Agora em março a nova Ponte da Integração Brasil – Paraguai, em Foz do Iguaçu, na região Oeste, atingiu o índice de 80% de conclusão, representando um investimento de R$ 189 milhões.
A obra é uma parceria entre Governo do Paraná, governo federal e Itaipu Binacional, responsável pelo recursos, sendo executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
Os serviços estão concentrados na execução do tabuleiro da ponte, com frentes de trabalho atuando em ambas margens da obra. No lado brasileiro foram posicionadas e concretadas as lajes pré-moldadas sobre a aduela metálica 6.10, e tensionados o 6º par de estais de retaguarda e 10º par de estais no vão central, além de ser lançada a aduela metálica 6.11.
Na margem paraguaia foram posicionadas e concretadas as lajes pré-moldadas sobre a aduela metálica 5.07, tensionado o 7º par de estais no vão central, e lançada a aduela metálica 5.08.
Nos dois lados da ponte estão sendo executados os guarda-rodas e bases do futuro guarda-corpos, bem como sendo montadas novas aduelas metálicas nos canteiros de obras dos dois países.
EXTENSÃO – A ponte terá 760 metros de comprimento e um vão-livre de 470 metros – o maior da América Latina. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de três metros e calçada de 1,7 metro nas laterais.
O andamento da Ponte da Integração é detalhado mensalmente em informativo digital, disponível no portal do DER/PR e também enviado por e-mail para quem se inscrever nesta página.
PERIMETRAL – Na nova rodovia de acesso à Ponte da Integração Brasil – Paraguai continuam em andamento os serviços em três dos seis viadutos previstos, nos entroncamentos com a Avenida General Meira, com a via de acesso à Ponte Tancredo Neves e com a Rodovia das Cataratas.
No local onde serão construídas as novas aduanas Brasil – Argentina e Brasil – Paraguai estão em andamento os serviços de terraplenagem. Até o momento foram investidos R$ 9,75 milhões na obra, que está 9,37% concluída.
Por - AEN
A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (21) a Operação Bad Bots para desarticular um esquema de fraude envolvendo criptomoedas no Paraná. Foram cumpridos dois mandados de prisão e três ordens de busca e apreensão.
De acordo com a PF, os acusados lesaram cerca de 3 mil vítimas e se apropriaram de R$ 6 milhões ao simularem operações financeiras com criptoativos.
Conforme as investigações, um casal oferecia ganhos acima da média praticada no mercado com operações de trade com criptomoedas. Era prometido aos clientes que as negociações seriam realizadas por meio de robôs automatizados.
Durante o período em que o investimento feito deveria ficar retido, os fraudadores simulavam lucros exorbitantes, que poderiam ser sacados ao fim do prazo contratado.
No entanto, a partir do momento em que os clientes passavam a exigir os saques dos lucros, os responsáveis pela promessa de ganhos não faziam o pagamento devido.
Além disso, durante o período de contratação, os clientes eram estimulados a indicarem mais pessoas para participarem do grupo, oferecendo diversos prêmios, como viagens e bens de luxo.
Com o passar do tempo, as reclamações contra aos fraudadores foram aumentando. O casal fugiu de Curitiba e foi morar no interior do Paraná.
Durante a investigação, a PF descobriu que a dupla ostentava bens de luxo nas redes sociais enquanto os clientes aguardavam o pagamento dos lucros prometidos.
Os mandados foram expedidos pela 9ª Vara Federal de Curitiba. Os acusados vão responder pelos crimes de estelionato e contra a economia popular e o sistema financeiro nacional.
Por - Agência Brasil
Os quatro estados que compõem o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) planejam projetos conjuntos para melhorar a infraestrutura da região, com destaque para os modais rodoviários e ferroviários.
Os governadores do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior; e de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva; o vice-governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Junior; e o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico do Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, discutiram o tema nesta segunda-feira (21), em Chapecó (SC), na primeira reunião do ano do bloco.
