Últimos três dias: BR-277 terá restrição de tráfego pesado neste final de semana

O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) vão adotar, pela última vez no mês, a restrição de tráfego pesado na BR-277, na Serra do Mar.

A medida atende somente o Litoral e busca garantir a segurança e trafegabilidade na rodovia, por conta das obras nos locais onde houve desmoronamento de terra no final do ano passado.

A restrição inicia nesta sexta-feira (27), no sentido Litoral, e segue até as 12h de segunda-feira (30), no retorno a Curitiba. Veículos de carga articulados, como carretas, cegonhas e bitrens, entre outros, não poderão circular na BR-277 entre o km 30 (viaduto de Morretes) ao km 60 (antiga praça de pedágio) em horários e sentidos específicos.

Confira como será a organização do tráfego:

Sexta-feira – 14h00 às 00h00 – bloqueio no sentido Paranaguá

Domingo – 14h00 às 00h00 – bloqueio no sentido Curitiba

Segunda-feira – 06h00 às 12h00 – bloqueio no sentido Curitiba

Nestes períodos, nos quais são registrados grandes volumes de tráfego, a circulação de veículos leves deve ocorrer com mais agilidade e, após as liberações, motoristas de caminhão irão encontrar a rodovia já com o trânsito desafogado.

Dias de restrição de tráfego em janeiro:

Sextas-feiras - 13, 20 e 27

Domingos - 15, 22 e 29

Segundas-feiras - 16, 23 e 30

OBRAS – O DER/PR atualmente trabalha na recuperação da encosta da BR-277 no km 39 e km 41, enquanto o DNIT realiza a obra no km 42. No trecho sob responsabilidade estadual foi feita a retirada do guindaste que estava sendo utilizado nas obras. O objetivo é melhorar o tráfego de veículos no trecho durante o final de semana, com uma faixa extra sendo liberada.

Em fevereiro a tela começa a ser montada nos dois km, com previsão de liberação total das pistas até o dia 25, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis, sendo concluída a operação até o início de abril.

Atualmente o trecho é operado com quatro pistas no km 39, três pistas no km 41 e duas pistas no km 42. Atualizações sobre as condições de tráfego da rodovia estão disponíveis pelo Twitter.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Estado terá nova ferramenta para avaliar impactos dos investimentos nos municípios

O Governo do Paraná reforçou nesta quinta-feira (26) os processos de avaliação dos resultados socioeconômicos dos seus investimentos em projetos municipais e regionais, viabilizados com recursos liberados pela Secretaria das Cidades (SECID).

A inovação parte da assinatura de um novo contrato entre o Serviço Social Autônomo Paranacidade – vinculado à SECID –, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

O documento prevê a aplicação de metodologia, uso de software e transferência de conhecimento do Ipardes e da Fipe para o corpo técnico do Paranacidade. Ao final do processo será possível analisar o impacto de recursos já investidos ou projetar cenários futuros decorrentes de novas aplicações e, assim, apoiar a tomada de decisão sobre a destinação de dinheiro público.

“O governo terá uma ferramenta que une conhecimento, capacidade técnica e inovação tecnológica em benefício da população. Informação é tudo, do planejamento à execução. Esta é mais uma iniciativa da administração Ratinho Junior para fortalecer as cidades e melhorar a vida dos que nelas vivem”, afirmou o secretário das Cidades e superintendente do Paranacidade, Eduardo Pimentel.

Com a iniciativa, o Paraná se torna o primeiro estado a aplicar essa metodologia de apoio aos gestores e ao desenvolvimento de políticas públicas. "Conhecer os resultados promovidos pelos investimentos realizados e poder fazer projeções sobre novos recursos serão fundamentais para criar políticas públicas e definir as melhores alternativas para os investimentos em infraestrutura nos municípios e nas regiões”, reforçou.

O contrato, no valor de R$ 2,4 milhões, tem como contratante o Paranacidade e prazo de execução de 330 dias. O objetivo inicial é atender as ações de implantação e melhoria de infraestrutura urbana viabilizadas via SECID com operação do Paranacidade. “No entanto, o retorno para o Governo do Estado será bem maior, uma vez que as ferramentas poderão auxiliar todas as secretarias estaduais na definição das suas políticas de atuação”, reforçou a superintendente executiva do Paranacidade, Camila Mileke Scucato.

De acordo com o coordenador do contrato junto à Fipe, Eduardo Amaral Haddad, com as análises será possível identificar transformações na economia, como a evolução na geração de postos de trabalho ou na arrecadação tributária. "Também vamos trabalhar o aspecto social, serão identificadas, por exemplo, as modificações no mercado de trabalho e escolaridade, índices de formalidade e de informalidade ou de vulnerabilidade no trabalho. E, no campo ambiental, será possível medir a emissão de gás carbônico e os usos da energia e da água”, afirmou.

Para o diretor-presidente do Ipardes, Marcelo Luiz Curado, o grande avanço ao implementar esse sistema de modelagem é alcançar os resultados dos investimentos públicos nos âmbitos regional e municipal. “Já temos levantamentos que indicam a evolução do conjunto do Estado. Agora, poderemos perceber o que acontece dentro de cada região e de cada município, de forma abrangente e por ação realizada”, explicou.

BENEFÍCIOS – Na prática, as análises mostrarão tanto os benefícios econômicos para um município ou região quanto os sociais, com base na melhoria da qualidade de vida da população. O gestor do contrato e analista de desenvolvimento municipal do Paranacidade, Geraldo Luiz Farias, disse que serão detectáveis incrementos na economia local pela venda de materiais de construção, aquisição de equipamentos, contratação de mão de obra, geração de impostos ou mesmo pela facilitação em atrair investimentos privados. Os ganhos sociais serão igualmente mensurados.

