A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com o Ministério da Saúde, fará o credenciamento de novas equipes para fortalecer os serviços destinados à Atenção Primária em todo o Paraná.
Ao todo, serão 148 novas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) em 40 municípios e outras 147 equipes de Atenção Primária (EAP) em 43 cidades.
Para fortalecer a ação, o Ministério vai destinar um repasse mensal de R$ 20 mil para cada equipe de ESF, além de R$ 10 mil para cada equipe de EAP. Os valores somam mais de R$ 4,4 milhões ao mês.
“Esta é uma ação importante, pois reforça a capacidade de atuação naquela que consideramos uma das principais linhas do atendimento no Estado, que é realizada por profissionais que atuam nas Unidades Básicas e também nos Postos de Saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “O Governo do Paraná tem realizado grandes investimentos nessa área e este apoio nos permite avançar ainda mais”.
As equipes atuam em um conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção e diagnóstico. Elas não contribuem somente para a atuação municipal, mas têm um grande papel na regionalização dos serviços de saúde.
“São mais investimentos para quem mais precisa. Sempre destacamos que o papel primordial do Estado é garantir que o atendimento chegue até a porta da casa das pessoas. Por isso, todo recurso possui sua validade e contribui para garantir que nenhum paranaense fique desassistido”, afirmou o secretário.
Confira os municípios contemplados:

Três aplicativos criados pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater com foco no clima foram apresentados nesta quarta-feira (10), durante o evento Ferramentas Digitais do IDR-Paraná para o Agronegócio.
Voltado para os técnicos do instituto, o encontro teve o objetivo de orientá-los sobre o uso correto de cada app para que eles repliquem as informações aos agricultores.
Os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis tanto para Android quanto para iOS. As ferramentas têm a intuito de colaborar para que o agricultor possa se proteger das adversidades climáticas, cada vez mais frequentes. Mais de 30 técnicos participaram do evento que aconteceu durante a 49° Expoingá
O coordenador estadual de Agrometeorolgia do IDR-Paraná, Pablo Nitsche, apresentou os aplicativos ClimAtlas, IDR-Clima e Estiagem Paraná. De acordo com ele, o primeiro lançado foi o IDR-Clima, ativo desde 2019, que já teve mais de 10 mil downloads e, atualmente, conta com mais de 2 mil usuários ativos.
“Organizamos este evento de orientação para que os técnicos possam levar estas ferramentas para mais agricultores. Elas auxiliam no planejamento agrícola e facilitam o trabalho no campo, ainda mais com tantas adversidades climáticas que ocorreram nos últimos anos, como geadas, estiagem ou excesso de chuva em épocas não convencionais”, explicou.
O diretor de Extensão Rural do Instituto, Diniz Dias Doliveira, reforçou a necessidade de fazer estes aplicativos se tornarem parte do dia a dia do agricultor. “Estas ferramentas atendem uma tendência mundial que exige alternativas digitais, e no campo não é diferente. Estes aplicativos foram desenvolvidos dentro da nossa estrutura por uma equipe de profissionais capacitados. Agora, o desafio é fazer chegarem até quem realmente precisa, que é o agricultor”, afirmou.
APLICATIVOS – O app IDR-Clima presenta em tempo real as condições meteorológicas nas regiões produtoras. As informações são obtidas em mais de 60 estações meteorológicas distribuídas pelo Estado, e abrangem temperatura (mínima, média e máxima), chuva, velocidade do vento, radiação solar e umidade relativa do ar.
Uma das funcionalidades mais importantes do IDR-Clima é o acesso ao radar meteorológico do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), que permite visualizar instabilidades atmosféricas de 15 em 15 minutos. “O usuário tem ainda informações do monitoramento das condições de umidade do solo”, explicou Nitsche.
