As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados de atendimento começam a semana com a oferta de 15,3 mil vagas de emprego com carteira assinada no Estado.
A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 2.995 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de magarefe, com 420 vagas disponíveis, abatedor de aves, com 313, e operador de telemarketing receptivo, com 286.
A Região Metropolitana de Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (3.971). São ofertadas 286 vagas para operador de telemarketing receptivo, 164 para auxiliar de linha de produção, 160 para operador de telemarketing ativo e 160 para operador de marketing ativo e receptivo.
Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 94 vagas para preenchimento imediato: ajudante de carga e descarga de mercadorias (62), auxiliar de expedição (15), encanador (10), analista de recursos humanos (4) e ajudante de estruturas metálicas (3).
A Região de Cascavel aparece em seguida, com 3.485 oportunidades. São 700 vagas para auxiliar de linha produção, 420 para magarefe, 200 para abatedor de aves e 130 para abatedor de porcos.
Nas demais regionais do Interior são destaques Londrina (1.422), Pato Branco (1.303), Foz do Iguaçu (1.143) e Campo Mourão (1.126). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 343, alimentador de linha de produção, com 140, vendedor interno, com 47, e operador de caixa, com 41 oportunidades.
Em Pato Branco, os destaques são para auxiliar de linha de produção (352), operador de processo de produção (70), auxiliar de almoxarifado (60) e trabalhador de avicultura de corte (55).
Em Foz do Iguaçu, há oferta de emprego para as funções de auxiliar de linha de produção, com 347 oportunidades, abatedor de aves, com 80, auxiliar de cozinha, com 55, e atendente de bar, com 51.
Na região de Campo Mourão são ofertadas 286 vagas para auxiliar de linha de produção, 47 para soldador, 40 para caldeireiro de manutenção e 33 para abatedor de aves.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.
O turismo do Paraná está em Buenos Aires (Argentina), por meio da Secretaria de Estado do Turismo (SETU) e representantes do trade turístico paranaense, para vender seus atrativos na Fit América Latina 2023.
A feira reúne expositores nacionais e internacionais de hotelaria, agências de viagem, operadores de turismo e meios de hospedagem rural, partir deste sábado (30) até 3 de outubro.
É a primeira vez que a secretaria participa de uma feira internacional com estande próprio. Juntos no espaço da SETU estão empresários da Serra das Nascentes (região de Roncador e Manoel Ribas) que abriga um pool de empreendimentos turísticos; de Guarapuava e Maringá; de Paranaguá – ponto de desembarque dos navios de cruzeiro no Estado – e do Convention and Visitors Bureau de Curitiba.
A missão na capital portenha é promover os destinos paranaenses, atrair mais turistas argentinos e aumentar a possibilidade dos voos diretos entre os países vizinhos e o Estado, como contou o secretario de turismo, Marcio Nunes. “Estamos com voos diretos de Buenos Aires e Montevidéu para Curitiba. Se aumentarmos o número de turistas originários desses locais, consequentemente, teremos mais voos para o Paraná que pode ser a porta de entrada do turista estrangeiro para o Uruguai, Argentina ou Paraguai, por exemplo”.
De acordo com o secretário, a próxima participação em feira internacional será no Paraguai. Ele complementa que, se os países trabalham juntos é possível fazer do turismo já considerado uma grande indústria limpa, uma ESG (Environmental, Social and Governance, conceito voltado ao desenvolvimento sustentável) e uma grande fonte de emprego e renda para todos os países parceiros.
A diretora-geral Camila Aragão disse que o governo está investindo na promoção e perdeu a timidez. “Até agora, todas as feiras internacionais que a secretaria participou foi por meio da Embratur. Nosso objetivo é trabalhar esses países, trazer os argentinos na próxima temporada de verão e independente da época, atrair o turista internacional”, disse. “Estamos investindo de forma efetiva, sozinhos, contando com importante parceria do empresário paranaense nessa caminhada”, afirmou.
A Araucária - Agência de Ciência, Tecnologia e Inovação do Paraná foi convidada a fazer parte da Rede de Estudos Estratégicos da Agência Espacial Brasileira (AEB). A parceria se dá por meio do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Space.
A ideia da rede surgiu a partir da necessidade de discussões sobre avanços científicos, tecnológicos e de gestão que desafiam o Programa Nacional de Atividades Espaciais.
O NAPI Space está ainda em processo de construção na Araucária. Esse novo novo arranjo é voltado a estimular serviços, produtos, aplicações e conectividade na área espacial, gerando novas oportunidades e negócios neste setor.
“Queremos aproximar as instituições parceiras. A Araucária, juntamente com o Instituto Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), OAB-PR e outras instituições têm contribuído bastante, principalmente agora com o Napi Space, nessa área”, destaca o diretor de Governança do Setor Espacial da AEB, Márcio Akira Harada.
“Há um potencial muito grande de gerar conhecimento para o setor. E a rede tem este objetivo de produzir e difundir conhecimento específico para o setor espacial, ao mesmo tempo que serve de ponte com a comunidade científica”, complementa.
