Pai é morto ao defender o filho em tentativa de roubo de celular

A Polícia Civil está em busca de imagens de câmeras de segurança que ajudem a identificar o criminoso que deu um tiro no rosto do chefe de cozinha Francisco Vilamar, de 49 anos, na noite desta quarta dia 26, no Rio, quando tentava defender o filho.

 

Ele estava com a esposa e o filho de 10 anos e foi assassinado numa tentativa de assalto em frente a um bar na Praça Condessa. O criminoso queria levar o celular que o filho de Francisco, de 10 anos, usava para brincar. O chefe de cozinha recebeu o disparo quando interveio para defender a criança.

 

Francisco foi baleado no rosto e foi socorrido por PMs do 4º BPM (São Cristóvão). Chegou a ser encaminhado para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, mas não resistiu ao ferimento e morreu. O caso foi registrado na Divisão de Homicídios. Testemunhas estão sendo ouvidas hoje.

 

 

 

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3,3 milhões de eleitores não poderão votar em outubro

Por 7 votos a 2, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta dia 26, rejeitar pedido de liminar feito pelo PSB para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria nas localidades que foram escolhidas pela Justiça Eleitoral.

 

De acordo com a Justiça Eleitoral, cerca de 3,3 milhões de eleitores não vão votar nas eleições de outubro porque não compareceram aos cartórios eleitorais nos municípios em que houve o recadastramento para identificação biométrica e devido a outras restrições.

 

Na ação, o PSB alegou que são inconstitucionais as resoluções do TSE que disciplinaram o cancelamento do título como penalidade ao eleitor que não realizou o cadastro biométrico obrigatório dentro do prazo, porque resultaram no indevido cerceamento do direito de votar.

 

O PT e o PCdoB também participaram do processo. Segundo as legendas, o maior número de eleitores que não poderão votar está na Região Nordeste.

 

Para os partidos, a maioria dos títulos cancelados é de cidadãos humildes que não tiveram acesso à informação para cumprir a formalidade.

 

Votos


A maioria dos ministros acompanhou voto proferido pelo relator, Luís Roberto Barroso. O ministro entendeu que não há inconstitucionalidade nas normas do TSE que disciplinaram as regras de alistamento eleitoral. Segundo o ministro, a atualização do cadastro de eleitores é necessária para manter a higidez das eleições.

 

"Não vejo inconstitucionalidade no modo como a legislação e o TSE disciplinaram a revisão eleitoral e o cancelamento do título em caso de não comparecimento para a sua renovação. Eu penso que o TSE demonstrou as dificuldades técnicas e o risco para as eleições há menos de duas semanas", afirmou.

 

Após o voto do relator, Alexandre de Moraes também acompanhou o entendimento sobre a validade do cancelamento. Segundo o ministro, os eleitores que não compareceram ao recadastramento, não atingiram requisito básico, previsto na Constituição, para participar das eleições.

 

"Não estando alistado porque não compareceu ao recadastramento, falta um requisito constitucional?, disse Moraes.

 

Luiz Fux, que já ocupou o cargo de presidente do TSE, votou a favor do cancelamento e disse que a regulação da biometria pelo tribunal é feita para evitar fraudes, como duplicidade de títulos, votação em nome de pessoas falecidas.

 

"O TSE tem caminhado no sentido de manter a higidez e a moralidade do pleito eleitoral porque o passado condena as eleições brasileiras?, disse.

 

Também votaram no mesmo sentido Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e o presidente Dias Toffoli.

 

Divergências


O ministro Ricardo Lewandowski votou para autorizar quem teve o título cancelado a votar. Segundo o ministro, o eleitor não pode ser impedido de votar porque não compareceu ao recadastramento biométrico.

 

"Concedo a liminar, com a experiência, sem falsa modéstia, de quem já foi presidente do TSE, e sei que isso é exequível, para que os eleitores que tiveram seus títulos cassados, caso comparecerem as respectivas zonas eleitorais no dia do primeiro turno das eleições, devidamente munidos com documento de identificação, possam votar manualmente, depositando seus votos em urna de lona", disse.

 

O ministro Marco Aurélio também entendeu que o eleitor não pode ser impedido de votar por causa da falta da biometria.

 

Manifestações


Durante o julgamento, o advogado Daniel Sarmento, representante do PSB, disse que a legenda defende a inclusão política como forma indispensável para democracia. Segundo Sarmento, a imposição de entraves burocráticos não podem excluir o "eleitor pobre e que tem menos acesso à informação?. Ele negou que a ação tenha motivações políticas às vésperas das eleições.

 

"Se tem uma restrição gravíssima ao direito fundamental, que é central na ordem jurídica brasileira. A pessoa é simplesmente impossibilitada de votar e ser votada. É uma quantidade muito grande, 2,4% do eleitorado. Isso pode fazer diferença em pleitos, na eleição proporcional e para eleições majoritárias, como de presidente da República. As últimas eleições foram decididas por menos de 3,5 mil votos", afirmou.

