O Paraná Bom de Bola abriu no final de semana o calendário de jogos oficiais da Secretaria de Estado do Esporte (SEES) com disputas em 12 regionais do Estado. Foram mais de 10 mil participantes de 208 municípios paranaenses, totalizando 381 equipes.
“Tivemos jogos eletrizantes, bem disputados, com algumas equipes já classificadas para a Fase Macrorregional. Aguardaremos o segundo final de semana, onde teremos as finais das outras categorias. Esperamos novamente a grande presença do público”, afirma o coordenador do Paraná Bom de Bola, Marcelo Neves.
A segunda etapa da Fase Regional acontecerá entre 10 e 12 de maio, nos mesmos municípios-sede: Campo Largo, Castro, Ribeirão do Pinhal, Florestópolis, Mandaguari, Umuarama, Boa Esperança, Lindoeste, Marmeleiro, Reserva do Iguaçu, Medianeira e Pitanga. Confira AQUI os resultados da competição neste final de semana.
Lançado em 2021, o Paraná Bom de Bola é uma competição exclusiva de futebol de campo, disputada em quatro categorias: 15+ feminino, sub-16 masculino, sub-20 masculino e 50+ master. A 3ª edição, em 2023, alcançou mais de 8 mil atletas, totalizando 327 equipes competindo, sendo 30 delas femininas – em 2024, são 36. Veja AQUI mais detalhes da primeira etapa da Fase Regional por cidade-sede.
PRÓXIMAS FASES – Definidos os classificados da Fase Regional, no dia 12 de maio, o Paraná Bom de Bola continua entre 25 e 28 de julho, com a Fase Macrorregional, sediada por quatro municípios: Guarapuava, Cornélio Procópio, Paraíso do Norte e Capanema. As finais serão em Arapongas, agendadas para duas datas: de 12 a 15 de setembro e de 27 a 29 do mesmo mês.
JOGOS OFICIAIS – O Paraná Bom de Bola marcou a abertura do calendário de jogos oficiais do Estado que ocorrem ao longo do ano: Jogos de Aventura e Natureza, Jogos Escolares, Jogos Escolares - Bom de Bola, Jogos Abertos, Jogos Abertos – Master, Jogos Paradesportivos, Jogos da Juventude, Paraná Combate, Jogos Universitários, Jogos da Integração do Idoso, além do Bom de Bola.
26 a 28 de abril e 10 a 12 de maio – regional do Paraná Bom de Bola
03 a 08 de maio – Jogos Escolares (Regional 1)
09 a 17 de maio – Jogos Escolares (Regional Curitiba)
17 a 22 de maio – Jogos Escolares (Regional 2)
17 a 26 de maio – Jogos de Aventura e Natureza (Regional Curitiba e Região Metropolitana)
23 a 26 de maio – Jogos da Juventude (Regional 1)
29 de maio a 2 de junho – Jogos Paradesportivos
6 a 9 de junho – Jogos da Juventude (Regional 2)
12 a 16 de junho – Jogos Escolares (Macrorregional)
18 a 21 de junho – Jogos da Integração do Idoso
20 a 23 de junho – Jogos Abertos (Regional 1)
27 a 30 de junho – Jogos Abertos (Regional 2)
5 a 11 de julho – Jogos Universitários
12 a 20 de julho – Jogos Escolares (Final 12 a 14 anos)
13 a 21 de julho – Jogos de Aventura e Natureza (Festival de Inverno - Litoral)
2 a 10 de agosto – Jogos Escolares (Final 15 a 17 anos)
15 a 18 de agosto – Jogos da Juventude (Macrorregional)
22 a 25 de agosto – Jogos Escolares Bom de Bola (Regional 1)
26 a 30 de agosto – Jogos Escolares Bom de Bola (Regional Curitiba)
29 de agosto a 1 de setembro – Jogos Abertos (Macrorregional)
5 a 8 de setembro – Jogos Escolares Bom de Bola (Regional 2)
11 a 15 de setembro – Paraná Combate
14 a 22 de setembro – Jogos de Aventura e Natureza (Sudoeste)
19 a 22 de setembro – Jogos Escolares Bom de Bola (Macrorregional)
8 a 13 de outubro – Jogos Escolares Bom de Bola (Final)
17 a 20 de outubro – Jogos da Juventude (Final 1)
31 de outubro a 3 de novembro – Jogos da Juventude (Final 2)
8 a 13 de novembro – Jogos da Integração do Idoso
13 a 17 de novembro – Jogos Abertos Master
21 a 24 de novembro – Jogos Abertos (Final 1)
28 a 30 de novembro – Jogos Abertos (Final 2)
Por - AEN
A Campanha de Atualização dos Rebanhos do Paraná de 2024 começa nesta quarta-feira, 1º de maio, e se estenderá até 30 de junho.
