Fim de semana será de tempo estável e frio ameno no Paraná, aponta Simepar

Sem previsão de chuva na maior parte das regiões, amanhecer de frio ameno, manhãs com nevoeiros e tardes de sol brilhando.

A semana já foi assim no Paraná, e o tempo continua estável neste fim de semana, de acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná). A massa de ar frio e seco que estacionou sobre o Estado aos poucos se distancia, e as temperaturas seguem subindo progressivamente. 

Na sexta-feira (11), nos Campos Gerais, Leste e Sul do Paraná, nevoeiros foram registrados na madrugada e manhã. A tarde o sol ficará entre nuvens. Nas outras regiões, o sol predomina o dia todo. A temperatura mais baixa no início do dia foi em Telêmaco Borba: 6,2°C. A máxima na cidade pode chegar a 21°C. União da Vitória, por exemplo, não terá temperaturas acima de 18°C, e em Maringá, sem a presença de nuvens, o tempo estará mais quente: a mínima foi de 16,6°C e a máxima pode chegar a 25°C. 

No sábado (12) as temperaturas sobem um pouco mais. O dia terá predomínio de sol, com exceção das regiões Centro-Sul, Sudeste, Campos Gerais e a faixa Leste, que ainda registram nevoeiros ao amanhecer. A Capital fica com temperaturas entre 9°C e 19°C, e Paranavaí poderá atingir máxima de 27°C, com mínima prevista de 14°C. Loanda pode chegar aos 28°C.

No domingo (13) o calor segue sendo registrado nas faixas Norte e Oeste do Estado. Já no Sul, Centro-Sul, Campos Gerais e Leste as condições se mantêm favoráveis para formação de nevoeiros. Em Paranaguá a temperatura fica entre 15°C e 20°C, em Guarapuava entre 9°C e 19°C, e em Guaíra e Umuarama entre 15°C e 25°C.

“Na faixa Leste no domingo, devido à circulação marítima, haverá uma maior cobertura de nuvens e também possibilidade para chuvas fracas, rápidas e isoladas, principalmente durante o amanhecer, inclusive na capital. Por conta dessa grande nebulosidade, as temperaturas máximas não se elevam tanto”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.

As condições do tempo permanecem estáveis no início da próxima semana, e muito similares ao que ocorreu na semana anterior: amanhecer mais gelado no Leste, Centro-Sul, Sul, Sudeste e Campos Gerais, com nevoeiro no amanhecer e sol a tarde; e sol o dia todo nas outras regiões do estado. As temperaturas se elevarão progressivamente ao longo dos dias.

SIMEPAR - Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.

Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.

 

 

 

 

Por - AEN

 Paraná registra em junho o 2º menor tempo de abertura de empresas da história

8 horas, 5 minutos e 53 segundos. Esse foi o tempo médio para abertura de empresas no Paraná no mês de junho, de acordo com relatório da Junta Comercial do Paraná (Jucepar) , divulgado nesta quinta-feira (10).

A média nacional ficou em 1 dia e 3 horas. Essa é a segunda melhor marca alcançada pelo Estado na história, atrás apenas de abril de 2024, quando os empreendedores paranaenses levaram, em média, 8 horas e 4 minutos para concluir o processo. 

Com os números de junho, o Paraná se manteve na terceira colocação no ranking nacional de agilidade, atrás apenas do Piauí, que registrou 5 horas, 37 minutos e 59 segundos e de Sergipe, com 6 horas, 5 minutos e 53 segundos. Vale ressaltar que o número de processos abertos por aqui é mais de oito vezes maior ao do primeiro colocado e 13 vezes maior em relação ao terceiro colocado. Enquanto o Piauí registrou 781 processos e Sergipe 499, o Paraná totalizou 6.576, terceiro maior volume do Brasil, atrás somente de São Paulo (26.147) e Minas Gerais (8.055).

Com relação ao tempo de consulta de viabilidade total, o Paraná subiu da 7ª para a 6ª posição nacional, com 6 horas, 41 minutos e 8 segundos. Já o tempo médio de consulta de viabilidade de nome ficou em apenas 1 minuto e 12 segundos. Por fim, na conferência de viabilidade de endereço, o Estado subiu duas posições no ranking, chegando à 7ª colocação, com 6 horas, 40 minutos e 9 segundos, uma redução de quase 50 minutos em relação ao mês anterior. 

Segundo o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni, os dados de junho confirmam que o Paraná continua sendo referência nacional na abertura de empresas. “Mantivemos a terceira melhor média do Brasil, mesmo com um dos maiores volumes de processos. E não é só quantidade. Conseguimos reduzir de forma expressiva o tempo total de abertura, com avanços importantes na etapa de viabilidade locacional, que é sempre um desafio, pois envolve diretamente a atuação dos municípios”, explica. 

“E não vamos parar por aqui. Em breve, o Governo do Estado deve apresentar novos projetos voltados à automação e ao georreferenciamento das áreas urbanas, o que vai qualificar ainda mais essa etapa e tornar a resposta dos municípios mais rápida, precisa e segura. Esses investimentos fazem parte da estratégia de transformar o Paraná no melhor Estado para se empreender no país, com simplicidade, tecnologia e parceria entre todos os entes envolvidos”, finaliza o presidente.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Paraná tem melhor semestre desde 1997 em exportações de suínos com 110,7 mil toneladas

O Paraná teve o melhor semestre em exportações de carne suína desde 1997, quando a plataforma Comex Stat/MDIC iniciou o levantamento da série histórica. Foram exportadas 110,7 mil toneladas, o que representa um crescimento de 39,4% (ou 31,3 mil toneladas a mais) em relação ao mesmo período do ano anterior.