 

O PT e PCdoB também se manifestaram a favor da liberação do voto de quem não realizou a biometria dentro do prazo. De acordo com a advogada Maria Claudia Bucchianeri, representante do PCdoB, o número de 3,3 milhões de eleitores que tiveram o título cancelado representa 4% do eleitorado do Nordeste, região mais afetada.

 

AGU


A advogada-geral da União, ministra Gracie Mendonça, se manifestou a favor das restrições por entender que a segurança jurídica das eleições deve ser mantida. Segundo a ministra, os partidos querem afastar o cumprimento de regras das eleições, faltando 11 dias para o pleito.

 

"O mesmo custo, a mesma dificuldade que o eleitor vai enfrentar para votar, é exatamente a mesma dificuldade que ele teria para se dirigir e se submeter ao processo de revisão. Não se tem aí que a população mais desfavorecida estaria em prejuízo, a relação de custo é a mesma", argumentou.

 

PGR


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também defendeu a segurança jurídica e disse que, conforme a legislação, somente pode votar quem realizou a alistamento eleitoral prévio ou está apto para votar.

 

"O fato de alguém ter problemas para com seu alistamento eleitoral e, por isso, não votar, não coloca em perigo o sufrágio universal, pelo contrário, o protege. O alistamento eleitoral cuidadoso e completo que garante higidez do cadastro de eleitores e assegura a universalidade do sufrágio", disse Dodge. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Declaração de falsidade em provas é negado a defesa de Lula

O TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou a declaração de falsidade em provas do processo criminal que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou.

 

Os documentos alvo da defesa foram apresentados pelo ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, em uma ação penal no âmbito da Operação Lava Jato.

 

Os documentos serviriam como prova da ação penal que investiga a prática de corrupção e lavagem de dinheiro pela Odebrecht a executivos da Petrobras e agentes políticos em contratos firmados.

 

A defesa ingressou com o pedido requisitando que a Justiça Federal do Paraná declarasse inviável o aproveitamento da perícia da Polícia Federal nos documentos digitalizados do sistema informal de contabilidade da Odebrecht.

 

Segundo o MPF (Ministério Público Federal), parte da vantagem indevida seria destinada ao ex-presidente, e seria utilizado para a aquisição de um prédio em São Paulo para o Instituto Lula.

 

A primeira instância da Justiça Federal negou o pedido julgando improcedente a falsidade material. A defesa de Lula então recorreu da decisão ao TRF4.

 

A 8ª turma do Tribunal, no entanto, por unanimidade, rejeito o recurso criminal. Para o relatos, desembargador João Pedro Gebran Neto, "a partir da análise das provas produzidas não é possível extrair qualquer indicativo de falsidade material dos documentos impugnados pelo recorrente, impondo-se nesse sentido a manutenção da decisão que julgou improcedente o incidente de falsidade".

 

O mérito da ação deve ainda ser julgado pela Justiça Federal do Paraná.

 

 

 

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Empresários e governo tentam ampliar pauta de exportação do Brasil

A pauta de exportações brasileira é conhecida pela predominância dos chamados produtos básicos. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), de janeiro a agosto deste ano, as vendas dos não industrializados lideraram a arrecadação do Brasil com exportações. Já os industrializados, cuja fabricação exige tecnologia, alcançaram patamares bem menores.

 

A equação não é considerada saudável por economistas, pois a balança comercial do país fica refém do vaivém da cotação internacional dos produtos básicos, também conhecidos como commodities.

 

Os dados do ministério apontam que de janeiro a agosto a soja respondeu por 33% do valor exportado, seguida pelos óleos brutos de petróleo, com 19,56%, e pelo minério de ferro, com 15,96%. Enquanto isso, itens manufaturados tiveram presença bem menor, como os automóveis de passageiros, que no mesmo período responderam por 6,71% das vendas externas. Produtos de valor agregado da indústria de bebidas e alimentos geraram ainda menos receita. Para citar alguns exemplos, do início de 2018 até agosto, os refrigerantes e outras bebidas não alcoólicas, a margarina e o vinho de uvas, responderam, cada um, por 0,01% do valor total exportado pelo Brasil.

 

Há um esforço no sentido de mudar essa realidade. A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) atua através do PEIEX (Programa de Capacitação para Exportação) capacitando empresários ? muitos de pequenas indústrias - para exportar seus produtos de maior valor agregado. Além disso, articula o contato com clientes em potencial, como está ocorrendo esta semana durante a LAC Flavors - feira de bebidas e alimentos promovida no Chile pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Uma missão organizada pela Apex levou 62 empresários brasileiros para participar de rodadas de negócios e expor seus produtos no evento.

