Final da Copa do Mundo: quem vai cantar e como será o show

A final da Copa do Mundo 2026 será disputada entre Espanha e Argentina neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Essa será a primeira final na história do campeonato com um show no intervalo entre o primeiro e o segundo tempo. É um formato inspirado no Super Bowl, mas com várias atrações confirmadas.

Quem vai se apresentar?

A Fifa anunciou Madonna, Shakira com Burna Boy, BTS e Justin Bieber como os headliners do evento.

A apresentação também contará com o maestro venezuelano Gustavo Dudamel, que irá reger uma orquestra conjunta formada pela Filarmônica de Nova York e pela Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela.

Além deles, o show terá a participação do coral PS22 com a banda Coldplay, o grupo de dança ugandense Ghetto Kids e até os Muppets.

Que horas?

O show acontecerá após o primeiro tempo, que obrigatoriamente terá acréscimos por causa da pausa para hidratação. Por isso, deve começar entre 16h50 e 17h15, já que será necessário montar o palco.

A montagem do palco deve levar cerca de sete minutos e pode levar "provavelmente" o mesmo tempo para liberar o gramado antes do início do segundo tempo.

Como será?

Segundo a FIFA, a apresentação durará 11 minutos. Não está claro se os cantores vão se alternar ou dividir o palco, nem o que devem cantar. Shakira e Burna Boy vão cantar "Dai Dai", a música oficial da Copa deste ano.

 

 

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Final da Copa do Mundo

Espanha e Argentina medem forças às 16h (de Brasília) deste domingo (19), na final da Copa do Mundo.

O jogo será no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A Espanha chega à segunda final de sua história na melhor fase que já viveu, em uma sequência invicta de 37 jogos e com a melhor defesa desta Copa do Mundo: apenas um gol sofrido, nas quartas contra a Bélgica. Nos sete jogos até aqui, jamais esteve atrás no placar. Tem como maior força o entrosamento, com trocas de passes que muitas vezes duram minutos, e foi assim que eliminou a França com atuação dominante na semifinal.

Já a Argentina disputa sua segunda final de Copa do Mundo seguida, e dois terços do elenco tem campeões do Catar-2022. Venceu todos os sete jogos até aqui, incluindo três viradas consecutivas com contornos dramáticos, sobre Egito, Suíça e Inglaterra. E tem a seu favor o maior artilheiro dos Mundiais, Messi, autor de 21 gols, a quem o próprio técnico Scaloni confirma que a seleção se adapta.

As seleções se reencontram na Copa do Mundo depois de 60 anos, pois o último e único jogo oficial foi na fase de grupos do Mundial de 1966, com vitória argentina por 2 a 1. O retrospecto tem também 13 amistosos, com vantagem da Espanha (seis vitórias a cinco, com dois empates).

Atuais campeãs continentais, Argentina e Espanha deveriam ter se enfrentado há três meses, na Finalíssima, mas o jogo no Catar foi suspenso por causa da guerra entre EUA e Irã. Depois as confederações jamais entraram em acordo por uma nova data, e o duelo acabou cancelado.

Neste contexto, o encontro mais recente foi em um amistoso de 2018, com goleada espanhola por 6 a 1, mas quase não há remanescentes daquele jogo ainda nas seleções: Messi não jogou, e o melhor em campo foi Isco, com três gols.

 

Escalações prováveis

Espanha - técnico: Luis de la Fuente

A Espanha não costuma fazer segredo sobre escalação, e os titulares da final devem ser os mesmos das quartas e das semifinais. Fabián Ruiz virou titular na vaga que era de Pedri e deve ser mantido no meio-campo. Nos outros setores, não parece haver motivos para trocas.

Escalação: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.

 

Argentina - técnico: Lionel Scaloni

Ao contrário da Espanha, a Argentina tem variado a escalação e o sistema tático ao longo da Copa do Mundo. As viradas recentes tiveram grande participação dos reservas, principalmente Lautaro. Em relação à semifinal, a tendência é que De Paul retome a vaga de Giuliano Simeone para dar mais combatividade ao meio-campo.

Escalação: Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Alvarez.

 

 

Furinho no queijo branco é bom sinal ou indica contaminação? Especialista explica

O queijo é um item sempre presente nas mesas brasileiras. Tamanho sucesso está ligado à sua versatilidade no uso e também aos diferentes tipos produzidos no país. Algumas dessas opções apresentam "furinhos", como são chamadas as olhaduras. Como, por exemplo, os queijos emmental, maasdam, gruyère, queijo prato bola e gouda. O que faz surgir a dúvida: quando os furos não são desejáveis?

