O Poliniza Paraná completa um ano como uma importante ferramenta da gestão estadual para conservação ambiental, educação e desenvolvimento sustentável.
No dia 20 de janeiro de 2022, a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), em parceria com o Instituto Água e Terra, lançou o projeto e iniciou o processo de instalação das colmeias de abelhas nativas sem ferrão em cidades paranaenses.
O projeto compõe o Paraná Mais Verde e é similar ao “Jardins de Mel”, existente na Capital do Estado. O primeiro local que recebeu as colmeias foi o Chapéu do Pensador, em Curitiba, por meio de um termo de cooperação com o executivo municipal. Ele também já chegou em Brasilândia do Sul, Campo Mourão, Kaloré, Maringá, Marumbi, São João e Sapopema.
O objetivo do projeto é reintroduzir abelhas (algumas espécies estão em processo de extinção) em unidades de conservação, parques urbanos, praças e jardins, contribuindo para a conservação das espécies nativas do Paraná.
Elas são responsáveis por aproximadamente 90% da polinização das espécies nativas do bioma da Mata Atlântica e 70% do total das plantas cultivadas e utilizadas na alimentação humana. Atraídas pelo cheiro e pelas cores, as abelhas voam de flor em flor, colhem o pólen e promovem a reprodução cruzada dessas plantas. Além disso, garantem produção de frutos de melhor qualidade e com maior número de sementes.
No ano passado, o sucesso do projeto garantiu o 2º lugar no 9º Prêmio A3P, na categoria "Destaque da Rede A3P" (Programa Agenda Ambiental na Administração Pública, do Ministério do Meio Ambiente). A iniciativa também contribui para o alcance das metas estabelecidas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Fome Zero/Agricultura Sustentável e Vida Terrestre), apontados na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
O secretário do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, falou sobre a importância do projeto e as expectativas para 2023. “O cuidado das abelhas nativas é fundamental para preservação da nossa biodiversidade. No primeiro ano, o Poliniza Paraná recebeu um prêmio do Ministério do Meio Ambiente, reconhecendo seu sucesso. É um projeto que chama a atenção da população para o cuidado com o meio ambiente, e queremos expandi-lo ainda mais”, afirmou.
A previsão é que novas colmeias sejam instaladas em dez Unidades de Conservação Estadual ainda neste semestre. O objetivo é levar o projeto para todo o Paraná e, com a expansão, fortalecer ainda mais a educação ambiental voltada às abelhas nativas, gerando um novo atrativo para o turismo em parques e unidades de conservação.
“É uma ferramenta para processos educativos sobre os serviços ecossistêmicos e o papel das abelhas nativas no equilíbrio e qualidade ambiental do planeta”, complementou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
Ele acrescentou que o governo estadual estabeleceu alguns critérios que favorecem o projeto, tanto no aspecto ambiental quanto para projeções futuras. “No Paraná, a prefeitura que possui convênio ou intenção de criar um parque urbano em seu município tem o Poliniza Paraná como uma obrigatoriedade”, afirmou Souza.
Em outro aspecto, além de fortalecer o setor turístico, os idealizadores acreditam que o projeto pode incentivar o surgimento de novos meliponários na iniciativa privada. A melipolicultura vem ganhando mercado devido às propriedades medicinais do mel produzido pelas abelhas sem ferrão e a introdução do produto na culinária gourmet. Porém, a maioria dos produtores ainda trabalha na informalidade.
“A base é a educação. Com ela vem a conscientização e, assim, as boas iniciativas, a conservação, a melhoria no setor de turismo, a geração de renda e tantos outros aspectos possíveis a partir da consciência coletiva”, disse Fernanda Góss Braga, bióloga da Sedest. “E o Poliniza Paraná tem essa pegada. Repovoar esses espaços com as abelhas sem ferrão, importantes para a manutenção das nossas florestas, e educar para despertar a consciência ambiental”.
Para os interessados em conhecer o Poliniza Paraná, foram criadas artes visuais e informativas, entre elas, uma cartilha para o público infantil. Outro material rico em informação é um e-book técnico informativo para os gestores responsáveis pela manutenção dos jardins de mel. O conteúdo tem uma linguagem de fácil compreensão, além de ser farto em ilustrações.