O ClimAtlas é um boletim técnico digital que apresenta uma compilação de dados obtidos em 40 anos de operação das estações meteorológicas do IDR-Paraná e do Simepar. São 188 mapas com informações sobre o comportamento histórico de chuvas, temperatura máxima e mínima, radiação, insolação, vento e evapotranspiração.
Já o aplicativo Estiagem Paraná faz a quantificação do risco de veranicos ao longo do ano para 253 municípios do Estado em intervalos de dez dias. O Paraná viveu recentemente a pior crise hídrica de sua história, inclusive com rodízio de abastecimento.
Por - AEN
Equipes técnicas contratadas pela Sanepar vão percorrer quase três mil quilômetros de rede de água, na região Oeste do Estado, à procura de vazamentos aparentes ou ocultos.
O trabalho será feito com o auxílio de um aparelho chamado geofone, que serve para escutar ruídos na terra. A varredura será feita pelo menos duas vezes no mesmo trecho, o que significa um percurso total de 5,8 mil km de tubulação num período de dois anos.
As vistorias já começaram neste mês de maio na região do Bairro Maria Luiza, em Cascavel e, nos próximos dias, vão se estender para o Parque São Paulo, Jardim União, Santa Felicidade, Universitário, Sítio Recreio Paraíso, Veneza e Nova Cidade.
O trabalho pode ocorrer de forma simultânea em mais de uma região, cidade ou localidade, dependendo da necessidade ou da demanda. O objetivo da pesquisa é reduzir as perdas nos sistemas de distribuição e garantir o fornecimento de água de forma ininterrupta para todos.
Nesta ação, serão utilizados geofones eletrônicos, que garantem mais agilidade ao trabalho. “A sensibilidade do equipamento facilita a captação dos ruídos característicos produzidos pelos vazamentos de água”, explica o gerente regional, Rodolpho Tanaka Savelli.
O aparelho se assemelha ao estetoscópio, utilizado pelos profissionais de saúde para escutar sons vasculares, respiratórios e cardíacos. Após a identificação do possível ponto de vazamento, são feitos pequenos furos no solo a fim de se certificar do ponto exato do vazamento. Na sequência, o local é demarcado com tinta branca para indicar a localização às equipes responsáveis pelo conserto.
Além das redes, serão vistoriados todos os cavaletes, registros e galerias de águas pluviais, bem como os poços de visita de esgoto. Em paralelo, haverá medição da pressão das redes. O trabalho será feito nas ruas e calçadas, por onde passam as tubulações e, eventualmente, pode-se solicitar acesso para vistoria da ligação no cavalete. O levantamento ocorre geralmente durante o dia e, se necessário, no período noturno, quando diminuem os ruídos da movimentação nas cidades, facilitando o trabalho de identificação dos vazamentos.
A empresa contratada para este serviço é a SCS – Sociedade Civil de Saneamento, com a supervisão das equipes técnicas da Sanepar, e as equipes usam uniforme, crachá de identificação, coletes fluorescentes e um veículo caracterizado.
As cidades e sistemas que irão passar pelo monitoramento durante dois anos são Anahy; Boa Vista da Aparecida; Braganey e o distrito de Longuinópolis; Campo Bonito; Capitão Leônidas Marques e seu distrito Alto Alegre do Iguaçu; Cascavel e os distritos de Juvinópolis, Rio do Salto e São João do Oeste; Catanduvas e o distrito de Ibiracema; Céu Azul; Corbélia e seus distritos de Ouro Verde do Piquiri e Penha; Diamante do Sul; Guaraniaçu e seus distritos de Guaporé e Mato Queimado; Ibema; Iguatu; Lindoeste; Matelândia e a Vila Agro Cafeeira; Ramilândia; Santa Lúcia; Santa Tereza do Oeste e o distrito de Santa Maria; e Três Barras do Paraná e os distritos de Barra Bonita e Santo Izidoro.
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e de uma parceria com o Ministério da Saúde, estipulou uma estratégia para a realização de procedimentos de reconstrução mamária para mulheres que passaram por tratamento ligado ao câncer de mama.
