A Secretaria de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda (SETR), em parceria com a Escola de Gestão do Paraná, promoveu nesta terça-feira (24) um curso de capacitação e requalificação de agentes da rede Sine (Sistema Nacional de Emprego) do Paraná na área de Operacionalização de Intermediação de Mão de Obra (IMO).
Nesta quarta-feira (25), os agentes participam de treinamento com a temática Seguro-Desemprego. Os cursos acontecem no Palácio das Araucárias, em Curitiba.
Somente no primeiro dia, 40 agentes que atuam nas agências do Trabalhador e postos avançados na Capital, Região Metropolitana e Litoral participaram de treinamento com técnicos da Secretaria. O conteúdo envolveu atualizações recentes no sistema utilizado pela rede Sine nacional para intermediação de mão de obra.
"O bom desempenho do Paraná em empregabilidade tem relação direta com trabalho desenvolvido pela Rede Sine estadual, a maior do país. Capacitar os agentes que atuam nessa estrutura é garantir resultados sempre positivos", diz o secretário Mauro Moraes.
Segundo a chefe do Departamento de Trabalho da SETR, Suelen Glinski, o Paraná investe pesado em capacitação de agentes que fazem a intermediação de mão de obra nas agências do Trabalho. "Não há dúvidas de que essa medida reflete nos excelentes números que deixam a rede Sine do Paraná em primeiro lugar no ranking nacional de postos de trabalho ocupados", afirma.
SEGURO-DESEMPREGO - Nesta quarta-feira, mais 40 agentes que atuam na Grande Curitiba e Litoral farão o curso de capacitação na área de Seguro-Desemprego. Ao longo do ano, a SETR fará treinamentos para servidores de agências em outras regiões do Estado.
O Sine do Paraná conta com 22 escritórios regionais, 216 Agências dos Trabalhadores e 183 Postos Avançados, sendo a maior rede do país. Em 2022, o Estado foi responsável pelo maior volume de colocações e encaminhamentos de postos de trabalho no país, com 118.839 trabalhadores em empregos formais pela rede Sine estadual.
Por - AEN
A demanda por produtos orgânicos vem crescendo a cada dia e aumentar a oferta destes produtos é uma das prioridades do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri).
Para estimular agricultores do Estado a aderirem a este sistema de produção, o IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater) capacita produtores por meio da metodologia conhecida como “treino-visita”. Os extensionistas esperam certificar 7.700 produtores no Estado até 2025.
Durante cinco meses, grupos de produtores participam de encontros com técnicos para discutir algum aspecto da produção orgânica. As reuniões são quinzenais e os extensionistas também visitam, semanalmente, as propriedades dos participantes.
No dia 17 de janeiro foi encerrado o trabalho de um desses grupos na região de Cornélio Procópio, no Norte do Estado. Ernestina Muraoka, do IDR-Paraná, monitorou os encontros nos quais participaram nove produtores. "No último encontro eles apresentaram os resultados obtidos, os gargalos e dificuldades que tiveram no decorrer da safra do tomate, além das expectativas para o futuro", explica.
O treino-visita funciona como uma iniciação dos agricultores na produção orgânica. Cada uma das etapas do cultivo é implantada em uma propriedade e é replicada na sequência pelos demais produtores que são acompanhados pelos extensionistas individualmente. De acordo com Ernestina, a metodologia chegou na região de Cornélio Procópio em 2010. Desde então o número de produtores orgânicos passou de 70 para 183, todos com certificação.
Somente no ano passado foram capacitados mais de 30 agricultores. O acompanhamento das propriedades não parou nem mesmo durante a pandemia.
O tomate tem sido o principal tema desses encontros e aparece em franca expansão no Paraná. “É um fruto difícil de ser cultivado. Mas aprendendo a produzir tomate, o agricultor tem confiança, e segurança, para produzir as demais hortaliças. Em geral, entre 70% e 80% dos produtores que passam pela nossa metodologia adotam a produção orgânica”, explica o coordenador estadual de Agroecologia do IDR-Paraná, André Miguel.
“Foi a melhor decisão que tomei na minha vida”, afirma Danieli Gonçalves de Oliveira, produtora de tomate em Nova Fátima, Norte do Estado. Ela conheceu a produção orgânica em um treino-visita, em 2018. No ano seguinte, Danieli já havia conquistado a certificação. Atualmente ela chega a produzir 600 caixas de tomates orgânicos em duas estufas de mil metros quadrados cada.
