O Paraná vacinou 31% das crianças menores de cinco anos contra a poliomielite em 2022. A meta é imunizar ao menos 95% da população nessa faixa de idade.
Os dados foram repassados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) nesta segunda-feira (15) ao g1.
A campanha de vacinação contra a polio começou no dia 8 de agosto e segue até o dia 9 de setembro.
Crianças menores de cinco anos são o público-alvo da ação. O Ministério da Saúde estima que o Paraná tenha 766.339 mil crianças nessa faixa etária e que podem ser vacinadas contra a doença.
O Paraná tem 1,8 mil salas de vacina. A estratégia de vacinação é responsabilidade de cada município, incluindo o número de unidades disponíveis e horários de funcionamento.
Baixa cobertura vacinal
De acordo com dados da Sesa, a taxa de vacinação contra a poliomielite tem ficado abaixo do esperado e vem caindo nos últimos anos. Veja os números:
- 2018 - 90,88% do público-alvo vacinado
- 2019 - 89,69%
- 2020 - 86,07%
- 2021 - 79,44%
O que é poliomelite
A poliomielite, chamada de paralisia infantil, é uma doença transmitida por um vírus. Em geral, afeta os membros inferiores. Sua principal característica é a flacidez muscular.
De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), "a contaminação pode ser pelo contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e provocar, ou não, a paralisia".
Segundo a Fundação, crianças com menos de cinco anos têm mais chance de desenvolver formas bem graves.
Por - G1
Desde o início do mês de agosto, consumidores estão sentindo uma redução no valor da conta de luz.
Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), a diminuição foi de 13,4%, em média, e se deu em função da redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a tarifa de energia, de 29% para 18%, determinada pelo Governo do Estado no final de junho.
A redução na conta de luz está valendo para todas as classes consumidoras da Copel, de forma linear. A redução chegou a impactar alguns dias do consumo de junho, mas passou a ser integral somente no consumo de julho, que é faturado em agosto. Por conta disso, os consumidores estão notando a diminuição do valor de fato neste mês.
Além disso, a energia elétrica não só no Estado, mas em todo o País, foi um dos serviços que puxou a inflação de julho para baixo. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, teve queda de 0,68% no mês, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Também contribuiram para a queda no índice a gasolina, habitações e tansporte.
Por - Bem Paraná
O que já era previsto foi oficializado: o novo pedágio do Paraná só sairá do papel em 2023.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou o cronograma de concessão das “Rodovias Integradas do Paraná” e prevê, agora, que os primeiros contratos só serão assinados no primeiro trimestre do próximo ano. É a terceira vez que o cronograma é adiado desde o lançamento do programa de concessão, em fevereiro de 2021.
Inicialmente prevista para novembro do ano passado, assim que encerrados os contratos da antiga concessão, a assinatura dos contratos foi adiada pela ANTT após a audiência pública finalizada em abril de 2021, por conta das mais de 5 mil contribuições da sociedade paranaense que necessitaram ser respondidas e da concordância da Agência em acatar diversas sugestões, alterando o projeto inicial. A previsão, então, era que os contratos fossem assinados no segundo trimestre deste ano.
Na sequência, com a decisão de alterar o modelo de concessão do leilão em formato híbrido (com desconto limitado e decisão pelo maior valor de outorga) para um leilão por menor tarifa, com o pagamento de uma caução progressiva como garantia, houve a necessidade de refazer o plano de concessão antes de enviar para a análise do Tribunal de Contas da União (TCU), o que só ocorreu em novembro do ano passado. Com isso, a previsão de assinatura dos contratos foi prorrogada para o quarto trimestre de 2022.
Por - Tribuna do Paraná
A Secretaria da Saúde do Paraná confirmou nesta terça-feira (2) mais doze mortes por dengue e 2.682 novos casos da doença desde o boletim epidemiológico divulgado há uma semana.
De acordo com a secretaria, as novas mortes informadas ocorreram em maio, abril e junho deste anos e foram registradas em:
- Foz do Iguaçu (1);
- Cascavel (3);
- Maringá (2);
- Arapongas (2);
- Jataizinho (1);
- Tamarana (1);
- Marechal Candido Rondon (1)
- Palotina (1).
O Paraná vive uma epidemia da doença. O atual período sazonal da dengue começou em 1º de agosto de 2021 e, desde então, o Paraná soma 88 mortes e 132.328 casos confirmados da doença.
Segundo os dados da Sesa, dos 399 municípios paranaenses, 358 confirmaram casos de dengue.
Por - G1
"Cascavel é a primeira cidade do interior do Estado que vai abrigar o projeto Falcão, que dispõe de aeronaves de baixo custo de aquisição e manutenção, mas uma grande tecnologia embarcada, que dá muita inteligência às operações policiais como um todo", disse o comandante do Batalhão, coronel Julio Cesar Pucci, após se reunir com o prefeito Leonaldo Paranhos e o engenheiro Fernando Dillenburg para tratar do tema.
