Desenvolvido em formato piloto pela cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP, “Sicredi Agro Mais (+)” já beneficia 15 produtores de três municípios do Paraná
Com raízes no campo e extensa parceria com o setor agro, o Sicredi, ao longo de sua história, tem atuado para oferecer as melhores soluções financeiras aos produtores rurais associados em todo o país. No estado do Paraná, a cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP, desenvolve, desde janeiro de 2020, um programa de assessoria rural, com acompanhamento e prestação de assistência técnica, sem custo. A iniciativa “Sicredi Agro Mais (+)” realizada em formato piloto já conta com a participação de 15 produtores rurais associados dos municípios paranaenses de Laranjal, Marquinho e Diamante do Sul.
Durante os dois primeiros anos do projeto, os associados receberam visitas técnicas nas propriedades e indicações para adequações, como auxílio para implantação de diversidade de culturas. As orientações profissionais foram feitas por meio da parceria com uma empresa de planejamento agro, contratada pela cooperativa para prestar o serviço aos produtores rurais participantes. Colaboradores das agências Sicredi nos três municípios também acompanharam os produtores rurais com o suporte para ações desenvolvidas, tanto na área de negócios quanto de crédito.
O programa “Sicredi Agro Mais (+)” foi concluído neste mês de novembro com três encontros presenciais, realizado em uma propriedade de cada município e com a participação dos 15 produtores rurais e lideranças da cooperativa Sicredi Grandes Lagos.
“Criamos esse programa para oferecer conhecimento, aprendizado e assistência técnica de qualidade aos nossos associados, para que eles busquem na propriedade a diversificação das atividades, das culturas e obtenham melhores condições de comercialização de seus produtos, de estruturas físicas e, consequentemente, de vida, tanto financeira quanto social, sem nenhum custo”, declara o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato.
Para o técnico agropecuário e tecnólogo ambiental da empresa Agro Planejamentos, Ademar Ferreira de Albuquerque, responsável pelas visitas técnicas, o “Sicredi Agro Mais (+)” oportunizou aos produtores mais conhecimento, gerou mais renda através da diversificação de outras culturas, trouxe resultados positivos e potencializou as propriedades. “Na pecuária de leite, famílias que, com 13 animais, obtinham uma média de 50 litros de leite/dia, aumentaram a renda e a produtividade para 250 litros/dia. Alta conseguida sem grandes investimentos, apenas com melhoria de técnicas e manejos diferentes. Também integraram o projeto famílias associadas que construíram estufas de morangos para cultivo e comercialização. E outra que aumentou a renda mensal com a venda de hortifruti na cidade, são alguns dos exemplos alcançados durante a realização do programa”, enfatizou.
Além disso, outras atividades também se destacaram durante a realização do programa: Foram construídas estufas para produção de morango, tomate, hortaliças com sistema de hidroponia, plantio de mais de 6 mil mudas de pepinos, plantio de frutíferas, aumento na produção de mel, enxertia de mesa em videiras, incentivo na implantação de estufa para orquídeas, proteção de nascentes e recuperação de áreas degradadas, implantação de novas pastagens, gestão e controle leiteiro e reprodutivos, e dieta alimentar.
“Todo esse movimento fomentou a geração de renda no campo, fortaleceu a produção nas propriedades e transformou até mesmo a realidade de vida dos produtores dos três municípios piloto. Por isso, quero parabenizar todos os produtores rurais associados pelo comprometimento com as ações propostas pela assistência técnica e que resultaram em grandes transformações. Tudo o que foi feito foi pensando na melhoria da qualidade de vida dos produtores associados com o objetivo de contribuir com o fortalecimento do agro e com a sucessão familiar no campo que é algo tão importante nos dias atuais”, finaliza o presidente.
Com a conclusão do programa “Sicredi Agro Mais (+)” nos municípios de Laranjal, Marquinho e Diamante do Sul, a cooperativa Sicredi Grandes Lagos vai estender a iniciativa em 2022 para outros municípios da sua área de atuação no Paraná, os quais em breve serão divulgados.