 

Biotecnologia

 

Entre os participantes interessados em fazer seu produto ir além das fronteiras nacionais está a bióloga Fernanda Matias, dona da startup de biotecnologia Meltech. Nascida em Mossoró, Rio Grande do Norte, a empresa produz hidromel (uma espécie de vinho de mel) e kombucha, um probiótico (produto com microrganismos vivos) que, além do sabor, traz benefícios à saúde. "É um refrigerante natural", diz Fernanda, cuja ideia para criar a empresa veio da situação de sua região.

 

"A região é muito rica em alguns produtos, e um deles é o próprio mel. Mas, há alguns anos, caiu muito a produção por falta de chuvas. As abelhas começaram a morrer e as famílias começaram a ficar sem dinheiro. Como faltam políticas públicas na região, o pessoal não sabia fazer o manejo [para continuar extraindo mel]. Pensei em começar a trabalhar com um produto de valor agregado, para essas famílias voltarem a produzir", explica a bióloga, que tem doutorado em Biotecnologia.

 

Segundo Fernanda, também houve a iniciativa de uma professora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), que passou a oferecer cursos aos produtores. "A gente acabou se juntando. Ela soube de mim e eu soube dela", conta. Agora, Fernanda prepara-se para a inserção concomitante dos seus produtos no mercado nacional e internacional. De acordo com ela, a empresa já nasceu de olho na possibilidade de exportação. A bióloga acredita que as bebidas farão sucesso no exterior.

 

"Nossos produtos têm características únicas. A vida útil do nosso kombucha é 12 meses, enquanto do comum são três. Patenteamos a fórmula. Falta patentear a do hidromel. Vamos começar tudo junto, mercado interno e externo. Quando a empresa ainda estava sendo incubada, há dois anos, eu já participava do PEIEX", conta, referindo-se à capacitação para exportadores da Apex. Segundo ela, após a LAC Flavors, a empresa está em negociação com quatro países: Argentina, República Tcheca, Costa Rica e Reino Unido.

 

Cachaça

 

Com outro produto típico brasileiro, a cachaça, o empresário Ademilson Tápparo, dono do Dom Tápparo Engenho, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, também busca inserção no mercado internacional. O engenho, uma empresa familiar há 40 anos no mercado, sempre vendeu sua produção no âmbito regional. Mas, recentemente, Ademilson firmou parcerias para garantir a presença em grandes supermercados e, agora, espera que os estrangeiros se encantem por cachaças como a Cabaré e a Dom Tápparo. O industrial também fabrica licores coquetéis.

 

"O custo-benefício para a exportação é melhor. O imposto que a gente paga para vender internamente, no Brasil, é bem maior. A degustação que a gente fez [durante a LAC Flavors] teve boa aceitação", afirma o empresário, que viajou com a esposa, Agueda Tápparo. Segundo Ademilson, Chile, Costa Rica, Austrália, República Tcheca, Panamá, Alemanha, Equador e Paraguai estão entre os países que demonstraram interesse nos produtos.

 

Valor agregado

 

Segundo Márcia Nejaim, diretora de Negócios da Apex, apesar de os produtos básicos ainda serem o destaque da pauta de exportações brasileiras, o país tem conseguido ocupar espaços com seus produtos industrializados. "Se você a olhar a pauta para a Argentina, é muito valor agregado. Para os Estados Unidos também. É verdade que o Brasil é um dos países mais competitivos no agronegócio. Mas é importante investir também nas empresas com manufaturados, tecnologia."

 

O chefe da Divisão de Comércio e Investimento do BID, Fabrizio Opertti, que visitou a LAC Flavors, defendeu que os países agreguem valor a produtos e serviços que já fazem parte de sua cultura e particularidades, e citou o caso do Brasil. "É preciso agregar valor às nossas vantagens comparativas. Um país como o Brasil é uma superpotência de alimentos", declarou.

 

 

 

Dívidas trabalhistas levam a leilão sede do America no Rio

A sede social do America Football Clube, na Rua Campos Sales, no tradicional bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, vai a leilão na terça dia 25, às 11h50, no auditório da Justiça do Trabalho, por causa de dívidas trabalhistas. O prédio, com 23 mil metros quadrados, avaliado em R$ 75 milhões, será leiloado pela metade do preço, com lance inicial de R$ 37,5 milhões.

 

O prédio sediou festas grandiosas e tinha uma programação atuante. Nos últimos anos, afundado em dívidas, o clube foi abandonando o prédio, que está se deteriorando.

 

Com programação para os associados, academia de ginástica, piscinas olímpicas e os tradicionais bailes nos fins de semana, o America movimentava a Tijuca, e milhares de associados participavam da vida social do clube.