A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) lembra que a atualização é obrigatória para todos os produtores rurais com animais de produção de qualquer espécie sob sua guarda. Aqueles que não cumprirem a exigência ficarão impedidos de obter a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que permite a movimentação de animais entre propriedades e para abate nos frigoríficos.
A GTA somente será emitida após a atualização de todas as espécies animais existentes na propriedade (bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda).
Os produtores podem fazer a atualização pelo aplicativo Paraná Agro, pelo site da Adapar ou presencialmente em uma das Unidades Locais da Adapar, Sindicatos Rurais ou Escritório de Atendimento de seu município. A partir de 30 de junho, o produtor que não atualizar o rebanho estará sujeito a penalidades previstas na legislação, inclusive multas.
O acesso ao sistema também está disponível de forma direta por meio do link www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho. Para fazer a comprovação, o produtor deve ter o CPF cadastrado. Nos casos em que seja necessário ajustar o cadastro inicial (correção de e-mail ou outra informação), o telefone para contato é (41) 3200-5007.
Segundo a Gerência de Saúde Animal, existem 155 mil propriedades no Paraná e 192 mil explorações pecuárias, sendo que as principais espécies somam, aproximadamente, 8,6 milhões de bovinos, 7 milhões de suínos, 20 mil aviários, 240 mil equídeos, além de outros animais.
ÁREA LIVRE – O Paraná foi reconhecido internacionalmente como Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 27 de maio de 2021. Como compromisso do Estado, há a necessidade de se realizar o cadastro de todos os animais uma vez por ano, durante os meses de maio e junho.
O gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, alertou que a atualização do rebanho é importante para os próprios produtores, pois possibilita uma ação rápida nos casos de suspeita inicial de doenças nos animais. “O status de Área Livre Sem Vacinação que o Estado conquistou após muito esforço exige uma vigilância permanente, e é isso que queremos ao exigir a atualização do rebanho das propriedades rurais do Estado”, afirmou.
O diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, destacou que o trabalho dos profissionais da entidade não parou após a conquista na OIE. “Agora estamos ainda mais vigilantes, cuidando com muita atenção das fronteiras e das divisas do Estado, trocando muitas informações com os Conselhos de Sanidade Agropecuária e com entidades representativas do setor, e precisamos desse auxílio dos produtores para que nos forneçam os dados e juntos consigamos manter o status do Paraná”, disse.
Por - AEN
Estão abertas as inscrições para o Ganhando o Mundo Agrícola, ação que integra o programa Ganhando o Mundo, do Governo do Estado, realizado por meio da Secretaria da Educação.
São 100 vagas disponíveis e o destino escolhido foi o estado de Iowa, nos Estados Unidos, que é reconhecido como um dos principais polos agrícolas do mundo, oferecendo diversidade de experiências e aprendizados no segmento agropecuário.
O edital 26/2024 para esta edição inédita foi divulgado nesta segunda-feira (29) e as inscrições vão até o dia 15 de maio. Ela é destinada a alunos de 1ª série dos cursos técnicos em agropecuária, agrícola, florestal, operações de máquinas florestais e agronegócio, em um dos centros estaduais de educação profissional, constantes no edital e que também tenham estudado do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em uma escola da rede estadual do Paraná. O resultado será divulgado no dia 12 e junho.
Assim como nas demais edições, no Ganhando o Mundo Agrícola os estudantes receberão uma bolsa intercâmbio mensal, composta por cinco parcelas de R$ 800, para cobrir despesas durante o período no exterior. Além disso, os intercambistas contarão com assistência de seguro (viagem e saúde) e acomodação em casas de família ou residências estudantis no país de destino.
As despesas relacionadas ao processo de intercâmbio, desde a emissão de documentos até os embarques e desembarques, também serão custeadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR).
"O estado de Iowa é líder em tecnologia agrícola, com extensas áreas de cultivo e empreendimentos agrícolas de reconhecimento internacional, que adotam tecnologias de ponta para aumentar a eficiência e a produtividade. Durante o intercâmbio, os participantes terão a oportunidade de aprender, por exemplo, sobre o uso de drones, GPS, sistemas de irrigação e outras inovações que estão moldando o futuro da agricultura", afirma o secretário da Educação, Roni Miranda.
As cidades que contam com colégios agrícolas e florestais são Apucarana, Pinhais, Lapa, Rio Negro, Campo Mourão, Cascavel, Santa Mariana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Manoel Ribas, Cambará, Diamante do Norte, Clevelândia, Castro, Palmeira, Ponta Grossa, Ortigueira, Palotina, Toledo, Cruz Machado, São Mateus do Sul, Sapopema, Umuarama e Arapoti. Há Casas Familiares Rurais e Cursos Técnicos em Agronegócio em outros lugares.