Confira quem foram os 15 produtores associados beneficiados no “Sicredi Agro Mais (+):
AGRICULTORES DE DIAMANTE DO SUL |
SIRLENE APARECIDA BASSANI |
MARA DE LIMA BARBOSA |
SUMIKO MARTA FUNAYAMA DA SILVA |
JOÃO ADEMIR |
ISA FUNAYAMA |
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AGRICULTORES DE MARQUINHO |
MADALENA OBAL |
IVANEIDE DE FÁTIMA |
PAULO CEZAR DE OLIVEIRA |
JULIANO ALVES DOS SANTOS |
RAFAEL CIESLAK |
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AGRICULTORES DE LARANJAL |
RODRIGO MATOZO |
MARCOS DANIEL DOS SANTOS |
EDNILSON SANTOS MENDES |
JOAO VAGNER BORGES |
JALISSON MARTINS |


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Por - Assessoria
O Cascavel se classificou para a decisão da Liga Nacional de Futsal (LNF).
A vaga foi garantida na manhã deste domingo (28) com a vitória por 1 a 0 na prorrogação sobre a Associação Carlos Barbosa (ACBF) no ginásio do Centro Municipal de Eventos Sérgio Luiz Guerra, em Carlos Barbosa, no interior do Rio Grande do Sul.
A partida foi transmitida ao vivo pela TV Brasil. O gol decisivo foi marcado pelo ala Ernani ainda no primeiro tempo da prorrogação em uma bela jogada individual. Depois, o time gaúcho pressionou bastante, colocou o goleiro-linha em quadra em várias oportunidades para buscar o gol de empate que lhe daria a vaga. Mas não conseguiu evitar que os paranaenses fizessem a festa fora de casa e garantissem a vaga à decisão pela primeira vez na história do clube.
No tempo regulamentar, como havia perdido a primeira partida por 4 a 2, a ACBF precisava de qualquer maneira vencer para forçar a prorrogação. E conseguiu. Fez 4 a 1 no Cascavel. O primeiro gol saiu logo no começo da partida em cobrança de falta do fixo Jhow. Faltando pouco mais de 13 minutos para encerrar a etapa inicial, o próprio Jhow fez o segundo dele e do jogo. Com seis minutos para finalizar o primeiro tempo, Pedro Carioca fez o terceiro. E, logo depois, Carlão descontou para o time paranaense. Na etapa final, o único gol foi feito pelo ala Murilo.
Por - Agência Brasil
Organizado pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater) e Embrapa Soja, o Giro Técnico da Soja-Safra 2021/2022 tem início na segunda-feira (29) e será realizado em 16 municípios do Paraná.
O objetivo é promover uma discussão entre extensionistas, pesquisadores e produtores sobre os resultados das boas práticas agrícolas e como essas tecnologias podem ser adotadas na propriedade.
Até a primeira semana de dezembro serão 18 encontros em propriedades que são Unidades de Referência na aplicação do MIP (Manejo Integrado de Pragas), do MID (Manejo Integrado de Doenças), da FBN (Fixação Biológica de Nitrogênio) e do Manejo de Solos e Águas. A expectativa é que cerca de 1.000 pessoas participem desta oitava edição do Giro Técnico da Soja.
Edivan José Possamai, coordenador estadual do projeto Grãos Sustentáveis do IDR-Paraná, lembra que as tecnologias disseminadas e discutidas durante o Giro Técnico ganharam relevância para os produtores nos últimos anos.
Segundo ele, atualmente existe uma restrição à compra de insumos ocasionada pela alta de preços por questões mundiais. "O MIP e o MID permitem reduzir o uso de insumos, sem comprometer a produtividade das lavouras. Essas práticas racionalizam o uso de insumos na propriedade", destacou.
A aplicação do MIP já demonstrou, em safras anteriores, que é possível reduzir pela metade o uso de inseticidas. O MID, por sua vez, diminui em até 35% o uso de fungicidas, segundo os extensionistas.
Há casos de lavouras monitoradas que completaram o ciclo sem qualquer aplicação de inseticidas ou fungicidas em determinados anos. Tanto o MIP quanto o MID significam economia para o produtor e menor contaminação do meio ambiente por agrotóxicos, já que nas áreas não monitoradas são feitas quatro aplicações de inseticidas e outras quatro de fungicidas.
