MEC terá de explicar ao Supremo por que não reabriu inscrições do Enem a todos com direito à isenção
Ministério da Educação terá de explicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) por que não reabriu inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a todos que têm direito à isenção.
O ministro Dias Toffoli deu prazo de 48 horas, a partir de segunda-feira, para que o MEC justifique a falha no cumprimento da decisão da Corte.
Ação aberta pelo partido Rede Sustentabilidade e ONG Educafro denunciam que o governo federal descumpre a determinação de reabrir o processo integralmente.
Apenas permitiu aos faltosos que tiveram o benefício em 2020 pudessem fazer a inscrição.
O partido e a entidade criticam a medida e alertam que uma quantidade “imensurável” de pessoas serão excluídas do processo e não poderão pedir a isenção.
Podem se inscrever no Enem sem pagar a taxa, alunos que estudaram em escola pública, os que concluíram o ensino médio na rede públia ou com bolsa integral na rede privada, e com renda familiar igual ou menor a um salário mínimo e meio por pessoa.
E, ainda, quem está em situação de vulnerabilidade econômica e é inscrito no Cadastro Único.
Com Rádio 2
A maioria da população brasileira é a favor da volta do horário de verão.
Levantamento realizado pelo Datafolha entre os dias 13 e 15 de setembro revelou que 55 em cada 100 brasileiros apoiam a mudança nos relógios, que são adiantados em uma hora na época do ano em que os dias são mais longos do que as noites, justamente para melhor aproveitamento da luz natural.
38%, no entanto, rejeitam a ideia e 7% dos brasileiros não tem uma opinião formada.
Recorte da pesquisa mostra que os que mais desejam a volta do horário de verão são estudantes e pessoas de 16 a 24 anos – nesses dois grupos, o apoio à medida é superior a 70%.
A rejeição é maior entre aposentados: 49% deles são contrários.
Já os empresários estão divididos: 46% são contra, mesmo índice dos que são favoráveis à volta do horário de verão.
Vale dizer que a medida foi adotada pela primeira vez no país no fim de 1931, com a finalidade de economizar energia elétrica nos meses mais quentes do ano.
Passou a ser adotada com regularidade a partir de 1985 e, em 2008, um decreto tornou a mudança permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
No entanto, a eficiência na economia de energia vinha caindo nos últimos anos e o Operador Nacional do Sistema considerou nula a economia de energia durante o horário de verão de 2017/2018.
E, em 2019, um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro acabou com a medida.
Agora, em meio a uma das piores crises energéticas já vividas pelo Brasil, novos estudos estão sendo realizados para avaliar qual seria o do horário de verão no consumo de eletricidade e se a medida seria eficaz no enfrentamento da crise.
Beneficiários do público geral nascidos em outubro podem sacar ou transferir, a partir de hoje, os valores da 5ª parcela do auxílio emergencial, que receberam por depósito no dia 28 de agosto.
Capsula espacial com 4 tripulantes que não são astronautas já está na órbita terrestre. A SpaceX lançou com sucesso, na noite desta quarta-feira, a primeira missão orbital só com civis a bordo. A jornada ao redor de nosso planeta vai durar 3 dias.
Ministério de Minas e Energia pede estudos ao Operador Nacional do Sistema Elétrico para avaliar se a volta do horário de verão teria impacto no consumo de eletricidade e ajudaria a enfrentar a crise energética. O horário de verão foi extinto em 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro.
Universidade de São Paulo aparece na posição de número 84 em ranking das melhores universidades do mundo na área de Saúde elaborado por conceituada revista britânica. Apesar de estar entre as 100 melhores, a USP caiu 10 posições em relação ao ranking divulgado no ano passado.
Estão definidos os confrontos das semifinais da Copa do Brasil: o Athletico paranaense vai pegar o Flamengo e Atlético mineiro disputa o Fortaleza uma vaga na final do torneio. As partidas de ida e volta serão disputadas nos dias 20 e 27 de outubro.
Por Milena Abreu
Cerca da metade das pessoas tem a qualidade do sono impactada pela ansiedade.
O índice é de 53 virgula quatro por cento, enquanto 48 vírgula sete por cento deixam de dormir por causa de pensamentos e 48 por cento pelas preocupações.
Alguns dos motivos, apontados por mais de 40 por cento, são as questões financeiras, as dívidas e o trabalho.
