A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ampliou o serviço da 2ª Via Fácil do registro geral (RG). A partir desta segunda-feira (14) é possível incluir no documento, pela internet, diversos dados extras, como observações de saúde, deficiências, tipagem sanguínea, símbolo do autismo e número da carteira nacional de habilitação.
O delegado da PCPR e diretor do Instituto de Identificação do Paraná, Marcus Michelotto, explica que a ampliação da 2ª Via Fácil acompanha a evolução do uso das plataformas digitais pelos usuários e a demanda por praticidade.
“Estamos fazendo essas atualizações para garantir direitos e facilitar a vida do paranaense, que poderá ter um único documento com todos os dados necessários para as tarefas do cotidiano”, diz o delegado.
INSERÇÃO – As observações de saúde serão incluídas na carteira de identidade com base na lista da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde. No sistema da PCPR o usuário poderá selecionar a doença da qual é acometido e fazer a solicitação, mediante apresentação de laudo médico. Pessoas com deficiência e autismo também precisam apresentar a comprovação. Já a tipagem sanguínea deve ser comprovada através de exame laboratorial.
A solicitação da 2ª via com inserção de dados extras deverá ser feita pelo site da PCPR, na aba “documentos”. Antes de iniciar o processo o cidadão precisa ter todas as imagens no celular ou computador para anexá-las quando o sistema pedir.
A imagem de cada um dos documentos a serem anexados deve estar em formato .jpeg e com tamanho máximo de cinco megabytes. Para facilitar, o usuário poderá fazer uma fotografia do documento, sem precisar digitalizá-lo.
Ao final da solicitação o usuário receberá um SMS no celular cadastrado para a confirmação do pedido.
DADOS EXTRAS – A ampliação da 2ª via fácil do RG também permitirá a inclusão de números de outros documentos essenciais na rotina do cidadão. A proposta é oferecer praticidade ao portador do RG, tornando o documento único e suficiente para ser utilizado em qualquer finalidade.
As imagens de todos os documentos, exceto Cadastro de Pessoa Física ou a Carteira Nacional de Habilitação do Paraná, precisam ser enviadas para a inclusão e validação do número no sistema.
Os números que podem ser inseridos através da 2ª via fácil são:
- Cartão Nacional de Saúde
- Carteira profissional expedida por órgão ou entidade legalmente autorizada
- Número de Identificação Social
- Número do Programa de Integração Social ou Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público
- Carteira de Trabalho e Previdência Social
- Cadastro de Pessoa Física
- Carteira Nacional de Habilitação
- Título de Eleitor
- Certificado de Reservista
Por - AEN
A informação é defendida como um dos principais mecanismos para reduzir o grande número casos de violência obstétrica no estado.
Só na Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Paraná, 23% das denúncias envolvem este tipo de ocorrência, que foi tema de uma Audiência Pública realizada nesta segunda-feira (14) pelo legislativo paranaense.
“É um número altíssimo e se deve ao fato de estarem falando mais, levando à mídia casos que nem sequer as mulheres sabiam se tratar de violência, achavam que era normal. Graças a essa participação ativa da Assembleia, estamos levando a luz a esse problema”, afirmou a deputada Cristina Silvestri (CDN), responsável por comandar a Procuradoria.
Ela foi uma das proponentes da Audiência ao lado da deputada Mabel Canto (PSC) e do deputado Goura (PDT).
“Escolhemos debater esse tema tão importante dentro do mês da mulher. Particularmente tenho me dedicado à causa das gestantes e, nos últimos meses, temos recebido muitas denúncias”, comentou Mabel.
Ela citou a repercussão nacional do caso da influencer Shantal Verdelho durante o parto da filha, conduzido pelo obstetra Renato Kalil “Vemos que os casos não estão restritos ao atendimento SUS, mas também ao sistema privado”, acrescentou.
O médico ginecologista e obstetra Orlando Silveira Barreto Neto, com mais de 20 anos de experiência, disse ser testemunha viva da violência obstétrica.
“Acontece no dia a dia. Não apenas pelo profissional médico, pois contamos com uma equipe multiprofissional que deveria ser um momento impar na vida daquela mãe”, ponderou.