“Vamos garantir melhor acesso aos serviços públicos, quer pela construção propriamente dita como pela escolha da localização mais apropriada para essas unidades. Além disso, o estudo vai ajudar a tornar as cidades mais alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente os de número 11 (Cidades Sustentáveis), 16 (Instituições Eficazes) e 17 (Parcerias)”, disse.

RESPONSABILIDADES – O documento define a Fipe como a responsável pela metodologia e entrega de estudos, bancos de dados e das simulações dos efeitos das políticas de investimentos em infraestrutura urbana, além da realização de treinamento da equipe técnica operacional do novo sistema. Aos técnicos do Ipardes caberá a análise dos relatórios, arquivos, bases de dados, conteúdos metodológicos, memórias de cálculo, cursos para a transferência de conhecimento e a emissão dos relatórios finais.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Com mercado aquecido, Agência do Trabalhador da Cultura ofertou mais de cem vagas em 2023

O mercado da chamada economia criativa está bastante aquecido e o termômetro com o qual o Estado do Paraná mede essa temperatura é a Agência do Trabalhador da Cultura (ATC), por onde passam empregadores e pessoas que buscam oportunidade de emprego.

Só este ano, até esta quinta-feira (26), já foram disponibilizadas pela ATC, que tem sede em Curitiba, 102 vagas em diversos setores. As principais demandas de mão de obra estão no artesanato (20,6%), nas áreas correlatas à cultura como entretenimento e recreação (15,7%), e artes cênicas, arquitetura e publicidade (as três com 10,8%).

O número de postos de trabalho ligados à economia criativa no Brasil chegou a 7,9 milhões no terceiro trimestre de 2022, um aumento de 9% em relação ao mesmo período de 2021. Isso representou a abertura de 600 mil vagas no setor, segundo levantamento do Observatório Itaú Cultural com dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

“Além de estarmos sentindo esse aquecimento do mercado na prática, nós fazemos a busca ativa junto às empresas do setor criativo para trazer as oportunidades para dentro da Agência. Dessa forma criamos esse vínculo com os empregadores e fortalecemos a nossa posição de hub do trabalho criativo no Paraná”, afirma André Avelino, coordenador de Ação Cultural e Economia Criativa da Secretaria estadual da Cultura (SEEC).

Trabalhadores e trabalhadoras que querem acessar as vagas disponíveis na ATC podem se dirigir até a agência no Centro de Curitiba ou entrar em contato por meio do WhatsApp. As vagas disponíveis são publicadas nas redes sociais da Cultura Paraná. Empresas e produtoras que têm vagas disponíveis também podem acessar a ATC por meio desses canais.

SOBRE A ATC – Lançada em novembro de 2021, a Agência do Trabalhador da Cultura (ATC) é o primeiro Posto Avançado da Agência do Trabalhador no Brasil voltado exclusivamente para o mercado de trabalho criativo. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria da Cultura (SEEC) e a Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda. 

A ATC funciona em anexo à Secretaria da Cultura e promove o encontro entre quem está disponível para trabalhar com empresas e produtoras que precisam montar equipes e elencos para contratos ou projetos específicos. Outro propósito é produzir dados e indicadores visando o fortalecimento das políticas públicas de cultura no Estado.

Confira a distribuição de vagas da ATC ofertadas por área:

20,6% de artesanato

15,7% de áreas correlatas

10,8% de artes cênicas

10,8% de arquitetura

10,8% de publicidade

4,9% de turismo cultural

5,9% de design

2% de dança

2,9% de artes visuais

3,9% de moda

1% de música

2% de literatura

2% de gastronomia

2,9% de audiovisual

3,9% de eventos

Serviço:

Agência do Trabalhador da Cultura

Rua Saldanha Marinho, 240, Centro, Curitiba

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 17h

Telefone/WhatsApp: (41) 3321-4743

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Por - AEN

 Estado vai intensificar ações para abertura de mais vagas afirmativas no Paraná

O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda, vai ampliar o alcance de programas voltados à promoção da igualdade de oportunidades de emprego no Paraná.

A medida visa aumentar a contratação de pessoas para vagas afirmativas, que são voltadas para um público profissional específico, como negros, mulheres, Pessoa com Deficiência (PcD) e LGBT+.

De acordo com o secretário Mauro Moraes, o objetivo é criar estratégias para maior conscientização dos empregadores acerca da importância da valorização da diversidade, combatendo os diferentes tipos de desigualdades sociais. Além de mutirões direcionados para a contratação de grupos específicos, a pasta pretende estabelecer parcerias com instituições e empresas, ampliando a oferta de vagas afirmativas. 

"Iremos adotar ações afirmativas como pauta para garantir oportunidade de emprego a grupos historicamente discriminados. Vamos incentivar as empresas a identificarem e contratarem profissionais qualificados, mas que não têm acesso às oportunidades no mercado de trabalho em decorrência de preconceito relacionados ao grupo ao qual eles pertencem", destaca. 

As Agências do Trabalhador promovem constantemente mutirões de emprego direcionados a contratação de mulheres negras, LGBTs e PcDs. No entanto, o intuito da Secretaria de Trabalho, Qualificação e Renda é intensificar essas ações afirmativas.

"Iremos intensificar os mutirões e oferecer cursos de capacitação e qualificação para estimular a contratação de profissionais que sofrem discriminação, promovendo igualdade de acesso a oportunidade de emprego ", explica o secretário.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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