Depois de um domingo com recordes de calor em várias regiões paranaenses, uma frente fria chega ao Estado nesta segunda-feira (06) para mudar o cenário. Há previsão de temporais e declínio das temperaturas, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Neste domingo (05) foi registrada a temperatura mais alta de 2025 até o momento nas estações meteorológicas do Simepar em Apucarana (34,1°C), Campo Mourão (35,7°C), Cianorte (35,6°C), Cornélio Procópio (35,6°C), Loanda (39,5°C), Londrina (36°C), Maringá (36,4°C), Paranavaí (37,8°C), Santo Antônio da Platina (36°C), São Miguel do Iguaçu (37,5°C), Toledo (36,6°C), Ubiratã (35,9°C) e União da Vitória (33,4°C).
A temperatura de Loanda no domingo foi a segunda mais alta em todo o Paraná em 2025 até o momento. Só perde para os 42,5°C registrados em Capanema em 27 de abril. Entre as estações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), também foi registrada a temperatura mais alta do ano em Cidade Gaúcha (37,8°C), Japira (34,3°C) e Joaquim Távora (36,6°C).
Curitiba bateu os 30°C por volta das 14h de domingo. Em todo o Estado as temperaturas também ficaram próximas a 30°C, com exceção do Litoral, que registrou as máximas mais baixas do dia: 25,9°C em Guaratuba e 26,6°C em Paranaguá. O motivo de tanto calor foi o escoamento de vento vindo do Norte do País.
SEMANA – Uma frente fria, entretanto, já chegou ao Paraná na manhã desta segunda-feira (06) trazendo pancadas de chuva com fortes rajadas de vento e raios no Oeste e Sudoeste do Paraná. Santa Helena, por exemplo, registrou uma rajada de vento de 61,6 km/h às 8h15.
“Essa instabilidade, ao longo do dia, avança para as demais regiões, causando chuvas com descargas elétricas e também condições para temporais localizados, principalmente nas regiões do Interior do Estado”, explica Paulo Barbieri, meteorologista do Simepar.
A instabilidade permanece até sexta-feira (10). Na terça-feira (07) a chuva virá com mais intensidade na metade sul do Paraná. No Norte e no Noroeste, chuvas isoladas, de intensidade mais fraca, também podem ocorrer. Como não há mais o predomínio de sol, as temperaturas máximas terão declínio, não passando de 15°C nas regiões da metade sul.
“A partir de quarta-feira, o eixo da frente fria se afasta para o oceano, mas a instabilidade permanece nas regiões paranaenses com chuvas isoladas, sendo mais registradas nas regiões da metade sul, onde deveremos ter entre quarta e sexta-feira valores acumulados bastante significativos”, detalha Barbieri.
Apesar de o volume maior ocorrer na metade sul, choverá em todas as regiões até sexta-feira. No Oeste e no Noroeste estão previstas pancadas isoladas, ou seja, chuva em uma cidade, e não em outra.
Curitiba, que amanheceu com 19,1°C nesta segunda-feira, ficará até quinta-feira com mínimas de 10°C. Após os 30,5°C de domingo (05), a máxima dessa segunda-feira não deve passar de 16°C na capital, e quarta e na quinta-feira não passa de 13°C. Loanda, no Noroeste, que registrou uma das temperaturas mais altas de domingo, terá temperaturas entre 20°C e 26°C na terça; entre 19°C e 27°C na quarta e 16°C a 27°C na quinta.
Em Cascavel, no Oeste, as temperaturas mínimas ficam na faixa de 14°C até sexta-feira. As máximas não passam de 22°C na terça e 18°C entre quarta e quinta. Em Palmas, na região Sul, as temperaturas ficam ainda mais baixas: máximas não passam de 17°C de terça (07) a quinta (09) e mínimas entre 8°C e 11°C. No Litoral, o destaque fica por conta da baixa amplitude térmica. As mínimas e máximas ficam entre 15°C e 19°C em Paranaguá de terça a sexta.
A partir de sexta-feira, em todas as regiões, as temperaturas sobem gradativamente.
SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.
Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.
Por - AEN
Com mais de R$ 560 milhões investidos anualmente na alimentação escolar, o Governo do Paraná, por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), tem se destacado como referência na área.
O Estado garante o direito à alimentação de cerca de 1 milhão de estudantes em mais de 2 mil escolas, com cardápios variados que valorizam ingredientes locais e preservam tradições regionais paranaenses.