Segundo ele, há muita desinformação em relação ao atendimento materno no serviço público. “Como se aquele serviço fosse gratuito. Isso é uma ilusão, pois somos todos remunerados e temos de atuar da melhor forma possível para atender aquela cliente”, ressaltou,
A vice-presidente da Associação de Doulas de Curitiba e Região Metropolitana, Patrícia Teixeira, pondera que um parto humanizado não significa que ele precise ser à água, no escuro e sim “colocando a mulher como protagonista do seu próprio parto”.
Também na linha de valorizar a importância de informação sobre o tema, Patrícia diz acreditar que quando a mulher entender melhor os seus direitos, as denúncias vão aumentar.
A presidente da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Paraná, Marcele Rabelo, alertou que o Paraná é o quarto estado do país em cesarianas desnecessárias. “É um ranking que não precisávamos ter. É necessária uma mudança de filosofia e paradigmas. Se as mulheres têm medo do parto, então vamos dar condições sociais, emocionais e técnicas para ela ser bem atendida e o momento não se tornar um trauma”, disse.
Uma das sugestões foi a criação de uma carta de intenções nas quais a gestante pudesse indicar o que deseja para o parto diante das recomendações clínicas.
O deputado Goura defendeu que a conscientização deve ser uma luta encampada também pelos homens, pois eles seriam os principais autores da violência contra a mulher em geral.
Pandemia
A defensora pública Mariana Martins Nunes, que coordena o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nedem), alertou para o impacto da pandemia no atendimento às gestantes.
“Nós últimos dois anos, houve desvio dos recursos para o atendimento aos pacientes com covid, causando aumento dos casos de violência obstétrica e da mortalidade feminina. Em março de 2020 ocorreu fechamento do serviço em maternidades de Curitiba que eram referência em partos humanizados, provocando superlotação em outras unidades”, contou.
Ela considera que há uma dificuldade do poder público em atender os direitos reprodutivos da mulher e que o número de denúncias é baixo, pois as condutas acabam normalizadas e algumas mulheres não reconhecem como violência.
A representante da Comissão de Estudos Sobre Violência de Gênero da OAB/PR (CEVIGE), Deisy Joppert, alertou exatamente sobre a importância de ampliar o conhecimento sobre o que pode ser considerado violência obstétrica.
“É importante ampliar conceito de violência porque a autonomia da mulher vai por água abaixo quando ela não pode decidir sobre seu parto. Óbvio que ameaçar, xingar, induzir a um parto que a mulher não queria são violências sentidas de forma imediata. Mas não informar os direitos da gestante, as vantagens e desvantagens de cada parto também são casos de violência. Da falta de oferta dos exames necessários até o plano de saúde que demora para internar uma gestante em trabalho de parto pode ser considerado violência”, exemplificou.
Phillipe Fabrício de Mello, advogado e representante da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde no Estado do Paraná (FEHOSPAR) vê necessidade de engajamento do profissional médico com essa discussão. “Saber como pensam essas entidades médicas, porque são os que tomam a interface com as pacientes. Saber o que é possível ser feito e de tratar tecnicamente diante de determinado protocolo”, afirmou.
Legislação
A Assembleia Legislativa já conta com leis sobre a atenção à gestante e contra a violência obstétrica, como a que define punições e multas para os casos comprovados de qualquer tipo de violência obstétrica, seja de forma verbal, física, psicológica e até sexual.
Os deputados também aprovaram a lei que prevê que a melhor modalidade de parto deve ser uma escolha da parturiente, sempre com acompanhamento médico. Vale para as gestantes da rede privada e as do Sistema Único de Saúde (SUS). E recentemente aprovaram projeto que prevê intérpretes de libras no momento do parto.
Por - ALEP
A Sanepar está ampliando o programa Água Solidária, que beneficia famílias de menor renda com tarifas reduzidas de água e de esgoto. Atualmente, são 224.460 famílias inscritas. Para aderir ao programa, os interessados podem procurar as Centrais de Relacionamento da Companhia em todo o Estado.
Têm direito ao Água Solidária famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, que moram em imóveis de até 70 metros quadrados e consomem até 2,5 mil litros de água por mês por pessoa.
