A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou oito prisões durante o mês da campanha do Maio Laranja em Curitiba.
Foram quatro em flagrante e quatro por mandados de prisão. A campanha visa combater o abuso e a exploração sexual infantil no Brasil, além de reforçar a conscientização sobre o tema. Ainda durante o mês, a PCPR registrou 163 boletins de ocorrência envolvendo crimes contra crianças e adolescentes.
As ações durante a campanha auxiliaram na mobilização, sensibilização, informação e convocação da sociedade para participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Ainda foram recebidas 100 denúncias.
O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) realizou operações ao longo de todo o mês para reforçar o tema. No dia 18, balões foram soltos para chamar a atenção da população, um ato simbólico alusivo ao Dia Nacional de Combate Abuso e Exploração Sexual Infantil. Anualmente, a PCPR realiza campanhas e ações para relembrar este dia.
“O Nucria conta com servidores capacitados para o acolhimento das vítimas e familiares, inclusive com psicólogos, que também atuam nas escutas especializadas das crianças e adolescentes. Tudo isso como forma de minimizar os impactos decorrentes de um eventual crime”, explica a delegada Ellen Victer.
Para denunciar anonimamente a população pode ligar para o disque 100 ou 181. Denúncias de crimes ocorridos em Curitiba podem ser feitas pelo telefone (41) 3270-3370, diretamente à equipe de investigação.
Por - AEN
O Governo do Paraná, por intermédio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), lançou um edital visando a seleção de uma organização da sociedade civil (OSC) para executar ação de qualificação de âmbito municipal, regional e estadual.
O foco central é o chamado "Controle Social na Efetivação dos Direitos de Crianças e Adolescentes". As OSCs interessadas devem apresentar propostas por meio de plataforma eletrônica até o dia 5 de junho.
O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedeca) liberou até R$ 1,8 milhão, recursos oriundos do Fundo Estadual para a Infância e a Adolescência (FIA) do Paraná. Esta verba é destinada para financiar a realização dessa ação de qualificação.
Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Juliana Sabbag destacou que espera aumentar a participação popular no que tange à política da infância e do adolescente. “A partir deste edital, as organizações da sociedade civil terão uma participação efetiva quanto aos seus anseios pela política da infância, sobretudo agora na pandemia e no pós-pandemia", explicou.
Apenas uma das OSCs será selecionada. Ela vai trabalhar na capacitação das demais organizações. Para cumprir com exatidão o propósito, foram elencados critérios de seleção que levaram em conta a capacidade técnica e operacional, buscando garantir a eficácia da proposta e o alcance dos resultados esperados, conforme competência estabelecida no art. 8º, inciso III, da Lei 19.173 de 2017.
Podem participar deste chamamento as organizações da sociedade civil (OSCs):
- a) entidade privada sem fins lucrativos que não distribua entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou terceiros eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, isenções de qualquer natureza, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplique integralmente na consecução do respectivo objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou fundo de reserva;
- b) as sociedades cooperativas previstas na Lei nº 9.867/1999; as integradas por pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade pessoal ou social; as alcançadas por programas e ações de combate à pobreza e de geração de trabalho e renda; as voltadas para fomento, educação e capacitação de trabalhadores rurais ou capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural; e as capacitadas para execução de atividades ou de projetos de interesse público e de cunho social; ou
- c) as organizações religiosas que se dediquem a atividades ou a projetos de interesse público e de cunho social distintas das destinadas a fins exclusivamente religiosos.
Todas as condições de participação no edital, bem como os requisitos para a celebração do termo de colaboração estão detalhadas no edital.
Por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta semana, em Cascavel, uma palestra para aproximadamente 200 estudantes das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia, com o objetivo de sensibilizar os futuros profissionais a se tornarem integrantes do Programa de Voluntariado para Cuidados e Reabilitação Intensiva de Animais Silvestres (Cria). Ela foi ministrada pelas biólogas Tauane Ribeiro e Amanda Scheffer Beltramin, na Univel Centro Universitário.
A proposta do IAT é expandir essas palestras para que o Estado tenha pessoas capacitadas para atender as ocorrências da fauna vitimada. O evento integra as atividades da Semana do Meio Ambiente, com programações voltadas à promoção da educação ambiental até o próximo dia 09.
O Cria é uma iniciativa inovadora, em que os participantes recebem animais silvestres, principalmente filhotes, em casa, e cuidam deles até que estejam aptos a retornar à natureza. Neste ano, o programa ganhou espaço na página de cursos da Escola de Gestão do Paraná.