Um dos grandes diferenciais da alimentação escolar do Estado é a oferta de produtos diversificados, visando a segurança alimentar e nutricional dos estudantes, e respeitando os hábitos locais. Os cardápios incluem desde carnes, frutas, verduras e legumes, até itens inovadores como água de coco, kiwi e pão de queijo.
“Aqui no Paraná, pensamos no cardápio como uma forma de respeitar a cultura e incentivar a educação. Entendemos que uma boa nutrição também faz parte do processo de aprendizagem e, por isso, para nós, a alimentação escolar é um compromisso com o futuro”, afirma a diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona.
A alimentação servida nas escolas é planejada por uma equipe de quase 20 nutricionistas do Fundepar, responsáveis por planejar, adquirir, distribuir e elaborar os cardápios. Como existem diferentes perfis escolares no Estado, a exemplo das escolas agrícolas e as de tempo integral, a equipe personaliza os cardápios seguindo especificidades culturais e regionais, tempo de permanência dos alunos, possíveis restrições alimentares e estrutura das unidades.
Desde 2022, graças ao programa estadual Mais Merenda, todas as escolas passaram a oferecer ao menos três refeições por turno.
“Algumas escolas só comem feijão preto, outras só o carioca. Para as indígenas, mandamos banha de porco. Na Escola Indígena Mbyá Arandú, em Piraquara, as merendeiras seguem o cardápio padronizado, mas podem servir o Rorá, uma comida típica com fubá”, explica a coordenadora de Planejamento da Alimentação Escolar do Fundepar, Rosangela Mara Slomski Oliveira.
Apesar da padronização dos cardápios, as merendeiras têm liberdade para adaptar as preparações, seguindo a orientação das nutricionistas. É o caso da Escola Estadual Nossa Senhora Conceição, em Campo Magro, onde Diná Aparecida Gavelik é merendeira há 23 anos. Ela conta que os pratos mais famosos são o risoto e a farofa, mas o revirado de feijão com ovos, o café com leite e a torta de banana também fazem sucesso. “É muito satisfatório, porque faço o que eu gosto. Para mim, é um prazer preparar os alimentos para nossos alunos”, diz.
Já no Colégio Estadual Aníbal Khury Neto, em Curitiba, o prato mais aguardado é o estrogonofe, segundo Inês da Silva Saldanha, uma das quatro merendeiras da unidade. De acordo com Maria da Luz, que cozinha na Escola Estadual Augusto Vanin, em Campo Largo, o favorito é o macarrão com molho branco.
AGRICULTURA FAMILIAR – Primeiro Estado a cumprir a meta de destinar 30% dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) à aquisição de alimentos da agricultura familiar, hoje o Paraná aplica 100% dos recursos federais na compra de agricultores familiares, priorizando produtores próximos das escolas, assentados, indígenas, quilombolas e mulheres. Em 2025, pelo menos R$ 150 milhões foram destinados do próprio Estado à agricultura familiar.
A medida, além de garantir refeições mais saudáveis, movimenta a economia local, fortalece a produção orgânica e sustentável, e ainda ajuda o meio ambiente.
Todos os anos, o Fundepar adquire cerca de 50 mil toneladas de alimentos, sendo que 22% vêm da agricultura familiar: são mais de 11 mil toneladas de ovos, frutas, legumes, verduras, hortaliças, arroz, feijão, grãos, leite, iogurte e pães, produzidos por 20 mil famílias paranaenses.
“Os alimentos deixam de vir de outros estados e passamos a comprar aqueles que são produzidos localmente, muitas vezes pelos próprios pais dos alunos”, afirma a responsável técnica pela execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar do Fundepar, Andréa Bruginski, que é nutricionista. “Trabalhar com alimentação escolar é uma missão. Alimentamos todos os dias 10% da população do Estado”, conclui Bruginski, que atua no Instituto há 15 anos.
INVESTIMENTO E INOVAÇÃO – Além do alto investimento na alimentação escolar, o Paraná é referência em práticas inovadoras que asseguram a qualidade alimentar dos estudantes. Um diferencial é o sistema centralizado de compra, pelo qual o próprio Governo do Estado adquire os alimentos e faz a distribuição às escolas. Nesse modelo, a alimentação é calculada por servimento, o que significa que os estudantes podem repetir as refeições.
Além do acompanhamento próximo feito pelas nutricionistas do Fundepar, que fazem visitas periódicas às escolas para verificar estoques, condições de higiene e a estrutura das cozinhas, o Estado realiza análises químicas e biológicas dos alimentos antes de chegarem ao prato dos estudantes, por meio do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). O objetivo é avaliar tanto a qualidade do produto quanto as boas práticas de fabricação.