As famílias inscritas no programa pagam tarifas mais baixas para os serviços de água e de esgoto. No consumo de até 5 mil litros de água, o valor cobrado é de R$ 11,53, enquanto na tarifa normal é de R$ 43,11. Para água e esgoto, a tarifa do Água Solidária é de R$ 17,30 e a normal é de R$ 77,60 em todo o Estado e de R$ 79,75 em Curitiba.
O valor no programa Água Solidária é definido pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).
Veja o que é necessário para se inscrever no programa:
DOCUMENTAÇÃO
- Conta mensal de água da Sanepar
- IPTU atual do imóvel, documento de autorização da prefeitura ou de autoridade superior
- RG, CPF ou certidão de nascimento para menores de 18 anos de cada morador
- Carteira de Trabalho e último contracheque e, para aposentados, extrato do INSS do último salário
CRITÉRIOS
- A família deve morar em imóvel com área construída de até 70 metros quadrados
- O consumo mensal de água deve ser de até 2,5 metros cúbicos por mês por residente no imóvel
- A renda da família residente no imóvel será de até meio salário mínimo por pessoa
TARIFAS MAIS BAIXAS
Água (5 mil litros) = R$ 11,53; tarifa normal = R$ 43,11
Água e esgoto = R$ 17,30; tarifa normal = R$ 77,60 e R$ 79,75 (Curitiba)
Por - AEN
Dez projetos científicos conduzidos por estudantes e professores da rede estadual de ensino do Paraná são finalistas da 20ª edição da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia). O programa, que busca estimular a cultura científica e divulgar pesquisas de todo o Brasil, acontecerá em formato online neste ano, a partir desta segunda-feira (14).
O Paraná é o terceiro Estado com o maior número de finalistas, atrás somente de São Paulo e Rio Grande do Sul, somando 41 projetos ao todo — além dos 10 da rede estadual, há seis de instituições federais de ensino e 25 de escolas particulares.
Dentre os 10 projetos da rede, há um da Escola Estadual Monteiro Lobato, de Sertanópolis, um do Colégio Estadual Professor Newton Guimarães (Londrina), três do Colégio Estadual Marechal Castelo Branco (Primeiro de Maio) e cinco do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre (Toledo). Todos os de Toledo são orientados pela educadora Dionéia Schauren, uma das dez finalistas do Prêmio Professor Destaque, da Febrace.
APLICATIVO PEDAGÓGICO DE HISTÓRIA – Em Sertanópolis, no Norte do Estado, o aluno Edson Fernando dos Santos Sobrinho, do 3º ano do ensino médio, desenvolveu o aplicativo Hystor, voltado ao ensino interativo de História para pré-vestibulandos. A ferramenta possui material pedagógico destinado à revisão de conteúdos da disciplina, incluindo quiz, curiosidades e hiperlinks para materiais externos.
“Ele é um aluno apaixonado por história”, diz a professora Francislene Ramos Salmen, que orientou o projeto ao lado do professor Gabriel Ignácio Garcia. Ela conta que o aplicativo foi pensado para atender às necessidades dos pré-vestibulandos, mas também para que o professor pudesse utilizá-lo como recurso pedagógico. “A gamificação é um tipo de metodologia ativa. É envolver o aluno no conteúdo por meio de jogos que cativam ele”, afirma.
Edson explica que o conteúdo do aplicativo aborda diferentes temas da disciplina, incluindo, por exemplo, Grécia Antiga, Revolução Francesa, Iluminismo e Guerra Fria. “Também existem mapas mentais, dicas de filmes e séries, entre outras curiosidades multidisciplinares”.
LARVICIDA CONTRA AEDES AEGYPTI – Outro projeto desenvolvido no Colégio Estadual Professor Newton Guimarães, em Londrina (Norte), é o estudo de um larvicida à base de pimenta contra o Aedes aegypti. Segundo a aluna Luiza Alves da Costa Saffaro, que realiza o projeto, o produto deve ser totalmente natural, sem agredir o meio ambiente ou o ser humano.
“Nós chegamos na ideia de utilizar a pimenta porque vimos um grande potencial insetífugo nela e, por isso, colocamos a mão na massa”, disse, no vídeo de apresentação do projeto, a estudante que cursa o 3º ano do ensino médio na escola.