Eles assinaram a resolução que cria o Grupo de Trabalho para o Planejamento Integrado de Rodovias e Ferrovias do Codesul, que vai concentrar as ações para a integração logística entre os estados, que estão entre os principais produtores do agronegócio brasileiro. O projeto de maior envergadura nessa área é a Nova Ferroeste, que vai ligar Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá, no Litoral do Estado, e tem nos planos um ramal interligando Cascavel e Chapecó, cidades do Oeste paranaense e catarinense.
Ratinho Junior destacou que o projeto da nova ferrovia, que terá 1,3 mil quilômetros de extensão e investimento previsto de R$ 30 bilhões, está bastante avançado. A previsão é que as audiências públicas ocorram em abril. A liberação da licença prévia deve sair no final de maio, com a expectativa de que o projeto vá a leilão na Bolsa de Valores ainda neste semestre.
“Iniciamos os estudos para a ampliação da ferrovia em 2019, mas a discussão para ligar Maracaju ao Porto de Paranaguá vem de décadas. O Mato Grosso do Sul depende muito do porto e é também um grande fornecedor de matéria prima para a produção de proteína animal. Paraná e Santa Catarina respondem por 70% da carne de porco e de frango exportada pelo Brasil”, salientou Ratinho Junior.
Segundo o estudo de viabilidade técnica, a Nova Ferroeste terá capacidade de transportar 38 milhões de toneladas de produtos já no primeiro ano de operação plena, tornando-se o segundo maior corredor de exportação de grãos e de proteína animal do País, atrás apenas da malha paulista.
“Dentro dos estudos que fizemos, se chegou à possibilidade de construção de um ramal até Chapecó. Os produtores de proteína animal são muito dependentes dos grãos produzidos no Mato Grosso do Sul. Essa conexão vai criar um grande corredor de insumos para o Paraná e Santa Catarina e, no caminho inverso, de fertilizantes para o Mato Grosso do Sul”, explicou o governador.
AMPLIAÇÃO – Com o novo traçado entre o Mato Grosso do Sul e o Paraná, o Governo de Santa Catarina também prevê ampliação de sua malha ferroviária, de Leste a Oeste do Estado e também entre os portos de Itajaí e Araquari. “É uma visão de futuro para Santa Catarina. Com a conexão entre Cascavel e Chapecó, vamos começar a trabalhar com projetos de Chapecó até o Planalto Serrano de Santa Catarina, formando um importante corredor Leste-Oeste”, explicou Carlo Moisés.
“Ao invés de rejeitar qualquer projeto que venha de outro estado, queremos aproveitar a integração que já temos através do Codesul. Os quatro estados são muito parecidos economicamente, e uma integração logística regional trará ganhos de eficiência, além da redução dos custos de transporte da produção e de insumos, principalmente para o Oeste catarinense. São investimentos coordenados, de médio a longo prazo”, destacou o governador de SC.
Grande exportador de grãos, o Mato Grosso do Sul não tem saída para o mar e conta com a integração logística com os outros estados para o acesso ao mercado internacional. “Temos um posicionamento muito forte em buscar saídas logísticas, exatamente pela dificuldade de acessar os portos”, explicou Jaime Verruck.
“A competitividade do Mato Grosso do Sul passa necessariamente pela redução dos custos de transporte, e o nosso foco é a ferrovia. A Nova Ferroeste vai adentrar justamente na maior região produtora do Estado, 60% do que produzimos está no eixo da ferrovia”, salientou o secretário do MS.
“A forma como a malha está sendo concebida, de não adentrar unidades de conservação, áreas indígenas e quilombolas, antecipou muito o cronograma. A ferrovia vai gerar o desenvolvimento integrado de todas as regiões, já que ela também se conecta com a Malha Oeste, promovendo uma integração nacional”, complementou.
MEIO AMBIENTE – Durante o encontro, também foi firmado um termo de Cooperação Técnica para elaboração do diagnóstico e mapeamento de áreas desmatadas nos quatro estados-membro, por meio do compartilhamento da ferramenta Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento de Santa Catarina (Simad/SC).