Segundo o chefe do Departamento de Nutrição e Alimentação do Fundepar, Angelo Marco Mortella, o Estado investe quase cinco vezes mais recursos próprios do que os valores federais repassados à área. “Vários estados nos procuram para conhecer e replicar nosso modelo. Seguiremos mostrando que é possível oferecer merenda diversificada, priorizando a qualidade e a cultura local”, destaca.
Por - AEN
O Paraná inicia a primeira segunda-feira (6) de outubro com . As funções com mais oportunidades são: alimentador de linha de produção (6.690), abatedor (989), operador de caixa (823) e magarefe – cortador de carne (641).
Entre os destaques regionais, Cascavel lidera em volume de vagas com 6.228, sendo 2.108 para alimentador de linha de produção e 757 para abatedor. Na Regional de Curitiba, são 4.354 vagas, com destaque para 457 oportunidades de alimentador de linha de produção, 312 para auxiliar de logística, 242 para operador de caixa e 190 para faxineiro.
A Agência Central de Curitiba reúne 814 vagas, com destaque para 75 oportunidades de faxineiro, 69 de atendente de lojas e mercados, 59 de auxiliar nos serviços de alimentação e 46 de operador de caixa.
Campo Mourão, com 2.699 oportunidades, aparece na sequência, com 1.325 vagas para alimentador de linha de produção e 179 para magarefe. Logo depois aparecem Foz do Iguaçu, com 2.395 vagas; Londrina, com 2.511; Pato Branco, com 1.340; Maringá, com 1.056; Umuarama, com 937; Guarapuava, com 745; Paranaguá, com 484; Ponta Grossa, com 479; e Jacarezinho, com 250 oportunidades disponíveis nesta semana.
A plataforma Master Job, em Curitiba, oferta 38 vagas para profissionais qualificados em áreas como recursos humanos, administração, engenharia, finanças e tecnologia. Há também 9 vagas de estágio em cursos como contabilidade, logística, marketing e engenharia. Na Região Metropolitana de Curitiba, o Master Job soma ainda 11 oportunidades de nível técnico e superior e 4 vagas de estágio em áreas como administração, engenharia e educação física.
“O Paraná mantém um ritmo constante de geração de empregos e mostra a força da nossa economia com mais de 23 mil oportunidades abertas nas Agências do Trabalhador. Esse resultado reforça a confiança do setor produtivo e o nosso compromisso em apoiar quem busca uma colocação e qualificação profissional”, destaca o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo.
CONFIRA AS ÁREAS COM MAIS VAGAS NA SEMANA:
Alimentador de linha de produção – 6.690 vagas
Abatedor – 989 vagas
Operador de caixa – 823 vagas
Magarefe (cortador de carne) – 641 vagas
Auxiliar de logística – 312 vagas
Faxineiro – 190 vagas
Repositor de mercadorias – 148 vagas
Atendente de lojas e mercados – 88 vagas
MUTIRÃO OUTUBRO ROSA – O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná (SETR), promove na próxima quarta-feira (08) o Mutirão do Emprego para Mulheres, uma ação especial em alusão ao Outubro Rosa. O evento, em Curitiba, vai reunir mais de 20 empresas com mais de 900 vagas disponíveis, exclusivamente voltadas ao público feminino.
O mutirão acontecerá das 9h às 15h, com entrega de senhas até 12h, na Agência do Trabalhador de Curitiba (Rua Pedro Ivo, 503, Centro). Além das vagas de emprego, as participantes poderão receber orientação profissional, atualizar o cadastro e ser encaminhadas para cursos de qualificação gratuitos.
Elas também poderão aproveitar atividades especiais de cuidado e bem-estar. O Sesc oferecerá serviços de esmaltação no período da manhã, enquanto o Instituto Embelezze fará o sorteio de 60 vouchers que poderão ser trocados por corte de cabelo, esmaltação, escova e outros serviços disponibilizados pela instituição.
CAGED – O Paraná é o terceiro estado com maior volume de novos empregos com carteira assinada gerados entre janeiro e agosto de 2025, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nos oito primeiros meses deste ano, o saldo de postos de trabalho formais no Estado foi de 108.778 – resultado de 1,43 milhão de admissões e 1,32 milhão de desligamentos no período.
O saldo de empregos do Paraná foi o melhor da região Sul, superando Santa Catarina (83,8 mil) e Rio Grande do Sul (74,5 mil). Em nível nacional, ficou atrás apenas de São Paulo (436,7 mil) e Minas Gerais (152,9 mil). Com as novas contratações, o Paraná conta atualmente com o estoque de 3,3 milhões empregos.
