Pode parecer impensável para alguns, mas ter relações sexuais possui vantagens para o corpo e para a mente.
Contudo, por vezes é preciso fazer uma pausa pelos mesmos motivos: para melhorar a relação. Existem motivos físicos que devem ser lavados em conta, conheça:
1. Está dolorido: Sim, é possível fazer sexo demais. Não há números a apontar, já que a quantidade ‘a mais’ depende de cada caso, mas se sentir que o sexo está sendo desconfortável, é hora de diminuir o ritmo.
2. Não está atingindo o orgasmo: A falta de orgasmos pode ter sua causa na mente. Pensar muito não é o ideal para aproveitar o sexo ao máximo, mas é necessário, por isso faça uma pausa e entenda o que acontece na sua cabeça.
3. Está em modo automático: É bastante comum em relações de longa duração, mas péssimo para um bom aproveitamento da relação sexual ao máximo. A pausa poderá ocorrer nestes casos, para depois voltar a ‘acender a chama’.
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4. Tem dificuldades em se excitar: Se não está no clima, não deve forçar o corpo. Uma vez mais, o problema pode estar no que acontece na cabeça, e uma pausa pode resolver.
5. Não sente prazer: seja em sexo casual ou numa relação, se não retira prazer do momento pode significar que está precisando de um momento sem relações, de uma pausa para se conhecer melhor.
6. O sexo machuca: uma vez mais, não force. Ouvir o seu corpo é essencial para prevenir mais dores. Nesses casos, consulte um ou uma especialista.
Infelizmente, a violência doméstica contra a mulher é uma constante em nossa sociedade.
Por meio da divulgação dos casos mais recentes na imprensa, percebe-se que os relacionamentos abusivos podem atingir qualquer pessoa, de qualquer nível sócio, econômico e cultural. Muitos, infelizmente, acabam de forma trágica deixando no ar uma série de questionamentos.
Uma das principais questões é: quais as dificuldades que essas mulheres, vítimas da violência doméstica, enfrentam para terminar esses relacionamentos abusivos?
Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, as respostas são complexas, pois a violência doméstica não é apenas um caso de polícia, é na verdade algo que envolve as relações conjugais e os vínculos afetivos.
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“Os relacionamentos afetivos são construídos ao longo do tempo. Cada casal desenvolve sua dinâmica e forma próprias de comunicação. Infelizmente, alguns casais constroem uma linguagem relacional que oscila entre o amor e a dor. E é aqui que entra o abuso, seja ele verbal, físico ou sexual”, explica Marina.
A culpa nossa de cada dia
Para a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, vemos que hoje, apesar da mulher ter sua profissão, sua independência financeira e poder sair de uma relação abusiva, ela fica. “Um dos motivos é a culpa. O abusador, ao longo do tempo, leva essa mulher a sentir-se culpada pela situação. Elas podem ainda sentir culpa e/ou vergonha por terem escolhido esse parceiro”.
Outra questão levantada pelas especialistas é que a mulher, dentro de uma sociedade patriarcal e tradicional, como ainda é o Brasil, pode ter a crença de que para ser completa precisa estar em um relacionamento estável e duradouro.
“Isso pode vir da família de origem, da religião e de crenças individuais. Assim, essa mulher permanece na relação e ainda acredita que o parceiro pode mudar, pode melhorar. Dependendo da religião ou da cultura da família de origem, o divórcio não é bem visto, não é aceito. Portanto, para essas mulheres parece que a única opção é ficar, mesmo sob constante violência”, explica Denise.
Empoderar é preciso
“Sair de um relacionamento abusivo sozinha pode ser muito difícil. Primeiro, porque a mulher pode nem perceber que se trata disso, pode considerar normal a dinâmica do casal. Depois, há o medo do julgamento e a vergonha de abrir os problemas conjugais para outra pessoa. E aqui vai um alerta: é preciso empoderar as mulheres para que procurem ajuda”, reforçam Marina e Denise.
“Quem está dentro da situação tem uma percepção menos apurada da gravidade. Assim, a recomendação é que a família e os amigos tenham mais atenção aos sinais que podem indicar algum tipo de violência e oferecer ajuda, escutar sem julgar e contribuir para que essa mulher entenda que está em um relacionamento abusivo, mostrando inclusive quais podem ser as consequências disso”, diz Denise.
Intervenção necessária
As psicólogas afirmam ainda que é um mito achar que não se deve interferir em brigas de casais. “O bom senso deve prevalecer sempre. Porém, brigas de casais que envolvem violência verbal e física, por exemplo, podem precisar da intervenção de alguém de fora, seja da família, dos amigos ou de um vizinho”, dizem. Lembrando ainda que a terapia de casal também pode ajudar a mediar conflitos conjugais.
