A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação Mendacium, em São Paulo e Taboão da Serra, para desarticular uma organização criminosa que pratica fraudes no recebimento do seguro-desemprego. Foram cumpridos nesta quinta dia 20, quatro mandados de busca e apreensão. Duas pessoas foram presas em flagrante.
A polícia encontrou, com os acusados, mais de 1.600 documentos falsos ou em branco, como espelhos de carteiras de Identidade e de Trabalho, num escritório de contabilidade do bairro da Penha, na capital paulista. Foram apreendidos R$ 472 mil em espécie, além de equipamentos para a falsificação de documentos.
O inquérito começou em outubro de 2017, na cidade de Presidente Prudente, interior de São Paulo, a partir da denúncia de um trabalhador que não conseguiu obter seu seguro-desemprego porque alguém já o havia resgatado.
As investigações mostram que mais de 300 empresas fictícias foram criadas, com mais de 9 mil benefícios de seguro-desemprego. Estima-se um prejuízo de mais de R$ 9 milhões.
Os presos foram encaminhados ao sistema prisional estadual, onde ficam à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelos crimes de estelionato, organização criminosa e corrupção ativa.
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Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) apreenderam nesta quarta dia 19, na Barra da Tijuca, uma metralhadora Browning ponto 50.
Essa é a maior arma já apreendida no Estado do Rio e estava sendo negociada por traficantes por R$ 200 mil. Duas pessoas foram presas no local: Thiago da Silva Lopes e Pablo Carvalho da Silva.
A arma, uma metralhadora antiaérea do Exército americano, mede 1,68 metro de comprimento e pesa 38 quilos. Tem a capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto.
"Nos últimos três dias, estávamos só em cima disso. E ontem conseguimos prender os dois”, afirmou o delegado Delmir Gouvêa, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas.
Dois carros que faziam a escolta da metralhadora fugiram, assim como o receptor.
Segundo a polícia, a arma estava "acautelada" na Rocinha antes de ser apreendida na Barra da Tijuca. Ainda de acordo com os investigadores, a metralhadora seria levada para fora do estado mas pararia antes nos morros da Fallet e do Fogueteiro, na região central da cidade.
A arma será periciada no Instituto de Criminalística Carlos Éboli e pode ser incorporada ao Exército.
“O dia que ela entrou na Rocinha, e como entrou, faz parte da investigação, e ela continua”, explicou o delegado (Com G1)
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Nesta quinta dia 20 é comemorado o “Dia do Gaúcho” que consiste numa homenagem a um dos episódios históricos mais importantes para a comunidade gaúcha. E o Portal Cantu relata um breve contexto histórico desta data.
Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos, que teve início em 20 de setembro de 1835 e terminou em 1º de maio de 1845, período que passou a história deste estado como o "Decênio Heroico".
A Revolução Farroupilha foi uma revolta regional contra o Governo Imperial do Brasil na qual os revoltosos queriam separar-se do Império do Brasil. Durou aproximadamente 10 anos e recebeu este nome por conta dos farrapos que seus participantes vestiam. A revolução chegou ao fim após ser feito um acordo de paz entre as partes envolvidas.
Esta data é considerada feriado estadual no Rio Grande do Sul.
Tradicionalmente, durante o Dia do Gaúcho, são organizadas festas nos CTG’s (Centros de Tradição Gaúcha) que ressaltam os costumes típicos deste povo, como a culinária, vestimentas, danças e apresentações musicais.
O Portal Cantu, parabeniza todos os gaúchos e tradicionalistas da região.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai intensificar a vigilância nos aeroportos, portos e fronteiras do Brasil para evitar o ingresso da peste suína africana (PSA), que se alastra pelo Leste da Europa, Ásia, África e Rússia. No Japão, em agosto, foram registrados, inclusive, focos da forma clássica da doença.