Por - AEN
O Governo do Estado confirmou nesta sexta-feira (20) mais de R$ 45 milhões para a área da saúde da região de Cascavel, no Oeste do Paraná.
O investimento inclui obras, veículos, equipamentos e incentivos financeiros para os 25 municípios de abrangência da 10ª Regional de Saúde (RS), com sede em Cascavel.
Dentre as ações, destaca-se o volume em obras, que chega a mais de R$ 21,7 milhões, incluindo a formalização do repasse para a reforma do centro cirúrgico e do telhado do Hospital Allan Brame Pinho, de Cascavel, no valor de R$ 7 milhões, e a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santa Felicidade, também em Cascavel, no valor de R$ 2 milhões, além de mais construções, reformas e ampliações de hospitais e UBS.
O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, afirmou que os recursos beneficiam os 25 municípios que integram a 10ª Regional. Ele destacou também a reforma do hospital de retaguarda Allan Brame Pinho. “A melhoria possibilitará a realização de pelo menos cinco mil cirurgias eletivas por ano. Esses investimentos reforçam a nossa política de regionalização da Saúde, aproximando o serviço para mais perto da casa das pessoas”, afirmou.
Ainda dentro do pacote de recursos estão R$ 13,8 milhões para transferência fundo a fundo, referente ao incentivo financeiro aos prestadores de serviço do SUS da região que estão sob gestão municipal, conforme a Resolução Sesa n° 875/2022.
Foram liberados, também, R$ 9,7 milhões para a aquisição de equipamentos da saúde da família e saúde bucal dos municípios da região – que incluem a aquisição de kits odontológicos para as UBS. “Todas as equipes de saúde bucal estão recebendo R$ 25 mil cada para renovar o enxoval das Unidades Básicas de Saúde, além de mais recursos para aquisição de automóveis, abrangendo as Equipes de Saúde da Família”, acrescentou Beto Preto.
O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, destacou o apoio do Governo do Estado ao investir na região Oeste. “Este tema de saúde tem que ser tratado diariamente. Para nós é muito importante a consolidação do hospital permitido por esse convênio com o Estado. Com a obra pronta, estimamos atender em média mil pacientes por mês no hospital”, disse.
10ª REGIONAL – Os municípios da região são os seguintes: Anahy, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafelândia, Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Corbélia, Diamante do Sul, Espigão Alto do Iguaçu, Formosa do Oeste, Guaraniaçu, Ibema, Iguatu, Iracema do Oeste, Jesuítas, Lindoeste, Nova Aurora, Quedas do Iguaçu, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Três Barras do Paraná e Vera Cruz do Oeste.
PRESENÇAS – Participaram do evento os deputados estaduais Márcio Pacheco e Marcel Micheletto; o deputado eleito Batatinha; o prefeito de Iguatu e presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná (Cisop), Vlademir Antônio Barella; o diretor-geral da Secretaria da Saúde, Nestor Werner Junior; o coordenador da Assessoria Técnica de Projetos e Obras da Secretaria da Saúde, Adilson José Silva Lino; o reitor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Alexandre Webber; o diretor-geral do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), Rafael Muniz de Oliveira; e autoridades da região.
Por - AEN
A Fomento Paraná liberou R$ 160 milhões em financiamentos aos empreendedores paranaenses em 2022. Foram mais de 9 mil empresas beneficiadas, distribuídas por 328 municípios do Paraná.
Do total de liberações, R$ 145 milhões (91%) foram contratos com micro e pequenas empresas. O montante de liberações exclusivas para o microcrédito (operações de até R$ 20 mil) chegou a R$ 97 milhões, com aumento de quase 23%, neste segmento, em relação a 2021 (R$ 79 milhões).
Heraldo Neves, diretor-presidente da Fomento Paraná, destaca o desempenho da instituição em 2022. “Tivemos resultado significativo no valor total de operações contratadas. São mais empreendedores beneficiados, mais dinheiro girando nos municípios, aquecendo a economia paranaense como um todo, criando um círculo virtuoso”, enfatiza.