Em Santa Izabel do Oeste o produtor Itacir Polidoro decidiu apostar na aplicação de boas práticas agrícolas, pela primeira vez, para melhorar a lucratividade do plantio de soja.
Com a orientação dos extensionistas, ele aplicou o MIP e o MID nos 14 hectares de lavoura e espera colher os frutos desse trabalho em meados de fevereiro. Até lá, o produtor já tem como garantia a redução do uso de inseticidas e de fungicidas.
De acordo com o extensionista Ederson Longaretti, do IDR-Paraná, que acompanha Polidoro, a fixação biológica de Nitrogênio deve aumentar a produtividade da lavoura em 7,5%. “No total, a rentabilidade desse trabalho deve ficar em 8,3 sacas por hectare ou 116 sacas a mais de soja para o produtor”, informou.
Por - AEN
Fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes ou representantes de produtos de embalagens pós-consumo, sujeitos a logística reversa, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos e legislações estaduais, devem cadastrar informações dos produtos e embalagens no Contabilizando Resíduos. O prazo é até 31 de dezembro.
No Paraná, a falta de cadastramento interfere no licenciamento ambiental, conforme determinação que passa a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2022. A medida vale para obtenção e renovação da licença de operação (LO), sendo extensivo à Licença Ambiental Simplificada (LAS) e à Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC).
A plataforma Contabilizando Resíduos foi criada neste ano pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), em parceria com a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná), com apoio do Instituto Água e Terra (IAT).
As informações cadastradas servirão de base para acompanhamento, por parte do governo estadual, da destinação correta dos resíduos sólidos e ajudarão na elaboração de políticas públicas para o setor.
“A obrigatoriedade da Logística Reversa de produtos pós-consumo, que causam impacto à saúde pública e ao meio ambiente, atinge todas as empresas que fabricam, importam, distribuem e comercializam produtos descritos no artigo 33 da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, destaca o coordenador de Projetos Sustentáveis da Sedest, Julio Rietow.
PARA CADASTRAR – Para cadastrar, deve ser utilizada a versão mais atualizada do navegador Mozilla Firefox, que pode ser instalada gratuitamente. Basta acessar a Central de Segurança do Governo do Estado, neste link.
São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes ou entidades representativas dos setores de agrotóxicos, resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; eletroeletrônicos e seus componentes; embalagens em geral (plásticas, metálicas, vidro, papel e aço); medicamentos de uso humano e veterinário, industrializados e manipulados e suas bulas e embalagens; perfurocortantes; produtos saneantes desinfetantes vencidos ou não utilizados.
SEGURANÇA – Com 280 empresas associadas, o Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (IBER), com sede em São Paulo e comércio no Paraná, já finalizou o cadastro do sistema de baterias de chumbo ácido, utilizadas em automóveis, equipamentos industriais e motocicletas.
A diretora executiva da entidade, Amanda Vieira Queiroz Schneider, ressalta que para promover a melhoria das questões ambientais no Estado é necessário conhecer a situação de cada setor.
“Para ter acesso a essas informações, a melhor forma é por meio de uma plataforma online. E para estabelecer uma estratégia e análise adequadas, é preciso ter um padrão com pré-requisitos. E isso essa plataforma traz, além da acessibilidade para que os setores possam apresentar seus sistemas”, afirma Amanda.
O IBER faz a certificação das empresas que participam do sistema de logística reversa das baterias e demonstra aos órgãos de controle e consumidores quem são as empresas em dia com a política nacional deste setor e outros instrumentos ligados à logística reversa.
“O preenchimento é simples e o principal ganho é o Estado ter informações das empresas padronizadas e válidas”, afirma Amanda. Segundo a analista ambiental do IBER, Mariana da Silva Azevedo, o mais importante é saber que com essa informação o Estado vai realizar ações focadas na regularização do mercado e na proteção do meio ambiente.
COOPERAÇÃO – A Abrafiltros (Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais) também está registrando a logística reversa das 22 empresas associadas.