Os dados são de pesquisa feita com mil e 30 pessoas pela SellepUp, aplicativo criado para ajudar a melhorar o sono.
O levantamento mostra que desde que a pandemia começou, cerca de 47 por cento passaram a ter mais dificuldade para dormir.
A neuropsicóloga e psicóloga do sono da SleepUp, Ksdy Sousa, explica que a ansiedade está associada com a insônia, pois aumenta o nível de alerta, a presença de pensamentos acelerados e as preocupações.
A pandemia também fez muitas pessoas mudarem suas rotinas e passarem a ficar mais tempo na frente da TV e do computador, com maior volume de trabalho e sem se desligar dos problemas.
A especialista recomenda adotar medidas para conseguir ter uma boa noite de sono.
Entre elas, fazer atividades físicas regularmente; praticar relaxamento e meditação; evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, procurar focar no momento presente e respirar profundamente ao se deitar.
Com a pandemia de covid-19, o mundo buscou novas maneiras de se divertir sem sair de casa. Nesse sentido, uma opção que prosperou foram as apostas online em jogos de futebol – até porque o Brasil é reconhecidamente considerado o “país do futebol”. Hoje, existem vários sites que fornecem esse tipo de serviço, mas nem sempre escolhê-lo é uma tarefa simples. O mais importante é encontrar uma opção que forneça comodidade e segurança, sem burocracias, e que utilize seu idioma e a moeda local, facilitando o acesso.
Os clientes devem evitar, por exemplo, alternativas de sites que não passem confiança e credibilidade. Uma dica muito importante é verificar, primeiramente, se os sistemas de cadastro de informações e de pagamento estão vinculados a mecanismos de proteção e de sigilo a clientes – e, também, se são operacionalizados por instituições financeiras brasileiras reconhecidas pelo mercado. O ideal é que o consumidor apenas realize o cadastro, com o fornecimento de dados pessoas, se sentir que o site é confiável.
Funcionamento do mercado de apostas
O primeiro passo é registrar-se em um site de apostas de esportes e, em seguida, efetuar o depósito. Existem várias ligas para se apostar – em diferentes jogos – mas a recomendação é que o consumidor sempre opte por uma alternativa que tenha mais familiaridade e conhecimento. No Brasil, por exemplo, o Brasileirão é um dos campeonatos mais procurados por usuários de jogos online, o que faz com que ele envolva muitos participantes.
Além disso, existe uma ampla gama de categorias de jogos de apostas online na modalidade de futebol. A mais comum é a “1x2”, no qual o cliente realiza uma aposta focado no resultado do jogo em si – por exemplo, escolhe se um determinado time irá vencer a partida ou se haverá empate entre os dois. Outro mercado comum é o “Chance Dupla”, em que é possível realizar uma aposta em dois resultados diferentes, minimizando riscos de perdas.
Existe, ainda, a categoria “Resultado exato”, que se assemelha ao famoso “bolão” – muito praticado pela população brasileira. Como nesse caso é mais difícil ganhar, as premiações costumam ser mais generosas, envolvendo valores altos. Já no “Gols: Acima ou Abaixo”, o mais importante não é quem sai vitorioso, mas sim a quantidade de gols que são marcados durante a partida.
Outras duas categorias de apostas em futebol são bastante conhecidas pelos usuários de jogos online – a “Ambas as equipes marcam” e a “Jogador a marcar”. Na primeira, o usuário tem a opção de apostar ou que as duas equipes marcam gols ou que nenhuma delas marca. Já na segunda, o objetivo é acertar qual jogador na partida irá marcar o gol entre todos que estão em campo, além de quem fará o primeiro e quem fará o último.
Dicas para obter bons resultados em apostas online
Algumas dicas podem ajudar jogadores a conquistar bons resultados no mercado de apostas online em futebol. Essas orientações valem, inclusive, para apostadores de outros segmentos de jogos online, como dos próprios cassinos, e que frequentam sites como o casino.netbet.com. Entre elas estão:
- evitar apostar com o coração, pensando racionalmente nas escolhas;
- seguir palpites a partir de análises consistentes e não de maneira aleatória;
- gerenciar bem o saldo disponível, restringindo suas apostas a 5% do valor total investido;
- analisar detalhadamente cada um dos jogos, considerando fatores para além da disputa no campo, como o clima do vestiário, o desempenho do treinador nos últimos jogos, a relação entre a equipe, fatores meteorológicos (se vai chover, por exemplo), entre outros;
- buscar variar em times e partidas, evitando cair em mesmices;
- cuidar para não cair na conversa de charlatões, que prometem resultados que não são garantidos;
- evitar apostas no escuro, procurando sempre assistir aos jogos como forma de acompanhar o desempenho de cada um dos times durante um período maior.
