetivo de conservar a diversidade biológica de uma área.
O Paraná possui 314 RPPNs, que totalizam 55 mil hectares em áreas conservadas, um aumento de 7,5% em número de áreas em relação a 2020. Deste total, 46,7 mil hectares correspondem a 238 reservas estaduais, 8,2 mil hectares são de 22 Rrservas federais e outros 80 hectares são referentes a áreas municipais. O Estado tem, ainda, nove áreas em análise para se tornarem RPPNs.
O diretor-presidente do IAT destacou que o maior incentivo para a criação das reservas de proteção é o ICMS Ecológico, que completou 30 anos de existência em 2021. Em alusão à data, o Governo do Paraná entregou quatro comendas, 22 certificados e 4 prêmios a proprietários e municípios que possuem RPPNs e as mantêm por diversos motivos.
“É uma forma do Estado demonstrar seu agradecimento a quem utiliza as Unidades de Conservação como fontes de receita para as pessoas do seu entorno, incentivando o turismo sustentável, que é uma das atividades previstas dentro das RPPNs, além da pesquisa científica, treinamento, capacitação e restauração ambiental, entre outras”, disse Everton Souza.
Das 314 RPPNs instaladas no Estado, 262 geraram ICMS Ecológico aos municípios em valores que somam R$ 26,1 milhões em 30 anos, referentes a uma área de 51,4 mil hectares.
As RPPNs estão presentes em todas as regiões do Estado, protegendo áreas de vegetação nativa em regiões altamente fragmentadas, como a Floresta Estacional Semidecidual das regiões Norte, Noroeste e Oeste. São áreas que cumprem um importante papel de prestação de serviços ambientais à sociedade.
“São figuras de conservação extremamente importantes”, destacou o diretor da Sanepar, Julio Gonchorosky. Ele lembrou o momento de estiagem pelo qual o Estado passa atualmente. “Nunca foi tão importante falar em resiliência hídrica e da conservação ambiental, e essa conservação é fundamental para termos nascentes, águas e reservas hídricas para esta e as futuras gerações”, acrescentou.
AVANÇOS – O diretor de Políticas Ambientais da Sedest e diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, demonstrou a função das RPPNs dentro da política de conservação da biodiversidade e os avanços nas legislações que regem a criação das Reservas.
Segundo ele, entre os avanços, em dois anos e 11 meses de Governo, está a atualização da Portaria nº 263/98; a sanção da Lei do Paraná Mais Verde, a aprovação do programa estadual de educação ambiental, entre outras iniciativas que estão em andamento e que impactam diretamente as RPPNs.
“Todas as iniciativas e políticas executadas pelo Estado atendem três diretrizes da agenda ambiental internacional: a Agenda 2030, em cumprimento aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS); o Race To Zero com o compromisso de zerar a emissão dos gases de efeito estufa até 2050; e o Estado também cumpre os dez compromissos previstos na Declaração de Edimburgo, segundo à Secretaria de Convenção da Biodiversidade da ONU”, afirmou Andreguetto.
Ele lembrou, ainda, que com essas iniciativas o Paraná foi reconhecido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) como um Estado sustentável e conquistou o primeiro lugar no Ranking de Competitividade dos Estados em todo o país.
Por - AEN
O Paraná tem aproximadamente 2,2 milhões de pessoas com deficiências, segundo dados do IBGE.
Com o objetivo de aprimorar o processo de trabalho e promover troca de experiências entre gestores na área, a secretaria estadual da Saúde realiza nesta quarta e quinta-feira (24 e 25) a oficina de qualificação dos pontos da Rede de Atenção da Linha de Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência do Paraná.
A capacitação é voltada aos profissionais de reabilitação de deficiência física, auditiva, visual e intelectual/autismo; de Centros Especializados em Reabilitação (CER) habilitados pelo Governo Federal, além de representantes da Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Feapaes), do Ministério da Saúde e de secretarias municipais. A oficina tem transmissão ao vivo e pode ser acompanhada no canal do Yo Eutube da dascola de Saúde Pública do Paraná (ESPP).
“A Secretaria da Saúde mantém o apoio técnico e financeiro nas áreas da deficiência auditiva, física, visual e intelectual. Nossas 22 Regionais de Saúde fazem parte dessa rede de atendimento. São escolas, centros de reabilitação e, principalmente, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais, que fazem a diferença na vida de cada pessoa que precisa desse cuidado”, ressalta o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. Em 2020, foram realizados 4,17 milhões de atendimentos a pessoas com deficiência, nos mais de 6.231 estabelecimentos distribuídos em todas as regiões do Paraná.
Por - AEN







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