“Fazer parte desta rede de estudos é fomentar o que estamos chamando de new space. São produtos, serviços e aplicações que vão gerar novos negócios com esta área espacial. Até então só se focava em lançamento de foguetes e nanosatélites. A gente quer fomentar uma área nova de uso dos satélites existentes e trabalhar com o que há de mais moderno no mundo”, destaca a articuladora do Napi Space e assessora de relações institucionais da Araucária, Cristianne Cordeiro.
Por - AEN
No Mês da Atenção à Pessoa Idosa, o Governo do Paraná, por meio da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda (SETR), promove nesta segunda-feira (02) ações de empregabilidade em toda rede Sine estadual com vagas exclusivas para pessoas com 60 anos ou mais.
Ao todo, serão ofertadas 1.943 oportunidades de trabalho para esta faixa etária. Em Curitiba o evento será na quarta-feira (04).
Agências do Trabalhador e postos avançados de atendimento em todo o Estado terão ações voltadas para trabalhadores com idade igual ou superior a 60 anos em referência ao Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa, comemorado em 1º de outubro. Os mutirões simultâneos fazem parte do cronograma temático da Secretaria. Até o final do mês, a pasta também realiza eventos para a promoção de empregos para mulheres (Outubro Rosa) e mutirões com vagas temporárias.
Para participar, os interessados devem comparecer à sede das agências levando documentos como RG, CPF e Carteira de Trabalho (física ou digital). Os atendimentos ocorrem das 8h às 16h.
Na Agência do Trabalhador Central de Curitiba, o evento reúne 400 vagas exclusivas para pessoas com 50 anos ou mais (não apenas para 60). Pelo menos 15 empresas já confirmaram presença no processo de recrutamento.
Para o secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, os mutirões voltados a esta faixa etária são essenciais para a recolocação de trabalhadores no mercado e, sobretudo, garantir a obtenção de renda em um período importante da vida. "A promoção do trabalho digno para pessoas idosas é uma das mais importantes ferramentas de combate ao etarismo. São trabalhadoras e trabalhadores com condições de contribuir, e muito, com a economia do estado", disse.
Ele lembra que muitas famílias dependem financeiramente de integrantes entre 50 e 70 anos. "Com as mudanças no sistema previdenciário, exigindo um período maior de contribuição e mais tempo de trabalho, precisamos garantir oportunidades para quem é responsável não só pelo próprio sustento mas também, muitas vezes, de uma família inteira", afirmou.
Por - AEN
A sétima edição da Operação Mata Atlântica em Pé no Paraná, força-tarefa coordenada pelo Ministério Público com o apoio do Instituto Água e Terra (IAT), identificou uma área de 4.082,44 hectares de desmatamento ilegal no Estado, com a aplicação de R$ 28.560.200,00 em multas.
Todas as propriedades foram embargadas para qualquer finalidade de uso. O balanço dos dez dias da ação foi apresentado nesta sexta-feira (29).
O Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Científica do Paraná também participaram das fiscalizações.
Somente os agentes do IAT aplicaram 291 Autos de Infração Ambiental (AIA) no período, no valor de R$ 21.560.200,00, em uma área correspondente a 1.548 hectares, concentrada em 16 municípios da região Centro-Sul – Campina do Simão, Candói, Cantagalo, Espigão Alto do Iguaçu, Goioxim, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Marquinho, Nova Laranjeiras, Pinhão, Porto Barreiro, Prudentópolis, Quedas do Iguaçu, Reserva do Iguaçu, Turvo e Virmond.
O maior número de ocorrências se deu em Prudentópolis, com 80 pontos de desmatamento. A maior área devastada em uma única propriedade foi verificada em Guarapuava, com a supressão de 51,22 hectares de Mata Atlântica. Também na cidade foi lavrado o AIA mais expressivo, no valor de R$ 616 mil.
“Infelizmente ainda temos muitos infratores que insistem em achar que não serão identificados e teimam em desmatar. Mas nós chagamos neles e punimos, como mostra o sucesso desta operação compartilhada com o Ministério Público e outros órgãos”, afirmou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
Até o momento, nos nove meses de 2023, o órgão ambiental emitiu 865 AIA, no valor total de R$ 48.243.800,00. “São iniciativas que temos feitos periodicamente para deixar muito claro que no Paraná o infrator será punido, que não adianta desmatar porque não vai ficar impune”, destacou.
A partir da detecção dos ilícitos ambientais, os responsáveis são autuados e podem responder judicialmente nas esferas cível e criminal, além de estarem sujeitos a sanções administrativas relacionadas aos registros das propriedades rurais. “Damos início agora ao processo de responsabilização administrativa desses infratores. O Ministério Público vai aguardar o recebimento de toda a documentação para tomar as devidas providências, tanto na esfera civil quanto criminal”, ressaltou o promotor Alexandre Gaio, coordenador nacional da operação.
