Os paranaenses vão escolher neste domingo, 1º de outubro, 2.115 conselheiros tutelares para a gestão 2024-2027.
Eles integrarão os 423 Conselhos Tutelares existentes no Estado e atuarão na defesa e proteção dos direitos das crianças e adolescentes. O pleito acontece em todo o País. As urnas ficarão abertas das 8h às 17h e é necessário apresentar o título de eleitor para registrar o voto. Todas as pessoas com mais de 16 anos estão aptas a votar.
Os Conselhos Tutelares são diretamente vinculados às prefeituras, que têm a incumbência de divulgar, em seus sites, a lista de candidatos ao cargo. Além dos nomes completos dos concorrentes, há também os nomes de urna e o número de cada um (são quatro dígitos). As urnas são distribuídas em escolas dos municípios.
A Secretaria do Desenvolvimento Social e Família preparou nesta semana um sobre o tema, que também leva a um portal que reúne a lista de candidatos.
O secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), Rogério Carboni, enfatiza a importância da eleição e do envolvimento da população. “Domingo temos um compromisso muito importante. Convidamos os cidadãos a participarem, a acompanhar as propostas dos candidatos e votar na que julga ser a melhor. Precisamos fortalecer a nossa rede de proteção à criança e ao adolescente, e essa é a melhor forma”, afirma.
A chefe da Coordenação da Política Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Sedef, Juliana Sabbag, reforça a convocação à participação. “Cada um de nós deve pesquisar, ao site da prefeitura, conferir quem são os candidatos, verificar currículos, a trajetória na militância pela garantia de direitos de crianças e adolescentes. A participação é um exercício de cidadania e um estímulo para outras pessoas votem”, afirma.
O trabalho dos conselheiros tutelares é realizado em proximidade com a Sedef e outros órgãos do Governo do Estado. “O conselheiro tutelar estará conosco nos próximos quatro anos. É importante que a gente escolha quem tem um perfil que opte por estar de mãos dadas, apoiando, construindo junto conosco a política estadual de garantia direitos”, finaliza Juliana.
MANDATO E ELEIÇÕES – De acordo com a legislação, há um conselho para cada grupo de cem mil habitantes, e cada um desses conselhos é composto por cinco conselheiros. Esses representantes são eleitos para mandatos de quatro anos, são remunerados e estão sujeitos a uma avaliação contínua de seu desempenho.
As eleições ocorrem sempre um ano após o pleito presidencial e as proibições no dia são basicamente as mesmas: oferecer transporte, usar espaço na mídia para propaganda (incluindo redes sociais) e promover comícios e carreatas. O resultado da votação será divulgado no mesmo dia e a posse dos novos representantes dos 423 conselhos será em 10 de janeiro.
NOVAS SEDES – No Paraná, para fortalecer a estrutura da rede de proteção no Paraná, o Governo do Estado está construindo 12 novos prédios dos conselhos tutelares em 12 municípios (Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Imbituva, Jaguariaíva, Maringá, Prudentópolis, Rolândia, e São Mateus Do Sul). As licitações ocorreram em 2022, e as obras começaram neste ano, no valor total de R$ 15 milhões.
Por - AEN
Os motoristas que utilizam frequentemente as estradas do Paraná terão descontos progressivos nas tarifas de pedágio das novas concessões rodoviárias.
Isso quer dizer que todas as vezes que passarem em uma mesma praça em um mesmo mês pagarão tarifas mais baratas. A ideia é beneficiar moradores de cidades próximas a praças ou que utilizam muito um mesmo trecho. De acordo com os contratos de concessão, os descontos serão aplicados aos veículos leves que utilizarem tags eletrônicas para o pagamento automático das tarifas.
O benefício vale para todas as praças de pedágio previstas nos seis lotes do programa de concessões rodoviárias do Paraná, inclusive para o Lote 1 (Curitiba e RMC, Campos Gerais e Centro-Sul), que foi arrematado em agosto, e para o Lote 2 (Curitiba, Litoral, Campos Gerais, Norte e Norte Pioneiro), que vai a leilão nesta sexta-feira (29).