De acordo com a gerente de Biodiversidade do IAT, Patricia Calderari, as palestras são fundamentais para explicar que além de ser necessário realizar um curso desenvolvido pelo Instituto, é necessário se cadastrar no site do órgão ambiental, para se tornar efetivamente um “cuidador”.
“Com o curso via Escola de Gestão, as pessoas podem se inscrever a qualquer momento. E essa capacitação é pré-requisito para se tornar um voluntário”, disse a gerente.
A capacitação foi desenvolvida em parceria entre o IAT e a Escola de Gestão, com apoio do Centro de Atendimento à Fauna Silvestre (CAFS) de Curitiba. Ela é ofertada para estudantes e profissionais da área ambiental que atuam com fauna silvestre (Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia).
O programa não trata da adoção de animais silvestres. O objetivo é instruir estudantes e profissionais da área ambiental sobre os cuidados com os animais, preocupando-se com o retorno deles ao ambiente natural, após um tratamento de maneira adequada.
As inscrições de voluntariado podem ser feitas no site da Escola de Gestão do Paraná, no eixo Agricultura e Meio Ambiente. O nome do curso é “Cuidados básicos com fauna silvestre: uma preparação para o programa Cria”. É gratuito e na modalidade de Ensino a Distância (EAD). Para a capacitação, basta se inscrever AQUI.
Após concluir a capacitação, é preciso baixar e salvar o certificado de conclusão. Também é preciso separar a carteira de vacinação, ir ao posto de saúde mais próximo e pegar uma Declaração de Vacinação. A imunização é importante contra a febre amarela e tétano atualizada (no caso, é a vacina chamada Dupla adulto, ou DT, que precisa de reforço a cada 10 anos).
Para efetivamente se tornar regularizado para o programa, é preciso baixar no site do IAT o Termo de Adesão e se inscrever por este link. O IAT analisa a documentação apresentada e, se estiver tudo certo, o interessado é informado e passa a integrar o banco de voluntários para cuidados com fauna, sendo acionado quando necessário.
Por - AEN
A coordenação do Nota Paraná, programa vinculado à Secretaria da Fazenda, divulgou uma listagem com cidades e bairros de pessoas que ganharam os prêmios de R$ 10 mil nos últimos doze meses, mas ainda não resgataram o dinheiro. Ao todo, foram identificados que 102 consumidores contemplados não recuperaram o valor.
O prazo máximo de transferência para uma conta bancária é de um ano. Vencido esse período, os recursos voltam para o Estado.
Do total de prêmios, seis ganhadores – referentes ao sorteio de junho de 2021 – devem resgatar os valores até a próxima quinta-feira (09). Caso contrário os recursos serão cancelados. Os demais sorteados devem ficar atentos com as datas de vencimento dos valores dos prêmios, que chegam a R$ 1,02 milhão.
Para conferir se foi contemplado o contribuinte deve acessar seu cadastro no Nota Paraná, por meio do site ou aplicativo.
Todos os meses são distribuídos, além dos prêmios máximos de R$ 1 milhão e R$ 200 mil, outros 40 prêmios de R$ 10 mil, além de 8 mil prêmios de R$ 100 pelo Paraná Pay.
Veja a tabela abaixo com as cidades e bairros dos ganhadores de R$ 10 mil que ainda não retiraram os prêmios.
Almirante Tamandaré, Cachoeira
Almirante Tamandaré, Colônia São Venâncio
Arapongas, Conjunto Novo Centauro
Assis Chateaubriand, Jardim Araçá
Assis Chateaubriand, Jardim Tropical
Assis Chateaubriand, Progresso
Astorga, Santa Zélia
Bituruna, Nossa Senhora Aparecida
Cambará, Centro
Cambé, Jardim Ana Rosa
Campo Mourão, Jardim Flora
Campo Mourão, Jardim Gutierrez
Campo Mourão, Tropical I
Cascavel, Jardim Itamarati
Cascavel, Parque Verde
Cerro Azul, Centro
Cianorte, Jardim Verdes Campos
Colombo, Alto Maracanã
Contenda, Centro
Cornélio Procópio, Jardim Veneza II
Curitiba, Alto Boqueirão
Curitiba, Bacacheri
Curitiba, Bairro Alto
Curitiba, Boa Vista
Curitiba, Cajuru
Curitiba, Capão Raso
Curitiba, Cascatinha
Curitiba, Centro
Curitiba, CIC
Curitiba, CIC
Curitiba, CIC
Curitiba, Cristo Rei
Curitiba, Guabirotuba
Curitiba, Hauer
Curitiba, Mercês
Curitiba, Mossunguê
Curitiba, Portão