Desde o início da pandemia do novo coronavírus a quantidade de possíveis sintomas causados pela doença aumentou consideravelmente. Com o passar do tempo e o alto investimento em estudos, novos dados sobre o patogênico começaram a surgir.
Entretanto, não é apenas durante o período de contaminação que a COVID-19 pode manifestar reações no organismo. Cientistas e especialistas da área médica do mundo todo seguem investigando um fenômeno preocupante: possíveis efeitos do coronavírus em pacientes curados.
Entenda o que vem sendo pesquisado sobre o tema:
Sequelas da COVID-19
1. Complicações cardíacas
Um estudo feito em junho de 2020 por pesquisadores alemães analisou 100 pacientes com idade média de 49 anos, recém-recuperados da COVID-19. Os resultados dos exames de ressonância magnética do coração revelaram anormalidades no órgão de 78 pacientes. Além disso, do total de participantes, 60% apresentaram miocardite, uma inflamação do músculo do coração que não estava relacionada a qualquer condição preexistente.
Essa sequela segue sendo observada quase um ano depois da descoberta. Segundo Daniela Abdel Rahman, médica infectologista do Hospital Albert Sabin, houve um grande aumento no número de pacientes jovens, sem nenhuma doença cardíaca prévia, que desenvolveram miocardiopatia pelo vírus e ficaram sequelados.
O fato dessa condição surgir em pacientes previamente saudáveis se tornou motivo de alerta para os profissionais de saúde. Ainda segundo a médica, não há um perfil de paciente específico que possa ser afetado pelas consequências da SARS-CoV-2.
"O vírus pode acometer sim o músculo cardíaco, causando sequelas em qualquer pessoa, inclusive jovens. Claro que, para pacientes idosos, não é que o risco é maior, mas é que caso haja uma complicação cardíaca, essa complicação pode ser maior. Mas o risco de desenvolver não", conta.
Por se alocar diretamente no pulmão, as complicações que o coronavírus pode causar ao órgão também são alvo de pesquisas científicas desde o início da pandemia. Em março de 2020, autoridades do Hospital Princess Margaret, em Hong Kong, relataram que pacientes internados com a doença apresentaram redução de 20% a 30% da função pulmonar.
Esse dano continua sendo observado até hoje. Gustavo Sales, médico intensivista e cardiologista do Hospital Albert Sabin, conta que grande parte dos pacientes que apresentam sequelas graves no pulmão são tabagistas.
"Há muitos pacientes com sequelas pulmonares pós-COVID. O paciente fica com o que chamamos de bolhas no pulmão e, na maioria das vezes, são fumantes de longa data. São pacientes novos com essa lesão pela COVID que, em curto prazo, pode não acarretar em nada, mas no futuro irá gerar um comprometimento pulmonar que pode causar a perda de suas funções pela idade e desgaste", explica.
Além disso, a infectologista Daniela Rahman conta que pessoas que possuem DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) por tabagismo podem ter uma evolução pior do quadro de saúde, assim como pacientes com outras doenças pulmonares estruturais.
3. Função cognitiva
Entre os danos provocados na função cognitiva estão a perda de concentração, memória e desorientação. Segundo o cardiologista Gustavo Sales, esses fatores ocorrem por alterações no sistema nervoso central. "O paciente que teve a infecção pela COVID evolui o quadro com perda de memória, chamado leigamente de apagão, com lapsos em que ele desliga e liga novamente".
Daniela Rahman explica que essas sequelas nas funções cognitivas podem ocorrer mesmo em pacientes sem nenhum problema de saúde prévio, que acabam apresentando algum déficit de memória logo após a COVID. Entretanto, esse quadro tem apresentado, na grande maioria das vezes, recuperação posterior.