“As empresas que buscam a inovação de produtos e de processos devem procurar a Fomento Paraná, pois temos linhas de crédito com taxas de juros e prazos em condições muito apropriadas e competitivas para inovação”, reforça Neves.
Os principais destaques ficam com os municípios de Curitiba, Bituruna, Maringá, Londrina e Arapongas que, juntos, contrataram R$ 49 milhões. “Os bons resultados são fruto das parcerias da Fomento Paraná e, em especial, do trabalho dos agentes de crédito e correspondentes que divulgam a oferta do crédito barato nos seus municípios”, explica Renato Maçaneiro, diretor de Operações do Setor Privado da Fomento Paraná.
Completam o “top 10” de municípios que mais tiveram contratações da Fomento Paraná em 2022 as cidades de Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Ponta Grossa e Apucarana.
Um dos empreendedores beneficiados foi o Delcir Crepin, dono de uma empresa de estética automotiva em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Estado. “Solicitei o crédito pela manhã e à tarde estava aprovado”, conta. “O dinheiro é usado para ampliar a empresa e comprar mais ferramentas de trabalho”.
REDE – Parte importante do resultado da Fomento Paraná em todo o Estado é a rede de agentes de crédito e correspondentes que a instituição tem em parceria com prefeituras, associações comerciais e outras entidades do setor produtivo. A Fomento Paraná encerrou o ano de 2022 com presença em 323 municípios, onde há 539 postos de atendimento, sejam agentes de crédito ou correspondentes.
“Os agentes de crédito e correspondentes são muito importantes porque são nossa referência no atendimento aos empreendedores, conhecem os municípios e suas particularidades, além do potencial de cada empreendimento”, afirma Vinicius Rocha, diretor de Mercado da instituição.
Para o empreendedor que quiser conhecer as linhas de crédito, garantias e condições de financiamento, a lista com os parceiros da Fomento Paraná está disponível neste link. O atendimento também pode ser feito diretamente pela Fomento Paraná no telefone (41) 3235-7700 ou ainda por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp (41) 99938-9215.
Por - AEN
O calendário do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA 2023 vence nesta segunda-feira (23) para os contribuintes com os finais das placas 5 e 6 pagarem à vista com 3% de desconto ou a primeira parcela do imposto.
Neste ano, há mais opções para pagamento. É possível pagar em cinco parcelas, sem desconto, à vista, com 3% de abatimento, ou com cartão de crédito, que permite parcelar o imposto em até 12 vezes, com juros do exercício corrente (2023).
Também há opção de quitação da Guia de Recolhimento com QrCode via PIX, mais uma facilidade para o contribuinte. A quitação pode ser feita nos canais eletrônicos de qualquer instituição bancária ou mesmo por meio de aplicativos, não se restringindo aos conveniados com o Estado.
Pelo site da Secretaria da Fazenda é possível acessar as melhores formas de pagamento. Além disso, por meio do novo aplicativo Serviços Rápidos da Receita Estadual, o contribuinte poderá ter acesso aos serviços ofertados no site da Sefa na palma da sua mão e poderá pagar o IPVA pelo aplicativo. O app está disponível para download nas lojas do Google e da Apple.
A alíquota varia de 3,5% ou 1% do valor do veículo. O IPVA é uma das principais fontes de arrecadação tributária do Paraná, ficando atrás apenas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). O Estado destina 50% do valor arrecadado com o imposto para o município de emplacamento do veículo.
A quitação do IPVA é um requisito obrigatório para emissão do certificado de licenciamento do veículo pelo Detran-PR. Ao contribuinte cabe avaliar as condições mais favoráveis para o pagamento do imposto e, caso opte por realizar o pagamento no cartão de crédito, deve exigir o comprovante de pagamento dos débitos fiscais recolhidos.
O sistema de pagamento é apenas virtual. O contribuinte não recebe nenhuma correspondência. As guias devem ser emitidas pelo site da Fazenda.