O crescimento de empregos em relação ao estoque original é proporcionalmente maior no Estado do que nos dois primeiros colocados. No Paraná foi de 3,38% em oito meses, contra 3,05% no caso de São Paulo e 3,12% em Minas Gerais. O percentual também ficou acima da média nacional, que registrou a criação de 1,5 milhão de empregos, equivalente a 3,18% de crescimento.
Por - AEN
Dois casos suspeitos de intoxicação por metanol foram confirmados por exames laboratoriais no Paraná, neste domingo (5). 

De acordo com o Governo do Estado, os casos se referem a dois homens, de 60 e 71 anos, que vivem em Curitiba e apresentaram sintomas após consumir bebida alcoolica.
A confirmação foi feita após a análise de amostras de sangue que confirmaram a presença da substância tóxica.
De acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, da noite deste sábado (4), 14 casos de intoxicação por metanol foram confirmados, além de 181 notificações suspeitas, incluindo as duas que foram confirmadas hoje pelo governo do Paraná. Com isso, o número nacional de casos sobe para, pelo menos, 16.
Há ainda mais um caso em investigação no Paraná, notificado em Foz do Iguaçu. A Polícia Civil do estado da Região Sul está investigando possíveis pontos de venda de bebidas adulteradas e apreendeu garrafas para análise.
Emergência médica
A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.
Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).
Em caso de identificação dos sintomas, busque imediatamente os serviços de emergência médica e contate pelo menos uma das instituições a seguir:
- Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;
- CIATox da sua cidade para orientação especializada (veja lista aqui);
- Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;
É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado.
A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.
Por Agência Brasil
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) devolveu aos legítimos donos celulares furtados ou roubados e que foram recuperados por meio de ações policiais. A entrega dos aparelhos aconteceu neste sábado (4), em dois eventos realizados em Curitiba e em Cascavel, no Oeste do Estado. As vítimas foram contatadas e compareceram para fazer a retirada dos aparelhos. No total foram recuperados 591 aparelhos. Com essa ação, a PCPR soma 760 restituições neste ano.
Todos os celulares foram recuperados pela PCPR durante procedimentos investigativos de crimes de furtos e roubos ocorridos na Capital, Região Metropolitana e na cidade do Oeste.
Os cidadãos que foram buscar seus celulares destacaram o trabalho da PCPR. Maria Angélica, moradora do bairro Boqueirão, em Curitiba, contou que teve o celular roubado em 2022 dentro de um ônibus. “Eu fiz o boletim de ocorrência, mas já tinha dado como perdido. Foi uma surpresa saber que foi recuperado”, disse ela.
O estudante de direito Matheus foi roubado em maio do ano passado, no bairro Lindóia, quando retornava pra casa. Ele disse que a primeira providência foi entrar em contato com a PCPR para pedir orientações e registrar o boletim de ocorrência. “Eu fiquei impressionado. Quando recebi a mensagem, não acreditei, mas pesquisei notícias e entrei no site da polícia e vi que era um projeto sério.”
João Felipe, morador da Vila Guaíra, também em Curitiba, perdeu o celular em 2024. Ele registrou o boletim de ocorrência online e pensou que não seria possível recuperar o aparelho. “Foi muito bom receber a notícia e conhecer esse programa que conseguiu recuperar e ainda nos entregar o celular.”
O delegado da PCPR Fernando Zamoner explica que a entrega é resultado de uma força-tarefa que atuou em várias frentes para a recuperação de celulares furtados ou roubados. “Além da investigação dos furtos e dos roubos, direcionamos especial atenção à prática da receptação nos comércios formais e informais de celulares. Além disso, identificamos pessoas que estavam utilizando aparelhos que foram fruto de crime, as intimamos e apreendemos esses celulares.”
Para a identificação de cada aparelho e de seu respectivo proprietário, foram analisadas as informações registradas nos boletins de ocorrência. Por meio do número do IMEI, os policiais conseguiram individualizar cada celular e contatar as vítimas para que comparecessem aos eventos. O IMEI pode ser localizado na caixa do aparelho, na nota fiscal ou nos dados da conta do Google ou do IOS vinculada.
Nos últimos meses, a ação resultou na recuperação de 421 aparelhos em Curitiba. A devolução foi durante o evento realizado no shopping Jockey Plaza. Em Cascavel, foram recuperados 170 aparelhos, todos entregues aos seus reais proprietários durante a ação na Delegacia Cidadã.