4. AVC e trombose
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais alertou sobre os riscos de trombose envolvendo pacientes infectados pelo coronavírus. Isso acontece quando o patogênico provoca anormalidades na coagulação sanguínea. Entretanto, o mecanismo que causa a formação desses coágulos ainda não é conhecido.
Segundo Gustavo Sales, o que já é de conhecimento médico é que um fator de risco pode causar fenômenos trombóticos: a obesidade. Quando o vírus gera a formação de coágulos que entopem os vasos, tanto arteriais quanto venosos, as complicações decorrentes disso são: AVC, infarto, tromboembolismo pulmonar e trombose inferior.
5. Ansiedade
Uma pesquisa em andamento desde de setembro do ano passado feita pela Universidade Federal de Minas Gerais em parceria com hospitais, como o Hospital das Clínicas (HC), vem observando o aumento de complicações envolvendo a saúde mental em pacientes curados da COVID-19.
Segundo os pesquisadores, o distúrbio de ansiedade pode ser consequência do período de internação e isolamento durante a infecção. Outro fator relatado pelos participantes do estudo é o medo de se contaminar novamente, assim como o receio de transmitir a doença para outras pessoas.
6. Perda de cabelo
O número de relatos sobre a queda de cabelo aumentou consideravelmente durante a pandemia. Além dos fatores psicológicos que podem justificar esse quadro, como o estresse e a ansiedade gerados pela quarentena, a perda dos fios também pode ser consequência das alterações do organismo após a infecção pelo vírus.
"O corpo responde à infecção por SARS-CoV-2 criando um estado pró-inflamatório que leva a danos nos tecidos e outras sequelas por conta da liberação das citocinas pró-inflamatórias. Esse quadro pode retroalimentar a inflamação, o que significa manter a inflamação por um período maior", explica a dermatologista Joana D'arc Diniz.
7. Parosmia
A alteração no olfato, também chamada de parosmia, é um dos sintomas mais conhecidos da COVID-19. Entretanto, esse problema pode durar até mesmo após a recuperação da doença. Profissionais de saúde acreditam que o vírus afeta o nervo olfatório, causando uma irritação temporária ou até permanente. Assim, ocorre uma desconexão entre os receptores dos cheiros e o cérebro.
Enquanto alguns pacientes sentem dificuldade ao sentir cheiros, outros acabam sofrendo alterações na percepção de odores. Há relatos de pessoas que passaram a sentir o aroma de acetona em alimentos e bebidas, por exemplo. Entretanto, o número de dados sobre a complicação ainda é pequeno, fazendo com que as causas e o tempo de cura para o problema ainda sejam desconhecidos.
8. Inflamação no fígado
Apesar de existirem poucas evidências sobre o tópico, alguns profissionais de saúde apontaram que o surgimento de lesões no fígado, como a inflamação do órgão, também pode ser consequência da COVID-19.
"Temos observado elevações muito transitórias das enzimas hepáticas que, normalmente, têm voltado ao normal. Portanto, sequelas hepáticas não são tão comuns", explica a infectologista Daniela Rahman.
9. Diabetes
Um estudo publicado na revista científica Diabetes, Obesity and Metabolism em novembro de 2020, revelou que a infecção pelo coronavírus pode causar uma alteração drástica na taxa de glicemia.
De 3.711 pacientes analisados, 14,4% foram diagnosticados com diabetes após se curarem da COVID-19. Apesar da possibilidade de alguns dos participantes já terem a doença antes se contaminarem com o vírus, os cientistas acreditam que o patogênico possui a capacidade de provocar alterações nas células sanguíneas, fazendo com que pessoas de diferentes perfis possam desenvolver diabetes.
10. Epididimite
Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) analisou a inflamação no epidídimo, canal localizado nos testículos, como uma possível consequência da infecção por coronavírus.
Os participantes da pesquisa tinham entre 18 e 55 anos, todos hospitalizados com COVID-19. Os dados relataram que, de 26 pacientes com casos leves e moderados da doença, 42.3% apresentaram quadros de epididimite.
Os pesquisadores acreditam que essa condição ocorreu por um mecanismo utilizado pela SARS-CoV-2 para invadir as células dos testículos. Entre as consequências dessa inflamação, estão alterações no sêmen e nos parâmetros seminais, o que pode causar dores intensas na região e inchaço do saco escrotal. Porém, até o momento, ainda não há outras pesquisas sobre o tema. (Com Minha Vida)