“Quando alguém pede por socorro, como seres humanos, devemos nos preocupar, checar o que está havendo. A omissão pode levar a consequências mais graves do que ser considerado apenas “intrometido”, concluem Marina e Denise.
Cocada é um dos doces preferidos do brasileiro, mas não é dos mais práticos.
Para facilitar para os aficcionados por este doce, a Vitarella ensina a fazer a versão mole, que demora apenas alguns minutos para ficar pronta.
Confira o passo a passo:
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Ingredientes
- 160 gramas coco fresco ralado
- 90 gramas açúcar
- 1 lata leite condensado
- 1 pacote biscoito tipo sequilhos sabor coco
- 15 gramas manteiga ou margarina
Modo de Preparo
- Triture os sequilhos e reserve.
- Leve ao fogo junto com os demais ingredientes até o ponto de cocada mole.
- Sirva em uma taça decorando com alguns sequilhos.
Um app desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Waterloo permite estender a autonomia das baterias de smartphones com tela OLED, fazendo uso da capacidade desta tecnologia de diminuir individualmente a luminosidade de pixeis específicos.
O app é especialmente útil quando os usuários estão trabalhando com tela dividida, permitindo por exemplo ver um vídeo do YouTube numa parte da tela enquanto a outra diminui a luminosidade automaticamente.
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O ajuste da luminosidade é feito automaticamente e de forma dinâmica e, em testes, os investigadores apuraram ganhos de bateria entre os 10% e os 25% por hora.
Ainda não se sabe se o app será disponibilizado ao público para qualquer sistema operacional.
A grande novidade da semana no mundo das redes sociais foi o lançamento das enquetes em conversas do Direct, pelo Instagram, na última terça dia 14.
A função está disponível para iOS e Android.
A partir de agora, os usuários podem enviar uma votação para uma pessoa específica ou para apenas um grupo no aplicativo e os usuários vão receber respostas apenas de perfis conhecidos ou que já interagiram por mensagem direta anteriormente. O recurso promete ser um aliado na hora da paquera ou somente para se divertir com os amigos mais próximos.
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Confira o passo a passo para criar sua própria enquete privada:
1. No instagram, toque no ícone azul no canto superior direito da tela e depois na câmera ao lado da conversa para quem você deseja mandar a enquete;
2. Faça uma foto ou vídeo com o botão na parte inferior da tela e depois toque no ícone de figurinha na parte superior da tela;
3. Clique na opção 'enquete' e defina a pergunta. Clique em concluir para inserir a figurinha na imagem;
4. Adicione filtros ou adesivos. Para enviar por mensagem, clique no avatar do contato na parte inferior da tela; 5. Quando a enquete for respondida, será enviado um alerta para seu smartphone. A resposta vai aparece na parte inferior do chat.
A atual crise econômica é um dos principais problemas no país e, principalmente, nos supermercados.
Por isso, acompanhar quais são os alimentos certos de cada época do ano é uma solução eficaz para economizar.
Uma receita que não pesa no bolso: Pavê de Banana com Chocolate. Confira o passo a passo:
Ingredientes
1 embalagem de Biscoito Maizena
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de licor de chocolate
200g de chocolate ao leite
150ml de leite
5 bananas nanicas maduras, picadas
1 colher (sopa) de açúcar
1 caixinha de creme de leite
1 envelope de gelatina sem sabor
1 lata de leite condensado
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Modo de Preparo
Comece preparando o creme de banana. Em um refratário médio, acomode as bananas, ½ xícara (chá) de água, polvilhe o açúcar, leve ao micro-ondas por 5 minutos ou até que as bananas fiquem macias, deixe amornar e reserve. Dissolva o envelope de gelatina sem sabor em 5 colheres (sopa) de água fria, leve ao banho-maria ou micro-ondas e deixe aquecer sem ferver. Leve ao liquidificador, o creme de leite, o leite condensado, o leite, as bananas cozidas e bata até envolver bem todos os ingredientes. Acrescente a gelatina dissolvida e deixe bater por mais 2 minutos e reserve.
Prepare a cobertura. Derreta o chocolate ao leite no micro-ondas e deixe esfriar. Acrescente a caixinha de creme de leite, reservando 1 colher (sopa) para decorar, misture bem e reserve.
Monte o pavê de banana com chocolate num refratário médio da seguinte forma: biscoito maizena umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito maizena umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito maizena umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito maizena e leve à geladeira por 20 minutos.
Retire da geladeira, acomode por cima a cobertura de chocolate e com a ajuda de uma colher decore com o creme de leite reservado. Retorne para geladeira por mais 2 horas e sirva a seguir.