De acordo com o edital, todos os usuários que escolherem pagar as tarifas de maneira automática terão um desconto inicial de 5% em qualquer praça de pedágio do Paraná. Para isso, os veículos devem ter uma tag eletrônica instalada no parabrisa, que permite a cobrança automática dos valores. Esta tag, que é a mesma que motoristas usam para cobrança automática em shoppings e estacionamentos, por exemplo, também permite que o veículo passe pela praça sem que precise parar em uma cabine. Elas são instaladas por empresas privadas.
Os contratos preveem redução progressiva nas tarifas de acordo com o número de vezes que o usuário trafegar em um mesmo trecho com pedágio. O desconto será aplicado progressivamente da 1ª até a 30ª passagem do veículo pela praça dentro de um mesmo mês, e após isso a menor tarifa possível se repetirá até o fim do mês, dependendo do fluxo do motorista.
Os descontos progridem conforme o motorista trafegue pelo mesmo trecho em um mesmo sentido da rodovia. Então, por exemplo, quem passa pela BR-277 no Litoral diariamente tem uma contagem de progressão de desconto na descida e outra contagem para a subida da Serra do Mar.
DESCONTO PRAÇA A PRAÇA – Outra novidade é que há um percentual de desconto progressivo diferente em cada praça, calculado a partir de critérios técnicos. Dentro dos dois primeiros lotes, nos pedágios de São Luiz do Purunã, Jacarezinho e Quatiguá, por exemplo, a redução do valor será de 12,4% a cada passagem do motorista pela praça, numa escadinha de descontos.
Na BR-277 em Irati, a redução será de 8% a cada passagem pela praça. Em Porto Amazonas, o desconto será de 7,85%, e em Imbituva, de 7,20%. Em São José dos Pinhais, no trecho de acesso ao Litoral do Estado, a redução a cada nova passagem pela praça usando a tag será de 6,05%. Em Sengés, Jaguariaíva, Lapa e Carambeí, o desconto progressivo vai variar de 1,7% a 4,8%, dependendo da praça.
LOTE 1 – O Lote 1 foi arrematado com um desconto de 18,25% na tarifa básica por quilômetro rodado de pedágio. Com isso, a projeção é que a tarifa unitária na praça de São Luiz do Purunã, por exemplo, seja de R$ 7,51, levando em conta o resultado do leilão. Neste caso, os motoristas que escolherem pagar a tarifa com a tag eletrônica já terão, de início, um desconto de 5% no valor, o que já reduz a tarifa para R$ 7,13.
Soma-se a isso o Desconto de Usuário Frequente (DUF), que da praça é de 12,4% por passagem, e os motoristas que passarem pelo pedágio diariamente ao longo de um mês chegarão ao 10º dia pagando R$ 2,17, ao 20º dia pagando R$ 0,58 e ao 30º dia pagando uma tarifa de R$ 0,15.
Com a progressão do desconto, um motorista que passar, em um mesmo sentido, 30 vezes pela praça de pedágio de São Luiz do Purunã em um mesmo mês usando a tag eletrônica vai pagar, ao todo, R$ 56,45, um valor 75% menor do que os R$ 225,30 que um motorista gastaria passando todos os dias na mesma praça e pagando o valor unitário da tarifa na cabine de cobrança.
LOTE 2 – Os valores finais das tarifas do Lote 2 serão definidos no leilão de sexta-feira (29). Mas, levando em conta a tarifa básica que vai ao certame, os descontos nas praças de pedágio de Jacarezinho podem fazer com que o preço pago pelo motorista que usar a rodovia com frequência saia de R$ 10,39 no início do mês e chegue a R$ 0,21 ao final do mês, após a 30ª passagem.
Uma pessoa que use a tag eletrônica e precise passar por uma das praças de Jacarezinho todos os dias, ida e volta, vai gastar R$ 156,28 pagando as tarifas nos dois sentidos. Se ela pagasse a tarifa básica cobrada na cabine, sem a tag e sem o Desconto de Usuário Frequente, ela gastaria R$ 623,56. Neste caso, o usuário frequente economizaria 75% do valor.
Na praça de pedágio de São José dos Pinhais, no trecho da BR-277 que liga Curitiba ao Litoral, a tarifa básica começa em R$ 19,55 e é reduzida progressivamente até R$ 3,04. Em Quatiguá, a redução vai de R$ 11,23 a R$ 0,23; em Sengés, de R$ 6,30 a R$ 3,64; em Carambeí, de R$ 9,83 a R$ 2,24; e em Jaguariaíva, de R$ 6,55 a R$ 3,79.
