O mercado do boi gordo segue firme em função da baixa disponibilidade de boiadas terminadas. De acordo com o levantamento da Scot Consultoria, no fechamento desta quarta, dia 3, foram registradas altas em sete praças.
A maior valorização ficou por conta da região de Paragominas (PA), 1,5% de ajuste diário. Na praça, a arroba está cotada em R$ 139, à vista, livre do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
Em São Paulo, os preços permaneceram estáveis. No estado, os frigoríficos estão melhores posicionados do que estavam algumas semanas atrás e, as escalas confortáveis seguram ofertas de compra maiores. O boi gordo à vista é negociado a R$ 151,50, sem Funrural.
No mercado atacadista, os preços não se alteraram. O boi casado de animais castrados está cotado em R$ 10,01 por quilo.
Já no mercado internacional, pelo segundo mês seguido foi batido o recorde em volume exportado. Em setembro foram embarcadas 150,7 mil toneladas de carne bovina in natura. Aumento de 4,3% em relação à quantidade vendida no mês anterior. (Com Canal Rural)
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A um mês das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o governo federal adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. O texto com a decisão será publicado no Diário Oficial da União. A data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019.
Nas redes sociais, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, comemorou a mudança. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes.”
O pedido para mudar o início do horário de verão foi encaminhado pelo Ministério da Educação à Presidência da República. As provas do Enem estão marcadas para os dias 4 e 11 de novembro em todo o país. A previsão é de que 5,5 milhões de estudantes participem.
Locais
No início do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O horário é adotado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.
Normalmente, a mudança de horário ocorre em outubro, mas no final do ano passado, o presidente Michel Temer assinou decreto adiando o início para novembro. Também houve uma discussão em torno da mudança de datas em decorrência do período eleitoral – o primeiro turno é no próximo domingo dia 7, e o segundo dia 28.
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Quase um século depois do surgimento da primeira emissora de rádio no Brasil (1923) esse veículo ainda faz parte do cotidiano de mais da metade da população.
É o que se conclui de um estudo da Kantar Ibope Media, que aponta que 53% da população pesquisa em 13 regiões metropolitanas do do país ouvem pelo menos um minuto de rádio todos os dias. Esta é a 5ª edição do estudo anual do setor feita pela Kantar Ibope, denominada Book de Rádio.
Em meio à onda de “fake news” nas redes sociais, a pesquisa identificou ainda que, para 78% dos entrevistados o rádio é um veículo de informação confiável.
Os ouvintes de rádio escutam, em média, 4h40 diárias do meio. Três em cada cinco ouvintes escutam o meio todos os dias. O veículo ainda impacta jovens. 89% das pessoas com 20 a 34 anos declararam ter ouvido rádio nos últimos 90 dias.
A pesquisa também identificou o crescimento na rádio na web: o tempo médio diário dedicado às rádios online é de 2h21min, 14 minutos a mais do que a média do mesmo período do ano passado.
O streaming de áudio, em especial o usado em smarthphones, impacta 31% da população nas regiões metropolitanas pesquisadas. Ao todo, cada ouvinte de streaming diz dedicar 2h05min por semana a esse serviço.(Com Kantar Ibop)
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Na sexta decisão judicial sobre o mesmo tema em menos de uma semana, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, voltou a confirmar agora à noite a decisão do ministro Luiz Fux que impede entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais cedo, o ministro Ricardo Lewandowski havia reafirmado sua decisão de liberar a entrevista do ex-presidente, mas encaminhou o processo a Toffoli para deliberação final.
Na sua terceira decisão na Reclamação 32111 em que o ex-presidente peticiona pelo direito de dar entrevista, Lewandowski entendeu que a realização da entrevista não oferece risco à segurança do sistema penitenciário. Segundo ele, a livre manifestação do pensamento deve ser garantida no caso.
“Julgo procedente a reclamação para cassar a decisão reclamada, restabelecendo-se a autoridade do STF para que seja garantido ao reclamante o direito à livre manifestação de pensamento, a fim de que possa conceder entrevista, caso seja de seu interesse, sob pena de configuração de crime de desobediência, com o imediato acionamento do Ministério Público para as providências cabíveis, servindo a presente decisão como mandado”, decidiu Lewandowski.
Dias Toffoli respondeu ao despacho de Lewandowski e manteve a decisão liminar proferida, nos autos da Suspensão de Liminar (SL) 1.178/PR, proferida pelo vice-presidente da Corte, ministro Luiz Fux. De acordo com Toffoli, Fux estava no exercício da Presidência quando recebeu o pedido de SL. Ainda segundo o presidente do STF, a decisão de Fux “deverá ser cumprida, em toda a sua extensão, nos termos regimentais, até posterior deliberação do Plenário”. No entanto,Toffoli não deu prazo para isso ocorrer.
A sucessão de decisões conflitantes sobre a questão começou na semana passada, quando Lewandowski autorizou os jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes a realizarem a entrevista.
Em seguida, o ministro Luiz Fux atendeu a um pedido liminar feito pelo partido Novo e derrubou a autorização para que o ex-presidente possa dar entrevistas. Em reação, Lewandowski reiterou sua decisão pela autorização da entrevista, mas o presidente do STF, Dias Toffoli, manteve a decisão de Fux.
Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão, em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP). (Com Agência Brasil)
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Pelo terceiro dia consecutivo, a cotação da moeda norte-americana terminou o pregão em queda, registrando nesta quarta dia 03, uma baixa 1,20%, cotado a R$ 3,8876 para venda, o menor valor desde 14 de agosto.
O acumulado em três dias representa 3,70% de desvalorização do dólar em relação ao real. O Banco Central segue com os leilões tradicionais de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro), sem ofertas extraordinárias de venda futura da moeda.
O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em alta de 2,04%, com 83.273 pontos. As ações da Petrobras seguiram a tendência, terminando valorizadas em 4,25%, seguidas por Itau com alta de 4,53% e Bradesco com 4,33%. (Com Agência Brasil)
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A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) pretende mudar o horário da transmissão de sua live no Facebook nesta quinta dia 04, para concorrer com debate da TV Globo, do qual o candidato não comparecerá por orientação médica.
Segundo um assessor da campanha, a ideia é competir com o debate televisionado apenas apresentando as propostas do candidato, e não comentar o programa.
Também não se sabe se o candidato do PSL irá trazer algum convidado, a exemplo do que aconteceu na terça-feira, 2, quando o militar foi acompanhado do senador Magno Malta (PR-ES).
Desde que iniciou as transmissões no Facebook na última segunda-feira, dia 1º, Bolsonaro tem iniciado o programa por volta das 20h40. O debate da TV Globo deve ter início às 22h.
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