O gestor do programa Descarte Consciente Abrafiltros, Marco Antônio Simon, afirma que a melhor maneira de as empresas se organizarem para informar o caminho dos produtos do setor é por meio de cooperações e grupos, como as associações.
“O nosso setor apareceu na Política Nacional de Logística Reversa por iniciativa do Governo do Estado, que pode incluir produtos não inseridos na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que é o nosso caso. Somos favoráveis à fiscalização e monitoramento dos produtos. É fundamental que os sistemas sejam pautados pelas mesmas métricas, porque essa organização é importante, inclusive, para o crescimento dos sistemas de logística reversa”, diz Simon.
A associação implantou o programa Descarte Consciente Abrafiltros em fevereiro de 2013 no Paraná para a reciclagem dos filtros usados do óleo lubrificante automotivo, produto classificado como Resíduo Perigoso classe I. Desde então reciclou mais de 5,48 milhões de filtros no Estado. O descarte tem aproveitamento em outras áreas, como a siderúrgica e cimenteiras, por exemplo, sem destinação para aterros sanitários.
MANUAIS – Para auxiliar o preenchimento do cadastro, a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo elaborou um Manual de Instrução, disponível neste link. Os municípios também devem preencher o cadastro com informações de produtos pós-consumo, até o mês de março do ano que vem.
Por - AEN
Com o fim da operação dos pedágios nas rodovias federais que integram o Anel de Integração do Paraná (BR-153, BR-158, BR-277, BR-369, BR-373, BR-376 e BR-476), é necessário que o motorista tenha esclarecido alguns pontos:
Como será a passagem pelas praças de pedágio? Como será o atendimento de ocorrências? Quem prestará o socorro médico? Haverá socorro mecânico e auxílio no caso de panes mecânicas? Ainda tem rodovia concessionada no Paraná em que é preciso pagar pedágio? Quais os comportamentos que se deve adotar em casos de acidentes ou se o carro quebrar na estrada? Respondemos cada uma delas a seguir.
Como será a passagem pelas praças de pedágio?
Com as cancelas levantadas a passagem será livre, porém o motorista deverá reduzir a velocidade ao se aproximar da praça de pedágio. As únicas faixas destinadas ao trânsito de veículo serão aquelas mais na extremidade da pista, destinadas antes para a passagem com pagamento automático. O número de faixas da rodovia será replicado na praça de pedágio, não havendo mais a ampliação da área de trânsito de veículos. O mesmo acontecerá após a passagem pelas cancelas. É extremamente importante que o motorista reduza a velocidade e redobre a atenção ao passar pelas praças de pedágio para evitar os acidentes de trânsito.
Veja o vídeo produzido pelo DER clicando aqui.
Como será o atendimento de ocorrências?
Nas rodovias federais, o atendimento aos acidentes continuará sendo realizado pela Polícia Rodoviária Federal. O nosso número de emergência é o 191.
Quem prestará o socorro médico?
O socorro médico e resgate de vítimas de acidente será prestado pelos órgãos responsáveis e com expertise para fazê-lo: Siate, Corpo de Bombeiros e Samu.
Haverá socorro mecânico e auxílio no caso de panes mecânicas?
Até a realização dos novos leilões, nos locais em que o serviço de auxílio ao usuário não estiver sendo prestado pelo estado, o acionamento de serviços de guincho para veículos com problemas mecânicos será de responsabilidade do motorista ou proprietário, assim como já acontece nos milhares de quilômetros de rodovias federais e estaduais não pedagiadas no país e dentro das cidades.
Ainda tem rodovia concessionada no Paraná em que é preciso pagar pedágio?
No Paraná, as rodovias federais que continuam concessionadas à iniciativa privada e portanto pedagiadas são: BR-116, que liga São Paulo ao Paraná; BR-116, no sentido Porto Alegre; e a BR-376, no trecho entre Curitiba e Santa Catarina. Nestes locais, ainda há cobrança de pedágio.
VEÍCULOS SOBRE A PISTA
Uma das principais dúvidas dos motoristas em acidentes é sobre a remoção dos veículos envolvidos: afinal, pode-se retirar o veículo da pista ou não? É necessário esperar a polícia chegar ao local para mover os carros para um local seguro? O motorista que tira o carro do local da “batida” “perde a razão”?
