O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda dia 08, que cerca de um terço do programa Bolsa Família tem fraude.
Em entrevista a Rádio Bandeirantes, o presidenciável disse que uma forma de arrumar recursos para o país é por meio do combate à fraude.
"A maneira de arranjar recurso para atender muita coisa é você combater a fraude, combater a corrupção, até mesmo dentro do Bolsa Família. Nós acreditamos que um terço, 30% aproximadamente são benefícios que foram dados sem qualquer critério. Gente que não precisa receber isso aí", disse.
O candidato do PSL negou que vá acabar com o Bolsa Família e disse que quem espalhou isso foi o PT, como forma de terrorismo para os eleitores do Nordeste.
Segundo ele, a saída é combater fraude e garantir formas para que as pessoas não precisem mais do programa de distribuição de renda.
"Você combatendo a fraude tem até como pagar um pouco melhor para essas pessoas."
Bolsonaro ainda culpou o PT pela crise econômica, disse que o país está quebrado e que o orçamento para o ano que vem já está comprometido.
Ele comemorou estar no segundo turno contra o petista Fernando Haddad e disse que isso simboliza uma disputa entre "nós, o novo e eles, o velho".
O presidenciável permaneceu em casa, no Rio de Janeiro, e passará por uma avaliação médica ainda esta semana para saber se poderá fazer campanha na rua. (Com FolhaPress)
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O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral.
Há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação.
Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito.
Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o "Sistema Justifica" nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.
O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral.
Quem não votou no primeiro turno e nem justificou não fica impedido de votar no segundo turno, dia 28 de outubro.
Eleitores no exterior
No caso dos brasileiros que estavam no exterior no dia da votação, eles também deverão encaminhar o formulário de justificativa pós-eleição e a documentação comprobatória até 60 dias após o turno ou em 30 dias contados a partir da data de retorno ao Brasil.
Se estiver inscrito em zona eleitoral do exterior, o eleitor deverá encaminhar o requerimento diretamente ao juiz competente ou ainda entregar nas missões diplomáticas e repartições consulares localizadas no país ou enviar pelo sistema justifica.
Consequências
O Tribunal Superior Eleitoral explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral pode resultar em sanções, como impedimento para obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.
A não justificativa também pode impedir que o eleitor participe de concorrência ou administrativa da União, dos estados, Distrito Federal e municípios, além de ficar impedido de se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública. (Com Agência Brasil)
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Alguns dos candidatos derrotados na disputa pela Presidência da República, adotaram discursos distintos após a confirmação de que o segundo turno será realizado entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Teve quem decidisse não declarar apoio para nenhum dos lados, mas alguns deles já deram indícios de seu lado na disputa.
O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, fez um rápido discurso no comitê de campanha do partido, na capital paulista. Último dos presidenciáveis a se pronunciar sobre o resultado das eleições, o tucano pregou “absoluto respeito ao resultado das urnas” e disse que a executiva nacional do partido deve se reunir na próxima terça-feira para decidir, entre outras coisas, sobre uma eventual declaração de apoio no segundo turno.
“Quero transmitir nosso absoluto respeito ao resultado das urnas e, de outro lado, destacar nossa serenidade, como democratas que somos, e nossa humildade. Percorremos o Brasil inteiro conhecendo a população e aprendendo sobre esse País continente”, afirmou o tucano.
Henrique Meirelles, do MDB, também não quis adiantar seu apoio no segundo turno. Ele pediu “união” e se colocou à disposição para “ajudar o Brasil”. “Contem comigo sempre para trabalhar pelo Brasil. Não para trabalhar por um grupo ou por um projeto específico”, disse o ex-ministro da Fazenda, evitando dar seu apoio ou o do partido a algum candidato no segundo turno.
