Um menino chinês de 5 anos teve nove dentes removidos do cérebro, de acordo com informações do Daily Mirror. A cirurgia aconteceu no Hospital Infantil da Universidade de Medicina de Zhejiang.
Segundo o tabloide britânico, os pais do garoto procuraram ajuda médica depois de ele cair, vomitar e reclamar de fortes dores de cabeça. Exames indicaram que a criança estava com hidrocafalia (água no cérebro), além de mostrarem objetos de alta densidade próximos ao tronco cerebral.
Após uma operação de cerca de seis horas, o paciente foi diagnosticado com um tumor chamado teratoma, o qual é capaz de gerar diferentes tipos de tecidos do corpo humano, como dentes. Além de dentes, é comum que o teratoma forme cabelos, pele, unhas e até dedos.
O médico responsável pelo procedimento, Shen Zhipeng, classificou a cirurgia como “muito complicada”. "O cérebro humano é delicado como o tofu, ainda mais quando é de uma criança. Foi como tirar ossos de um ovo cru. ", disse ele.
De acordo com o profissional, o tumor no sistema nervoso central é o segundo mais frequente em crianças, atrás apenas da leucemia. (Com Meio Norte)
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O Facebook informou nesta sexta dia 12, que 29 milhões de usuários da rede social foram afetados por uma invasão de hackers identificada no último dia 25 de setembro, que resultou no acesso a dados e informações desses perfis. A vulnerabilidade explorada pelos invasores já está corrigida. Não há informação sobre a nacionalidade das pessoas afetadas.
De acordo com a empresa, do total de pessoas atingidas pela invasão, 15 milhões tiveram nome e detalhes de contato revelados, incluindo número de telefone, e-mail ou ambos, dependendo das informações disponíveis em cada conta. No caso de outras 14 milhões de pessoas, os invasores acessaram os mesmos dois conjuntos de dados de contato, bem como outros detalhes em seus perfis, nome de usuário, gênero, local/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, cidade atual reportada, data de nascimento, tipos de aparelhos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho, 10 últimos check-ins ou locais em que a pessoa foi marcada, website, pessoas ou páginas que a pessoa segue e as 15 pesquisas mais recentes.
Para acessar os dados, os hackers exploraram uma vulnerabilidade de código do Facebook que existiu entre julho de 2017 e setembro de 2018. A vulnerabilidade foi resultado de uma complexa interação de três diferentes falhas de software e impactou a funcionalidade “Ver Como“, que permite às pessoas verem como seus perfis aparecem para outras pessoas. Isso permitiu que os invasores roubassem tokens de acesso ao Facebook, que foram usados para que eles pudessem ter acesso às contas das pessoas. Tokens de acesso são como chaves digitais que mantêm as pessoas logadas no Facebook para que não precisem digitar novamente sua senha toda vez que acessam o aplicativo.
Ao todo, segundo a rede social, cerca de 30 milhões de pessoas tiveram os tokens roubados, mas um milhão delas não tiveram os dados roubados pelos hackers, por isso a invasão de dados propriamente atingiu 29 milhões de usuários.
"As pessoas podem checar se foram afetadas visitando nossa Central de Ajuda. Nos próximos dias, enviaremos mensagens customizadas a cada uma das 30 milhões de pessoas afetadas para explicar quais informações os invasores podem teracessado, bem como medidas que elas podem tomar para ajudar a se proteger, incluindo de emails maliciosos, mensagens de texto ou chamadas telefônicas", informou Guy Rosen, vice-presidente de Gerenciamento de Produto do Facebook, por meio de nota.
Ainda de acordo com a empresa, o ataque não atingiu outros produtos administrados pelo grupo, como Messenger, Messenger Kids, Instagram, Oculos, Workplace, Páginas, pagamentos, aplicativos de terceiros ou contas de desenvolvedores ou anunciantes. "Enquanto investigamos outras formas pelas quais as pessoas que estão por trás deste ataque usaram o Facebook, bem como a possibilidade de ataques em menor escala, continuaremos a cooperar com o FBI [a Polícia Federal dos EUA], a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda e outras autoridades", acrescentou Rosen. (Com Agência Brasil)
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A desembargadora Daniele Maranhão da Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, suspendeu, em decisão liminar, a adoção das novas placas de identificação dos veículos brasileiros no padrão dos países do Mercosul. As novas placas seriam implementadas no Brasil até 1º de dezembro.
A decisão atende a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).
Na decisão, a desembargadora argumenta que as resoluções nº 729/18 e 733/18 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) atribuem competência ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para fazer o credenciamento de empresas fabricantes e estampadoras de placas. Entretanto, diz a desembargadora, a atribuição é conferida aos Departamentos de Trânsito (Detrans) dos estados.
Para a desembargadora, a União não traz nenhum argumento que legitime a transferência de atribuição quanto ao credenciamento, embora traga como justificativa a necessidade de solucionar problema relacionado ao monopólio no setor. “Entretanto, sem adentrar na pertinência dessas afirmações, o fato é que não pode, a despeito de solucionar um problema, criar outro, abstraindo da previsão expressa em lei que diz ser dos Detrans a competência para a atividade de credenciamento”, diz na decisão.
Além disso, a desembargadora ressalta que a União não criou o sistema de consultas e de intercâmbio de informações de veículos em circulação no Mercosul. Na decisão, a desembargadora diz que a União reconhece que o sistema não foi implementado no Brasil e “sua defesa se restringe a reduzir a importância da providência”.