NACIONAL – No País, considerando os 17 estados com remanescentes do bioma, a Operação Mata Atlântica em Pé identificou 15.439 hectares com supressão ilegal de vegetação nativa – em 2022 foram 11,9 mil. O trabalho resultou na aplicação de R$ 81.763.889,28 em multas até o momento – alguns estados ainda não contabilizaram o total.
FISCALIZAÇÃO – Com o apoio da tecnologia e dos esforços de fiscais do Instituto Água e Terra, o Paraná tem diminuído o desmatamento ilegal de sua vegetação nativa. Segundo o levantamento do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, o Paraná foi o estado que mais reduziu o desmatamento ilegal da Mata Atlântica no País nos primeiros cinco meses de 2023.
A área de vegetação suprimida passou de 1,8 mil hectares para 860 hectares no comparativo com o mesmo período de 2022, uma queda de 54%. Recentemente, o IAT aderiu ao programa Brasil M.A.I.S (Meio Ambiente Integrado e Seguro), do governo federal, que vai permitir ao órgão ampliar a capacidade tecnológica de fiscalização ambiental no Paraná.
O convênio com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Federal (PF), possibilitou o acesso à plataforma Rede MAIS, que oferece imagens diárias produzidas por mais de 180 satélites com resolução espacial de três metros, garantindo precisão e um detalhamento maior das regiões monitoradas.
O QUE É – A Operação Mata Atlântica em Pé ocorreu em 17 estados da Federação: Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe. Os trabalhos, coordenados regionalmente pelos Ministérios Públicos, focaram na identificação das áreas desmatadas, responsabilização dos causadores dos crimes ambientais e interrupção do avanço do homem nos locais de preservação permanente.
As ações tiveram início no dia 18 de setembro e seguiram até esta sexta-feira (29). Com base em denúncias pelo Disque Denúncia 181 e nas imagens de satélite, foi feito um planejamento pelas instituições envolvidas para que as equipes de fiscalização fossem in loco verificar os danos ambientais. Com a identificação dos pontos críticos, os profissionais abordaram as propriedades, constataram os crimes e notificaram os responsáveis, que foram autuados pelas práticas ilegais.
Por - AEN
Novas ações coordenadas e integradas para o combate ao crime organizado em fronteiras e divisas foram propostas durante a terceira edição do SULMaSSP, grupo que reúne os secretários da segurança pública do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
No encontro, realizado nesta quinta e sexta-feira (28 e 29), em Campo Grande (MS), foi assinado um acordo para instituir grupos de estudo e nomear recursos humanos que farão análises e proposição de ações para a política pública da área da segurança.
No primeiro dia, o debate focou a promoção de ação integrada para desarticulação de organizações criminosas tanto na fronteira quanto nas cidades. Nesta sexta-feira foram discutidas soluções tecnológicas e combate de crimes cometidos no campo. “A reunião reforçou e aprimorou as estratégias traçadas nas edições anteriores do SULMaSSP, por meio de um balanço e avaliação das ações realizadas”, afirmou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
Ele explicou que o SULMaSSP, criado em março de 2023, surgiu da decisão dos cinco estados de integrar as áreas da inteligência e operacional para dar mais eficácia às ações. “As duas reuniões anteriores resultaram em operações bastante positivas. Os encontros vêm crescendo e criando força, a ponto de termos tratativas legislativas que foram sugeridas e já estão sendo debatidas em âmbito nacional”, disse.
Nesta terceira edição, a ênfase foi estabelecer uma integração sólida entre os estados. O secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira, afirmou que o combate ao crime organizado, a partir de investimentos e iniciativas como o SULMaspp, promove o progresso e contribui para o bem-estar social. “O Mato Grosso do Sul é um estado pujante, com índices de criminalidade em queda. Mas, quando nos alinhamos, este trabalho se torna mais fácil. É isso que estamos buscando”, disse.
PRIMEIRAS EDIÇÕES – Depois do primeiro encontro, em março de 2023, em Curitiba, já houve uma grande operação com pontos de bloqueios na divisa entre os estados, patrulhamento em rodovias, marítimo e aéreo, e abordagens a veículos e pessoas, identificação e monitoramento de possíveis infratores e ações de repressão qualificada.
As ações resultaram no cumprimento de 103 mandados judiciais, prisão de 127 pessoas, apreensão de 184 veículos, além 32 mil pessoas abordadas, 40 mil maços de cigarros contrabandeados apreendidos, 17 armas de fogo retiradas de circulação, a apreensão de 3.487 mil toneladas de entorpecentes.
Após se reunirem em julho deste ano na capital paulista, houve mais uma operação com um efetivo de 17 mil policiais dos cinco estados. Mais de 1.500 pessoas foram presas. Ela também resultou na apreensão de 11 toneladas de entorpecentes e na captura de 423 foragidos. Foram retiradas de circulação 185 armas de fogo e recuperados 145 veículos.


























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