Candidato do partido Novo, João Amoêdo, não descartou apoio a Bolsonaro no segundo turno. Só disse que “não há possibilidade de apoiar o PT”. O partido avaliará um possível apoio ao militar. “O PT se mostrou muito desalinhado em todo esse tempo com os ideais do Novo, principalmente com as práticas, pois não basta apenas ter as mesmas ideias. Então, o que vai pautar qualquer decisão é a pauta de trabalho. A gente precisa entender um pouco mais as ideias do Bolsonaro”, comentou.
Quanto a Marina Silva, a ex-senadora e candidata pela Rede, culpou à estratégia do voto útil como motivo de seu desempenho péssimo, sendo uma das eleições menos votada dos últimos tempos. "Infelizmente, uma realidade marcada cada vez mais pela velha polarização, que agora se tornou tóxica nessa campanha. As candidaturas que não estavam nesses polos tóxicos acabaram sofrendo um esvaziamento em função da pregação do voto útil", afirmou Marina, em coletiva de imprensa realizada nesta noite, no comitê de sua campanha, em Brasília.
Questionados sobre como se posicionarão no segundo turno, Marina Silva e o vice em sua chapa, Eduardo Jorge, do PV, afirmaram ainda não terem tomado uma decisão, mas não descartaram declarar apoio em Haddad e nem Bolsonaro.
"Não temos nenhuma identificação com nenhum projeto autoritário, pelo menos da minha parte. Mas também é preciso que se reconheça que a democracia é prejudicada tanto pelas ideias autoritárias quanto pelo uso da corrupção que distorce a opção soberana dos eleitores como aconteceu em 2014 com tudo o que está aí", afirmou Marina.(Com Estadão)
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Um acidente registrado na manhã desta segunda dia 08, na BR-267, em Cambuquira, no sul de Minas Gerais, terminou com sete pessoas mortas e outras duas gravemente feridas.
As informações são de que o Palio e o Onix bateram de frente no trecho da rodovia que passa pela área rural do município.
O Samu foi chamado para atendimento, em apoio ao Corpo de Bombeiros.
Segundo os bombeiros, no início do socorro outras duas vítimas ainda estavam com vida, mas com lesões graves. Uma delas seria levada de helicóptero para um hospital em Varginha. No entanto, ambas morreram durante o atendimento no local do acidente, segundo o site Correio Braziliense.
Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados. O Palio tem placas de Andrelândia e o Onix é de São Lourenço, duas cidades também do Sul do estado. (Com CORREIO BRAZILIENS)
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A combinação da demonstração de força do candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, no primeiro turno da eleição presidencial com a onda anti-establishment que marcou a disputa por vagas no Senado e governos estaduais aumenta as chances de vitória do capitão da reserva no segundo turno de 60% para 75%, avalia a consultoria norte-americana de risco político Eurásia.
Bolsonaro recebeu 46% dos votos válidos, e Fernando Haddad (PT) em segundo lugar, teve 29%. Anteriormente, a empresa chegou a trabalhar com 20% de chances de vitória de Bolsonaro no primeiro turno.
No segundo turno, o aumento da probabilidade de Bolsonaro ganhar decorre do fato de ele ter ficado muito perto de alcançar a metade de todos os votos válidos neste domingo dia 07, justifica a consultoria. Na prática, ele precisa convencer uma parcela relativamente pequena de eleitores de outros candidatos, continua a Eurasia.
"Mas o ponto é que Haddad agora enfrenta um caminho difícil pela frente", acrescenta, pontuando que mesmo que o petista recebesse todos os votos de Ciro Gomes - o que é uma visão otimista -, ainda segundo a consultoria, ele alcançaria 41% de apoio contra os 46% de Bolsonaro. "E olhando para o perfil dos eleitores dos próximos quatro candidatos que receberam mais votos, Geraldo Alckmin, João Amoêdo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles, eles tendem a ser mais conservadores e inclinar-se mais fortemente para o Bolsonaro", completa. Nem os votos herdados de Marina Silva e Guilherme Boulos ajudariam Haddad. Em relação ao Senado e Câmara, Bolsonaro, caso eleito, Bolsonaro assume com um conjunto "mais favorável".