CERTIFICAÇÃO GRATUITA – O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), referência nacional em saúde pública, tem um acordo de cooperação com a Associação dos Municípios do Paraná (AMP) para ampliar a certificação de produtores orgânicos. Representantes de 48 municípios do Norte Pioneiro, do Centro-Sul e Litoral já participaram deste trabalho. O Paraná se destaca nacionalmente ao oferecer a certificação de orgânicos por meio de uma empresa pública nacionalmente reconhecida.
"O Tecpar faz parte deste processo, cumprindo um importante papel no desenvolvimento da economia local, ao contribuir para que a certificação de orgânicos seja um grande diferencial para produtores, com base na produção sustentável", ressalta o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado.
O Tecpar também é a instituição certificadora do Paraná Mais Orgânico, outro programa estadual, vinculado às sete universidades do estado por meio da Secretaria estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com apoio do IDR-Paraná. O programa garante certificação gratuita aos agricultores que aprendem a converter suas lavouras tradicionais para o modelo livre de agrotóxicos, sem o uso de sementes transgênicas ou outras substâncias tóxicas e sintéticas, de acordo com a legislação brasileira para produtos e sistemas de produção orgânica.
Após uma auditoria, os produtos são encaminhados para obter o selo emitido pelo Tecpar. Com a certificação, a unidade de produção ou processamento estará autorizada a utilizar o selo Orgânicos do Brasil, imprescindível para a comercialização de produtos em todo o território nacional.
Por - AEN
A Secretaria estadual da Fazenda (Sefa) informa que dez prêmios de R$ 10 mil do Nota Paraná não foram resgatados no período legal de doze meses e podem ser expirados da conta do programa.
O sorteio é realizado todos os meses. O programa distribui R$ 5 milhões em prêmios de R$ 10, R$ 10 mil, R$ 200 mil e R$ 1 milhão. Para garantir o recebimento do valor, caso contemplado, o consumidor deve manter os dados cadastrais atualizados, como telefone e bairro, para que possam receber ligações sobre o resultado.
Só em fevereiro, quatro consumidores podem perder os prêmios de R$ 10 mil se não fizerem o resgate até o dia 07. Eles foram premiados no sorteio 110, realizado em 07 de fevereiro de 2022, e ainda não resgataram os valores. Os ganhadores são das cidades de Piraquara - bairro Guarituba; Iporã - Centro; Palmas - Centro; e São José dos Pinhais - bairro não informado.
Já no dia 10 de março poderão ser cancelados seis prêmios de R$ 10 mil de consumidores das cidades de Colombo - Alto Maracanã; Cornélio Procópio - Jardim Veneza II; Curitiba - Bairro Alto – Mercês - Santa Quitéria; e Fazenda Rio Grande - Pioneiro.
“É importante que os consumidores mantenham seus dados cadastrais atualizados no site do Nota Paraná. Dessa maneira, o programa consegue avisar aos ganhadores sobre o prêmio recebido para que não percam ou deixem expirar os créditos”, enfatiza a coordenadora do programa, Marta Gambini.
Para atualizar o cadastro é simples, basta acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, escolher a aba “MEU PERFIL” e alterar os dados necessários, como telefone, por exemplo. Ao final é preciso clicar em gravar, para manter atualizado no sistema. Restando dúvidas, o cidadão pode entrar em contato pelo WhatsApp (44) 99122-1756.
CRÉDITOS – O cálculo do crédito de cada nota fiscal é feito sempre no terceiro mês após a compra. Por exemplo, as compras efetuadas em abril/2022 serão calculadas em julho/2022, e assim sucessivamente. Esse é o prazo para que as informações necessárias cheguem à Secretaria da Fazenda. Para acumular créditos é necessário pedir ao estabelecimento comercial que registre o CPF no documento fiscal. Após a liberação pela Secretaria de Fazenda, o consumidor receberá créditos e concorrerá aos prêmios mensais.
Por - AEN
O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter) aprovou nesta terça-feira (24), durante uma reunião extraordinária, a proposta de reajuste e os novos valores do Salário Mínimo Regional, garantindo que o Paraná seguirá com o maior do País. No Paraná, são quatro faixas e haverá aumento real em todas elas.
Na primeira, que engloba trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca, o salário salta para R$ 1.731,02, com ganho real de 1,06%. Os valores para os demais grupos são R$ 1.798,60 (setor de serviços administrativos, serviços gerais, reparação, manutenção, vendedores do comércio em lojas e mercados, e trabalhadores domésticos, um reajuste de 1,02%), R$ 1.859,19 (empregados na produção de bens e serviços industriais, com ganho de 0,98%) e R$ 1.999,02 (técnicos de nível médio, aumento de 0,92%).
O mínimo regional não se aplica aos empregados que têm o piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, nem aos servidores públicos.