Confira o calendário de vencimento do IPVA 2023:
FINAL DE PLACA - prazo de pagamento
1 e 2 - 19/01/2023 (vencida)
3 e 4 - 20/01/2023
5 e 6 - 23/01/2023
7 e 8 - 24/01/2023
9 e 0 - 25/01/2023
FINAL DE PLACA - cinco parcelas
1 e 2 - 19/01 (vencida), 16/02, 20/03, 17/04, 18/05
3 e 4 - 20/01, 17/02, 21/03, 18/04, 19/05
5 e 6 - 23/01, 22/02, 22/03, 19/04, 22/05
7 e 8 - 24/01, 23/02, 23/03, 20/04, 23/05
9 e 0 - 25/01, 24/02, 24/03, 24/04, 24/05
Por - AEN
O Governo do Paraná, por meio do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), trabalha na elaboração de uma política pública de aproveitamento de forma intensiva de dejetos agropecuários com vistas à produção de biogás e biometano e foco no hidrogênio verde.
Em novembro do ano passado foi criado um grupo de trabalho e neste ano há uma continuidade nas ações de apoio e incentivo aos produtores rurais, dentro do escopo do Programa Paraná de Energia Rural Renovável (RenovaPR), que já apoia o financiamento de usinas sustentáveis.
O grupo estuda um plano que estabeleça uma política pública de aproveitamento racional e eficiente das possibilidades de energia renovável. Entre as estratégias está uma parceria com a Compagas, que abre uma boa oportunidade de introdução do biometano em sua matriz energética, possibilitando a injeção de biometano nos gasodutos. Isto, por si só, gerará grande demanda no setor, cuja maior fonte de geração está exatamente no aproveitamento por biodigestão dos dejetos das cadeias produtivas de proteína animal e nos resíduos das agroindústrias e frigoríficos.
A nova política que estimulará o biogás e o biometano pretende ampliar os benefícios e estímulos tanto pela tributação incentivada como pela subvenção às taxas de juros dos financiamentos rurais. Isso possibilitará que produtores, agroindústrias e cooperativas agropecuárias tenham maiores atrativos para instalar biodigestores em suas respectivas propriedades.
A política pública aplicada pelo RenovaPR estimulará a geração de energia térmica em substituição à demanda por lenha. “A geração própria de energia elétrica é extremamente vantajosa para os produtores rurais, da mesma forma que é a geração de biometano para uso combustível tanto em motores geradores como no transporte e logística do próprio agro”, afirmou o coordenador do programa de energia renovável, Herlon Goelzer de Almeida.
O mercado brasileiro já oferta geradores, caminhões e tratores a biometano, o que poderá dar uma enorme autonomia e economia a produtores, cooperativas e agroindústrias paranaenses.
“O grande objetivo é gerar maior competitividade ao agro do Paraná em suas diferentes cadeias produtivas, seja pela redução de custos propiciada, seja pela geração de novos produtos, seja pela venda de energia elétrica e biometano, produtos que os criadores e agroindústrias paranaenses já podem produzir e fornecer com regularidade ao mercado”, destacou o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.
A política pública em discussão terá sua primeira versão apresentada até o final de fevereiro. Depois, passará por análise e discussões com o setor produtivo e suas instituições, sendo aperfeiçoada durante o mês de março. A previsão do anúncio oficial é entre os dias 18 e 20 de abril, durante o Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, que ocorrerá em Foz do Iguaçu, no Oeste. O primeiro debate público ocorrerá no Show Rural Coopavel, em Cascavel (Oeste), no dia 9 de fevereiro, às 10 horas no Espaço Impulso.
A política é uma das estratégias para preparar o Paraná para ser um dos ambientes brasileiros mais propícios à produção de hidrogênio verde, nome que se dá ao hidrogênio produzido com eletricidade oriunda de meios orgânicos e processos limpos, e com o uso de energia renovável no seu processo. Para isso, a biomassa paranaense, em especial das cadeias produtivas da proteína animal, é uma fonte com volume expressivo e renovável.
“O hidrogênio é considerado o combustível do futuro e motivo de investimentos de pesquisa e desenvolvimento por muitos países, e o Paraná e o Brasil estão nessa rota com reconhecimento mundial da sua viabilidade”, disse Ortigara.