GANHANDO O MUNDO – Criado em 2019 pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) como um programa de intercâmbio estudantil, o programa já levou 1.240 estudantes da rede estadual de ensino para países de língua inglesas da América do Norte, Europa e Oceania. A nova etapa aos alunos, para 2025, terá 1.200 vagas.
O Ganhando o Mundo Professores foi a primeira edição do programa no Canadá e Finlândia – na qual participaram 96 docentes. As vagas foram abertas para professores ou pedagogos cursistas e professores ou pedagogos formadores de todas as regiões do Estado.
Depois de estudantes, professores e pedagogos, os diretores da rede estadual terão uma experiência internacional. O anúncio foi feito em fevereiro durante o Seminário dos Diretores com Foco na Aprendizagem, que reuniu em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, 2 mil profissionais da educação de toda a rede estadual. O programa levará, ainda em 2024, 200 gestores das escolas estaduais para uma capacitação de duas semanas no Chile, com embarques previstos para agosto. O investimento será de cerca de R$ 5 milhões.
Outras modalidades lançadas recentemente foram o Ganhando o Mundo Ciência e Ganhando o Mundo Servidor. Gerido pela Fundação Araucária, o primeiro prevê, em uma primeira etapa, a oferta de 100 bolsas de iniciação científica e 100 de pós-doutorado aos estudantes e professores das universidades estaduais. O segundo, lançado na semana passada, garante que servidores e agentes públicos do Paraná que se destaquem pelo bom trabalho desempenhado em suas respectivas funções poderão receber novas premiações anuais, incluindo viagens internacionais.
Por - AEN
Com 1.014.223 doses aplicadas contra a gripe (Influenza) desde o início da campanha, em 25 de março, o Paraná chegou a 25,36% de cobertura vacinal dos grupos prioritários.
Apesar do número colocar o Estado em quinto lugar no ranking nacional de vacinação em relação aos demais estados, mais de 3,5 milhões de pessoas ainda não compareceram para receber a dose contra a doença.
Os dados da plataforma nacional do Ministério da Saúde são referentes à 26ª Campanha Nacional contra a Influenza, que segue oficialmente até o dia 31 de maio. A vacinação é direcionada aos públicos elegíveis, como idosos, crianças (a partir dos seis meses a menores de seis anos de idade), gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, trabalhadores da saúde, professores, entre outros.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) já recebeu 3.172.000 doses do imunizante para as 22 Regionais de Saúde, contemplando todos os 399 municípios. Elas são trivalentes, fabricadas pelo Instituto Butantan e possuem três tipos de cepas de vírus combinadas: A (H1N1); A (H3N2) e B (linhagem B/Victoria). Crianças que vão receber a vacina pela primeira vez deverão tomar duas doses, com um intervalo de 30 dias. A partir de 9 anos de idade é necessária apenas uma dose.
A vacina da Influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação e também com outros medicamentos, desde que as administrações sejam feitas com seringas e agulhas diferentes em diferentes locais. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os doadores de sangue que tiverem sido vacinados contra Influenza devem aguardar 48 horas após a vacinação para doarem.
“Nossa meta é chegar aos 90% de cobertura vacinal, então ainda temos muito trabalho pela frente. Queremos convocar aqueles que ainda não se vacinaram para que façam isso antes da mudança de temperatura e da chegada do frio”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
17 MILHÕES – Até ao momento já foram aplicadas 17.286.961 em todo o País, que tem uma população-alvo de 75.811.681 pessoas, o que representa 25,88% de cobertura vacinal de gestantes, puérperas, idosos, crianças, povos indígenas vivendo em terras indígenas, entre outros. Na frente do Paraná em números absolutos estão os estados de São Paulo (4.152.97), Minas Gerais (2.090.585), Rio Grande do Sul (1.541.735) e Rio de Janeiro (1.462.969).
2023 – No ano passado, o público-alvo para a vacinação da gripe no Paraná contemplava 4.627.656 pessoas. Deste quantitativo, o Estado atingiu 55,40% de cobertura vacinal geral dos grupos prioritários e 52,61% de cobertura dos povos indígenas.
Por - AEN
O advogado criminalista Daniel Genessini Honesko, 35 anos, foi morto a tiros pelo irmão na noite de domingo (28), em Cascavel, no oeste do Paraná, segundo a Polícia Civil.
Daniel foi atingido por quatro tiros dentro da própria casa, no Bairro Cascavel Velho, onde morava com o suspeito pelo crime e outro irmão, informou o delegado Fabiano Moza do Nascimento nesta segunda-feira (29).
De acordo com o relato de uma testemunha, a vítima e o suspeito vinham tendo discussões constantemente com relação a venda do imóvel. Após uma nova discussão no domingo (28), ocorreu o crime.