Como indica o médico patologista André Mario Doi, coordenador médico do setor de Biologia Molecular e Técnicas Especiais do Laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein e membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), olhaduras ou "furinhos" também podem indicar a presença de microrganismos. Portanto, a presença deles deve levantar suspeitas quando está em um tipo de queijo que normalmente não deveria apresentar muitos furos, como o branco.

Por que alguns queijos apresentam esses 'furos'?

Em primeiro lugar, é importante entender o que são as olhaduras desejáveis. Elas são cavidades formadas pela produção de gás durante a fermentação dos queijos já citados. Quando estão dentro desta definição, indicam um processo normal de maturação e contribuem para o sabor e a textura do produto.

 

Quando é coliforme fecal?

Doi explica quando a presença dos "furos" deve levantar suspeitas:

  • Estão presentes em tipo de queijo que normalmente não deveria apresentar muitos furos, como o branco;
  • São numerosos, irregulares e acompanhados de estufamento da embalagem; e
  • Se surgem associados a alterações de odor, sabor, textura ou coloração.

Essas alterações podem ocorrer devido ao crescimento de microrganismos indesejáveis, incluindo bactérias coliformes, que podem indicar falhas de higiene durante a produção ou contaminação pós-processamento.

Espécies do gênero Clostridium são responsáveis pelo chamado estufamento tardio, caracterizado por grandes cavidades, rachaduras e odor desagradável, como indica o patologista. Embora essa bactéria comprometa principalmente a qualidade do produto, outras espécies de Clostridium, como Clostridium botulinum, representam um risco à saúde em alimentos específicos, embora sua ocorrência em queijos maturados seja rara.

Leveduras e outros microrganismos fermentadores também podem causar formação anormal de gás.

— É importante destacar que a presença de furinhos isoladamente não permite afirmar que exista uma infecção ou contaminação perigosa. A confirmação depende de avaliação microbiológica e das características do produto — aponta Doi.

 

O que fazer com o queijo com 'furinhos' indesejáveis?

Se houver suspeita de contaminação:

  • Não consuma o produto, principalmente se apresentar odor desagradável, embalagem estufada, mofo inesperado (em queijos que não são maturados por fungos), alteração importante de textura ou sabor.
  • Guarde a embalagem, se possível, para identificação do lote e entre em contato com o fabricante.
  • Caso o produto tenha sido adquirido recentemente, solicite a substituição ou o reembolso.
  • Se houver sintomas após o consumo — como diarreia, vômitos, febre ou dor abdominal — procure atendimento médico, especialmente em crianças, idosos, gestantes e pessoas imunossuprimidas.

No Brasil, a produção de queijos é fiscalizada por órgãos como o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e os serviços estaduais e municipais de inspeção. Além disso, muitas indústrias adotam o sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) para identificar e prevenir riscos ao longo do processo produtivo.

 

 

 

 

Por - o Globo

Unicef: 13,5 milhões de crianças não recebem vacina no 1° ano de vida

cobertura vacinal completa para a primeira infância apresenta realidade distante para 15% dos bebês em todo o mundo, segundo dados governamentais compilados pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e divulgados nesta quarta-feira (15). 

Em 2025, ao todo, 13,5 milhões de crianças não receberam nenhuma dose de vacina durante o primeiro ano de vida (chamadas no estudo de crianças zero-dose) e outras 7,3 milhões não tiveram o ciclo básico completo – com três doses da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche (DTP).

Segundo o estudo Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional, os números representam um avanço em relação ao ano anterior. Ano passado, 116 milhões de bebês receberam ao menos uma dose da DTP, o que representa 750 mil a mais do que em 2024.

O Unicef, no entanto, alerta que a manutenção do índice de crianças zero-dose aumenta o risco de surtos de doenças e é considerado alto pelo fundo, estando em patamar próximo do observado em 2009 e abaixo do período anterior à pandemia de Covid-19.

O programa de vacinas da Unicef alerta ainda que o abandono do ciclo de imunização ocorre principalmente antes da primeira dose da vacina contra o sarampo (MCV1), com 84% das crianças recebendo a primeira dose, e apenas 77% a segunda dose (MCV2).

O limite considerado seguro para imunização contra o sarampo é de 95%. Em 2025, foram registrados mais de 411 mil casos de sarampo no mundo, em surtos que atingiram 57 países. 

Avaliação

Segundo o relatório, os dados compilados foram enviados pelos governos de 195 países e mostram que 100 deles mantiveram cobertura de pelo menos 90%, com três doses da vacina DTP desde 2019, apresentando pouco progresso na ampliação desse grupo.

Entre os países que estavam abaixo desse patamar em 2019, 30 conseguiram melhorar as taxas ao longo dos últimos seis anos, mas 65 países permaneceram estagnados ou retrocederam, incluindo 13 países frágeis, afetados por conflitos ou em situação de vulnerabilidade.