NOVA CONCESSÃO – A nova concessão rodoviária do Paraná une rodovias federais e estaduais em um modelo inédito no País. São 3,3 mil quilômetros de rodovias, divididos em seis lotes, com previsão de receber mais de R$ 50 bilhões apenas em investimentos (duplicações, viadutos, ciclovias). O edital também conta com as novidades mais modernas do mercado, como a DUF, câmeras com tecnologia OCR, que permitem reconhecimento de placas de veículos, em pontos estratégicos; iluminação em LED em trechos urbanos, viadutos e entroncamentos; sistema de pesagem automático em movimento (WIM) de caminhões; e sistema de monitoramento meteorológico próprio.
Outras novidades são a disponibilização de internet nos pontos de atendimento ao usuário e áreas de descanso para caminhoneiros; sistema de comunicação WiFi em 100% da rodovia, para acesso ao canal de atendimento ao usuário; e previsão para implantação gradativa do sistema free flow, o que permitirá que em alguns anos o valor a ser pago por quem trafega pelas rodovias seja proporcional ao trecho percorrido.
O Lote 2 das novas concessões rodoviárias tem 604,16 km de extensão. Estão previstas obras de duplicação de 350 quilômetros de estradas, 138 quilômetros de faixas adicionais, 73 quilômetros de vias marginais e 72 quilômetros de ciclovias. Serão ainda 107 novos viadutos, 52 passarelas, 35 pontos de correção de traçado e oito passa-faunas. Serão investidos R$ 10,8 bilhões em obras e R$ 6,5 bilhões em conservação e serviço ao usuário durante os trinta anos de vigência da concessão, gerando cerca de 110 mil empregos.
O Lote 1, arrematado em agosto, contém 473 quilômetros de rodovias federais e estaduais entre Curitiba, Região Metropolitana, Centro-Sul e Campos Gerais do Paraná. O investimento em obras nos trechos é de R$ 7,9 bilhões.
Como o DUF é diferente entre as praças dos Lotes 1 e 2, é possível consultar os comparativos nas outras praças nessa tabela .
Por - AEN
Dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Paraná liderou, em 2022, a produção nacional de lenha da silvicultura, que é o cultivo de florestas plantadas para manejo agrícola.
O Estado ainda se destacou na extração de produtos alimentícios (palmito, erva-mate e pinhão) e foi o vice-líder nacional em valores da produção geral da silvicultura. As informações constam no relatório sobre Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura.
A quantidade estimada da produção de lenha a partir de florestas plantadas no Paraná nos 12 meses do ano passado foi de aproximadamente 13,9 milhões de metros cúbicos, o equivalente a 26,3% do segmento no País. Depois do Paraná, o Rio Grande do Sul foi o segundo maior produtor, alcançando 11,5 milhões de metros cúbicos no período analisado. O desempenho comprova a força da Região Sul no setor, que responde por 63,2% da produção nacional.
Com 20,9 milhões de metros cúbicos, o Paraná também se manteve como o maior produtor de madeira em tora para outras finalidades, o que representa 35,7% do Brasil. Na madeira em tora usada nas indústrias de papel e celulose, o Estado registrou um crescimento de 3% em relação a 2021, chegando a 16,2 milhões de metros cúbicos. O resultado é o terceiro maior do País e corresponde por 16,3% da produção brasileira, gerando R$ 1,7 bilhão.
O bom desempenho nestes indicadores fez com que o Paraná ocupasse a vice-liderança na produção geral de florestas plantadas em 2022, com R$ 4,8 bilhões. O ranking geral da silvicultura entre os estados é liderado por Minas Gerais, que obteve R$ 7,5 bilhões em 2022. Ao contrário dos paranaenses, o desempenho dos mineiros foi influenciado principalmente pelo carvão vegetal, em que naquele estado responde por 87,7% do volume nacional.
O setor da silvicultura paranaense contribuiu decisivamente para o crescimento de 14,9% na produção em florestas plantadas em todo o Brasil, atingindo R$ 27,4 bilhões. Além disso, o País bateu o recorde anual de produção florestal, que também inclui o extrativismo, chegando a R$ 33,7 bilhões nos 4.884 municípios brasileiros produtores, uma variação positiva de 11,9% em relação a 2021.