Em acidentes sem vítimas (quando não há pessoas feridas ou em óbito) é imprescindível retirar os veículos da rodovia, mesmo sem a solicitação da polícia. Nestes casos, a remoção é obrigatória por lei para os envolvidos na ocorrência. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu artigo 178, prevê multa e considera infração média deixar de tomar tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.
Nesses casos, havendo condições, vale fazer algumas imagens (fotos ou vídeos) dos veículos envolvidos, pois elas servirão para posterior registro, se necessário. Para os acidentes leves, aqueles com somente pequenos danos materiais, a PRF disponibiliza um serviço em que o próprio envolvido registrará a ocorrência de acidente sem vítima - é a Declaração de Acidente de Trânsito (DAT), que está disponível no site da PRF, acessando aqui.
Quando há pessoas feridas ou em óbito, os veículos devem ser removidos com anuência ou se determinado por um policial ou agente de trânsito. Em situações assim, sinalizar o local e chamar o socorro adequado passa a ser a tarefa mais importante. Para acionar a PRF, em qualquer rodovia federal do Brasil, basta ligar 191.
SINALIZAÇÃO
Providenciar a sinalização é essencial antes mesmo de prestar socorro possíveis vítimas, especialmente se há veículos e pessoas feridas sobre a pista. É preciso alertar os demais motoristas a fim de evitar que outros acidentes aconteçam, ou que a situação se agrave.
A sinalização deve ser feita usando o pisca alerta do veículo e o triângulo vermelho; galhos de vegetação e, durante a noite, até a lanterna do celular podem ajudar. A sinalização deve ser colocada a uma distância que permita que outros motoristas sejam alertados do acidente. A distância para começar a sinalizar é o número de passos largos igual ao limite de velocidade da via: se a velocidade é de 80 km/h, 80 passos; se a velocidade é de 100 km/h, 100 passos. Porém em casos de chuva ou neblina essa distância deve ser dobrada.
Ao acionar o socorro, é preciso informar o local da ocorrência - rodovia, quilômetro aproximado ou ponto de referência, características da região -, relatar se há algum óbito ou pessoa necessitando socorro e se há veículo obstruindo o trânsito, precisando de guincho para remoção. O telefone de emergência da PRF é o 191!
Sendo seguro, é possível auxiliar as vítimas até o socorro chegar, tentando tranquilizar os feridos e mantendo-os imóveis. Feridos não devem ser removidos, a menos que exista risco iminente de incêndio, explosão ou atropelamento. Os primeiros socorros devem ser prestados por quem possui conhecimento técnico a respeito.
COMPORTAMENTO SEGURO
O cuidado com a segurança pessoal é imprescindível. Permanecer dentro do veículo sobre a rodovia, mesmo no acostamento, pode ser arriscado, devido à possibilidade de novas colisões. Ficar sobre a rodovia também gera o risco de atropelamento.
Então, o envolvido em acidente que não se feriu, não está preso em ferragens ou outros objetos, deve acionar o pisca alerta e sair do veículo tomando muito cuidado com sua segurança. O indicado é não ficar sobre a pista ou canteiros centrais, procurando sempre um lugar seguro para ficar, como em acessos secundários, como entradas de propriedades, na vegetação ou em edificações se houver.
Quem se depara com um acidente e percebe que ainda não há ninguém auxiliando no local, pode ajudar seguindo as mesmas dicas acima, além disso é importante parar o próprio veículo em um ponto seguro, a alguns metros de distância do acidente e acionar o pisca alerta.
Atenção! Não é necessário parar, caso o auxílio já esteja sendo prestado por equipes da Polícia, Bombeiro (SIATE), SAMU ou outros. Na dúvida, ligue para o telefone de emergência da PRF - 191 - e informe sobre o ocorrido.
Por - PRF
“Hoje é o dia do livramento. É o ponto final de um capítulo ruim no desenvolvimento econômico e social do nosso Estado”.