“Governos e profissionais de saúde ajudaram as taxas globais de vacinação a se recuperarem após a forte queda observada durante a pandemia de Covid-19. Milhões de crianças vulneráveis continuam desprotegidas devido a conflitos, deslocamentos forçados e pobreza”, afirma em nota Catherine Russell, diretora executiva do Unicef. 

Essas ameaças persistentes causam grande variabilidade e instabilidade na cobertura vacinal entre os países. O relatório aponta que mais da metade de todas as crianças zero-dose vive em contextos frágeis ou afetados por conflitos, embora esses locais abriguem apenas cerca de um terço da população infantil mundial.

"Nesses cenários, os programas de imunização frequentemente enfrentam desafios relacionados à instabilidade política, insegurança ou subfinanciamento crônico", detalha o levantamento.

Outro desafio é a diminuição da cobertura em países de renda média e alta, que ocorre por mudanças no compromisso político, desafios estruturais e aumento da hesitação vacinal. Dois exemplos destacados foram o da cobertura da DTP1.

Na África do Sul, o índice caiu 20 pontos percentuais desde 2019 e continuou diminuindo em 2025. Na Bósnia e Herzegovina, apresentou queda de 23 pontos percentuais no último ano, após registrar o maior aumento da cobertura da MCV1 da região em 2024. Ambos estão em regiões estáveis e apresentam melhora sustentada de outros índices de acesso à saúde.

Brasil

O Brasil tem ido na contramão desses países, com melhora da cobertura vacinal constante e redução do número de crianças zero-dose, que hoje são estimadas em 50 mil no país, com melhora de cobertura e de qualidade na integração dos dados públicos. Das principais vacinas, apenas o ciclo completo da tríplice (DTP-3) mantém índices baixos, com cobertura na faixa de 86%.

Os dados nacionais, porém, são alvo de uma crítica específica: a da ausência de levantamento independente sobre o tema nos últimos 5 anos, ação recomendada pela OMS e pela Unicef para garantir a qualidade dos dados.

“Os níveis históricos de imunização observados nos países de menor renda mostram o que pode ser alcançado quando todas as partes trabalham juntas em torno de um objetivo comum”, afirmou Dr. Sania Nishtar, CEO da Gavi, programa de vacinação da Organização Mundial de Saúde.

Segundo ela, o grande desafio será manter esse impulso diante de restrições orçamentárias, incertezas geopolíticas e surtos crescentes, ao mesmo tempo em que se intensificam os esforços para alcançar as crianças que ainda não têm acesso à imunização.

O estudo informa que as bases que possibilitaram esse progresso estão sob forte pressão, com recentes cortes de financiamento, principalmente pelo governo dos Estados Unidos, e enfraquecimento dos sistemas nacionais de monitoramento. "Segundo os dados, apenas 18 pesquisas nacionais de imunização foram realizadas e enviadas neste ciclo, em comparação com 50 em 2024 e uma média de 33 por ano entre 2015 e 2019."

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Mais de 54% dos graduandos já abandonaram curso para cuidar dos filhos

Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de acordo com levantamento produzido por um grupo de trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao Ministério da Educação (MEC). Na pós-graduação, a porcentagem é de 36,4%.

A maioria das mais de 7,4 mil pessoas participantes do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma universitário por meio da graduação. Nesse nível de ensino, a média de idade é de 33 anos e os estudantes assistem às aulas presencialmente (92,8%) e no período noturno (43,3%). 

Além disso, outros dados permitem identificar o perfil da parcela predominante entre os graduandos: são pessoas solteiras (46%), negras (pretas e pardas - 60,2%), de instituições públicas federais (79,5%), têm somente um filho (59,6%), vivem com três pessoas (39%) e com até um salário-mínimo (24,6%). 

A segurança alimentar dos filhos dos estudantes e das estudantes é uma preocupação do grupo de trabalho. Os restaurantes universitários (RUs), de preço popular e, portanto, acessível, representam um elemento central. 

Mais da metade dos estudantes de graduação com filhos (51,0%) e de pós-graduação (49,3%) declara que as crianças não têm direito à alimentação nos RUs. Entre quem tem acesso, apenas 7,1% na graduação e 2,9% na pós-graduação informaram ser gratuito.

"O acesso mediante pagamento é ligeiramente mais comum: 10,7% na graduação e 9,2% na pós-graduação. Um dado ainda mais preocupante é o elevado número de estudantes que afirmaram não saber se seus filhos(as) têm esse direito (30,3% na graduação e 38,0% na pós-graduação), o que sugere ausência de informação clara por parte das instituições e fragilidade na comunicação institucional", complementam os pesquisadores.

As demais faixas de renda também confirmam elevado grau de vulnerabilidade social. A taxa de estudantes vivendo sem nenhum rendimento é de 16,1% e a dos que recebem até meio salário-mínimo é de 14,5%. Apenas 2,5% relataram renda acima de 10 salários-mínimos.