Curitiba, Portão
Curitiba, Santa Cândida
Curitiba, Santa Felicidade
Curitiba, Santa Quitéria
Curitiba, São Lourenço
Curitiba, Tarumã
Curitiba, Tingui
Curitiba, Uberaba
Curitiba, Uberaba
Curitiba, Vista Alegre
Curitiba, Vista Alegre
Curitiba, Xaxim
Curitiba. Água Verde
Dois Vizinhos, Sagrada Família
Foz do Iguaçu, Jardim das Flores
Foz do Iguaçu, Jardim Panorama
Francisco Beltrão, São Cristóvão
Goioerê, Centro
Goioêre, Centro
Guamiranga, Centro
Guarapuava, Centro
Ibaiti, Deder
Ibiporã, Vila Rosan
Iporã, Centro
Jacarezinho, Parque Bela Vista
Londrina, Centro
Londrina, Jardim Bandeirantes
Londrina, Jardim Hedy
Luziânia (Goiás), Centro
Marialva, Conjunto João de Barros
Maringá, Centro
Maringá, Zona Sete
Nova Aurora, Vila Simone
Palmas, Centro
Palotina, Jardim Social
Paranacity, Centro
Paranaguá, Jaracanda
Paranaguá, Jardim América
Paranavaí, Hélio Lopes
Pinhais, Centro
Pinhais, Centro
Pinhais, Weissópolis
Piraquara, Guarituba
Piraquara, São Cristóvão
Ponta Grossa, Chapada
Ponta Grossa, Jardim Carvalho
Ponta Grossa, Santa Mônica
Ponta Grossa, Vila Estrela
Pontal do Paraná, Pontal do Sul
Prudentópolis, Centro
Prudentópolis, Severo Agibert
Rolândia, Monte Carlo I
Santa Cruz do Monte Castelo, Centro
Santa Terezinha de Itaipu, Parque dos Estados
Santo Antônio da Platina, Centro
São Carlos do Ivaí
São José dos Pinhais, bairro não informado
São José dos Pinhais, Centro
São José dos Pinhais, Roseira
São José dos Pinhais, Roseira
Sapopema
Toledo, Jardim Rossoni
Toledo, Jardim Santa Clara
União da Vitória
Wenceslau Brás, Centro
Por - AEN
O Paraná foi o estado com a maior quantidade de energia adquirida de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) no leilão A-4, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CEE) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Das 18 geradoras de energia hidráulica que fizeram a venda no certame, seis estão instaladas no Estado. Elas comercializaram 78,5 megawatts de energia, o que representou 73% desse segmento.
A boa participação das usinas paranaenses no leilão, que é voltado ao mercado livre de energia, é reflexo da desburocratização incentivada pelo Governo do Estado para o setor, através do programa Paraná Energia Renovável.
Desde o ano passado, empreendimentos energéticos de pequeno porte passaram a ter uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera para a instalação.
Com isso, o prazo médio para a liberação de uma PCH passou de 814 dias, em 2020, para 60 dias atualmente. Nas CGHs, diminuiu de 261 para 53 dias no período.
INCENTIVO – Para a presidente da Associação Brasileira de PCHs e CGHs (Abrapch), Alessandra Torres, a aquisição comprova a necessidade de diversificação da matriz elétrica, bem como a complementaridade entre as diversas fontes de geração. Ela atribui o posicionamento do Paraná, entre outros aspectos, ao incentivo do Governo do Estado, dos órgãos ambientais e da organização dos empreendedores.
“O Paraná possui um grande potencial hídrico e tinha dezenas de empreendimentos represados que poderiam ser autorizados. O governador Carlos Massa Ratinho Junior reconheceu a importância das pequenas usinas e ajudou a viabilizar estes empreendimentos, gerando oportunidade e crescimento econômico sustentável”, afirmou. “A geração de energia limpa e sustentável é discutida no mundo inteiro e o Paraná mostrou que é possível produzir energia com baixo impacto”.
Dados da Aneel apontam que o Paraná tem potencial para a construção de 162 novas PCHs ou CGHs. O Estado foi um dos que mais avançou no licenciamento ambiental de pequenas usinas, com 191 documentos emitidos entre Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO) para mais de 60 empreendimentos nos últimos anos.
Segundo a Abrapch, apenas no Paraná existem cerca de 1.700 megawatts de energia inexplorada, com investimentos previstos de R$ 12 bilhões. O Brasil tem potencial para expandir a sua capacidade de geração de energia renovável proveniente de PCHs em até 13.700 megawatts. Ao todo, são 1.150 usinas em operação no País, com a possibilidade de instalação de outras 1.250.