Segundo o gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, os dados de 2022 comprovam uma importante mudança do setor, que torna-se cada vez menos dependente do extrativismo a partir do aumento do manejo de florestas plantadas. “Esses resultados ratificam a tendência de crescimento dos produtos madeireiros oriundos da silvicultura e registra-se uma estabilidade nos da extração desde 2021”, completa.
DOBRADINHA ENTRE MUNICÍPIOS – Na análise por municípios do IBGE, o Paraná conquistou o primeiro e segundo lugar em nível nacional. General Carneiro, na região Sul, assumiu a liderança do ranking da silvicultura, alcançando um total de R$ 625,8 milhões em 2022. O destaque foi o crescimento de 10,2% na quantidade de madeira em tora para papel e celulose e de 35,3% no total do valor da produção. A madeira em tora para outras finalidades também cresceu 8,8%, com aumento de 30,6% no valor de produção.
O segundo lugar entre os municípios brasileiros ficou com Telêmaco Borba, nos Campos Gerais. A produção da silvicultura na localidade totalizou R$ 524,5 milhões, com destaque na produção de lenha, com 584,7 mil metros cúbicos, o que se refletiu em R$ 27,4 milhões, uma impressionante variação positiva de 667,4% em apenas um ano.
ERVA-MATE, PALMITO E PINHÃO – Entre os produtos alimentícios derivados da silvicultura, o Paraná se destacou em três recortes em que já possui tradição. O Estado manteve a liderança nacional na produção de erva-mate, com 379 mil toneladas em 2022, o equivalente a quase 86% das 441 mil toneladas produzidas no Brasil, cuja cultura se concentra na região Sul.
Com cerca de 10,8 mil toneladas das 14,7 mil produzidas em todo o País em 2022, o Paraná respondeu sozinho por 73% da produção nacional de palmito. O resultado está muito à frente do Pará, segundo colocado no ranking, que registrou 3,4 mil toneladas produzidas no período analisado.
No caso do pinhão, a produção paranaense foi de aproximadamente 4,1 mil toneladas no último ano, um terço do volume nacional. O resultado só ficou atrás de Santa Catarina, com 4,6 mil toneladas no mesmo período.
Por - AEN
A Receita Estadual do Paraná publicou no Portal do Simples Nacional os Termos de Exclusão do regime tributário simplificado para 27.418 estabelecimentos.
O órgão, vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda, alerta que essas empresas podem ser excluídas do Simples Nacional no próximo ano caso não regularizem sua situação fiscal. A medida se deve a débitos tributários pendentes perante o Fisco Estadual existentes até o dia 18 de setembro de 2023.
A consulta aos Termos de Exclusão está disponível aos contribuintes e a seus representantes contábeis na área restrita do Portal do Simples Nacional, na opção "Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional". Os débitos pendentes podem motivar a exclusão de estabelecimentos do regime especial de tributação, conforme previsto na Lei Complementar nº 123/2006 e na Resolução nº 140/2018 do Comitê Gestor do Simples Nacional.
O montante das pendências é de R$ 82 milhões. Desse total, R$ 28,1 milhões estão em dívida ativa, o conjunto de débitos de pessoas jurídicas que não foram pagos nos prazos estipulados e que, por isso, foram inscritos na lista de débitos reconhecidos e oficialmente registrados pelo Estado.
Os demais débitos pendentes se dividem entre débitos de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) informado na Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação (DesTDA).
“Vale ressaltar que essas dívidas são relacionadas exclusivamente aos débitos apurados no âmbito da legislação tributária estadual e não abrangem aqueles declarados no PGDAS-D, o programa que calcula e gera o documento de arrecadação do Simples”, explica Yukiharu Hamada, coordenador da assessoria do Simples Nacional na Receita Estadual.
REGULARIZAÇÃO – Para evitar a exclusão do Simples Nacional, os contribuintes devem deixar sua situação fiscal em dia. Para isso, os débitos precisam ser regularizados em até 30 dias a partir da ciência do Termo de Exclusão no Portal do Simples Nacional
A regularização pode ser feita por meio de: pagamento integral do débito; parcelamento da DeSTDA, opção que permanece disponível até a próxima sexta-feira (29); ou outras medidas previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional (CTN), que suspendam a exigibilidade dos débitos.
