Ação para a manutenção das praças de pedágio desativadas no PR caminha para solução amigável

A ação tem o objetivo de obrigar a ré a manter e a preservar  as praças de pedágio desativadas. A ACP tramita na 5ª Vara Federal de Curitiba.

O DNIT informou que tem realizado a manutenção das praças de pedágio no que tange à sinalização e iluminação, bem como que há licitação em vias de ser aberta para manutenção da iluminação. A entidade esclareceu que está fechando as janelas, portas e cabines violadas com formas de madeira. Contudo, ressaltou o DNIT durante a audiência, que necessita de recursos públicos para fazer frente às providências de manutenção das praças e pagamento das contas de energia para iluminação das áreas.

O Departamento informou que elaborou Nota Técnica e levantamento da situação dos imóveis adjacentes às praças de pedágio e irá apresentar os documentos nos próximos quinze dias.

SEGURANÇA E MANUTENÇÃO

Na ação, o IBT alega que com o encerramento dos contratos de concessão, a responsabilidade das rodovias federais retornou ao DNIT, cabendo a ele prezar pela manutenção e conservação das praças de pedágio componentes do sistema rodoviário no Estado do Paraná e atualmente desativadas e seu entorno, o que não vem ocorrendo, já que não estão obedecendo critérios mínimos de iluminação, sinalização e segurança, estando praticamente abandonadas.

Participaram da audiência membros do Ministério da Infraestrutura (MINFRA), Advocacia Geral da União (AGU),  Ministério Público Federal e Estado do Paraná.

Desde que o contrato com as concessionárias de pedágio terminou no Paraná, problemas são registrados nas praças, como má iluminação. A ação movida pelo IBT já apresentou algumas soluções para se chegar a um acordo entre as partes. Ao fim da audiência, o juízo da 5ª Vara Federal de Curitiba determinou que as partes se manifestem quanto ao prosseguimento da ação, pugnando pela sua suspensão ou designação de nova audiência.

 

 

 

 

 

 

 

Por - G+

 Curso de qualificação tem 500 vagas para empreendedores de todo o Paraná

A segunda turma do curso de formação empreendedora do programa Paraná Empreende Mais está com as inscrições abertas.

São 500 vagas, distribuídas igualmente entre as universidades estaduais de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro) e do Paraná (Unespar).

Os interessados devem ter mais de 16 anos e residir em um dos 399 municípios paranaenses. A capacitação é gratuita e será realizada em ambiente digital, com início das aulas previsto para julho e agosto, conforme o cronograma de cada instituição.

O curso contempla quatro módulos: Gestão Estratégica e de Pessoas; Gestão de Negócios e Comercial; Gestão Financeira; e Inovação Tecnológica, com carga horária total de 72 horas. Serão seis horas semanais de atividades desenvolvidas (terças, quartas e quintas-feiras), de 19 horas às 21 horas, por meio de plataformas digitais de videoconferência.

As aulas têm o apoio de professores e estudantes das sete instituições estaduais de ensino superior. A metodologia abrange conteúdo teórico e aulas de mentoria. Ao final do curso, os participantes receberão certificados, emitidos pelas respectivas universidades.

Atualmente, 700 pessoas de 100 cidades paranaenses participam da primeira turma do programa, iniciada no mês passado. 

Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), as 100 vagas da segunda turma já foram preenchidas e as aulas devem iniciar na próxima segunda-feira (11). Já na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), as 100 inscrições para a segunda turma devem ser disponibilizadas ainda neste mês.

Serviço:

Inscrições

UEL – até 29 de julho – AQUI

UEPG – até 6 de agosto – AQUI

Unioeste – até 21 de julho – AQUI

Unicentro – até 24 de julho – AQUI

Unespar – até 31 de julho – AQUI

UEM – vagas já preenchidas

Início das aulas

UEL – 9 de agosto

UEM – 11 de julho

UEPG – 15 de agosto

Unioeste – 21 de julho

Unicentro – 26 de julho

Unespar – 18 de agosto

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Após morrer em batida, grávida é intimada a depor sobre denúncia feita por motorista que causou acidente, em Curitiba

Mais de dois meses depois de morrer vítima de uma batida entre dois carros, em Curitiba, uma jovem foi intimada pela Polícia Civil a comparecer à delegacia para prestar depoimento sobre uma denúncia feita pelo motorista que causou o acidente.

Em junho, a família recebeu uma intimação da polícia informando que a jovem deveria comparecer à delegacia para ser ouvida como testemunha de uma outra investigação, em que o motorista que causou o acidente denuncia a Polícia Militar (PM) alegando que não fez o teste do bafômetro por ter sido agredido pelos policiais.

A Polícia Civil reconheceu que houve erro na confecção da intimação recebida pela família da vítima. Os familiares tiveram que ir até a delegacia para esclarecer que Manuela havia morrido.

"Eu não sei como funciona isso, esse tipo de coisa, de documentos, mas a gente ter que ir na delegacia para falar 'olha, minha filha não tem como depor porque ela não está mais aqui' é, no mínimo, muito revoltante", comentou Adriana Queiroz, mãe da vítima.

Segundo a polícia, o carro em que Manuela estava com o marido foi atingido pelo veículo de Samuel Alisson Soares Barbosa, que dirigia embriagado e furou a preferencial. Ela estava grávida de seis meses. A criança também morreu.

Samuel foi preso em flagrante por lesão corporal qualificada e embriaguez ao volante mas, por decisão da Justiça, ele foi solto dias depois.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - RPC

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