“Ela desenvolveu, primeiramente, um projeto um pouco mais simples, de repelente de insetos a partir da pimenta dedo-de-moça”, conta a professora orientadora Ana Paula Gutmann, acrescentando que a aluna obteve resultados significativos. Após a apresentação do projeto em outras feiras, os avaliadores fizeram sugestões para a continuidade do estudo. “Ela decidiu então, a partir das ideias dos avaliadores, transformar o trabalho em um larvicida, algo que matasse as larvas e impedisse que os mosquitos chegassem à fase adulta”, diz a professora.
A lista de todos os projetos finalistas pode ser conferida neste link.
Por - AEN
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) está disponibilizando o número 0800-400-0404 para o atendimento de usuários das rodovias federais e estaduais do antigo Anel de Integração em casos de acidentes, pane, quedas de carga, animais na pista, materiais na pista, buraco no pavimento, entre outros.
O telefone é válido para todas as regiões do Estado e completamente gratuito para o usuário. As chamadas serão recebidas pelo Centro de Operações Integradas (COI) do DER/PR, que conta com uma equipe treinada para prestar o apoio necessário, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados.
Neste momento o serviço está disponível nas rodovias dos antigos lote 2 (Viapar), lote 3 (EcoCataratas), lote 5 (Rodonorte) e lote 6 (Ecovia). No caso dos lotes 1 e 4, as concessionárias de pedágio permanecem realizando os atendimentos com suas próprias centrais, graças a acordos judiciais firmados com o DER/PR.
Ao receber uma ligação, o COI irá acionar o serviço necessário, como o guincho mecânico, para atender ao usuário, já informando o tempo estimado de espera para chegada do veículo, no caso de serviços de operação de tráfego rodoviário do DER/PR. O COI também irá realizar o direcionamento da chamada caso o atendimento caiba a outros órgãos, como Polícia Rodoviária, Polícia Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, SAMU, DNIT e Instituto Água e Terra (IAT). Veja como vai funcionar AQUI.
“A percepção das pessoas nas concessões é até mais quanto aos serviços do que as próprias estradas, e isso é um desafio gigante. Parece simples, mas não é tão simples. Mas o DER se superou, vai ser um exemplo para o Brasil. O DER sempre foi referência no Brasil, um dos mais respeitados. E estamos resgatando exatamente isso, esse pioneirismo”, destacou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
O investimento no COI, que inclui equipamentos, equipe, treinamentos e todos os aspectos tecnológicos necessários para monitorar as rodovias e atender os usuários é de R$ 10.999.999,08, com duração de um ano.
O serviço deve continuar mesmo com o início das novas concessões, mas em outras rodovias. “Em algum momento, quando as novas concessões chegarem, a intenção é migrar esse serviço para as nossas rodovias de maior tráfego”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti. “Temos um 0800 que vai centralizar as informações e disso vamos abrir um leque – como o gerenciamento do pavimento, o tempo de viagem em aplicativos”.
O atendimento ao usuário será principalmente pelo número 0800-400-0404, com outras opções, como o aplicativo WhatsApp, já sendo trabalhadas para disponibilização em breve.
“É um dos sistemas mais modernos que existe no Brasil hoje, em termos de gerenciamento rodoviário. Ele é feito para que a gente consiga reduzir o tempo de atendimento do acidente. Sabemos que os primeiros minutos são cruciais, e todo esse aparato é um mecanismo para que a gente consiga reduzir esse tempo de atendimento”, explica o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Fernandes.
O COI também irá iniciar em breve a publicação de boletins informativos sobre a situação das rodovias, alertando os usuários quanto a situações que afetam o trânsito de veículos tanto de forma pontual (acidentes, queda de barreira, alagamentos) quanto de forma programada (serviços de conservação, execução de obras).
GUINCHOS – O trabalho do COI será totalmente integrado aos serviços de operação de tráfego rodoviário também contratados pelo DER/PR, para atender rodovias federais e estaduais do antigo Anel de Integração. São serviços de guincho leve e pesado, para desobstrução de pista e remoção de veículos, além de operações de atendimento mecânico, como troca de pneus, carga elétrica, entre outras.