Depois do crime, o suspeito fugiu, mas foi encontrado pela polícia na manhã desta segunda-feira (29) em um motel. Ele foi preso e levado à Delegacia de Polícia Civil de Cascavel e deve ser ouvido nas próximas horas.
Segundo o delegado Fabiano, o suspeito tinha passagens pela polícia. No quarto dele foram encontradas porções de maconha.
OAB se manifesta
A Subseção de Cascavel da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) emitiu uma nota onde lamentou a morte de Daniel
"A entidade lamenta profundamente, se solidariza com toda a família e os amigos da vítima e espera a rápida apuração dos fatos para que haja Justiça em memória do advogado", diz a nota.
Por G1
O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento publicou nesta segunda-feira (29) um levantamento, feito em março/2024, com os preços médios das terras agrícolas.
Ele pode ser usado por proprietários como parâmetro para negociações, além de ser balizador para outras entidades, como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O levantamento municipal de preço de terras no Estado é realizado pelo Deral desde 1998.
O maior preço de terra da classe A-I, considerada a melhor por ser plana, fértil, bem drenada e profunda, foi verificado em Maringá, no Norte do Estado, com R$ 175,7 mil o hectare. Outras cidades com a mesma classe e valores altos são Arapongas, Doutor Camargo, Foz do Iguaçu, Ivatuba, Paiçandu e Sarandi. Já o menor valor nesse mesmo grupo, na classe IV, que é de menor aptidão agrícola, mas ainda mecanizado, está em Adrianópolis, município do Vale do Ribeira, na Região Metropolitana de Curitiba, cujo hectare vale R$ 20,5 mil.
A média gira em torno de R$ 41 mil a R$ 96 mil para o hectare de soja, dependendo da estrutura que cada local apresente. Em 2023 a média tinha alternado entre R$ 60 mil a R$ 103 mil.
A atual classificação de terras no Estado é de 2017. O grupo A tem as classes que vão de I a IV, começando pelas áreas planas e férteis até mais declivosas ou rasas, restringindo o uso na agricultura.
Além das terras agricultáveis, há o grupo B com as classes VI e VII, para utilização em pastagens ou reflorestamento. Nesse caso, os valores levantados pelo Deral são em média de R$ 41 mil o hectare para a classe VI e de R$ 29 mil para a classe VII. Na VI vai de cerca de R$ 72,3 mil em Foz do Iguaçu a R$ 19,6 mil em São Mateus do Sul. Na VII, varia de em torno de R$ 53 mil em Rancho Alegre a R$ 13,4 mil em General Carneiro.
O grupo C classe VIII congrega as terras impróprias para agricultura, pastagem ou reflorestamento. Normalmente elas servem apenas para abrigo e proteção de fauna, flora silvestre, ou como ambiente de recreação e para fins de armazenamento de água. A média de preço está em R$ 12 mil (as máximas giram em torno de R$ 21,1 mil em Rolândia a R$ 5,5 mil em Rio Branco do Sul).
Segundo o coordenador da Divisão de Conjuntura do Deral, Carlos Hugo Godinho, não é tanto o preço final conseguido pelo produtor em relação ao seu produto que pesa, mas o lucro que ele extraiu da propriedade. “A terra é um ativo muito importante e o que vale é a capacidade de retorno financeiro ao produtor”, disse. Assim, o valor de um produto precisa ser olhado levando em conta outras variáveis. Se o preço da soja cair em um determinado ano e o custo de produção também tiver redução, o produtor ainda poderá, em muitos casos, ter a mesma rentabilidade.
“Em um ano ruim como esse que passou, se o produtor conseguiu manter sua produção dentro da normalidade, teve lucratividade e a garantia de bom preço para suas terras”, salientou Godinho. Segundo ele, os preços das terras agricultáveis no Paraná, classificadas no grupo A, tiveram redução média de 5% no levantamento feito em março deste ano comparativamente a março de 2023. Esse percentual foi influenciado pela menor rentabilidade conseguida pela soja, que é o principal valor de referência na comercialização das terras no Estado.
Ele também acrescenta que uma mesma propriedade pode ter mais de uma classe. Além disso, na definição dos preços, o Deral leva em conta aspectos de infraestrutura disponível para o transporte, proximidade e acesso ao mercado consumidor, e eventuais restrições de plantio.
Outro aspecto levado em consideração na composição dos preços das terras é o potencial de cultivo. Nas áreas onde se faz a alternância do plantio de soja e trigo, as propriedades são menos valorizadas do que em regiões onde se consegue plantar até três safras de grãos consecutivas como a de verão, segunda safra e de inverno, cujo retorno econômico é possivelmente maior.
Confira os preços médios da terra no Paraná . Os levantamentos dos anos anteriores podem ser consultados AQUI.
Por - AEN


























