Dados do boletim epidemiológico nº 48, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (26), por meio da Coordenadoria Estadual de Vigilância Ambiental, confirmam mais 3.139 casos e duas mortes por dengue no Paraná.
De acordo com o Informe de Arboviroses, que corresponde ao período sazonal da doença iniciado em 1º de agosto de 2021, o Estado soma 76 óbitos, com 129.646 casos confirmados, 11.924 em investigação e 253.260 notificações.
ÓBITOS – Os óbitos ocorreram em 21 de maio e 7 de junho de 2022. Trata-se de um homem e uma mulher, com 51 e 85 anos, respectivamente. Ambos são moradores de Palotina (Oeste) e tinham comorbidades.
MUNICÍPIOS – Dos 386 municípios com notificações, 358 tiveram casos confirmados e 315 registraram autoctonia, quando a dengue é contraída no município de residência.
O mosquito Aedes aegypti, além da dengue, transmite zika e chikungunya. Durante este período não houve casos confirmados de zika, sendo 105 notificados. Já para chikungunya foram notificados 459 casos com 33 confirmações e nove casos autóctones.
Confira AQUI o informe completo.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (26) mais 1.835 casos confirmados e 28 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.672.623 casos confirmados e 44.157 mortos pela doença.
Os casos são de julho (1.621), junho (142), maio (9), abril (1), março (3), fevereiro (11) e janeiro (18) de 2022; outubro (2), setembro )1), julho (4), junho (4), maio (4), abril (4), março (2) e fevereiro (2) de 2021; e dezembro (2), novembro (2), outubro (1), setembro (1) e junho (1) de 2020.
Os óbitos são de julho (11), junho (3) e março (1) de 2022; julho (1), junho (2), maio (1), abril (1), março (1), fevereiro (1) e janeiro (1) de 2021; e dezembro (2), outubro (2) e setembro (1) de 2020.
INTERNADOS – A Sesa alterou a base de dados para expandir a pesquisa de pacientes internados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Paraná, em razão da sazonalidade de doenças respiratórias. Agora, os dados de internamentos incluem todos os pacientes com casos de SRAG e suspeitos ou confirmados da Covid-19.
Nesta data, 497 pessoas estão internadas nos leitos SUS (134 em UTIs e 363 em leitos clínicos/enfermaria), seja por suspeita ou diagnóstico de Covid-19 ou de outras SRAGs. Estes dados podem ser consultados diariamente clicando AQUI.
ÓBITOS – Dos 28 pacientes que tiveram morte relatada neste boletim, 12 são mulheres e 16 homens, com idades entre 32 e 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 03 de setembro de 2020 e 25 de julho de 2022.
Os pacientes residiam em Guarapuava (3), Paranaguá (2), Curitiba (2), Assaí (2), Terra Roxa, Santa Mariana, Reserva, Pontal do Paraná, Ortigueira, Morretes, Mauá da Serra, Maringá, Londrina, Jacarezinho, Ibiporã, Guaraqueçaba, Francisco Beltrão, Curiúva, Cruz Machado, Castro, Cascavel, Cantagalo e Bandeirantes.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 11.618 casos e 241 óbitos de residentes de fora do Estado desde o início da pandemia.
Confira o informe completo clicando AQUI.
Por - AEN
A campanha de atualização de rebanhos de 2022 encerrou-se em 30 de junho. Desde então, os fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) trabalham na busca ativa de produtores, fator determinante para o controle de sanidade e vigilância de doenças no Estado.
Os paranaenses que trabalham com produção animal também podem procurar a Unidade Local da Adapar mais próxima da sua região para fazer o cadastro. Desde 1º de julho, os produtores que não atualizaram seus rebanhos não podem emitir a GTA (Guia de Trânsito Animal) e poderão ser autuados por essa infração.
O índice de atualização está em 87%. Segundo a Adapar, essas atividades serão suspensas somente quando 100% das propriedades tiverem seu cadastro atualizado.
Com a certificação do Estado como de área livre de febre aftosa sem vacinação, a estratégia da vacinação foi substituída pela atualização do rebanho. Uma vez por ano o produtor deve declarar a quantidade de animais na propriedade. Isso possibilita ação rápida nos casos de suspeita inicial de doenças.