RECUPERACEL - As ações fazem parte do Projeto RecuperaCel, que tem como objetivo identificar e restituir celulares furtados ou roubados, fortalecendo a confiança da sociedade na PCPR e contribuindo para a redução da criminalidade. O projeto integra sistemas de rastreamento, análise de dados e diligências policiais para localizar aparelhos desviados e responsabilizar os envolvidos. A primeira edição do programa aconteceu em maio deste ano, em Cascavel, com a devolução de 160 aparelhos.
"Lembrando que o primeiro agente a trabalhar nesses casos foram as próprias vítimas, que confiaram no trabalho policial, compareceram à a delegacia de polícia e fizeram o boletim de ocorrência”, destaca o delegado da PCPR Diego Ribeiro.
PCPR NA COMUNIDADE - Em Curitiba, o evento contou com uma edição especial do Programa PCPR na Comunidade. Além de recuperar seus celulares, os cidadãos puderam conhecer de perto a perícia papiloscópica e equipamentos utilizados em ações da PCPR.
A banda da Polícia Civil do Paraná também esteve presente e cantou diversos sucessos para animar o público.
ORIENTAÇÃO - A PCPR destaca que foi possível recuperar os celulares das vítimas que apresentaram o número do IMEI no momento da confecção do boletim de ocorrência (BO). Esse dado é essencial para o rastreamento dos aparelhos.
A PCPR orienta que as vítimas que ainda não informaram o IMEI podem comparecer à delegacia para complementar o BO. Para aquelas que ainda não realizaram o registro da ocorrência, a orientação é comparecer à delegacia mais próxima para formalizar o registro. Em casos de furtos, a ocorrência pode ser registrada pelo site da PCPR.
Por AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) realiza a partir de segunda-feira (06), até 31 de outubro, a Campanha Estadual de Multivacinação, voltada para a atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos, para a intensificação da imunização contra sarampo e febre amarela em pessoas com até 59 anos e, também, a resgatar a vacinação contra o HPV em adolescentes de 15 a 19 anos. O Dia D de mobilização será 18 de outubro (sábado) em todos os municípios do Paraná.
Atualmente, o Estado apresenta coberturas vacinais para BCG de 102,21%, maior que a média brasileira, de 93,86%. Também tem cobertura vacinal de 75,50% para febre amarela, contra 72,92% no país. A Hepatite A é de 84,96% no Paraná e de 77,92% no Brasil. A tríplice viral para sarampo, caxumba e rubéola (1ª dose) tem cobertura de 93,03% no Estado e de 91,31% no país.
O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça que a vacinação é gratuita e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). “É importante fazer esse esforço para ampliar a cobertura vacinal. Queremos que o Paraná se mantenha como exemplo de imunização para o Brasil. É fundamental que pais e responsáveis levem as crianças e adolescentes com a caderneta de vacinação para avaliação das doses necessárias”.
A iniciativa segue orientação do Ministério da Saúde e busca elevar as coberturas vacinais, ampliar o acesso da população à vacinação e reduzir o risco de reintrodução ou disseminação de doenças como o sarampo.
A campanha contará com aporte extra de vacinas para todas as Regionais de Saúde e municípios, garantindo o atendimento de todo o público-alvo. Estarão disponíveis todas as vacinas do Calendário Nacional de Imunização incluindo: hepatite B, meningocócicas C e ACWY, tríplice viral (SCR), varicela, hepatite A, febre amarela, rotavírus, HPV, influenza e Covid-19.
PÚBLICO-ALVO - Crianças e adolescentes menores de 15 anos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias) para atualização da caderneta vacinal; indivíduos até 59 anos (59 anos, 11 meses e 29 dias) que não tenham registro de vacina contra sarampo e/ou febre amarela; adolescentes de 15 a 19 anos (19 anos, 11 meses e 29 dias) não vacinados contra o HPV.
RISCOS E ALERTAS - A intensificação da vacinação é fundamental para enfrentar risco de reintrodução do sarampo, já que Paraguai e Argentina registram casos ativos da doença e outros estados brasileiros identificaram casos importados. Em relação à febre amarela, a chegada da sazonalidade primavera-verão aumenta a circulação do vírus, com risco maior nas áreas de corredor ecológico. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais também reforçam a imunização.
Confira o esquema de vacinação:
Sarampo
12 meses a 29 anos: duas doses (intervalo de 30 dias)
30 a 59 anos: uma dose
Trabalhadores da saúde não vacinados: duas doses, independente da idade
Febre amarela
Dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos
Pessoas de 5 a 59 anos: uma dose (caso não vacinadas)
A partir de 60 anos: uma dose mediante avaliação médica, em áreas de risco
HPV
9 a 14 e 15 a 19 anos.
Por AEN





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