Com um investimento de R$ 6,4 milhões para custeio das operações, a estimativa é realizar 1.146 cirurgias deste tipo ao longo dos próximos 24 meses, utilizando 18 hospitais habilitados em todo o Estado.
Os procedimentos serão direcionados exclusivamente para mulheres que já passaram pela mastectomia total (retirada da glândula mamária). Após a realização da cirurgia de retirada, a paciente pode ser encaminhada para a reconstrução ou aguardar recuperação e realizar a cirurgia posteriormente, de acordo com a avaliação médica. Esse é o público que o projeto almeja alcançar, mas pacientes que passaram por procedimento similar recentemente e desejam ter a reconstrução podem procurar a secretaria de Saúde do seu município para orientação.
No último ano, de acordo com a Secretaria de Saúde, o Estado detectou cerca de 3,4 mil casos de câncer de mama. Essas mulheres passam por acompanhamento nas redes pública e privada.
"Essa é uma cirurgia de muita importância, capaz de devolver ou, ao menos, expandir a auto estima de mulheres que tiveram de passar por uma cirurgia de retirada de mama. Por isso, estes recursos são fundamentais e o Estado do Paraná celebra essa grande parceria com o Ministério da Saúde”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“O Paraná tem realizado grandes investimentos para a prevenção do câncer de mama. Além do Outubro Rosa, mês em que essas ações são intensificadas, o Estado disponibiliza mais 1,2 milhão de exames citopatológicos do colo do útero durante o ano, realizando uma média de 100 mil exames por mês”, completou.
Serão utilizados os hospitais que abrangem todas as macrorregiões do Estado, contemplando os municípios de Campina Grande do Sul, Campo Largo, Curitiba, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Cascavel, Arapongas, Apucarana, Londrina, Maringá, Campo Mourão e Umuarama.
A portaria que institui a estratégia de ampliação do acesso aos procedimentos de reconstrução mamária em mulheres submetidas à mastectomia ou para aquelas com indicação de reconstrução mamária foi publicada pelo Ministério da Saúde neste ano. O processo também já passou por pactuação estadual.
Por - AEN
Em abril, todos os municípios paranaenses que compõem o Índice de Preços Regional do Paraná - Alimentos e Bebidas (IPR - Alimentos e Bebidas) observaram leve aumento nos preços, o que resultou em uma alta de 0,93%.
Na comparação com abril de 2022, no entanto, que registrou IPR de 3,77%, houve queda de quase três pontos percentuais.
Entre os 35 produtos integrantes do índice mensal calculado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) destacaram-se, em abril, os reajustes do tomate (24,41%), da batata-inglesa (18,68%) e do leite integral (3,67%).
As duas primeiras oscilações positivas estão relacionadas à transição de safras, como explica o coordenador de pesquisas periódicas e editoração do Ipardes, Marcelo Antônio. “As fases de colheita e comercialização da primeira safra estão próximas do fim, enquanto na segunda safra esses mesmos procedimentos ainda são incipientes, gerando, dessa forma, uma restrição na oferta desses produtos ao consumidor e aumento de preços”, disse.
Por outro lado, observou-se queda nos preços de maçã (-5,11%), laranja pera (-5,55%) e, a maior de todas, de óleo de soja (-6,77%), também decorrente de fatores agrícolas. “A redução de preços do óleo de soja tem relação com o avanço na colheita de soja, que tem apresentado uma boa produtividade”, afirmou Marcelo Antônio.
Maringá alcançou o maior índice entre as regiões pesquisadas no mês, de 1,57%, seguida por Cascavel (1,53%) e Londrina (1,49%)
DESACELERAÇÃO – No que tange aos últimos 12 meses foi possível observar uma prevalência de queda contínua. Com isso, o IPR acumulado entre maio de 2022 e abril de 2023 foi de 4,63%, frente ao acumulado de 12 meses calculado em março de 7,57%, e muito distante do maior número das últimas medições, de 21,40%, em julho de 2022, por exemplo.