Os contratos preveem também a inspeção de tráfego, com equipes específicas para percorrer 100% da malha do Anel de Integração ao menos três vezes ao dia, verificando a necessidade de assistência aos usuários, inspecionando as pistas e participando ativamente na ocorrência de neblina, incêndios, acidentes e outras situações, providenciando sinalização de emergência, desvios de tráfego e demais apoios. As informações são enviadas ao COI e alimentam o sistema de gestão do centro.
Serão realizados ainda serviços de apoio ao Corpo de Bombeiros no combate a incêndios nas áreas próximas às rodovias, com fornecimento de caminhões pipa; e atendimento a incidentes com animais soltos nas pistas, com orientação aos usuários e a captura e transporte dos animais utilizando equipamento apropriado, como caminhão boiadeiro.
As equipes utilizam algumas das edificações das antigas concessionárias de pedágio, que passaram a ser patrimônio público.
Foram contratados serviços para atender o antigo lote 2 (Viapar), lote 3 (EcoCataratas), lote 5 (Rodonorte) e lote 6 (Ecovia), um investimento de R$ 66.474.998,4, com prazo de duração de um ano. No caso dos lotes 1 e 4, as concessionárias de pedágio permanecem realizando os atendimentos aos usuários com suas próprias centrais, em decorrência de acordos judiciais firmados com o DER/PR.
CONSERVAÇÃO – O DER/PR também licitou e contratou, já no ano passado, os serviços de conservação do pavimento e faixa de domínio das rodovias estaduais que antes estavam concedidas. O investimento é de R$ 93,5 milhões para atender 964,52 quilômetros durante dois anos.
São cinco contratos, conforme as superintendências regionais do DER/PR: Lote 1 – Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: 153,75 quilômetros; Lote 2 – Campos Gerais: 306,48 quilômetros; Lote 3 – Norte: 230,29 quilômetros; Lote 4 – Noroeste: 200,99 quilômetros; e Lote 5 – Oeste: 73,01 quilômetros.
RODOVIAS FEDERAIS – Com o término dos convênios de delegação e das concessões rodoviárias nos dias 26 e 27 de novembro de 2021, a responsabilidade das rodovias federais retornou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a das rodovias estaduais ao DER/PR, cabendo a cada departamento contratar a manutenção e conservação das rodovias de sua alçada.
Por - AEN
O ex-governador e ex-senador do Paraná, Roberto Requião, de 81 anos, anunciou neste domingo (13) em uma rede social, a filiação dele ao Partido dos Trabalhadores (PT).
Requião estava sem partido desde agosto de 2021, quando deixou o MDB.
Além da filiação, ele declarou também a pré-candidatura dele ao governo do estado.
"Analisando a conjuntura política, não tenho mais dúvida alguma, o caminho é essa federação, esta frente organizada pelo PT. Quero dizer a vocês que estou entrando no Partido dos Trabalhadores. Eu tenho fé, eu acredito firmemente que o Lula, com um programa bem definido [...] terá sucesso na campanha presidencial. É por aí que vamos mudar o país e aqui no Paraná eu levo a frente a minha pré-candidatura ao governo do estado, para por ordem na casa e acabar com os erros todos. [...] me filio ao PT no dia 18".
Segundo a assessoria do PT, a filiação será oficializada na sexta-feira (18), quando o pré-candidato a presidência da república, Luiz Inácio Lula da Silva, estará em Curitiba para participar do ato. O evento será na Expo Unimed.
Saída MDB
Requião deixou o MDB em novembro de 2021, após perder a convenção para presidência do diretório regional do partido para o deputado estadual Anibelli Neto, por 203 a 77 votos.
Requião está sem mandato desde 2018, quando não se reelegeu para o Senado.
Ele estava no MDB desde 1980. Pelo partido, Requião foi deputado estadual, prefeito de Curitiba, senador duas vezes e governador por três mandatos.
Requião foi eleito ao Senado pela primeira vez em 1994.
Requião anuncia filiação ao PT e pré-candidatura ao Governo do Paraná. — Foto: Reprodução
Mandatos Requião:
1982: deputado estadual
1985: prefeito de Curitiba
1990: governador do Paraná
1994: senador
2002: governador do Paraná
2006: governador do Paraná
2010: senador
Por - G1








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