A Adapar também atua em parceria com as forças de segurança estaduais e federais para impedir a entrada de animais de outros estados e países que não tenham o mesmo status. Esse tipo de crime, se não combatido, compromete o status sanitário. Os cidadãos podem denunciar casos como esses pela Ouvidoria da Adapar.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná está fazendo um leilão online para a venda de 454 veículos que estão parados em pátios da instituição. Interessados devem fazer os lances pela internet.
O leilão vai ser feito nos dias 2, 3 e 4 de agosto, a partir das 9h. Conforme o edital, os veículos são obsoletos e considerados inservíveis para serem incorporados à frota do estado.
Entre os veículos disponíveis estão carros, caminhonetes, motos e caminhões. Os lances iniciais variam entre R$ 489 e R$ 56 mil.
Interessados podem visitar os lotes de veículos, que estão disponíveis em 27 pátios da PM. As visitas estão liberadas até sexta-feira (29), das 9h às 11h e das 14h às 16h.
Por - G1
A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) tem até o fim de agosto para votar o projeto de lei que quer vincular os repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos municípios a índices da educação pública.
O imposto é a principal fonte de arrecadação do estado. A proposta foi enviada pelo governo do estado e tramita em regime de urgência na Casa.
O projeto agora só precisa passar pela Comissão de Educação para ir a plenário.
Se aprovada, a mudança impactará os caixas da maior parte dos municípios paranaenses. Na prática, quanto melhores os índices de educação das escolas municipais, mais dinheiro do estado as prefeituras vão receber.
Pela proposta, as novas regras já começam a valer no ano que vem e vinculam 10% do repasse do ICMS. O imposto está embutido no valor de praticamente todos os produtos comercializados no estado, e parte do arrecadado é repartido entre os municípios.
EM 2021, foram quase R$ 9, bilhões distribuídos às prefeituras. So projeto de lei for aprovado, a partir do ano que vem, as cidades com melhores resultados no ensino das escolas municipais receberão mais do as com índices piores.
Os critérios para a avaliação ainda estão sendo discutidos e devem ser definidos até o fim do ano. A ideia do estado é analisar, por exemplo, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a frequência dos alunos, número de matrículas em tempo integral e fatores socioeconômicos da região.
Hoje das 399 cidades do paraná, 280 ganhariam mais dinheiro e 119 perderiam. A mudança está prevista na Constituição e deve ser aprovada por todos os estados até o fim de agosto.
A inspiração veio do Ceará, onde os índices da educação melhoraram depois da nova lei.
Por - G1
Forças de segurança estão monitorando a ação de contrabandistas que estão transportando gado de forma clandestina da Argentina para o Brasil.
A ação coloca em risco a exportação de carne paranaense, que é considerada livre da aftosa, enquanto o país vizinho ainda precisa vacinar o rebanho.
Recentemente, dois caminhões carregados com rebanho argentino foram flagrados em Santo Antônio do Sudoeste, no sudoeste do Paraná. De acordo com a polícia, a região é bastante utilizada pelos contrabandistas de gado, por causa da fronteira seca com o país vizinho.
Durante a abordagem, os motoristas não apresentaram a guia de transporte animal, que é um documento obrigatório para comprovar a procedência do rebanho. Ao todo, 39 animais foram apreendidos.
Os caminhões que entram no Brasil de forma clandestina foram levados para a Receita Federal. Três homens acabaram presos.
O fiscal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) Ayrton Cavalheiro explica que o rebanho sem procedência ou controle sanitário é abatido, tendo a carne descartada.
"Primeiramente, o risco é sanitário e a consequência é o risco econômico. Instalando uma doença, aqui no estado do Paraná, seria bloqueado todo o tipo de comércio, tanto local quanto internacional. Então, é um prejuízo inimaginável para os produtores e o rebanho do Paraná", explicou.
Em dois anos, conforme a Receita Federal, quase seis mil cabeças de gado podem ter entrado no Brasil de forma ilegal.
De acordo com as investigações, o rebanho argentino se torna mais atrativo por causa do preço de produção, que é mais barato em função da desvalorização da moeda do país vizinho.
Por - G1







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