INVESTIMENTOS – Recentemente, uma missão alemã, capitaneada por representantes do governo e empresários, esteve em Toledo e Nova Santa Rosa, onde foi recebida pelo vice-governador Darci Piana, pelo secretário Norberto Ortigara e pelo secretário Valdemar Bernardo Jorge (Desenvolvimento Sustentável), para discutir investimentos na geração de biogás, biometano e hidrogênio verde. Foram assinados convênios de cooperação entre as empresas alemãs e as cooperativas Ambicoop, de Toledo, e Coopersan, de Nova Santa Rosa.
“Essa foi uma demonstração de que o Paraná possui potencial para hidrogênio verde, tanto que o governo e empresas alemãs já estão investindo 2,3 milhões de euros em infraestrutura e no estudo de viabilidade técnica e econômica”, acentuou Ortigara.
Para o coordenador do RenovaPR, o desafio da nova política é tornar mais atrativa as condições no ambiente paranaense para estimular ainda mais a geração de biogás, biometano e, no futuro próximo, o hidrogênio verde. “As agroindústrias e cadeias produtivas de suínos, frango e leite são as mais promissoras, pois possuem dejetos e resíduos, que, além de gerarem energia, poderão gerar hidrogênio”, afirmou Almeida.
A geração do hidrogênio, que é uma energia renovável, na rota que será estimulada no Paraná, se dará pelo uso da quebra da molécula do metano (CH4), isolando o carbono e tendo duas moléculas de hidrogênio (H2). O processo é diferente, por exemplo, da rota estimulada na região Nordeste do País, que é pela eletrólise da água (H20) do mar, com o uso de energia eólica, que gera uma molécula de hidrogênio (H2) e libera oxigênio para a atmosfera ou para uso industrial.
Para esse avanço na política pública paranaense, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR Paraná), por meio do RenovaPR, discute a realização de um convênio com a Agência Alemã de Cooperação, o que deve se efetivar ainda neste trimestre.
HUB – O Governo do Estado também organiza, via Secretaria de Planejamento, uma integração maior de todos os atores envolvidos em ações isoladas nesse processo a nível local, como Copel, Sanepar, Invest Paraná, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) e o setor privado.
Por - AEN
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) retirou nesta quinta-feira (19) o guindaste que estava sendo utilizado nas obras de recuperação da encosta da BR-277, no km 41, Litoral do Estado.
O objetivo é melhorar o tráfego de veículos no trecho durante o final de semana, com uma faixa extra sendo liberada às 8h30 desta sexta-feira (20).
Com a medida, a BR-277 ficará com quatro faixas de tráfego do km 39 ao km 40, três faixas em parte do km 41, e duas faixas somente no km 42, onde o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é responsável pela obra em andamento, resultado do deslizamento ocorrido em outubro.
O guindaste do DER/PR deve retornar apenas na segunda-feira (23), e permanecer por mais alguns dias no km 41 para concluir os serviços de contenção emergencial de talude, atingido por escorregamento de terra no final do ano passado.
O DER/PR e a Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná anunciaram, em 16 de dezembro, um acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para assumir integralmente as obras de recuperação da BR-277 no km 39 e km 41. A medida foi necessária para garantir a execução dos trabalhos com a maior celeridade possível.
RESTRIÇÕES – Neste final de semana, o DER/PR e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizam novamente na BR-277 a restrição de tráfego de veículos de carga articulados, como carretas, cegonhas e bitrens, entre outros.
O bloqueio vai do km 30 (viaduto de Morretes) ao km 60 (antiga praça de pedágio), nos seguintes dias e horários:
Sexta-feira – 14h00 às 00h00 – bloqueio no sentido Paranaguá
Domingo – 14h00 às 00h00 – bloqueio no sentido Curitiba
Segunda-feira – 06h00 às 12h00 – bloqueio no sentido Curitiba
Atualizações sobre as condições de tráfego da rodovia estão disponíveis pelo Twitter.
OFÍCIO – O DER/PR solicitou ao DNIT, por meio de ofício, algumas medidas para minimizar os transtornos causados pelo bloqueio do km 42, com o trânsito em pista simples. O documento recomenda a suspensão dos serviços às sextas ou limitação dos horários de atividades das 11h às 17h, além da retirada do guindaste e demais equipamentos da pista quando os mesmos não estiverem em uso.
Por - AEN



























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