Nesta terça dia 18, o ministro Blairo Maggi reuniu integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) e determinou reforço na fiscalização feita pelos servidores do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (Dfip) para evitar a entrada do vírus no Brasil.
A preocupação é de que alimentos e bagagens contaminadas, provenientes das áreas afetadas pela PSA, ingressem no país sem a devida fiscalização. A determinação é de que alimentos vindos dos países ondem foram detectados focos da doença sejam descartados de forma correta, ou seja, incinerados.
Maggi alertou em vídeo a população para que evite transportar alimentos provenientes dessas regiões e pediu a produtores atenção redobrada a seus plantéis. Para o ministro, é preciso esforço conjunto do governo e dasociedade para evitar que o Brasil seja afetado por esse problema que vem acontecendo em várias partes do mundo.
Ao DIPOA foi enviado um ofício recomendando maior atenção a futuras emissões de autorização de importação de produtos que possam disseminar o vírus da doença, como rações para animais.
No Brasil, a PSA foi erradicada em 5 de dezembro de 1984 e o país foi declarado área livre da doença. Em relação aos animais vivos e material genético importados, é mantido o sistema de quarentena na Estação Quarentenária de Cananéia (EQC), em São Paulo, de onde só são liberados após a confirmação de sua sanidade.
A peste suína africana é uma doença viral, não oferece risco à saúde humana, não sendo transmitida ao homem, mas pode dizimar plantéis de suínos, sendo altamente infecciosa, o que exige o sacrifício dos animais, conforme determina a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Os javalis também são atingidos. Não existe vacina para a PSA. O vírus é resistente, permanecendo nas fezes dos animais por até três meses e, em alimentos (produtos maturados), até nove meses.
Os sinais clínicos da PSA nos animais são febre alta (40 a 42 graus), hemorragia no nariz, orelhas, patas e abdômen, sangramento no reto, perda de apetite e depressão, além de problemas respiratórios. O período de incubação do vírus vai de cinco a 21 dias.
A transmissão nos suínos e javalis se dá por meio do contato direto com animais doentes, consumo de resíduos domésticos e comerciais infectados, pela contaminação em equipamentos, veículos, roupas e sapatos. O carrapato G. Ornithodoros também participa da disseminação da PSA. (Com Mapa)
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As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda. Um levantamento inédito do Ministério da Saúde divulgado nesta terça dia 18, que marca o início da Semana Nacional do Trânsito, aponta que, em seis anos, houve uma redução de 27,4% dos óbitos nas capitais do país. Em 2010, foram registrados 7.952 óbitos, contra 5.773 em 2016, o que representa uma diminuição de 2,1 mil mortes no período.
Apesar da redução, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011.
Além disso, considerando todas as cidades do Brasil, não apenas as capitais, foram registradas 37.345 mortes de trânsito em 2016, que é o último ano com dados disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. O número é 14,8% menor do que o registrado, por exemplo, em 2014, quando ocorreram 43.870 óbitos no trânsito brasileiro. A meta do país, em 2020, é não ultrapassar o número de 19 mil vítimas fatais por ano.
"Esse número de 37 mil vidas perdidas em acidentes por ano é superior à população de muitas cidades brasileiras. Infelizmente, quando boa parte da população pensa em trânsito, o que vem à mente são os congestionamentos e chamada indústria da multa, mas o que temos é uma indústria da dor e da morte", afirma Renato Campestrini, advogado, especialista em trânsito e gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Além das mortes, 600 mil pessoas ficam com sequelas permanentes todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito.
Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, atrás somente da Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Além desses, Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito estão entre os países de trânsito mais violento do planeta. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das 1,2 milhão de mortes por acidente no trânsito que ocorrem no mundo todos os anos. Além dos mortos, acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos a cada ano.
No Brasil, mais de 60% dos leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) são ocupados por vítimas por acidente de trânsito. Nos centros cirúrgicos do país, 50% da ocupação também são por vítimas de acidentes rodoviários. Segundo o Observatório de Segurança Viária, os acidentes no trânsito resultam em custos anuais de R$ 52 bilhões.