A ferramenta detecta, registra e gera alertas precisos de desmatamento após cruzamento de diversos bancos de dados e imagens de satélites. O código-fonte do sistema será compartilhado com os demais estados, para a criação de um banco de dados conjunto para observar onde há a supressão ilegal da vegetação.
Foi instituído, ainda, o Grupo de Trabalho de Loterias do Codesul, e aprovado o Relatório Financeiro e de Atividades do exercício de 2021 do bloco.
CODESUL – Criado em 1961, o Codesul integrava, primeiramente, os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, em 1992, passou a contar também com o Mato Grosso do Sul. O principal objetivo do conselho é buscar alternativas aos desequilíbrios regionais e potencializar questões comuns aos estados-membros, sobretudo em questões essenciais como desenvolvimento econômico e social, além de fomentar a integração dos quatro estados com o Mercosul.
PRESENÇAS – Participaram da solenidade, pelo Paraná, os secretários de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, e de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. De Santa Catarina, o secretário da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Augusto Vieira, e o secretário executivo do Meio Ambiente, Leonardo Porto Ferreira; e do Rio Grande do Sul, o secretário extraordinário de apoio à Gestão Administrativa e Política, Agostinho Meirelles. Os secretários executivos do Codesul do Paraná, Wilson Quinteiro; de Santa Catarina, Amauri Cantu e Gustavo Salvador Pereira; do Mato Grosso do Sul, Magda Côrrea dos Santos, e do Rio Grande do Sul, Micheli Petry; o diretor-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski; o vice-presidente da instituição, Marcelo Dutra; o diretor administrativo do banco, Borges da Silveira; os presidentes da Aurora Alimentos, Neivor Canton; e do Instituto Água e Terra (IAT), Everton Souza; e o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, também participaram do encontro.
Por - AEN
Técnicas para um manejo de solo adequado, uso racional de agrotóxicos, cultivares melhoradas, descarte correto das embalagens, entre outras ações para melhorar a produtividade das culturas de feijão e milho sem prejudicar o meio ambiente foram apresentadas pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater), na 23º Semana de Campo, em Ponta Grossa, na região dos Campo Gerais.
Com as alternativas de cultura apresentadas no evento o agricultor pode alcançar grande potencial de produção. A produtividade média do feijão no Paraná, que é de 1.700 quilos por hectare, pode passar para 3.000 quilos/ha. Já o milho pode saltar de 6.000 para 10 mil quilos/ha em média.
O evento, realizado na semana passada, teve como objetivo dar aos produtores o acesso à transferência de tecnologia e a informações com mais de 20 especialistas na produção dos grãos. O participante também obteve informações sobre as cultivares lançadas pelo IDR-Paraná, Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e IAC (Instituto Agrônomo de Campinas). Cultivares são variedades dos grãos, criadas por pesquisadores, para contribuir com uma agricultura mais produtiva e sustentável.
O diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, destacou que a Semana de Campo mostra como a união do trabalho de extensão rural com a pesquisa pode retornar para o agricultor. “Quem passou por aqui teve acesso a informações de tecnologia e práticas para desenvolver uma agricultura que seja, ao mesmo tempo, sustentável e lucrativa. Esse foi um dos desafios assumidos com a criação do Instituto para gerar o desenvolvimento rural”, Afirma Souza.
POLO DE PESQUISA - Considerado uma tradição na região, o evento voltou a ser realizado de maneira presencial neste ano e recebeu cerca de 500 visitantes nas nove estações distribuídas numa área de dois hectares dentro do Polo de Pesquisa do IDR-Paraná. “Superou nossas expectativas. Como é a primeira Semana de Campo presencial após da pandemia estávamos esperando cerca de 300 inscritos nos dois dias e ficamos surpresos. Mas estávamos preparados e conseguimos atender o público”, disse Germano Kusdra, que é o coordenador de Grãos – feijão e Milho, do IDR-Paraná.