“Após a regularização, não é necessário comparecer às repartições da Receita Estadual, pois a verificação será realizada eletronicamente”, diz Hamada.
Ele explica também que, caso se deseje contestar a exclusão, um pedido de impugnação deve ser feito por meio do Sistema de Protocolo Integrado (eProtocolo) ou, presencialmente, na repartição fiscal do domicílio tributário do contribuinte, em até 30 dias a partir da ciência do termo de exclusão.
Por - AEN
Dados do Vacinômetro Nacional, do Ministério da Saúde, apontam que de janeiro a agosto deste ano apenas 719 mil vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas no Paraná.
O número representa uma redução de mais de 91% quando comparado ao mesmo período em 2022, de 8.580.396 aplicações. Mesmo levando em consideração que a maioria absoluta da população está vacinada, a popular quarta dose ainda alcança público bem abaixo do esperado: quase 6 milhões de paranaenses não tomaram a segunda dose de reforço contra a doença.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta para a importância da continuidade da imunização contra o vírus SARS-CoV-2, para aumentar a proteção e evitar o agravamento da doença em caso de infecção. “Precisamos retomar o hábito de se vacinar. Sabemos que durante toda a pandemia fomos bombardeados com fake news e desinformação, e que por este motivo muitas pessoas deixaram de se vacinar, mas a eficácia e segurança desses imunizantes é comprovada”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Segundo ele, mais de 214 mil doses somente da bivalente contra a Covid-19 estão disponíveis no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e nas 22 Regionais de Saúde para distribuição. Há ainda um quantitativo considerável nos estoques dos municípios, permitindo que as pessoas procurem a vacina perto de suas casas.
Segundo o Vacinômetro, apenas 1.596.371 vacinas bivalentes foram aplicadas no Estado. A população de 60 a 69 anos foi a que mais procurou uma unidade de saúde. Menos de 200 mil jovens de 20 a 29 anos tomaram essa dose no Estado. Ela é elencada para todas as pessoas as pessoas acima de 18 anos – e para mais de 12 anos em alguns casos, como imunocromprometidos.
“Contamos com o apoio da população para que atualizem o esquema proposto pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), só assim manteremos a estabilidade no número de casos”, afirmou o secretário. "Ainda que haja queda na procura, observada em todo o território nacional, o Paraná registra quase 30 milhões de imunizantes contra o vírus da Covid-19 aplicados desde janeiro de 2021, colocando o Estado como o 5º do País com o maior número de doses administradas. Podemos melhorar ainda mais esses números".
MOVIMENTO NACIONAL – A lembrança da vacinação contra a Covid-19 é importante às vésperas da campanha de multivacinação do Ministério da Saúde, acontecerá entre 14 e 28 de outubro no Paraná, sendo 21 o Dia D de mobilização. A ideia do movimento é unir estados e municípios para reforçar a cobertura vacinal de todos os imunizantes que fazem parte do Calendário Nacional de Imunização, além de campanhas vigentes (Covid-19 e Influenza).
Além deste movimento, este mês o Paraná participou de uma reunião proposta pelo Ministério da Saúde para falar do programa “Fronteiras Saudáveis e Seguras”, que tem por objetivo promover ações de vacinação na tríplice fronteira. Ficou definido que haverá um período de mobilização nessas regiões entre os dias 2 e 11 de outubro, sendo 7 o Dia D.
Os profissionais da saúde de todo o Estado também participaram agora em setembro de mais uma etapa da oficina de Microplanejamento para Vacinação de Alta Qualidade (MVAQ), realizada pela Sesa e promovida pelo Ministério da Saúde. A capacitação visa criar estratégias e detectar problemas relacionados ao esquema vacinal, ampliando a cobertura.
Por - Agência Brasil
No dia 31 de outubro é comemorado o dia mundial da poupança, e por conta disso na Sicredi Grandes Lagos o mês de outubro inteiro é considerado o mês da poupança.
Pensando em incentivar o ato de poupar, a cooperativa realiza várias ações e promoções em todas as agências. E nesta quarta-feira, 27, foi realizado um encontro com os meios de comunicação parceiros da Sicredi Grandes Lagos, para falar das ações/promoções que ja estão ocorrendo.
A equipe da Cantu conversou com o presidente da Sicredi Grandes Lagos, Orlando Muffato, confira;

























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