Foi com esse tom que o governador Carlos Massa Ratinho Junior pôs fim a um período conturbado da história contemporânea do Paraná: a concessão das rodovias do Anel da Integração. Neste final de semana, se encerram os contratos das empresas concessionárias, marcando o início de um hiato sem cobrança de pedágios até que a nova licitação seja realizada.
“Com esse dia histórico, temos a oportunidade de apagar um passado ruim, marcado por um contrato mal feito que, ao longo dos últimos 24 anos, prejudicou nosso progresso, não entregou as obras previstas e gerou mentiras políticas e muita corrupção”, afirmou Ratinho Junior, durante evento no Palácio Iguaçu para anunciar o plano de operação das rodovias a partir do fim das concessões.
Ele ressaltou que prorrogar o contrato atual não seria um ato justo com a população do Paraná e, por isso, o Governo do Estado teve um trabalho árduo de construção de um novo modelo ao longo dos últimos dois anos e meio, elaborado em parceria com o Ministério da Infraestrutura e sociedade civil. A proposta garante a menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, e atualmente está em etapa de análise pelo Tribunal de Contas da União.
“Estender o contrato não seria correto com quem sofreu com tantas mentiras, roubos e falta de infraestrutura durante todos esses anos. Faremos novos contratos com transparência, na Bolsa de Valores, com obras exigidas no início da concessão e preço justo. Teremos praças com preços até 65% mais baixos do que os atuais”, ressaltou.
HUB LOGÍSTICO – A nova concessão de rodovias não apenas propõe preços mais baixos como prevê R$ 44 bilhões de investimentos em obras nos 3,3 mil quilômetros de rodovias. Esse pacote, o maior já promovido no Brasil, integra um planejamento estratégico do Governo do Estado para aproveitar o posicionamento geográfico do Paraná para transformá-lo em um novo hub logístico da América do Sul.
O governador ressaltou que a localização do Estado proporciona oportunidades únicas de conexão entre outras regiões, conectando o Sul ao Sudeste do País e fazendo fronteira com Argentina e Paraguai. Para explorar esse potencial, o planejamento foca em novos investimentos para todos os modais de transporte do Estado.
“Temos o Porto de Paranaguá, eleito por duas vezes consecutivas o mais eficiente do Brasil. Estamos tirando do papel o projeto da Nova Ferroeste. Concedemos quatro aeroportos à iniciativa privada. Tudo isso projeta o Paraná para ter a melhor infraestrutura do Brasil”, destacou Ratinho Junior.
Dentre as melhorias previstas nas concessões aeroportuárias, está a construção da terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena e a ampliação da capacidade tecnológica do Aeroporto de Londrina, além da ampliação dos Aeroportos Bacacheri (Curitiba) e de Foz do Iguaçu. Este último, inclusive, já foi alvo de reformas recentes, ganhando a maior pista de pousos e decolagens do Sul do Brasil em uma parceria com a Itaipu Binacional.
Além disso, para além das obras previstas na nova concessão, o Governo do Estado já está potencializando outras rodovias paranaenses, com a duplicação da Rodovia dos Minérios, a revitalização da Estrada Boiadeira, a duplicação da PR-445, que liga Mauá da Serra a Londrina, a pavimentação da estrada entre Mato Rico e Pitanga, a reformulação do Trevo Cataratas, a pavimentação em concreto da PRC-280, entre outros.
PLANO DE OPERAÇÃO – Durante o evento, o governador e os secretários estaduais de Infraestrutura, Saúde e Segurança Pública detalharam o plano de operação integrado que o Governo do Estado criou para assumir a gestão das rodovias a partir do fim das concessões atuais. A manutenção das rodovias federais retorna ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Já as rodovias estaduais ficam sob a administração do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
Ratinho Junior ressaltou que o período é de atenção e vigilância para cuidar de rodovias extremamente importantes para a logística estadual, que funcionam como “artérias”, e que o período de transição vai levar a uma fase mais brilhante da história do Estado.
“Estamos falando de uma geração que não conseguiu andar em rodovias não pedagiadas e uma geração que não viu rodovias com pedágio justo. Que a nova geração que venha a nascer possa conviver com estradas modernas, com estruturas de primeiro mundo e um preço decente”, complementou o governador.
Por - AEN



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