"Cascavel foi escolhida para interiorizarmos esse projeto justamente pela localização estratégica, por estar próxima da fronteira e ser uma rota muitas vezes de marginais", ressaltou Pucci, que se fez acompanhar do comandante do 5º CRPM, coronel Sergio AlmirTeixeira. Ainda segundo ele, o Estado entrará com o material humano e as aeronaves, que já foram licitadas e devem chegar até 20 de setembro.
Por - Alerta Paraná
A pesquisadora ucraniana Zhanna Virna, doutora na área de educação, é a primeira cientista refugiada a chegar ao Brasil, para trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A instituição é uma das primeiras a receber cientistas da Ucrânia, desde a invasão russa ao país, que deu início a uma guerra.

Após o início do conflito armado, Zhanna Virna foi para a Polônia e, de lá, se inscreveu em um programa humanitário da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA), que traz pesquisadoras ucranianas para atuarem no Brasil.
“A Fundação Araucária teve ideia de acolhimento a cientistas ucranianas, voltado a princípio a mulheres, diante das dificuldades dos pesquisadores homens terem autorização para saírem da Ucrânia. Mas têm sido concedidas autorizações a cientistas tanto mulheres, como homens”, explica o professor Nilceu Deitos, gerente de projetos da Fundação Araucária.
Selecionada pelo programa, a educadora Zhanna Virna está trabalhando no campus de Curitiba. Zhanna morava em Lutsk, no Noroeste da Ucrânia, e veio para o Brasil acompanhada da irmã, Inna Virna, que é engenheira e jornalista.
A pesquisadora, que faz aulas de português, disse estar “maravilhada" com o Brasil, com o clima e a vegetação. Indagada sobre do quem tem mais saudade, Zhanna respondeu que é da família, em especial, dos netos que ficaram lá e disse que pretende retornar ao seu país, quando o conflito terminar.
Internacionalização
A bolsa para os pesquisadores tem até dois anos de duração e o objetivo é internacionalizar a pesquisa em diversas áreas do conhecimento. “Se depois quiserem permanecer no Paraná, a gente vai atuar da melhor maneira possível de acolhimento, por meio de algum concurso ou coisa assim”, disse o gerente.
O que motivou a Fundação Araucária a criar esse programa foi a característica sociocultural do Paraná, que é uma das unidades federativas que tem o maior número de imigrantes ucranianos: “nesse sentido, essa ação de acolhimento tem uma relação de respeito à história da construção do estado do Paraná, considerando a forte presença imigratória ucraniana”.
A fundação pretende criar um programa permanente de acolhida a cientistas refugiados de todos os países para promover a integração de pesquisa e internacionalização com esses pesquisadores. “Se eles permanecerem no estado, serão muito bem-vindos e, se retornarem, a academia vai conseguir criar laços de internacionalização muito interessantes", disse Deitos.
"A ciência não tem nacionalidade. Quanto mais conseguirmos integração de outros países e cientistas, melhor para a ciência em todos os sentidos”, acrescenta o gerente de projetos da fundação.
Interesse
O programa prevê acolher até 50 pesquisadores. A Fundação Araucária já recebeu 20 manifestações de interesse que estão em processo de análise, para definir a qual universidade o cientista será encaminhado. Os interessados enviam um resumo da pesquisa que desenvolve para análise da fundação.
No momento, já há quatro pesquisadoras atuando no Paraná. Além de Zhanna Virna, especialista em violência nas escolas, outras três cientistas estão em universidades públicas do estado - Universidade Estadual de Londrina, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e Instituto Tecnológico Federal do Paraná.
Dos 20 pedidos de acolhimento em avaliação, 13 se encontram encaminhados e incluem pesquisadores de sexo masculino e até casais de cientistas ucranianos. Nilceu Deitos acredita que esses 13 cientistas chegarão ao estado nos próximos dois meses.
Bolsas
O programa prevê duas categorias de bolsa, e inclui as passagens de ida e volta. Pesquisadores seniors, com mais de cinco anos de experiência, recebem bolsa por até 24 meses, no valor de R$ 10 mil mensais.
Já os pesquisadores iniciantes recebem bolsa de R$ 5,5 mil por mês, também por um período de dois anos. Cada cientista tem direito de trazer até seis dependentes (filhos até 18 anos, pais acima de 60 anos ou cônjuges).
Dentro do auxílio permanente, a fundação criou um auxílio de R$ 1 mil mensais para cada dependente. “Isso faz com que eles tenham condições mínimas de estar aqui e desenvolver suas atividades na universidade”, observou Deitos.
Por - Agência Brasil


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