A informação faz parte do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 4 a 10 de julho. O documento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), acentua, ainda, que o volume superou em 6,1% (ou 6,4 mil toneladas) o recorde anterior, alcançado no 2.º semestre de 2024.

“Vale ressaltar que os últimos quatro recordes ocorreram todos no segundo semestre, o que reforça a relevância do resultado obtido nos primeiros seis meses de 2025”, salientou a veterinária Priscila Cavalheiro Marcenovicz. Segundo ela, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento das exportações para importantes parceiros comerciais do Estado.

Hong Kong liderou as aquisições, com 20,5 mil toneladas – crescimento de 23,9% (ou 3,9 mil toneladas) em comparação com o mesmo período de 2024. Na sequência vieram Uruguai, Argentina, Filipinas, Singapura e Vietnã. “Considerando que nos últimos dez anos o volume de carne suína exportado no segundo semestre superou o do primeiro, a expectativa é que o Paraná registre novo recorde no segundo semestre deste ano”, disse Priscila.

FRANGO – A exportação de carne de frango brasileira já começa a se recuperar dos embargos impostos com a identificação de um foco de influenza aviária em avicultura comercial em Montenegro (RS). A maioria dos mercados está retomando o fluxo gradativamente.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o faturamento com as exportações, considerando os produtos in natura e processados, cresceu 5,1% no primeiro semestre de 2025, alcançando US$ 4,871 bilhões. No mesmo período do ano passado foram US$ 4,636 bilhões. Em volume, subiu de 2,58 milhões de toneladas para 2,6 milhões de toneladas (0,5%).

Os principais destinos da carne de frango brasileiro em 2025 foram Emirados Árabes Unidos (231,1 mil toneladas), China (228,6 mil toneladas), Arábia Saudita (201,9 mil toneladas), Japão (198,2 mil toneladas), África do Sul (133,9 mil toneladas), União Europeia (125,3 mil toneladas), Filipinas (122,6 mil toneladas) e México (89,9 mil toneladas).

OVOS – As exportações brasileiras de ovos mostraram um crescimento nos primeiros cinco meses de 2025. De janeiro a maio foram exportadas 26.126 toneladas de ovoprodutos, aumento de 35,7% em comparação com as 19.247 toneladas registradas no mesmo período de 2024.

O faturamento seguiu a mesma tendência de alta, com US$ 86,127 milhões agora, contra US$ 68,690 milhões no ano anterior. A liderança é de São Paulo. O Paraná é o quarto maior exportador, mas teve redução no período. Em 2024 exportou 4.567 toneladas com faturamento de US$ 19,051 milhões, enquanto agora foram 2.961 toneladas e receitas de US$ 14,408 milhões.

BOVINO – A cotação da arroba bovina tem sido pressionada neste mês de julho. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o produto já acumula baixa de 3,72%, sendo comercializado a R$ 305,60. Os abatedouros operam com escalas suficientemente confortáveis para negociar melhores preços.

No Paraná, a pesquisa do Deral mostra pequena recuperação do preço no atacado. Em média o dianteiro foi comercializado por R$ 19,07 o quilo e o traseiro por R$ 25,25. A concorrência com a carne suína e de frango, que são mais baratas, tem ajudando a manter os preços sem grandes variações.

CEVADA – De acordo com o boletim do Deral, o plantio da cevada atingiu 90% da área prevista, com avanço de 13 pontos percentuais na primeira semana de julho. O bom ritmo deverá se estender nas próximas semanas, favorecido pela boa disponibilidade de água no solo e pela previsão de tempo firme.

Espera-se que a semeadura seja completada ainda em julho. As geadas observadas até agora impactaram apenas de forma pontual a cultura. A produção estimada é de 423 mil toneladas, volume 43% superior às 296 mil toneladas colhidas no ano passado. O crescimento é impulsionado principalmente pelo acréscimo de 20% na área cultivada, passando de 80,5 mil hectares para 96,9 mil.

MILHO – A colheita da segunda safra 2024/25 segue em andamento no Paraná e já alcança quase um terço da área total estimada, com 29% da área colhida. Nas últimas cinco safras, neste período a colheita tinha atingido 20%. As áreas consideradas boas baixaram de 68% para 64%, as em condições medianas subiram de 18% para 20%, e as ruins de 14% para 15%. Isso pode estar relacionado às geadas ocorridas no final de junho.

FRUTAS – O Paraná é bastante dependente do fornecimento de frutas de outros estados e regiões. Por isso a variação dos preços depende das épocas de produção, condições climáticas, ocorrência de pragas, custo de frete, entre outros fatores.

O documento do Deral analisa os preços nominais praticados em 12 das principais frutas comercializadas na unidade de Curitiba da Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa-PR) pelo período de um ano. Foram observados aumento em quatro frutas – limão tahiti, mamão formosa, morango e abacate; baixa em sete – melão, manga tommy atkins, banana caturra, melancia, maçã gala, abacaxi e uva Niágara; e uma – laranja – se manteve estável.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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