De acordo com a lei sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no começo do ano, na parte correspondente ao comparativo com o Salário Mínimo Nacional (fixado em R$ 1.302,00) foi aplicado a mesma estimativa de reajuste definida pelo governo federal, gerando equivalência de aumento, e na parte restante, referente à diferença entre os mínimos nacional e estadual (já que o estadual é sempre maior), o reajuste levou em consideração a evolução do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 5,93%.
"O Paraná segue com o maior Salário Mínimo Regional do País. Nossa primeira faixa salarial é superior ao piso nacional, o que demonstra o empenho do Governo em negociar com todas as frentes responsáveis pela definição de valores", disse o secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes.
"O aumento real do mínimo regional é uma conquista para o Estado, fruto de uma política de valorização do trabalho. Mudamos o cálculo e conseguimos atender as expectativas dos trabalhadores, com aumento real via INPC, e dos empresários. O Paraná possui um piso salarial que é referência para outros entes federativos que possuem essa mesma configuração", destacou Suelen Glinski, presidente do Ceter.
As definições do Ceter serão encaminhadas para a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Casa Civil e serão oficializadas em ato normativo pelo Governo do Estado.
Por - AEN
O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria estadual da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (24) mostra que o Paraná registra 2.642 casos confirmados de dengue, o que significa 207 novas ocorrências em relação à semana anterior.
O boletim também traz 37.099 casos notificados. Os dados são referentes ao período sazonal da dengue, iniciado em 31 de julho de 2022. Os casos confirmados estão distribuídos por 225 municípios. Há, ainda, 6.412 casos em investigação.
O informe não traz novos óbitos confirmados e o Estado permanece com três registrados neste período. Dos casos confirmados, 45 casos apresentaram dengue com sinais de alarme e três dengue grave.
A dengue com sinais de alarme é caracterizada por sintomas de maior complexidade. No período de redução da febre, o paciente pode apresentar um ou mais dos seguintes sintomas: dor abdominal intensa, vômitos persistentes, hipotensão e sangramento de mucosa. Já a grave, pode ocorrer hemorragia e choque (situação de emergência decorrente da perda de grande quantidade de líquidos e sangue).
“O Governo do Paraná segue em alerta e mobilizado contra a dengue, mas além dos esforços do poder público é muito importante o apoio permanente da população para a eliminação dos criadouros do mosquito transmissor das doenças”, ressalta o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
“Cerca de 90% dos focos do Aedes aegypti estão em ambiente domiciliar, por isso é preciso observar os quintais, ficar atento à água parada nos recipientes e a outros potenciais criadouros”, complementa.
Além da dengue, o mosquito também é responsável pela transmissão de zika e chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e quatro casos de febre chikungunya foram confirmados, todos importados.
Por - AEN
Uma nova etapa da elaboração do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Cascavel aconteceu nesta terça-feira (24), com a apresentação da proposta em uma audiência pública, que foi transmitida pelo YouTube.
A população conseguiu fazer perguntas e apresentar sugestões sobre a região que envolve 24 cidades.
O PDUI é um instrumento urbanístico definido pelo Estatuto da Metrópole (Lei Federal nº 13.089/2015). Seu objetivo é orientar o planejamento e a governança, visando a integração das políticas públicas. Ele ainda está me fase de planejamento e coleta de informações e será encaminhado para a aprovação da Assembleia Legislativa do Paraná quando concluído.
No encontro, o engenheiro Gustavo Taniguchi, representante da URBTEC, empresa que faz a consultoria sobre os PDUIs, apresentou o relatório do estudo e a necessidade da participação de todos os municípios da região nas discussões, que pretendem melhorar a integração do Oeste.
Ele abordou os processos de gestão de cada uma das três Funções Públicas de Interesse Comum (FPICs) definidas: Planejamento Territorial e Uso do Solo Metropolitano, Mobilidade Metropolitana e Meio Ambiente Metropolitano.
A partir dessas informações, foram propostas mudanças para atender necessidades locais, como deverão ser tratados esses assuntos no futuro, quais as responsabilidades e a projeção de custos para cada integrante na manutenção do Ente de Governança Interfederativa.
Haverá ainda mais uma audiência pública antes da conclusão dos trabalhos.
Além de Cascavel, fazem parte da região Anahy, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafelândia, Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Céu Azul, Corbélia, Diamante do Sul, Formosa do Oeste, Guaraniaçu, Ibema, Iguatu, Iracema do Oeste, Jesuítas, Lindoeste, Matelândia, Nova Aurora, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Três Barras do Paraná e Vera Cruz do Oeste.
Por - AEN



























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