Nesse mesmo período, os principais produtos que apresentaram altas foram, segundo o coordenador do Ipardes, os alimentos industrializados como biscoito e maionese, refletindo o impacto dos preços de insumos como o trigo e o ovo. O biscoito teve um aumento nos últimos 12 meses de 35,87%, seguido de ovos de galinha (23,17%) e maionese (19,24%). Em sentido oposto, a redução maior se deu com o óleo de soja (-28,56%), batata-inglesa (-23,01%) e tomate (-20,93%).
Regionalmente, Maringá alcançou o índice de 5,82% no acumulado, também o maior entre as áreas analisadas, seguida por Londrina (5,77%) e Cascavel (4,60%).
INDICADOR – Lançado em 15 de dezembro de 2022, o IPR utiliza os registros fiscais da Receita Estadual do Paraná. O Ipardes faz uma média de 382 mil registros de notas fiscais eletrônicas ao mês emitidas em 366 estabelecimentos comerciais de diferentes portes localizados em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu.
Os 35 produtos avaliados foram definidos a partir da Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o Paraná e representam cerca de 65% das compras de alimentos e bebidas dos paranaenses. O instituto também trabalhou a série histórica de preços desde 2020, que permite analisar a flutuação no preço de alimentos e bebidas nos últimos dois anos no Estado.
Com a análise detalhada dos índices pelo Ipardes, as maiores cidades do Paraná têm condições de saber exatamente o comportamento dos preços dos alimentos, que possui um reflexo relevante na vida dos cidadãos. Os dados são importantes, por exemplo, para a elaboração de políticas públicas regionais e estaduais mais direcionadas em função da situação inflacionária de cada cidade.
Confira variação percentual acumulada em 12 meses
IPR-Alimentos e Bebidas – Paraná
MÊS (%)
Maio/2022 - 20,34%
Junho/2022 - 21,14%
Julho/2022 - 21,40%
Agosto/2022 - 18,73%
Setembro/2022 - 14,60%
Outubro/2022 - 14,01%
Novembro/2022 - 15,10%
Dezembro/2022 -15,08%
Janeiro/2023 - 13,95%
Fevereiro/2023 - 13,01%
Março/2023 - 7,57%
Abril/2023 - 4,63%
Por - AEN
A Secretaria da Fazenda libera nesta quarta-feira (10) R$ 21,8 milhões em créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos contribuintes que participam do programa Nota Paraná.
Serão R$ 19,2 milhões destinados aos 7,9 milhões de consumidores que cadastraram CPF na nota durante as compras do mês de fevereiro.
Do montante, também foram repassados R$ 2,6 milhões para instituições sociais cadastradas no programa. Ao todo, foram emitidas aproximadamente 54 milhões de notas fiscais.
O cálculo do crédito de cada nota fiscal é feito sempre no terceiro mês após a compra. Esse é o prazo de chegada das informações à Secretaria da Fazenda para o cálculo dos percentuais, tais como o recolhimento do imposto pelo estabelecimento comercial, as notas fiscais com o CPF ou as doadas para as instituições sociais.
Para acumular créditos basta o consumidor exigir nos estabelecimentos comerciais o documento fiscal no ato da compra, informando seu CPF ou CNPJ. O crédito é devolvido de acordo com o faturamento das empresas, ou seja, não há um valor específico, e ele aumenta conforme o consumo.
Após o cálculo e liberação dos créditos, o consumidor poderá selecionar uma das opções de utilização dos créditos disponíveis no sistema: abatimento no IPVA ou transferência para a conta corrente. Para o resgate é necessário ter o cadastro no portal do Programa Nota Paraná.
CADASTRO – Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher ou atualizar os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal.
Por - AEN


















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