Dez anos da Lei Seca
A redução dos óbitos pode estar relacionada às ações de fiscalização após a Lei Seca, que neste ano completou 10 anos de vigência. Além de mudar os hábitos dos brasileiros, a lei trouxe um maior rigor na punição e no bolso de quem a desobedece, com regras mais severas para quem misturar bebida com direção.
A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho, avalia que a diminuição das mortes no trânsito mostra que o brasileiro tem mudado, aos poucos, as atitudes, prezando cada vez mais pela segurança.
"Houve um aprimoramento da legislação, aumento na fiscalização e alguns programas estratégicos, como o Vida no Trânsito. No entanto, o número de óbitos e internações ainda preocupa, especialmente os de motociclistas. Precisamos avançar na mobilidade segura para reduzir esses números", enfatizou Maria de Fátima Marinho.
Fiscalização reduz mortes
Um estudo recente do Observatório de Segurança Viária mostrou que só há eficácia da Lei Seca nos estados que realizam o maior número de blitz de fiscalização. No Brasil, a taxa média nacional de fiscalização é de um em cada 500 veículos da frota total do país, enquanto em países como Portugal e Espanha, essa média é de um a cada cinco veículos da frota. Na França, essa taxa é ainda melhor: um a cada três veículos do país são fiscalizados em blitz.
"Os estados que têm mais fiscalização, têm menos acidentes relacionados à combinação entre álcool e direção. Quando ele tem a sensação de que a fiscalização está presente, acaba sendo mais prudente", explica Renato Campestrini. Entre as unidades da federação analisadas, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro, Bahia e Paraíba conseguiram reduzir para menos de 9% o número de motoristas flagrados em operações da Lei Seca. Esses mesmos estados são, pelas estatísticas, os que realizam o maior número de fiscalizações.
Semana do Trânsito
O tema da Semana Nacional de Trânsito de 2018 é Nós somos o trânsito. Prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) e organizada anualmente entre os dias 18 e 25 de setembro, a semana busca conscientizar condutores de veículos e motocicletas a respeitarem a legislação e ajudar a construir um ambiente viário mais seguro. Segundo o Registro Nacional de Infrações de Trânsito, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), entre as cinco principais infrações cometidas por motoristas e motociclistas estão excesso de velocidade, falta de cinto de segurança e avanço de sinal vermelho.
"Cerca de 95% dos acidentes são causados por falha humana ou falha mecânica por falta de manutenção, o que também não deixa de ser uma falha humana do condutor. É preciso mudar, de fato, a cultura no trânsito", afirma Campestrini, do Observatório de Segurança Viária. Segundo o especialista, além de reforçar a fiscalização no trânsito, com a realização de um maior número de fiscalizações, o país precisa avançar na formação dos seus condutores.
"A moto é, reconhecidamente, um dos veículos que causam o maior número de vítimas fatais no trânsito, mas, para tirar a habilitação, o motociclista faz a prova em circuito fechado, em primeira marcha, e apenas com o funcionamento do freio traseiro. Isso precisa ser revisto", exemplifica. (Com Agência Brasil)
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Três homens foram presos pelo Exército Brasileiro na noite de terça dia 18, próximo da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra.
Os militares da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada estavam executando operações próximo da divisa com o Paraguai, quando realizaram uma abordagem a um caminhão suspeito.
Os envolvidos com o transporte ilegal reagiram a abordagem atirando contra os militares que revidaram acertando dois homens, um terceiro envolvido foi preso sem ferimentos.
O caminhão estava carregado com cigarros contrabandeados do Paraguai e foram apreendidos.
Os suspeitos que foram baleados, um deles em estado grave, foram encaminhados para unidades hospitalares da cidade e o quadro é estável. (Com Catve)
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