Mulher de João de Deus também pode ser indiciada, afirma delegado

O delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes de Almeida, afirmou nesta quarta-feira, 26, que Ana Keyla Teixeira Lourenço, de 40 anos, mulher do médium João de Deus, poderá ser indiciada como coautora dos crimes de posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro. 

 

Ana Keyla prestou depoimento em Goiânia e negou qualquer conhecimento de ação ilegal do médium envolvendo abuso sexual, armas ou dinheiro dos fiéis. "Mas as investigações demonstram que há indícios de que ela (Ana Keyla) tinha conhecimento das armas e do dinheiro.

 

É difícil uma pessoa não ver uma arma que está em uma gaveta de roupas íntimas", disse Almeida. Em buscas na casa do médium acusado de abuso sexual, a polícia encontrou armas irregulares e grande quantidade de dinheiro em espécie. Procurada pela reportagem, a defesa de João de Deus não quis comentar. 

 

 

 

 

 

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Polícia de Goiás ouve nesta tarde esposa de João de Deus

A esposa do médium João de Deus, Ana Keyla Teixeira, de 40 anos, prestará depoimento nesta quarta-feira (26), a partir de 13h, na Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Goiânia. Ana Keyla, que tem defendido o marido, será interrogada pelo delegado Valdemir Pereira. Ela é mãe da filha mais nova do médium, acusado de crimes sexuais.

 

Um novo depoimento do médium João de Deus, para a Polícia Civil de Goiás (PCGO), não deverá mais ocorrer esta semana, como estava previsto.

 

Segundo a PCGO, o investigado só será ouvido depois de novas diligências, incluindo oitivas de testemunhas.

 

João de Deus terá que explicar a origem de mais de R$ 1,6 milhão escondidos em endereços ligados a ele, além das das cinco armas sem registro apreendidas. Ao todo, o médium pode responder por quatro crimes: estupro, estupro de vulnerável, violação sexual mediante fraude e posse ilegal de arma.

 

 

 

 

 

No Paraná, homem mata duas mulheres e depois atira na própria cabeça

Um homem matou duas mulheres a tiros e depois cometeu suicídio na manhã de quinta dia 20, em Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina (cidade que faz divisa com Barracão, no Paraná, e fronteira com Bernardo de Irigoyen, no Estado de Missiones, na Argentina).

 

Segundo informações da Polícia Militar, as duas vítimas baleadas morreram ainda no local. O autor dos disparos atirou em si mesmo e foi encaminhado ao Hospital mas não resistiu e morreu.

 

Não foi divulgado o nome das vítimas e nem o que teria motivado o crime, a Polícia Civil investiga o caso. Os corpos das duas mulheres foram recolhidos pelo IML.

 

O que a Polícia Civil informou é que o homem que matou a irmã e a sobrinha adolescente, era investigado por estupro.

 

De acordo com o Delegado Regis Augusto Stang, as acusações de abuso sexual são tratadas em segredo de justiça. Contra ele havia um mandado de prisão expedido.

 

Ainda segundo a polícia, familiares já teriam denunciado o homem acusado de estuprar a sobrinha que foi morta a tiros. Ela tinha 16 anos.

 

 

 

 

 

 

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Caçador terá de assistir clássico 'Bambi' como parte de sentença por matar cervos

Um caçador de Missouri, nos Estados Unidos, deverá assistir ao filme "Bambi" várias vezes como parte de sua sentença judicial por matar centenas de cervos ilegalmente. David Berry Jr. foi sentenciado a ver o clássico infantil da Disney por, pelo menos, uma vez ao mês durante o ano que passará atrás das grades.

 

Os agentes de conservação ambiental descrevem o caso de caça furtiva como um dos maiores da história do Estado americano, segundo noticiou o jornal "Springfield News-Leader". O caçador levava as cabeças e deixava os corpos dos animais, disse Don Trotter, advogado do condado de Lawrence.

 

As permissões de caça, pesca e captura foram revogadas, temporária ou permanentemente, para Berry, o pai dele, dois irmãos e outro homem que os ajudava. Os homens pagaram uma soma de US$ 51 mil em multas e custos com a Justiça, mas o juiz ordenou um adicional especial à sentença de Berry por matar, ilegalmente, os cervos. Segundo os documentos entregues à corte, o juiz Robert George determinou que Berry "veja o filme de Walt Disney Bambi antes do dia 23 de dezembro de 2018 pela primeira vez e, pelo menos, uma vez por mês a partir de então" enquanto estiver na cadeia de Lawrence.

 

O caçador também foi sentenciado a 120 dias de prisão no condado de Barton por violar sua liberdade condicional por posse de armas de fogo. Berry, o pai dele e o irmão Kyle Berry foram detidos em agosto após uma investigação de quase nove meses que também envolveu casos em Kansas, Nebraska e no Canadá.

 

O Departamento de Conservação disse que a investigação resultou em mais de 230 acusações em 11 condados contra 14 pessoas do Missouri. (Com agências internacionais).

 

 

 

 

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