Outros dados igualmente importantes dizem respeito à rede de apoio de que dispõem. O apoio pessoal (família e amigos) é o mais citado, por 43,3%. Para 32,9%, lidar com o dia a dia, muitas vezes, exaustivo, é uma tarefa solitária, já que não contam com o suporte de ninguém. 

Do total de respondentes de graduação, uma parcela ínfima, de 5,9%, tem condições de contratar serviços com essa função, como babás. Outros 7,5% recorrem a serviços públicos e menos de 1% encontra ajuda através de organizações não governamentais (ONGs) e projetos comunitários, lacunas que, segundo os especialistas que produziram o relatório, evidenciam a necessidade de haver políticas públicas para saná-las.

Em relação a pós-graduandas e pós-graduandos, alguns índices se invertem. A maior parte, por exemplo, lê-se como branca (56,1%), ante 42,1% de autodeclarados negros (pretos e pardos), 0,8% indígenas e 0,9% amarelos. O estado civil prevalecente é de casados (50,6%). 

O levantamento aponta ainda uma situação econômica melhor entre os estudantes de especialização, mestrado e doutorado, na comparação com os de graduação. A proporção daqueles que sustentam suas famílias com até meio salário-mínimo cai para 1,1%. Mais de um terço (38,9%) vive com até cinco salários-mínimos; 23,1% com uma faixa que varia de cinco a dez e 13% com um valor superior a dez salários-mínimos. O grupo dos que não têm nenhuma renda é de 3,3%, e 4,8% vivem com até um salário-mínimo. 

 

 

 

 

Por - Agênca BRasil

Messi é o jogador com mais vitórias em Copas do Mundo

A longevidade e a capacidade de decidir em diferentes gerações colocaram Lionel Messi, 39 anos, como o jogador com mais vitórias em partidas de Copa do Mundo: 20 triunfos em 30 jogos disputados ao longo de seis edições do torneio. As informações são da Fifa.

O capitão da Argentina superou uma lista que reúne campeões mundiais, ídolos históricos e jogadores que marcaram época. Atrás dele aparece o alemão Miroslav Klose, com 17 vitórias em 24 partidas. O brasileiro Cafu ocupa a terceira posição, com 16 vitórias em 20 jogos.

A marca de Cafu tem um peso especial porque foi construída em quatro Mundiais. O lateral-direito participou das campanhas de 1994, 1998, 2002 e 2006, conquistando dois títulos pelo Brasil, em 1994 e 2002. Na Copa de 2002, quando levantou a taça como capitão, venceu todos os sete jogos disputados pela seleção brasileira.

Entre os jogadores ainda em atividade, além de Messi, aparece o francês Kylian Mbappé. Campeão mundial em 2018 e vice em 2022, o atacante soma 15 vitórias em 18 partidas de Copa e já igualou nomes históricos como Ronaldo, Lothar Matthäus, Philipp Lahm e Bastian Schweinsteiger.

O ranking também mostra a força das grandes seleções ao longo das décadas. Alemanha e Brasil dominam a relação, com vários representantes entre os primeiros colocados. Pela Alemanha aparecem Klose, Matthäus, Lahm, Schweinsteiger, Lúcio e Beckenbauer; pelo Brasil, além de Cafu, estão Ronaldo e Lúcio.

 

Messi e Cristiano Ronaldo em Copas do Mundo

O Ronaldo Fenômeno, aliás, aparece empatado com Mbappé e outros craques na quarta posição, com 15 vitórias. Ronaldo disputou três Copas (1998, 2002 e 2006), foi campeão em 2002 e terminou sua trajetória no Mundial com 19 partidas e 15 triunfos.

O fato de jogadores como Messi e Cristiano Ronaldo ainda atuarem em alto nível é decorrente da evolução científica. Isto lhes deu mais condições de prosseguirem na carreira, em relação aos craques de décadas anteriores.

 

O ranking dos jogadores com mais vitórias em Copas do Mundo:

  • 1º Lionel Messi (Argentina) – 20 vitórias
  • 2º Miroslav Klose (Alemanha) – 17 vitórias
  • 3º Cafu (Brasil) – 16 vitórias
  • 4º Kylian Mbappé (França), Wolfgang Overath (Alemanha), Ronaldo (Brasil), Philipp Lahm (Alemanha), Bastian Schweinsteiger (Alemanha) e Lothar Matthäus (Alemanha) – 15 vitórias
  • 5º Lúcio (Brasil), Franz Beckenbauer (Alemanha), Olivier Giroud (França), Antoine Griezmann (França), Per Mertesacker (Alemanha), Hugo Lloris (França), Paolo Maldini (Itália) e Manuel Neuer (Alemanha) – 14 vitórias