 

Atualmente, a fachada do prédio está pichada e o rebaixamento do teto em gesso caindo, o que mostra aparente abandono do clube, que já esteve na primeira divisão do Rio e agora disputa a segunda divisão.

 

Fundado em 18 de setembro de 1904, o seu nome não tem acentuação, já que se adota a grafia em inglês, com o clube se colocando como representante da região da Grande Tijuca, onde historicamente mantém a sede.

 

Entre as conquistas mais relevantes do America destacam-se o International Soccer League, em 1962, disputado por grandes equipes, e o Torneio dos Campeões em 1982, organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que contava com os maiores clubes do Brasil, além de sete títulos do Campeonato Carioca.

 

Último título

 

O último título foi conquistado em 1960 quando o America venceu o Fluminense por 2x1, de virada.

 

O maior ídolo do America é Edu Coimbra, irmão do atacante Zico, que brilhou no Flamengo e na Seleção Brasileira.

 

O America também é o clube do coração de milhares de torcedores. Entre os torcedores ilustres do clube estão o acadêmico Arnaldo Niskier, o compositor Monarco, da Portela, e o cantor e compositor Tico Santa Cruz.

 

Com a venda do campo de futebol do clube em Vila Isabel, onde atualmente está um shopping center, a sede esportiva do clube fica em Mesquita, na Baixada Fluminense. Leva o nome de Giulite Coutinho, ex-presidente da CBF e do America.

 

Com o time rebaixado à segunda divisão, o Estádio Giulite Coutinho passa por dificuldades financeiras, e o clube não tem condições de contratar atletas de nome para compor o elenco. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Fundadores do Instagram deixam a empresa

Os fundadores e diretores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, pediram demissão da direção do aplicativo de compartilhamento de fotografias, segundo a imprensa por divergências com Facebook, que comprou a empresa há seis anos.

 

"Mike e eu somos agradecidos pelos últimos oito anos no Instagram e seis com a equipe do Facebook", anunciou Kevin Systrom em um comunicado divulgado na segunda-feira à noite, que confirmou a informação do jornal The New York Times sobre a saída da dupla.

 

"Estamos planejando ter um tempo livre para voltar a explorar nossa curiosidade e criatividade", completaram.

 

Systrom, 34 anos, deixar a direção executiva do Instagram e Krieger, 32, a direção da área de tecnologia. Os dois criaram o aplicativo em 2010 quando eram estudantes da Universidade de Stanford no Vale do Silício.

 

A revista Forbes calcula a fortuna de Systrom em 1,4 bilhão de dólares.

 

"Construir novas coisas exige nossa afastamento, que compreendamos o que nos inspira e combinemos isto com o que o mundo precisa. Isto é o que planejamos fazer", afirmaram no comunicado.

 

"Agora estamos prontos para nosso próximo capítulo", completa o texto.

 

A imprensa, no entanto, atribui a saída da dupla a divergências com os executivos do Facebook.

 

"Kevin e Mike são líderes de produto extraordinários e o Instagram reflete a combinação de seus talentos criativos. Aprendi muito trabalhando com eles nos últimos seis anos e aproveitei muito", escreveu Mark Zuckerberg, principal executivo do Facebook, no Twitter da empresa.

 

O Instagram anunciou em junho ter superado 1 bilhão de usuários, graças a seu sucesso entre os jovens. Também lançou um aplicativo de vídeo (IGTV).

 

O Facebook comprou o Instagram em 2012 por 1 bilhão de dólares e desde então incluiu publicidade e conteúdo patrocinado no aplicativo de compartilhamento de imagens.

 

Nos últimos anos, o Facebook perdeu usuários entre os adolescentes e os jovens, que preferem outras redes sociais, como o Snapchat. Por este motivo, o Instagram se tornou um aplicativo fundamental para a matriz.

 

O Facebook, que obtém a maior parte de seu faturamento com a publicidad, precisa de novas plataformas como o Instagram para incluir os anúncios por falta de espaço no Facebook, completamente saturado.

 

O Wall Street Journal informou que Krieger e Systrom "estavam em conflito nos últimos meses sobre a questão da autonomia do Instagram, em particular porque os executivos do Facebook, incluindo Mark Zuckerberg, estavam estimulando o Instagram a ampliar rapidamente o número de usuários do aplicativo".

 

Facebook atravessa há alguns meses uma grave crise, após ser acusado de servir de plataforma de manipulação política, em particular durante a campanha eleitoral americana de 2016, a partir de dados de usuários entregues à empresa britânica Cambridge Analytica.

 

Os fundadores do Whatsapp (outro aplicativo comprado pelo Facebook), Jan Koum e Brian Acton, deixaram a rede social em maio de 2018 e em 2017 respectivamente, segundo a imprensa americana por divergências com os diretores do Facebook sobre a confidencialidade dos dados e a monetização do aplicativo de mensagens. (Com Catve)

 

 

 

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