LEILÃO – As PCHs e CGHs que fecharam negócio no leilão abrangem 11 municípios do Sudoeste, Noroeste e do Centro do Estado, regiões com grande potencial de geração hidráulica. A energia das usinas paranaenses foi negociada a um preço de médio de R$ 239,91 o megawatt.
Ao todo, foram ofertados no certame mais de 75 gigawatts (GW) de energia, distribuídos em 1.894 empreendimentos das fontes eólica, solar, hidráulica, térmica e biomassa. Destes, 29 comercializaram o insumo, resultando na negociação de 251 megawatt-médio (MW-m) de energia. Deste total, 107 MW-m de energia deverão ser gerados por 14 PCHs e quatro CGHs, até 2026. Isso representa 42% do total da energia comercializada.
Os empreendimentos paranaenses que negociaram no leilão foram a PCH Cavernoso III (6,48 MW), localizada entre os municípios de Candói e Virmond; PCH Cavenoso IV (6 MW), localizada entre Catangalo e Candói; CGH Cavernoso VIII (4,99 MW), na divisa entre Guarapuava e Goioxim; PCH Córrego Fundo (10 MW), localizada entre os municípios de Colorado, Paranacity e Paranapoema; PCH Paredinha (21 MW), no Turvo; e a PCH São Luiz (30 MW), entre Clevelândia e Honório Serpa.
Por - AEN
Os produtores de feijão no Paraná conseguiram avançar de forma satisfatória na colheita da atual safra de feijão durante a última semana, retirando da terra produto de boa qualidade, mas a ocorrência de chuvas desde o último domingo trouxe nova preocupação."
O assunto é analisado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente ao período de 27 de maio a 02 de junho.
Da projeção feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de que a produção brasileira de feijão em 2022 será de 3,1 milhões de toneladas, o Paraná deve participar com 26%, produzindo cerca de 798,7 mil toneladas. O volume engloba as três safras e representa a somatória dos três tipos: o feijão de cores, no qual tem predominância o carioca, o preto e o caupi.
O tempo seco da semana passada possibilitou que a colheita chegasse a 60% dos 303 mil hectares cultivados nesta segunda safra, que tem projeção de 605 mil toneladas. Dessas lavouras foram retirados grãos de excelente qualidade. No entanto, as chuvas contínuas nesta semana reduziram a velocidade e trouxeram preocupação aos produtores. Como 70% do restante está em fase de maturação, ainda há possibilidade de perdas. A situação pode ser menos crítica para os 30% em frutificação.
A maior oferta em decorrência da colheita começa a refletir no preço pago aos produtores. Na última semana houve redução de 6,6% e eles receberam, em média, R$ 382,00 pela saca de 60 quilos de feijão de cores. Quem plantou o feijão preto conseguiu um aumento de 1,4% comparativamente à semana anterior, recebendo, na média, R$ 211,00 pela saca.
A maioria do feijão de cores produzido em terras paranaenses é destinada aos mercados de São Paulo e para alguns estados nordestinos. Já o preto é preferido para o consumo nos estados do Sul e no Rio de Janeiro.
MILHO, TRIGO E SOJA – O boletim também relata a situação do milho de segunda safra, que tem menos de 1% da área colhida. Durante a semana houve expressivo aumento na área em maturação, subindo de 14% para 21%. Nesta fase o risco de perdas é reduzido de forma considerável. A maioria das lavouras (63%) está em fase de frutificação. O restante se distribui entre floração e desenvolvimento vegetativo.
O documento do Deral analisa, ainda, o aumento de 11% no custo variável de produção do trigo, divulgado em maio, comparativamente ao trimestre anterior. No entanto, pode não ser o custo efetivo do produtor, visto que ele reservou antecipadamente grande parte dos insumos.
Em relação à soja, o boletim alerta os produtores sobre o vazio sanitário que começa em 10 de junho.
LEITE E MEL – O produtor recebeu R$ 0,13 a mais pelo litro do leite em maio, o que representa alta de 1,28%. No varejo, o queijo muçarela, principal derivado, subiu 1,18%, enquanto leite em pó, leite longa vida e leite pasteurizado tiveram incremento de 6,71%, 6,07% e 4,25%, respectivamente. O inverno e o aumento no custo de produção podem alavancar novas altas.
O boletim também aborda o desempenho da exportação nacional de mel no primeiro quadrimestre. O Brasil enviou 11.706 toneladas do produto in natura, volume 39,91% menor do que o obtido em igual período de 2021. Em termos de faturamento, a redução foi de 33%, entrando nos cofres US$ 44,3 milhões. O Paraná ocupa o segundo lugar, com 2.701 toneladas e receita de US$ 10,2 milhões.
Por - AEN








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