"Nós não devemos, contudo, exagerar quão benéfico isso é para as reformas", pondera. "Não achamos que Bolsonaro irá distribuir cargos para construir uma coalizão no Congresso", conclui a Eurasia. (Com Estadão Conteudo)
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Com experiência de 35 anos como policial militar, dos quais os últimos 15 atuando na Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Gilson Cardoso Fahur (PSD) foi o deputado federal mais votado no Paraná.
Com 99,97% dos votos apurados, ele tinha 314.905 votos, próximo ao recorde registrado em 2010 por Ratinho Jr. (358,9 mil), na época no PSC. Sargento Fahur, como é conhecido, com atuação na região de Maringá, vai engrossar a “bancada da bala” na Câmara Federal, e quer atuar contra a ação de bandidos – tanto os soltos quanto os que já estão encarcerados. Ele se aposentou há poucos meses da corporação.
“Serei intransigente contra direitos para bandidos. Sempre ser um fiscal para não se aprovarem mais benefícios para eles. Quero é cortar. Sei que é difícil, mas não é impossível”, afirmou em entrevista à Gazeta do Povo na noite deste domingo dia 07. Ele diz esperar contar com a ajuda de outros policiais eleitos para a próxima legislatura: “Vou com muita humildade. Muitas vezes não deixam a pessoa nova aparecer e dificultam a trajetória de deputados novatos, mas vou buscar apoio de outros colegas experientes”.
Outra linha de atuação, diz ele, é colaborar com projetos para reforçar a segurança na fronteira, tanto com o governo federal como com o governo estadual. “Vou esperar a poeira baixar, passar a euforia com a vitória do Ratinho. Ele já sabe que tenho experiência na área, quero dar mais palpites. Quero ajudar com um projeto para a nossa fronteira o Mato Grosso do Sul e com o Paraguai. Isso está um queijo suíço, passam muitas drogas, armas. Quero também ajudar a equipar com tecnologias de alta performance nossas polícias, com aumento de efetivo e armamento, tudo que precisar para barrar o crescimento do PCC [Primeiro Comando da Capital, facção criminosa]”, afirmou.
Fahur conta que, na época da filiação, em abril, Fernando Francischini, presidente do PSL no estado, considerou que muitas candidaturas com perfil semelhante poderiam “brigar” entre si, disputando votos. “Nós teríamos que fazer 400 mil votos lá para elegermos nós dois e 600 mil para elegemos três. Então, ele estrategicamente acha que não é viável, o que poderia inclusive tirar a vaga dele ou ele tirar a minha”, escreveu, à época. Ele então decidiu se filiar ao PSD, após negociar com Ratinho a possibilidade de apoiar Bolsonaro – independentemente de uma candidatura presidencial do partido.
Em entrevista à Gazeta do Povo, ele reiterou a informação, e diz que não se arrepende da decisão. “Como o Ratinho tinha almoçado comigo uns meses antes e me oferecido a estrutura do partido para concorrer, optei pelo PSD. Ele foi humilde, ouviu minhas propostas para a segurança pública”, explicou.
Vovô polêmico
Nas redes sociais, Fahur não se furta a defender a causa que acredita. No Facebook – cujo perfil era o mais popular entre todos os candidatos do Paraná, com 2,7 milhões de curtidas, segundo o blog Caixa Zero – ele faz várias postagens defendendo a morte de bandidos e legislação mais dura para crimes. Uma das fotos publicadas tem os dizeres “Bandido no caixão, alegria no meu coração”. Sobre a discussão sobre o pagamento de auxílio-moradia a juízes federais, ele desdenhou de uma campanha que dizia “Juiz Moro, nós também queremos o tal de auxílio moradia”, frase estampada em uma foto em que aparece uma mulher em frente a um barraco. A resposta dele foi: “Simples: estude. É imoral, mas é legal”.
Entre as fotos, postagens de crianças fardadas. No círculo próximo, ele é descrito como do tipo vovô brincalhão. “É o que mais gosta de fazer, fora prender vagabundos”. (Com Gazeta do Povo)
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