A desembargadora cita a argumentação da União de que informação da área técnica do Denatran considera não ser um impeditivo para adoção das novas placas a criação do sistema. Isso porque seriam necessárias apenas adaptações ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), sistema já existente e em pleno funcionamento.
“Ora, não é o Denatran ou o Judiciário ou a agravante [quem entrou com a ação na Justiça] que definem a importância da criação do sistema integrador, mas é uma condicionante que vem expressa no próprio tratado [do Mercosul]”, destaca a desembargadora. Ela acrescenta que é “impensável a adoção de um novo modelo de placas automotivas, que com certeza vai gerar gastos ao usuário, sem a contrapartida da implementação do sistema de informação integrado, sob pena de inverter indevidamente a ordem das coisas, pois a mudança do modelo visa a viabilizar a integração das informações com vistas à maior segurança e integração entre os países signatários do tratado”.
Em maio deste ano, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamenta a produção das placas foi publicada no Diário Oficial da União. Por essa resolução, as novas placas deverão ser implementadas no Brasil até 1º de dezembro deste ano em veículos a serem registrados, que estejam em processo de transferência de município ou propriedade ou quando houver a necessidade de substituição das placas. (Com Agência Brasil)
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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou na quinta dia 11, uma página na internet para ajudar a esclarecer o eleitorado brasileiro acerca das informações falsas e falaciosas que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais. No entendimento da Justiça Eleitoral, a divulgação de informações corretas, apuradas com rigor e seriedade, é a melhor maneira de enfrentar e combater a desinformação.
Pelo link Esclarecimentos sobre informações falsas, qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que desconstroem boatos ou veiculações que buscam confundir os eleitores brasileiros. Diante das inúmeras afirmações que tentam macular a higidez do processo eleitoral nacional, nessa página o TSE apresenta links para esclarecimentos oriundos de agências de checagem de conteúdo, alertando para os riscos da desinformação e clamando pelo compartilhamento consciente e responsável de mensagens nas redes sociais.
Vale referir que o Tribunal Superior Eleitoral tem encaminhado todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte dos órgãos de investigação, especialmente Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal. A finalidade é garantir a verificação de eventuais ilícitos e a responsabilização de quem difunde conteúdo inverídico.
Até o presente momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições 2018 foi confirmada ou comprovada.
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Por Assessoria
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A Polícia Federal, em conjunto com o Depen (Departamento Penitenciário Nacional), deflagrou na quinta dia 11, as operações Pé de Borracha e Morada do Sol, contra uma facção criminosa que atuava dentro da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, que tinha como objetivo atacar, com explosivos, unidades do Sistema Prisional Federal e em especial do Depen.
Os criminosos também pretendiam sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos para pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal a fim de "restabelecer as chamadas visitas íntimas no âmbito das penitenciária federais, suspensas desde julho do ano de 2017".
Segundo a PF, a análise de bilhetes trocados pelos principais líderes da facção criminosa, que mesmo cumprindo pena em unidade de segurança máxima, conseguiam enviar e receber informações criminosos, apesar do esquema de monitoramento durante as visitas sociais, resultou nas duas operações que frustraram os planos da facção criminosa.
"Os repasses de bilhetes se davam através de celas vizinhas por meio de "terezas", pequenas cordas criadas a partir de fios retirados de roupas. Neles continham inúmeras ordens criminosas redigidos de próprio punho pelos principais líderes da facção, para serem colocadas em prática por comparsas em diversos pontos do território nacional", diz a PF. Os bilhetes foram apreendidos pelos agentes de execução penal do Depen. O órgão então acionou a PF.
As investigações identificaram ainda que a facção criminosa já tinha feito, inclusive, o levantamento da rotina de vários servidores públicos, fora do ambiente de trabalho, para serem "sequestrados e/ou assassinados" em seus dias de folga.
Os policiais estão sendo cumprido três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão, três deles em celas da Penitenciária Federal de Porto Velho e um em imóvel da capital de Rondônia. A justiça determinou também medidas cautelares, como a proibição de visitas íntimas e a inclusão em regime disciplinar diferenciado. (Com Agência Brasil)
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Depois de conquistar 859 mil votos no primeiro turno da disputa presidencial, o candidato do Podemos , senador Alvaro Dias (PR), usou o Facebook nesta terça-feira para dizer que "não há hipótese de apoiar o PT" no segundo turno entre o candidato do petista, Fernando Haddad, e Jair Bolsonaro (PSL).
Em uma transmissão ao vivo, Alvaro Dias não disse como votará, mas explicou que, por coerência, não tinha como ficar ao lado dos petistas, tão criticados por ele durante toda a campanha. Ele disse ainda que a presidente do Podemos, Renata Abreu, comunicou a ele que pretende fazer uma consulta popular para saber a posição do partido.
— Com coerência quero dizer: não imaginem a hipótese de eu apoiar o PT no segundo turno desta eleição. Essa hipótese não existe, é surreal. Porque (essa posição) valoriza a coerência, a verdade, a coragem e jamais vou esquecer o que disse nestes últimos 15 anos: que trata-se de uma organização criminosa que assaltou o Brasil nos últimos anos. Minha posição será ainda resolvida pelo partido. Não apoiarei o PT mesmo que o partido decidisse apoiar, mas a decisão que vier terá o meu respeito — disse Alvaro Dias.
A posição é semelhante a do Novo, que teve João Amoêdo como candidato. O partido informou nesta terça que não apoiará nem Bolsonaro nem Haddad , mas ressaltou que é "absolutamente contrário" ao PT. (Com Globo.com)
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