O evento foi organizado pela equipe do Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho do IDR-Paraná, que existe há mais de 30 anos e leva informações sobre como melhorar a produtividade e geração de renda das famílias que trabalham com estes grãos. Contou com a parceria das empresas Syngenta, Embrapa, IAC, Assocampos, Agro Brasinha e Bioma.
DESAFIOS - Germano Kusdra, coordenador do projeto, destaca que, com as crises enfrentadas com a seca e a possível escassez de fertilizantes pela guerra na Europa, é fundamental que o agricultor pense em alternativas para aproveitar melhor os recursos naturais que existem. “Gerar um produto de qualidade, preservando o meio ambiente, é a intenção do projeto e percebemos, que ao implantar as ações corretas de manejo de solo, uso racional de agrotóxico, plantio direto, sementes de cultivares melhoradas, entre outros, é possível amenizar o custo de produção e aumentar a produtividade”, afirma Kusdra.
PROJETO FEIJÃO E MILHO - O projeto atende anualmente mais de 50 municípios com unidades demonstrativas onde desenvolve ações de transferência de tecnologia e informação, com foco na produção sustentável, unindo a qualidade da produção com a preservação do meio ambiente.
É uma parceria entre IDR-Paraná, Syngenta, Embrapa, IAC, prefeituras, entre outros, e trata da profissionalização de agricultores na produção de feijão e milho, pensando no aumento da produtividade com uso de boas práticas agrícolas.
Por - AEN
No sábado (19), a Sicredi Grandes Lagos PR/SP realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO).
O evento aconteceu de forma híbrida, possibilitando a presença dos conselheiros e coordenadores dos 44 núcleos. O evento também contou com a presença do presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasendrock.
A AGO é o momento de apresentar os resultados do ano anterior e realizar a prestação de contas. A votação sobre a destino dos resultados obtidos também foi realizada durante a assembleia.
As assembleias de núcleo ocorreram entre os dias 1º e 24 de fevereiro em 19 cidades do Paraná e litoral de São Paulo e contaram com um total de 2.069 associados, cerca de 5,40% da base total da cooperativa.
É importante lembrar que as assembleias foram realizadas com público reduzido e com todos os cuidados, conforme os protocolos da Covid-19.
Por - Assessoia
Os contribuintes com carros de placas com finais 5 e 6 devem pagar a terceira parcela do IPVA até esta segunda-feira (21). A guia pode ser emitida pelo portal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), neste LINK.
É possível fazer o pagamento via Pix pelos canais eletrônicos de qualquer instituição bancária ou mesmo por meio de aplicativos. É preciso ter em mãos o número do Renavam, que consta no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).
O calendário de vencimento de acordo com o final de placa segue durante esta semana.
A alíquota do tributo é de 3,5% ou 1% do valor do veículo, dependendo do tipo. Contribuintes que não pagarem o imposto nos prazos definidos terão multa de até 10% por parcela atrasada e os valores devidos sofrerão acréscimo de juros pela variação da Selic.
A inadimplência impede a emissão do Certificado e Licenciamento do Registro do Veículo (CRLV), documento de uso obrigatório para circulação. Circular sem o certificado implica na aplicação de multas pelas autoridades de trânsito e na retenção do veículo até a regularização da pendência.
O não pagamento do IPVA também impossibilita a transferência de propriedade do veículo, além de restringir a obtenção de Certidão Negativa de Tributos junto à Receita Estadual.
Confira o calendário de vencimento do IPVA 2022:
Finais de placa 1 e 2 - 17/03 (vencido), 18/04, 17/05
Finais de placa 3 e 4 - 18/03 (vencido), 19/04, 18/05
Finais de placa 5 e 6 - 21/03, 20/04, 19/05
Finais de placa 7 e 8 - 22/03, 22/04, 20/05
Finais de placa 9 e 0 - 23/03, 25/04, 23/05
Por - AEN








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